“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”

out 07

Marcos Labanca/Gazeta do Povo / “É importante as pessoas e as empresas entenderem a necessidade de compor suas estratégias contando também com o digital. Ele até pode ser entendido como um complemento, mas é fundamental.” - <b>Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)</b>

 

“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”

Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)

Publicado em 26/08/2011 | Entrevista para o jornal "Gazeta do Povo" (por DENISE PARO)

Foz do Iguaçu – Na era da mídia digital, o consumidor deixou de ser espectador para ocupar o centro do palco. Postagens em redes sociais e blogs mostram o poder de quem antes era visto pelas empresas apenas como alvo para mais uma venda. Professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que tem sede em São Paulo, Sandra Turchi diz que muitas empresas ainda não entenderam o novo papel do consumidor neste cenário. Ela participou de um evento em Foz do Iguaçu e falou sobre o tema em entrevista à Gazeta do Povo.

Qual a importância do marketing digital para as empresas?

É importante as pessoas e as empresas entenderem a necessidade de compor suas estratégias contando também com o digital. Ele até pode ser entendido como um complemento, mas é fundamental. Não só a “geração Y”, as pessoas mais novas estão todas conectadas. As empresas precisam compreender as várias ferramentas que existem, as tendências para poder elaborar suas estratégias e aplicar melhor. Não é sair fazendo. Por exemplo, agora estão na moda as redes sociais. Você tem que pensar em uma estratégia para estar com a presença on-line e montar perfis no Twitter e Facebook.

 

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As empresas nas Mídias Sociais

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As mídias sociais vieram mesmo para ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda e de grandes empresas buscassem entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede.

Segundo pesquisa realizada em 2011 pelo site Mundo do Marketing e pela TNS Research, 67% das empresas, nacionais ou multinacionais, utilizam Mídias Sociais, e desse total 92% preferem o Twitter como principal ferramenta, 69% estão no Facebook e 58% têm contato com seus clientes através do Orkut.

O estudo mostra que além das ações em redes sociais, as ações de SEM (Search Engine Marketing) e SEO (Search Engine Optimization) também vêm ganhando mais espaço, embora estratégias mais tradicionais como email marketing ainda tenham a preferência de 80% das companhias entrevistadas. Dentre as empresas que ainda não estão realizando ações em redes sociais, 64% delas afirmam que as iniciarão em 2011.

Artigo especial para o Decision Report - http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=9552&sid=15

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Crowdsourcing – a sabedoria das multidões

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A necessidade do ser humano de buscar algo novo é observada ao longo da história. E quando falamos do mundo corporativo então isso se torna, muitas vezes, uma questão de vida ou morte. Com o advento da internet muitas coisas têm mudado e a forma de buscar inovação é uma delas. Talvez seja apenas mais um modismo, porém o fato é que muitas companhias já estão utilizando esse novo caminho colaborativo, ou o crowdsourcing que, segundo a Wikipedia, significa utilizar a inteligência e os conhecimentos coletivos, e voluntários, para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. É também chamado de “open innovation”.

(artigo para o Portal Mundo do Marketing) 

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O comércio nas redes sociais – Social Commerce

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Por definição, Social Commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio, porém, quando isso se expande para os relacionamentos no universo digital, então, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais. Como exemplo, temos o Facebook, criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos EUA. Se ele fosse um país seria o terceiro mais populoso do mundo. Além disso, a maioria do público nas redes sociais são mulheres, que coincidentemente são também a maioria do público consumidor. Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-commerce, ou comércio via Facebook, que, por exemplo, já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.

(Via Portal PEGN – Ed. Globo)

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As relações de consumo na era da WEB

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A agilidade com que os clientes estão migrando para um relacionamento cada vez mais online é maior do que a capacidade das empresas se adaptarem a isso. Pode-se observar, por exemplo, o relacionamento com os bancos, o qual deve encerrar 2010 com 40% das transações sendo feitas pela internet, 23% por Call Center e 19% nas agências. Crescem também as conexões feitas via mobile, visto que mais de três bilhões de compras são feitas via celular no mundo. Para construir uma estratégia de comunicação eficiente com seus clientes a empresa obrigatoriamente deverá conhecer melhor os hábitos online dos mesmos, seja para comunicação, compras ou relacionamento.

(artigo para Revista  Cliente S.A.) 

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