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	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; negócios</title>
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	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
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		<title>Ter um site bonitinho já não resolve mais</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 15:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Com o crescimento consistente da web, tanto em número de usuários como no tempo médio online da população brasileira, de 48 horas/mês, como na presença empolgante nas mais diversas redes sociais, tem ficado evidente para muitas empresas a necessidade de estar presente no universo digital, seja através da reformulação dos seus velhos sites, ou mesmo [...]]]></description>
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<p>Com o crescimento consistente da web, tanto em número de usuários como no tempo médio online da população brasileira, de 48 horas/mês, como na presença empolgante nas mais diversas redes sociais, tem ficado evidente para muitas empresas a necessidade de estar presente no universo digital, seja através da reformulação dos seus velhos sites, ou mesmo da iniciação de um projeto novo de vendas pela web.</p>
<p>(artigo para o Portal <a href="http://www.pegn.com.br" target="_blank">PEGN &#8211; </a>Globo)</p>
<p><span id="more-742"></span></p>
<p>Temos assistido ao sucesso perpetrado por algumas empresas na internet, como a <a href="http://www.tecnisa.com.br" target="_blank">Tecnisa</a>, que já virou sinônimo de boas práticas, que até já vendeu pelo Twitter e pelo Iphone, que está presente no <a href="http://www.formspring.me/" target="_blank">Formspring </a>e no Tablet, além de ter uma operação muito bem estruturada de atendimento, seja online ou offline, àqueles que fazem contato.</p>
<p>Por outro lado, ainda podemos observar empresas que consideram que seu site, reformulado há alguns anos, ainda está bem “bonito”, portanto, concluem não ser necessário atualizá-lo. Para essas eu gostaria de dar uma triste notícia, ter um site bonitinho já não resolve mais. Se ele foi feito ou refeito sem os pré-requisitos básicos para que seja “encontrável” (desculpem o neologismo) ou mesmo para que seja mais interativo com seus clientes ou interligado às redes sociais, eu lamento muito, mas hoje ele não é de grande valia aos seus negócios!</p>
<p>Ao concluir isso muitas empresas renomadas estão passando a dar maior atenção ao que tem ocorrido à sua volta, como o<a href="http://www.franscafe.com.br" target="_blank"> Fran’s Café</a>, que reformulou seu site para aprimorar o atendimento aos seus clientes. Ou então a rede de móveis <a href="www.etna.com.br" target="_blank">Etna</a>, que lançou sua megastore virtual com mais de quatro mil produtos.</p>
<p>Além de bons exemplos no mundo do turismo como a <a href="http://www.decolar.com" target="_blank">Decolar.com</a>, que oferece planos de milhagem e fornece descontos especiais em newsletters segmentadas. Ou o lançamento de 1400 títulos em português de livros digitais pela <a href="http://www.saraiva.com" target="_blank">Saraiva.com</a> para o iPad, com preços até 30% menores que as versões físicas,  assim como sua concorrente, a <a href="http://livrariacultura.com.br" target="_blank">Livraria Cultura</a>, que também tem uma loja virtual com 150 mil títulos disponíveis para download. Ainda temos a <a href="http://www.sonymusic.com.br" target="_blank">Sony Music </a>que reinventou seu modelo de negócios apostando na venda de músicas para celulares e internet.</p>
<p>Há também as redes sociais que proliferam com boas opções, como a <a href="http://maisquereceitas.com.br" target="_blank">+QueReceitas</a>, site de relacionamento voltado aos profissionais e amantes da culinária, focado em aprendizado gastronômico. Ou então o <a href="http://vagalume.uol.com.br/" target="_blank">Vaga-lume</a>, de música e entretenimento, a rede <a href="http://www.drimio.com.br" target="_blank">Drimio</a>, voltada para integrar pessoas às marcas, existente há um ano e que já tem quase 70 mil usuários. Ou a <a href="http://www.bymk.com.br" target="_blank">ByMK</a>, voltada para  o mundo da moda, que já conta com 80 mil internautas cadastrados e já foi utilizada por agências de publicidade e a rede voltada para quem é apaixonado por cinema, a <a href="http://www.moviemobz.com/" target="_blank">MovieMobz</a>, que tem mais de 25 mil usuários.</p>
<p>Apesar disso, muitas empresas ainda estão “patinando” com relação ao que fazer no mundo da web e nas mídias sociais, utilizando-a para divulgação pura e simples, perdendo a oportunidade de se relacionar e aprender mais sobre os seus consumidores.</p>

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		<title>E-commerce nas PME´s: o que fazer para não quebrar?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 19:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bi contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais movimentadas do ano.
Por Natan Sztamfater
FONTE: Portal FCDL/SC (via WebFórum de e-commerce [...]]]></description>
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<h2><img src="http://www.acsp.com.br/upload/nce/webforum/ccm.jpg" alt="" width="320" height="236" />Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bi contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais movimentadas do ano.</h2>
<p>Por Natan Sztamfater</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.fcdlscnoticias.cdl-sc.org.br/artigo/e-commerce-nas-pme%C2%B4s-o-que-fazer-para-n%C3%A3o-quebrar">Portal FCDL/SC</a> (via WebFórum de e-commerce da ACSP)</p>
<p><span id="more-735"></span></p>
<p>De olho nesses dados, empresas se movimentam e investem cada vez mais em um mar de oportunidades proporcionado pelos recursos infindáveis da venda online. A internet é um mundo sem limites, isso virou jargão, mas é fato consumado. E, como em todo negócio, seja ele físico ou disposto no ambiente virtual, se não for bem planejado e acompanhar as tendências para ganho de competitividade, ele morre ou, naturalmente, fica pra trás. Ter uma loja virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em tempos onde a mudança, no universo online, é mais rápida que no &#8220;mundo real&#8221;.</p>
<p>Este artigo tem o propósito de ilustrar porque alguns dos pequenos varejistas virtuais quebram no início e o que fazer para mudar esse cenário, com ideias para fazer valer o investimento. O primeiro passo é o planejamento, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas, além de muito, muito trabalho e dedicação.</p>
<p>Fatores do fracasso no e-commerce</p>
<p>Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados no e-commerce são:</p>
<p>- Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado;</p>
<p>- Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo preço;</p>
<p>- Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Este produto já está saturado na web? Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio para venda na internet?</p>
<p>- Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que acabam não sendo fidelizados;</p>
<p>- Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.</p>
<p>Ideias para se manter e crescer no e-commerce</p>
<p>Abaixo listo os principais pontos que suprem os desafios a serem superados, mencionados nos itens anteriores.</p>
<p>- Marketing Digital e Redes Sociais no e-commerce</p>
<p>O plano de marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores. Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de compra.</p>
<p>Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing, personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em vendas no e-commerce. Porém, isso não é regra, há uma necessidade eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então aplicar o que traz mais ROI (Return On Investiment).</p>
<p>Nesse caso, também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.</p>
<p>- Tecnologia adequada ao e-commerce</p>
<p>Em relação ao investimento em tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que, acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja inferior. Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.</p>
<p>- Concorrência, atendimento e fidelização no e-commerce</p>
<p>Na análise de concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.</p>
<p>Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca) aumenta consideravelmente. O ideal é igualar o atendimento de excelência baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.</p>
<p>Se você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo da mão: a garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter um empreendimento. Estamos vivendo um momento de migração de compras do mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto, cuja marca já conhece no ambiente off line.</p>
<p>Antes de tomar qualquer decisão relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma consultoria ou contratação.</p>
<p>O e-commerce exige tecnologia, agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil do target. A internet é rápida demais para atuar sozinho. O empreendedor precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce.</p>
<p><a href="http://www.fcdlscnoticias.cdl-sc.org.br/artigo/e-commerce-nas-pme%C2%B4s-o-que-fazer-para-n%C3%A3o-quebrar"></a></p>

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		<title>Como as MPE’s podem competir na web</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Embora poucos microempresários admitam, a falta de conhecimento sobre as ferramentas da web é a principal causa para não utilizá-la na geração de negócios, além da ausência de estrutura em suas empresas.  Segundo pesquisa realizada recentemente com micro e pequenas empresas paulistanas, 70% delas ainda não fazem nenhum tipo de divulgação on-line dos seus produtos, [...]]]></description>
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<p>Embora poucos microempresários admitam, a falta de conhecimento sobre as ferramentas da web é a principal causa para não utilizá-la na geração de negócios, além da ausência de estrutura em suas empresas.  Segundo pesquisa realizada recentemente com micro e pequenas empresas paulistanas, 70% delas ainda não fazem nenhum tipo de divulgação on-line dos seus produtos, bem como não fazem compras ou vendas on-line.</p>
<p><span id="more-702"></span></p>
<p>Para aquelas que utilizam o meio digital para fazer negócios, esse canal já representa, em média, 30% do seu faturamento e, em alguns casos, a internet pode levar até 80% do tráfego de clientes para sua loja física.</p>
<p>Esses números demonstram que há ainda um longo caminho a ser percorrido pelos microempresários, mas já é possível observar bons exemplos.</p>
<p>As empresas que saíram na frente e aprenderam a utilizar a divulgação na Web perceberam que isso é algo viável e têm colhido bons frutos. Quem está fazendo sua “lição de casa” já figura nas primeiras páginas do principal site de buscas da internet, dentro da sua categoria de produtos.</p>
<p>Normalmente me questionam se é possível as pequenas empresas competirem de igual para igual com as grandes na internet. Na verdade, com a internet, a pequena empresa pode até se sobressair, pois mesmo com menor investimento, mas desde que implantando as ações corretamente, ela será encontrada por aqueles que estiverem buscando o seu produto e isso é o que mais importa. No caso das MPE’s não é recomendável fazer uma divulgação para quem não é o seu público ou não tem interesse no que ela vende. E, normalmente, quando fazemos mídia de massa, é isso que ocorre.</p>
<p>Na web é possível executar ações segmentadas e pagar com base em resultados, como ocorre com os links patrocinados, por exemplo. Isso faz com que os custos sejam menores, pois só se paga quando seu anúncio recebe um clique. Além disso, há ações que podem ser implantadas de forma mais rápida do que no mundo físico, como o envio de mala direta versus uma campanha de email marketing. Esta última pode trazer melhores resultados, com menor investimento do que a primeira opção, desde que feita de forma adequada.</p>
<p>A união de dois fatores como atendimento a nichos específicos de mercado e investimento em divulgação segmentada, já fazem com que as MPE’s possam competir de forma muito interessante na web. Não quer dizer necessariamente que elas “roubarão” mercado das grandes redes, mas sim, que hoje elas podem figurar entre as opções de compra do consumidor.</p>
<p>Um exemplo disso é o caso de alguém que busca acessórios para instalar uma TV de plasma em sua casa. Numa pesquisa na web, com certeza, serão encontradas opções de lojas diferentes das marcas já conhecidas. Muito provavelmente o consumidor vai se deparar com quem é especializado no assunto. O mesmo pode ocorrer quando se busca por fabricantes de móveis infanto-juvenis em determinada cidade do sul do país.</p>
<p>Isso demonstra que produtos ou locais mais específicos podem ser atendidos por determinadas empresas especializadas, ou regionais, e não unicamente pelas grandes redes, e é aí que está o “pulo do gato”.</p>

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		<title>Pesquisa inédita mostra situação das MPE´s com relação à internet</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 21:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Uma pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela Internet, principalmente as da Indústria e do Atacado. [...]]]></description>
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<p> </p>
<p>Uma pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela Internet, principalmente as da Indústria e do Atacado. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas (veja descrição da amostra ao final).</p>
<p>(publicado no <a href="http://cotidianodigital.voit.uol.com.br/menu_03/noticia.asp?id=674" target="_blank">Portal VOIT &#8211; Cotidiano Digital</a>)</p>
<p><span id="more-700"></span><br />
Negócios pela internet:</p>
<p> O maior percentual de empresas que fazem negócios pela rede apareceu na Indústria, que também lidera no item de vendas on-line (13%). Os segmentos de Serviços e Comércio Atacadista se destacam nas compras pela internet, com percentuais de 16% e 15%, respectivamente.</p>
<p>A superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, destaca que entre as empresas que ainda não realizam negócios pela Internet, quase a metade (47%) declara que não o faz por “falta de necessidade de usar esse canal”, mas 19% dizem que falta estrutura ou conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. “Na minha avaliação, dentre as empresas que dizem não ter necessidade existe ainda grande desconhecimento sobre as possibilidades que a web oferece. Há muitas vantagens em investir no comércio on-line, uma prova disso é a conversão de grandes redes varejistas para o mundo digital. Porém, há cuidados básicos que devem ser tomados na implantação do negócio, como a seleção de fornecedores sérios é fundamental”, opina Sandra.</p>
<p>As pequenas empresas citam maior interesse, mas também são maiores as dificuldades por falta de estrutura interna e de conhecimento das ferramentas, conforme manifestado por 24% delas. Gráfico abaixo:</p>
<p>Das empresas que fazem negócios (30% do total) na Internet, 60% têm loja virtual e 64% das compras são de pessoa jurídica, ou seja, mercado BtoB.</p>
<p>·         Do total das empresas pesquisadas, aproximadamente 11% fazem e-commerce, ou seja, vendas BtoC.</p>
<p>·         Das empresas que fazem e-commerce, a solução logística mais utilizada, além da própria empresa (15%), são os Correios (15%).</p>
<p>Selo de segurança:</p>
<p>A idéia de um selo que ateste a credibilidade de uma loja virtual é bem aceita entre as empresas que já possuem uma loja deste tipo. Uma fatia de 78% se diz interessada ou muito interessada por ter um selo. “A ACSP está trabalhando nessa questão que impactará em maior credibilidade nas transações on-line através da análise de diversos critérios pré-estabelecidos”, explica Sandra. Gráfico abaixo:</p>
<p>E o interesse pelo selo de segurança nas transações cresce para 83% entre as microempresas. “Isso é compreensível, pois é algo que poderá auxiliá-las no momento da escolha por parte dos clientes, visto que suas marcas são normalmente menos conhecidas do que as grandes redes”, cita Sandra Turchi  . Gráfico abaixo:</p>
<p>Em 50% dos casos, as compras são realizadas ou pelo site do fornecedor ou por e-mail.</p>
<p>Presença na web:</p>
<p>60% da empresas afirmam ter website próprio, variando entre os portes e setores.</p>
<p>- Entre as que não possuem (40%) site, 20% estão desenvolvendo e 11% citaram o alto custo como principal entrave.</p>
<p>- Entre as que possuem site, 67% já os têm há pelo menos 3 anos, sendo que a indústria demonstra ter há mais tempo.</p>
<p>- Em todos os portes 46% tem site há menos de 6 meses,</p>
<p>Em 70% das empresas foi verificada a preocupação em construir um site que seja localizado pelas ferramentas de buscas na web. Gráfico abaixo:</p>
<p>Metodologia e amostragem:</p>
<p>Dos respondentes, 47% eram donos/proprietários das empresas, 45%, gerentes e 8%, diretores e superintendentes. Considerou-se por categorias e portes:</p>
<p>00 a 19 funcionários = Micro</p>
<p>20 a 99 funcionários = Pequena</p>
<p>100 a 499 funcionários = Média</p>
<p>500 ou mais funcionários = Grande</p>
<p>Foram entrevistadas 500 empresas, representativas do universo total da cidade de São Paulo, de Micro a empresa de Grande porte, dos segmentos: Indústria, Construção, Serviços, Varejistas, Atacadistas e Instituição Financeira.</p>

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		<title>Tendências digitais em 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 22:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
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<p>De tempos em tempos algumas inovações se tornam marcantes, fazendo com que se transformem em verdadeiras tendências, que poderão vir a ser, ou não, parte da realidade, pois algumas dessas tendências não chegam a virar sucessos efetivamente. Nesse momento, dentre as principais tendências que temos visto, em primeiríssimo lugar estão as redes sociais. Chega-se ao ponto de empresas solicitarem às suas agências campanhas em redes sociais, como se isso pudesse ser feito de forma independente de uma estratégia de marketing global.</p>
<p>(artigo no Portal Mundo Marketing)</p>
<p><span id="more-674"></span></p>
<p>Esse é o cuidado que devemos ter, pois muitas vezes essas empresas podem não saber se é isso o que estão realmente precisando. Em alguns casos é necessário primeiramente rever sua estratégia de negócio e de marketing, pois provavelmente a solução seja outra.</p>
<p> Outra tendência que tem se tornado muito popular é o uso de QR Codes e de realidade aumentada, tecnologias para viabilizar a união do mundo on-line e do off-line. É possível levar informações ao usuário e entretenimento através de ações inovadoras e surpreendentes, como a da <a href="http://www.pepsico.com.br" target="_blank">Pepsico</a> para os salgadinhos <a href="http://www.doritos.com.br/site/" target="_blank">Doritos</a>.</p>
<p> Mobile Marketing e acesso móvel à web já deixou de ser tendência para se tornar realidade. Hoje, com mais de 175 milhões de linhas, o Brasil se tornou um dos países mais promissores para se realizar negócios nessa área. São diversas alternativas, que vão de ações mais simples, como o envio de SMS, já que 100% dos celulares são compatíveis, até ações pagas pelo cliente ou então a criação de aplicativos a serem baixados pelos usuários, que tem feito bastante sucesso.</p>
<p> Os Smartphones são os grandes responsáveis por fazerem com que as pessoas permaneçam mais tempo conectadas à web, devido à facilidade de acesso. Tem se tratado 2010 como o ano do mobile marketing no Brasil, embora os investimentos publicitários nesse canal ainda sejam pequenos, visto que aproximadamente 80% da base é formada por telefones pré-pagos, o que inviabiliza muitas campanhas. Ainda nessa linha há as estratégias de localização, que viabilizam promoções de forma regionalizada.</p>
<p> Outro item que ainda está na fila de espera para sabermos se efetivamente alcançará o sucesso são os e-readers, como <a href="http://www.kindle.com.br" target="_blank">Kindle</a> e  <a href="http://www.apple.com/ipad" target="_blank">iPad</a>, pois aparentemente o consumidor ainda está avaliando a utilidade dessas inovações versus outros aparatos.</p>
<p> Ressalto outra tendência que não está nos equipamentos, nem nas novas tecnologias, e sim, na forma de adequá-los aos novos usuários, as classes de baixa renda, como a classe D, que é responsável por mais de 30% das compras de computadores no país. Tem-se tornado um desafio interessante compreender qual é a melhor linguagem e os serviços que agregam mais valor a serem percebidos por esse público, que de forma alguma poderá ser ignorado.</p>

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		<title>Brasil – país do futuro?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 15:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[infra estrutura]]></category>
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Desde muito tempo ouvimos que o Brasil é o país do futuro, que Deus é brasileiro, e coisas desse tipo. Passamos pela época do milagre brasileiro, já vivemos diversas crises, sobrevivemos a elas, as superamos, mas e agora? O que nos espera? 

Temos visto desde o início de 2010 uma simples amostra do que vem pela [...]]]></description>
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<p>Desde muito tempo ouvimos que o Brasil é o país do futuro, que Deus é brasileiro, e coisas desse tipo. Passamos pela época do milagre brasileiro, já vivemos diversas crises, sobrevivemos a elas, as superamos, mas e agora? O que nos espera? </p>
<p><span id="more-661"></span></p>
<p>Temos visto desde o início de 2010 uma simples amostra do que vem pela frente. Absolutamente todos os empresários, executivos, empreendedores, publicitários, enfim, todo mundo com quem tenho conversado, diz que o ano já começou acelerado, que a história de que o ano só começa depois do carnaval já é coisa do passado. Em 2010, pelo menos, é o que tem sido observado. A impressão é que praticamente mal houve uma parada no final do ano e tudo já recomeçou, de forma ainda mais veloz.</p>
<p>Isso se deve em parte ao fato de o Brasil ter passado ao largo dessa crise econômica mundial e ter se saído muito bem, o que trouxe uma euforia, um novo gás ao mercado e ao consumo. Tanto é que a inflação já esta dando sinais de retorno, mas isso é outra história. Esse ano promete, teremos eleições e a Copa do mundo na África, que já são dois bons motivos para impulsionar a demanda, mas além disso, teremos pela frente, nos próximos anos, a ‘nossa’ Copa do Mundo, além das Olimpíadas.</p>
<p>O que esses fatores trazem de positivo nós todos sabemos: muito investimento,  geração de empregos, enfim, a tendência é que as oportunidades se perpetuem e que tenhamos ainda muitos meses de bonança pela frente. Por outro lado, o que ainda deverá ser resolvida é a questão justamente de como atender a toda essa demanda.</p>
<p>O primeiro apagão em potencial deverá ser o da infra-estrutura e o segundo, o de talentos. Como todos sabem, temos uma alta taxa de desemprego, porem, uma mão de obra desqualificada, que deixa muito a desejar, atrelada a um padrão educacional que ainda tem muito a evoluir para dar conta desse novo milagre brasileiro.</p>
<p>Se analisarmos esses eventos que ocorrerão num futuro muito próximo, podemos perceber que o grande gargalo será a locomoção e a língua. A locomoção sim, pois o maior aeroporto do país já não atende aos seus brasileiros que estão em férias, o que diremos de todos os estrangeiros que estiverem visitando o país. E isso apenas falando de São Paulo&#8230; Lembrando que não há vôos para interligar várias outras capitais que terão uma programação bastante ativa nesses torneios. Há que se pensar como solucionar essa questão num país de dimensões continentais, como é o nosso. A língua é sim um fator primordial para uma nação que deseja receber bem os seus visitantes e, por mais que a simpatia e o calor humano sejam pontos positivos do povo brasileiro, isso não é solução para tudo. Temos que começar ministrar inglês e espanhol de forma objetiva e competente a partir de já, caso contrário haverá turistas absolutamente perdidos pelo país afora, sem assistência alguma. Uma idéia que tem evoluído nos órgãos competentes e a criação de uma central de atendimento telefônico, única para o país. Isso seria um bom começo.</p>
<p>Além da língua, teremos dificuldades em contratar pessoas com formação essencial para contribuir com esse crescimento. Faltarão engenheiros, administradores, técnicos, para a construção desse futuro, mas também faltarão pessoas especializadas em hotelaria, por exemplo, e também podem faltar os hotéis, não nos esqueçamos disso, ou achamos que os ‘gringos’ ficarão hospedados em “casas de pescadores”? Enfim, teremos uma carência muito grande de mão de obra preparada em quase todos os setores, incluindo no setor digital e e-commerce, o que já está sendo sentido.  Para os empresários e os profissionais de marketing sempre foi imprescindível elaborar um planejamento estratégico para suas companhias, mas pelo visto, parte desse planejamento dependerá, cada vez mais, de toda a conjuntura do país, ou seja, não estará somente nas mãos desses profissionais e é nesse ponto que reside o perigo.</p>
<p>Não quero ser pessimista, mas o com todo esse otimismo (!!), caso as melhorias necessárias não tenham início rapidamente, veremos um verdadeiro caos, o que transformará a experiência de uma Copa do Mundo, ou de Jogos Olímpicos, no Brasil em algo realmente inesquecível, mas não necessariamente por motivos que venhamos a nos vangloriar no futuro.</p>

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		<title>Webmarketing x Marketing Tradicional</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Iniciamos 2010 com excelentes perspectivas no campo do emprego, dos negócios, da economia e do marketing. Há um novo cenário, bem menos nebuloso do que vimos há um ano. Alguns aspectos despontam como tendências irreversíveis, sendo uma delas o crescimento do marketing no mundo digital.  Talvez pela novidade, talvez pela necessidade, não se sabe, mas o que não podemos negligenciar é que, de fato, aqueles que estão dentro, não querem sair, e os que estão de fora, sabem que já estão atrasados! As motivações para se ingressar no universo digital são muitas.</p>
<p>(artigo para a <a href="http://www.revistacarreira&amp;negocios.com.br" target="_blank">Revista Carreira &amp; Negócios</a>)</p>
<p><span id="more-641"></span>Em primeiro lugar vem o fato de que metade da população brasileira está na web e o brasileiro é o povo que mais navega. Além disso, são mais de 170 milhões de aparelhos celulares que estão nas mãos de todas as classes sociais, permitindo acesso em qualquer lugar. São pessoas produzindo conteúdos, jogando on-line ou buscando promoções imperdíveis pela internet.</p>
<p>É óbvio que a web não vai resolver todos os problemas, nem veio para suplantar todas as outras mídias, como alguns chegaram a preconizar. A palavra-chave não é revolução, e sim, evolução. A cada nova mídia se renova o acesso às informações, os modelos de negócios, os conteúdos, os formatos. Porém, o que a internet trouxe de muito inovador foi o fato de ter transformado o internauta em mídia.</p>
<p>Observamos a cada dia o crescimento vertiginoso das redes sociais via internet, com todos participando de comunidades com interesses comuns, publicando vídeos, influenciando marcas, colaborando no lançamento de produtos e dialogando diretamente com as empresas&#8230;quero dizer, ao menos com aquelas que estão dispostas a isso! E é aí que está o problema para aquelas que não estão preparadas ou pensam em deixar para agir mais adiante, pois o cliente dessas empresas já está lá. E falando delas.</p>
<p>Para se ter uma ideia, em se tratando de investimentos no marketing digital, as empresas americanas no 1º sem. /2009 direcionaram mais de dez bilhões de dólares ao meio. No Reino Unido, a internet tem o maior share do mundo, com mais de 23% (1º sem./2009) do investimento total sendo canalizado ao marketing digital, com 1,75 bilhões de libras. Hoje já representa algo em torno de 15 a 20% do budget das empresas brasileiras, segundo estima o publicitário <a href="http://www.twitter.com/Walterlongo" target="_blank">Walter Longo</a>, o que torna esse o segundo maior meio do país.</p>
<p>As campanhas em geral contemplam ações que devem mesclar o mundo off-line com o on-line, e no on-line, normalmente incluem search, conteúdo, mídia, email marketing, entre outros, como vídeos e games. Mas o investimento campeão na mídia digital continua sendo mesmo o de buscas, com o <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> liderando com aproximadamente 20 a 30% dos investimentos destinados a marketing digital no país.</p>
<p>Isso nos leva a crer que não parece uma boa estratégia ficar ausente desse processo de evolução. É necessário começar, mesmo que seja errando, mas aprendendo e reinvestindo, pois não há mais tempo para apenas estudar o que fazer.</p>

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		<title>e-Commerce &#8211; A conta fecha?</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 20:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web, porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena. Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do <strong>e-Commerce</strong> no Brasil podemos pensar que não haja mais espaço para novos negócios. Grande engano, pois a web oferece a possibilidade de atender a nichos de mercado bastante específicos, permitindo atender a públicos muitos segmentados, que demandam conhecimento especializado no momento da venda.<br><br> <a href='http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/01/e_commerce-a-conta-fecha/' rel="nofollow">Leia mais &raquo; </a></p>]]></description>
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<p>Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web, porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena. Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do <strong>e-Commerce</strong> no Brasil podemos pensar que não haja mais espaço para novos negócios. Grande engano, pois a web oferece a possibilidade de atender a nichos de mercado bastante específicos, permitindo atender a públicos muitos segmentados, que demandam conhecimento especializado no momento da venda.<br><br> <a href='http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/01/e_commerce-a-conta-fecha/' rel="nofollow">Leia mais &raquo; </a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A internet e os negócios</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 13:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Muito se tem falado sobre o crescimento nos investimentos em mídia on-line, sobre a ampliação do uso de estratégias de marketing digital e sobre o uso cada vez maior das redes sociais digitais para se comunicar ou vender aos consumidores, bem como sobre como essas inovações mudam o jeito de fazer marketing.
Quando falamos disso, porém, [...]]]></description>
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<p>Muito se tem falado sobre o crescimento nos investimentos em <strong>mídia on-line</strong>, sobre a ampliação do uso de estratégias de <strong>marketing digital </strong>e sobre o uso cada vez maior das redes sociais digitais para se comunicar ou vender aos consumidores, bem como sobre como essas inovações mudam o jeito de fazer marketing.<span id="more-614"></span></p>
<p>Quando falamos disso, porém, nos parece que todas as empresas já estão conectadas ou habituadas a utilizar essas ferramentas, assim como também familiarizadas aos termos relativos a essas atividades. Porém, apenas 66% das empresas paulistanas possuem website, de acordo com pesquisa realizada pela <a href="http://www.acsp.com.br" target="_blank">Associação Comercial de São Paulo (ACSP)</a> no final de 2009 e somente 36% realizam negócios pela internet. Ou seja, a grande maioria ainda não está efetivamente usufruindo dos benefícios da rede para obter novas receitas ou otimizar processos.</p>
<p>Isso nos leva a concluir que não bastam projetos de “inclusão digital” de <strong>empresas</strong>. É necessário também levar a esses <strong>empreendimentos</strong> conhecimento e condições de produzirem riqueza utilizando a internet como plataforma para trazer novos clientes, além, obviamente, de oferecer um atendimento mais qualificado aos clientes atuais.</p>
<p>Quando observamos a alegação de 46% dos empresários de que não realizam <strong>negócios on-line</strong> por não haver necessidade, percebe-se outro ponto interessante: muitos, na verdade, não sabem ao certo o que a <strong>internet</strong> pode lhes proporcionar. O ponto de partida deve ser, então, esclarecer melhor sobre o potencial da web a essas empresas.</p>
<p>Outro fator importante a ser salientado é a oportunidade para <strong>pequenas e médias empresas</strong>, fornecedoras de serviços de TI, visto que, na maioria dos casos, as funções de TI são executadas por fornecedores externos. Cresce também o espaço para empresas que realizam treinamentos e cursos sobre o assunto.</p>
<p>Como exemplo de atividades que vem sendo implantadas para a geração de negócios on-line é possível citar as montadoras de veículos que usam a web para esclarecer dúvidas dos potenciais compradores antes que eles se dirijam a uma loja para fechar o negócio. Ou o setor de construção civil com seus lançamentos imobiliários, além do mercado financeiro com instituições que tem feito uso inovador das ferramentas de marketing digital, como o desenvolvimento de aplicativos para telefonia celular, por exemplo.</p>
<p>O investimento dessas empresas nessas ações supera a marca de 10% de sua verba publicitária, o que representa uma quebra de paradigma. Entretanto, isso só tem ocorrido porque essas companhias constataram a eficácia desse meio para trazer novos consumidores, bem como incrementar resultados financeiros.</p>
<p>Falando de <strong>micro e pequenas empresas</strong>, podemos observar casos que vão desde uma loja de produtos eletrônicos de um bairro de São Paulo até comunidades carentes do Amapá, que comercializam seus artesanatos pela web e os entregam dentro e fora do país.</p>
<p>Com isso, percebe-se uma grande movimentação por parte das MPEs no sentido de conhecer mais sobre esse mundo novo do e-commerce e do marketing digital para não deixar escapar excelentes oportunidades de crescimento em seus negócios.</p>

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		<title>O fascínio das Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 13:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Muito tem sido falado sobre redes sociais. As pessoas e empresas se mostram incomodadas com o fato de não saberem como funciona determinada ferramenta, e passam, mesmo que de forma desajeitada, a utilizá-la para que possam aprender. Passam a criar fóruns, entram no twitter, criam blogs, iniciam algum tipo de acompanhamento de outras redes para saber o que falam, ou não, sobre sua marca, enfim, pode-se perceber que a preocupação é grande, e pertinente.</p>
<p><span id="more-574"></span></p>
<p>Porém é importante salientar que quando estamos tratando de empresas, não é aconselhável tratar esse aprendizado de forma tão amadora, pois é a imagem da instituição que está em jogo, e todo cuidado é pouco. O recomendável é que a companhia destaque um profissional para se ocupar da gestão de sua presença digital. Mesmo que não exista disponibilidade financeira para destinar um membro da equipe somente para essa função, principalmente no caso de pequenas e médias empresas, ele poderá ficar parcialmente focado nessa atividade, mas é necessário ter alguém com essa missão.</p>
<p> </p>
<p>Por que tanto cuidado? Primeiro porque a empresa precisa ter conhecimento sobre o funcionamento das redes na web. Segundo, precisa definir seus objetivos e sua estratégia de abordagem e relacionamento. Terceiro para que não tenha um resultado desastroso com essa iniciativa, o que pode resultar exatamente no oposto do que era sua pretensão inicial.</p>
<p> </p>
<p>É indicado buscar apoio profissional para fazer um mapeamento inicial sobre como anda sua marca na web. Existem empresas especializadas nisso. Depois é fundamental saber como se aproximar dos membros da rede. Pois não se pode ser um “invasor” daquela comunidade. Citando o jornalista e amigo Edu Vasques, é necessário “pedir licença” para fazer contato, pois devemos ter, nos relacionamentos no mundo digital, a mesma educação que temos fora dele. É preciso demonstrar que o contato não é uma ameaça e que se respeita o espaço do usuário. É preciso conquistar a confiança das pessoas.</p>
<p> </p>
<p>Quando estamos falando de redes sociais, em geral, estamos tratando com grupos de pessoas especializadas em determinado assunto, ou com interesses específicos em certos temas, sendo assim, é importante conhecê-los melhor antes de qualquer ação. Existem grupos focados em viagens, outros em maternidade e bebês, outros são grupos de interesses em animais, como o ‘petkut’, outros são focados no público gay feminino, como o ‘leskut’, existem grupos religiosos, outros voltados a quem está construindo ou decorando sua casa, enfim, há uma enorme quantidade de interesses, e para cada um parece haver uma comunidade diferente.</p>
<p> </p>
<p>Um exemplo de estratégia bem sucedida foi a criação da comunidade da marca Harley Davidson, que na verdade já existia há muito tempo no mundo real, afinal há todo um jeito de ser em torno da marca que foi levado para criar a comunidade virtual. Esse é o ponto, ou seja, as redes sociais sempre existiram, o que a internet fez foi trazer isso para uma nova base de troca, mas os interesses, os desejos, são os mesmos, pois são desejos de pessoas. Esse exemplo ilustra o que era e continua sendo importante, atender os interesses do público que interessa àquela empresa. É trazer conteúdo relevante, criar experiências memoráveis, é encantar o cliente, mas agora, no mundo digital.</p>
<p> </p>
<p>A maior parte do tempo de navegação é destinada às redes de relacionamento, pois o internauta é ávido por interação, e com a melhoria da tecnologia e o maior acesso à banda larga haverá uma ampliação ainda mais rápida da sua participação.</p>

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