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	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; midias sociais</title>
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	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
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		<title>“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 13:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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&#160;
“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”
Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)
Publicado em 26/08/2011 &#124; Entrevista para o jornal "Gazeta do Povo" (por DENISE PARO)
 Foz do Iguaçu &#8211; Na era da mídia digital, o consumidor deixou de ser [...]]]></description>
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<p><img class="alignnone" src="http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_620_600_MeM_-_ping_Sandra.JPG" alt="Marcos Labanca/Gazeta do Povo / “É importante as pessoas e as empresas entenderem a necessidade de compor suas estratégias contando também com o digital. Ele até pode ser entendido como um complemento, mas é fundamental.” - &lt;b&gt;Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)&lt;/b&gt;" width="496" height="334" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”</h3>
<p>Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)</p>
<p><tt>Publicado em 26/08/2011 | Entrevista para o jornal "Gazeta do Povo" (por <em>DENISE PARO)</em></tt></p>
<p><tt><em> </em></tt>Foz do Iguaçu &#8211; Na era da mídia digital, o consumidor deixou de ser espectador para ocupar o centro do palco. Postagens em redes sociais e blogs mostram o poder de quem antes era visto pelas empresas apenas como alvo para mais uma venda. Professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que tem sede em São Paulo, Sandra Turchi diz que muitas empresas ainda não entenderam o novo papel do consumidor neste cenário. Ela participou de um evento em Foz do Iguaçu e falou sobre o tema em entrevista à Gazeta do Povo.</p>
<div id="psdotexto">
<p><strong>Qual a importância do marketing digital para as empresas?</strong></p>
<p>É importante as pessoas e as empresas entenderem a necessidade de compor suas estratégias contando também com o digital. Ele até pode ser entendido como um complemento, mas é fundamental. Não só a “geração Y”, as pessoas mais novas estão todas conectadas. As empresas precisam compreender as várias ferramentas que existem, as tendências para poder elaborar suas estratégias e aplicar melhor. Não é sair fazendo. Por exemplo, agora estão na moda as redes sociais. Você tem que pensar em uma estratégia para estar com a presença on-line e montar perfis no Twitter e Facebook.</p>
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<p><span id="more-916"></span></p>
<p><strong>É preciso mais preparo?</strong></p>
<p>Sim, o que percebemos é que existe uma demanda muito grande por parte das empresas e das agências por pessoas com conhecimento nesta área. Outro problema é que a universidade ainda não incorporou este tipo de tema nos cursos de graduação. Existem cursos de férias, de média duração e de pós-graduação, mas ainda é pouco. Do lado dos profissionais, percebemos que há agências bastante especializadas em marketing digital. Mas as grandes agências de publicidade sofrem ainda para acompanhar esta nova realidade porque, de certa forma, não entenderam a importância disso a tempo e estão agora adquirindo outras empresas especializadas no digital.</p>
<p><strong>Qual é o motivo deste atraso?</strong></p>
<p>A mídia na internet não surgiu com um potencial de verba tão grande quanto a mídia de massa. Por isso tem potencial de ganho para as agências ainda menor e foi deixada um pouco mais em segundo plano. Mas agora é irreversível. O que é importante é conhecer as várias possibilidades não só de redes sociais, mas também advergame, mobile marketing, e-commerce, social commerce e por aí vai. Nós temos uma infinidade de possibilidades no mundo digital que estão crescendo e mudando muito o modo de se fazer as coisas.</p>
<p><strong>Com o acesso às mídias digitais a imagem das empresas fica muito sensível. Isso favorece o consumidor?</strong></p>
<p>Sem dúvida. Uma das mudanças é que elas trouxeram um poder maior para a mão do consumidor. Não só um poder de barganha, porque ele tem mais acesso à informação, mas um poder de estar no comando. Ele pode influenciar outros compradores, pode influenciar as empresas a lançarem novos produtos. O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco. Hoje o consumidor tem poder de influenciar outros compradores por meio das mídias sociais e de fazer pesquisas. Isso faz com que ele esteja muito mais preparado no momento da compra. A pesquisa está um clique de uma loja da outra. A pesquisa [em buscadores] hoje é a principal atividade da web, seguida pelas redes sociais.</p>
<p><strong>Então as mudanças partem das pessoas?</strong></p>
<p>A rede é uma plataforma. Quem faz o que acontece na rede hoje são as pessoas. Então é muito legal ver que a revolução é isso. Parte das pessoas enquanto consumidoras, criadoras de conteúdo. Hoje você coloca um blog no ar e influencia o mercado de várias formas com conhecimento que vai brotando. Não são apenas os meios de comunicação tradicionais que estão de posse das informações.</p>
</div>
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		<title>As empresas nas Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/08/as-empresas-nas-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 14:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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As mídias sociais vieram mesmo para ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda e de grandes empresas buscassem entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede.
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<p>As mídias sociais vieram mesmo para ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda e de grandes empresas buscassem entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede.</p>
<p><span>Segundo pesquisa realizada em 2011 pelo site Mundo do Marketing e pela TNS Research, 67% das empresas, nacionais ou multinacionais, utilizam Mídias Sociais, e desse total 92% preferem o Twitter como principal ferramenta, 69% estão no Facebook e 58% têm contato com seus clientes através do Orkut.</p>
<p>O estudo mostra que além das ações em redes sociais, as ações de SEM (Search Engine Marketing) e SEO (Search Engine Optimization) também vêm ganhando mais espaço, embora estratégias mais tradicionais como email marketing ainda tenham a preferência de 80% das companhias entrevistadas. Dentre as empresas que ainda não estão realizando ações em redes sociais, 64% delas afirmam que as iniciarão em 2011.</p>
<p><em>Artigo especial para o Decision Report - <a href="http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=9552&amp;sid=15">http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=9552&amp;sid=15</a></em></p>
<p><span id="more-919"></span></p>
<p>As redes sociais também são o principal canal de monitoramento dos consumidores on-line. No caso de comentários negativos, 51% das empresas afirmam que entram em contato com o internauta que postou a reclamação.</p>
<p>Isso demonstra a grande preocupação das empresas com o que acontece na web, mas ainda não quer dizer que estejam conseguindo implantar ações efetivamente alinhadas com suas estratégias e cultura, estabelecendo assim uma relação de fidelização e de engajamento de seus clientes.</p>
<p>Segundo uma pesquisa norte-americana, aproximadamente 65% das empresas pesquisadas utilizavam as mídias sociais no seu dia-a-dia para realizar pesquisas, buscar informações relevantes e fazer benchmarking. Dentre as atividades relatadas como mais comuns estão: manter sites de mídia social da companhia, monitorar o que é dito sobre a empresa, participar no Twitter, monitorar ratings, acompanhar o que é dito sobre os concorrentes, participar de discussões em sites de terceiros, divulgação e propaganda, gerir uma comunidade on-line para os consumidores e participar de sessões de perguntas e respostas em sites de terceiros.</p>
<p>No Brasil, essa realidade é bem diferente, principalmente quando falamos de Pequenas e Médias Empresas. Conforme estudo realizado pela Associação Comercial de São Paulo em 2010, apenas 17 % das empresas tinham suas empresas cadastradas em redes sociais, embora 40% monitorassem o que era dito sobre elas na web. Esse monitoramento, em geral, é feito por equipes próprias, ainda com pouca ou nenhuma utilização de recursos mais profissionalizados.</p>
<p>Isso reflete que as PMEs não dispõem nem de equipes focadas no assunto nem de investimentos exclusivos a serem feitos nesse tipo de ação. Além disso, cresce cada vez mais o chamado Social Commerce, com suas diversas variações, entre elas o F-Commerce (Facebook), ou seja, o consumo das pessoas é influenciado pelas opiniões de outros internautas com suas sugestões e recomendações. Com isso, as empresas precisam estar conectadas com esse novo consumidor, que já havia mudado sua forma de comprar, utilizando os mecanismos de pesquisas e buscas por preço, e agora usa também o boca-a-boca digital para tomar suas decisões.</p>
<p>É importante ressaltar que o uso das mídias sociais pode favorecer a empresa em diversos aspectos, mas é extremamente importante que a empresa entenda seu funcionamento e tenha uma estratégia, para iniciar suas atividades sem cometer muitas falhas.</p>
<p><em><br />
</em></p>
<p></span><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;"><br />
</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Crowdsourcing &#8211; a sabedoria das multidões</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/02/crowdsourcing-a-sabedoria-das-multidoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 02:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse artigo Sandra Turchi aborda a tendência de se utilizar a inteligência coletiva para gerar inovação.
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<p>A necessidade do ser humano de buscar algo novo é observada ao longo da história. E quando falamos do mundo corporativo então isso se torna, muitas vezes, uma questão de vida ou morte. Com o advento da internet muitas coisas têm mudado e a forma de buscar inovação é uma delas. Talvez seja apenas mais um modismo, porém o fato é que muitas companhias já estão utilizando esse novo caminho colaborativo, ou o <em>crowdsourcing</em> que, segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" target="_blank">Wikipedia</a>, significa utilizar a inteligência e os conhecimentos coletivos, e voluntários, para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. É também chamado de “<em>open innovation</em>”.</p>
<p>(artigo para o Portal Mundo do Marketing) <span id="more-901"></span></p>
<p>Mas como isso funciona? Muitas vezes a empresa consulta a “nuvem”, onde anuncia seu problema e estabelece um preço. Nesse caso, os participantes propõem soluções e a empresa seleciona a melhor. As propostas podem vir de profissionais ou não. Embora isso seja bem difundido nos EUA, no Brasil ainda é pouco utilizado.</p>
<p>Há diversos exemplos de produtos obtidos através do <em>crowdsourcing</em>, como os sistemas operacionais Linux e Android, do Google, que foram criados por voluntários ao redor do mundo, o que demonstra que muitos internautas podem fornecer informações mais precisas do que peritos individuais, ou seja, por trás disso está a ideia de que muitas cabeças pensam melhor que uma. O maior exemplo desse conceito é a própria biblioteca virtual Wikipedia que é tão precisa nas suas definições como uma enciclopédia tradicional. Outro caso que demonstra claramente como isso funciona são as comunidades voltadas à criação de aplicativos para aparelhos móveis, como para IPhone e Ipad.</p>
<p>Isso é bem utilizado no mundo da tecnologia, como descrito acima, mas não apenas nesses casos. Na moda essa tendência tem se ampliado, como nos exemplos da <a href="http://www.nike.com" target="_blank">Nike</a> e <a href="http://www.keds.com" target="_blank">Ked’s</a>, em que os internautas criam seus próprios modelos. E o mais interessante não é a venda desses itens pelas companhias e sim a repercussão gerada nas redes sociais, quando essas pessoas postam as respectivas criações em suas próprias páginas.</p>
<p>Um dos maiores casos de sucesso no Brasil foi a criação do carro ‘<a href="http://www.fiatmio.cc/pt" target="_blank">Fiat Mio’</a>, lançado no último salão do automóvel em 2010 em São Paulo. Esse projeto obteve mais de 10,6 mil ideias enviadas e mais de 17 mil participantes.</p>
<p> O <a href="http://zooppa.com/" target="_blank">Zoopa</a> é um exemplo ligado à publicidade e usado por marcas como <a href="http://www.microsoft.com" target="_blank">Microsoft</a>, <a href="http://www.sony.com" target="_blank">Sony</a>, <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> e Nike, no qual empresas publicam seus <em>briefings</em> e publicitários apresentam peças e campanhas criativas, sendo que as melhores são premiadas.</p>
<p>Vale ressaltar a experiência de um portal holandês, chamado “<em>Battle of concepts</em>”, cujo representante no Brasil é a empresa <a href="http://www.terraforum.com.br" target="_blank">Terraforum</a>. Nesse espaço, desafios são propostos a estudantes e o foco é a busca de novas soluções, produtos ou processos mais eficientes. As empresas oferecem 15 mil reais em prêmios, distribuídos para as melhores ideias. Em um ano, doze empresas lançaram batalhas, entre elas <a href="http://www.philips.com" target="_blank">Philips</a>, <a href="http://www.ambev.com" target="_blank">Ambev</a>, <a href="http://www.natura.com.br" target="_blank">Natura</a> e<a href="http://www.tecnisa.com.br" target="_blank"> Tecnisa</a>.</p>
<p>Falando em Tecnisa, sua experiência foi tão positiva &#8211; nos últimos dois anos, mais de dez processos foram remodelados &#8211; que a empresa decidiu lançar seu próprio portal de inovação em 2010, o ‘Tecnisa Ideias’, sendo que o seu principal interesse é se aproximar de grandes talentos.</p>
<p>Como a própria história nos mostra, a busca pela inovação não tem caminhos precisos, exatos. Ela deve ser vista, muito mais, como algo sem regras definidas, sem verdades absolutas e sem pré-conceitos estabelecidos. Isso me lembra muito como os antigos navegadores se lançavam ao mar em busca de novas terras.</p>
<p>Como dizia Fernando Pessoa: “Navegar é preciso, viver não é preciso”.<strong> </strong></p>

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		<title>As relações de consumo na era da WEB</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 13:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>A agilidade com que os clientes estão migrando para um relacionamento cada vez mais online é maior do que a capacidade das empresas se adaptarem a isso. Pode-se observar, por exemplo, o relacionamento com os bancos, o qual deve encerrar 2010 com 40% das transações sendo feitas pela internet, 23% por Call Center e 19% nas agências. Crescem também as conexões feitas via mobile, visto que mais de três bilhões de compras são feitas via celular no mundo. Para construir uma estratégia de comunicação eficiente com seus clientes a empresa obrigatoriamente deverá conhecer melhor os hábitos online dos mesmos, seja para comunicação, compras ou relacionamento.</p>
<p>(artigo para Revista  Cliente S.A.) <span id="more-882"></span></p>
<p>Falando em compras é possível analisar dados que vão muito além do que o cliente comprou, como por exemplo, saber o processo de sua navegação, e o que ele deixou de adquirir, ou mesmo se tem utilizado sites de compras coletivas. Entender seu modelo de decisão é fundamental, pois através desse conhecimento suas ações na web poderão ser mais personalizadas e assertivas.</p>
<p> A prova de que as relações cliente-empresa se transferiram para a web é que o número de visitas aos sites das companhias cresceu muito, bem como as buscas que antecedem suas decisões, seja para realizar compras de produtos, viagens ou fazer um curso. Sabe-se que mais de 85% das pessoas pesquisam antes de tomar esse tipo de decisão, tornando a pesquisa uma das atividades de maior importância no mundo online. Além da grande quantidade de mensagens sendo trocadas via Twitter, tornando ainda mais veloz essa comunicação entre clientes e companhias.</p>
<p> Conhecendo seus hábitos, saberemos que o uso de ferramentas como o MSN elevam o tempo de navegação do internauta para aproximadamente 71 horas/mês ou que hoje, no mundo, há mais de um bilhão de pessoas nas redes sociais e mais de um milhão entrando na web, pela primeira vez, todos os dias, ou que há mais de 150 milhões de jogadores de games digitais no mundo. Não é possível ignorar esses números e esses movimentos quando se elabora uma estratégia de comunicação nos dias atuais, pois isso seria um grande equívoco.</p>
<p> Essas mudanças implicam também no relacionamento com outro público, o interno da empresa, os colaboradores, pois é preciso trazer temas que sejam do seu interesse para que passem a participar mais das discussões. Deve-se utilizar ferramentas que proporcionem maior interatividade, fazendo com que criem conteúdos colaborativos, tão comuns na web, mas pouco utilizados nas companhias. Caso contrário as famosas intranets continuarão com baixíssima visitação, não atendendo aos objetivos a que se propõem. Deve-se pensar em implantar redes sociais para publicar assuntos pertinentes ao dia-a-dia do funcionário, criar algo como um classificado online ou mesmo um programa de caronas, ou torneios esportivos, para que depois eles criem o hábito de visitação a esse espaço proporcionado pela empresa e esta possa inserir conteúdos que tenha interesse em compartilhar com suas equipes.</p>
<p> Estamos vivendo na era do cliente interativo, seja ele interno ou externo à empresa.</p>

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		<title>Gestão de clientes nestes novos tempos</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/10/gestao-de-clientes-nestes-novos-tempos/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 13:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Como anda esse assunto na sua empresa? Suas equipes estão alinhadas com as mudanças que têm ocorrido? Os profissionais estão familiarizados com os temas do mundo digital? Ainda não? Isso é muito preocupante, sabe por quê? Pois, disso dependerá o futuro dos seus negócios.
(artigo para a revista Cliente S.A.)

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<p>Como anda esse assunto na sua empresa? Suas equipes estão alinhadas com as mudanças que têm ocorrido? Os profissionais estão familiarizados com os temas do mundo digital? Ainda não? Isso é muito preocupante, sabe por quê? Pois, disso dependerá o futuro dos seus negócios.</p>
<p>(artigo para a revista <a href="http://www.revistaclientesa.com.br" target="_blank">Cliente S.A</a>.)</p>
<p><span id="more-865"></span></p>
<p>Hoje, o consumidor está on-line, portanto, é fundamental que as companhias saibam se comunicar com seu público, que está cada vez mais preparado para o processo de compras. A tendência é encerrar 2010 com aproximadamente 23 milhões de <em>e_buyers</em> no Brasil, que é o país com maior tempo de navegação no mundo, com uma média de 48 horas por mês on-line e, se for somado o tempo gasto em comunicadores instantâneos, como o MSN, isso vai para mais de 70 horas/mês. Além disso, vem crescendo muito o acesso residencial, com quase 60% do total, sendo essa uma mudança bem recente, pois, até pouco tempo, metade da população tinha acesso apenas via <em>lan houses</em>. Cresce também o acesso com banda larga, que é fundamental para uma boa experiência na internet.</p>
<p>A Web 2.0 é marcada pela interação e pelo desejo de participação, pois trouxe o consumidor para o centro do palco. Essa realidade impacta diretamente nas empresas e no consumo, pois o internauta tem o poder de influenciar tanto na formatação de novos produtos como nas decisões de compra de outros internautas. Hoje, grande parte das empresas já criou diferentes mecanismos para se aproximar de seus clientes, como blogs, perfis em redes sociais, bem como seu monitoramento; enfim, estão buscando formas de acompanhar o que vem ocorrendo e também de interagir de forma mais ativa, visando não apenas aumentar suas vendas, mas também minimizar insatisfações, gerar fidelização e ampliar sua rede de relacionamentos.</p>
<p>A evolução do que estamos vivendo hoje é a Web 3.0, ou Web Semântica, que se caracteriza como a Internet mais inteligente, que transforma o conteúdo desorganizado em informação relevante para o internauta, por meio do cruzamento de muitos dados, evitando, assim, que se receba uma enorme quantidade de páginas inúteis a cada busca realizada. Com isso, as empresas que ainda não tomaram nenhuma medida para estar presentes na internet ficarão de fora dessas buscas realizadas pelos clientes, ou seja, passarão longe do radar de quem tem a intenção de adquirir algum produto ou serviço; enfim, correm sérios riscos de desaparecer do mapa!</p>
<p>Se por um lado o futuro que se aproxima mostra-se fascinante em termos de oportunidades de novos negócios, inovação e agilidade na obtenção de informações, por outro, traz, para as empresas, a urgência de acompanhar e participar dessa evolução, para que não percam o bonde da história.<strong></strong></p>
<p>Esse momento traz grandes desafios para todos os envolvidos com negócios, marketing, comunicação, entre outras atividades. Há muito tempo não se via tanta mudança em tão pouco tempo. E um fato interessante é que isso tem feito muitos profissionais voltarem para as escolas, buscarem cursos e seminários, visando se atualizar, o que é, enfim, muito positivo.</p>

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		<title>Vivendo no mundo da busca</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 19:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a internet? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, lamento, pois você está perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.
As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando [...]]]></description>
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<p>Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7988-17149,00-INTERNET.html">internet</a></strong>? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, lamento, pois você está perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.</p>
<p>As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando pelos leilões de arte, filmes, flores, quer dizer, tudo. Isso mesmo. Podemos encontrar praticamente tudo na internet. São milhares de lojas vendendo uma infinidade de produtos. É um shopping gigantesco, com o que você imaginar.</p>
<p>(artigo para Portal <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI161092-17141,00-A+EMPRESA+QUE+NAO+FOR+ENCONTRADA+NA+INTERNET+NAO+EXISTE.html" target="_blank">PEGN &#8211; Globo</a>)</p>
<p><span id="more-817"></span></p>
<p>Porém, como fazer para localizar o que se deseja? E como ter certeza de que estamos fazendo realmente um bom negócio? As ferramentas de busca estão aí para isso. Seja por meio do grande campeão de audiência, o Google, ou pelo Yahoo!, ou utilizando buscadores de preços como <a href="http://www.buscape.com.br" target="_blank">Buscapé</a> e <a href="http://www.mercadolivre.com.br" target="_blank">Mercado Livre </a>- entre muitas outras opções -, o importante mesmo para o consumidor é pesquisar antes, e a web oferece vantagens significativas, pois acelera essa procura. Sem esquecer dos clubes de compras, sites privativos para sócios, clubes de descontos, entre outros.</p>
<p>Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras. Dos que adquirem imóveis, por exemplo, são mais de 90%, pois isso facilita a seleção prévia daqueles que serão visitados, de acordo com faixa de preço, localização, tamanho e todas as especificações que o interessado buscar.</p>
<p>O varejo on-line no Brasil tende a realizar mais de R$ 24 bilhões em 2010, se forem somadas as transações de bens de consumo, automóveis e turismo, sendo esse último um dos setores que mais cresce, pois cerca de 90% das passagens aéreas são compradas pela web.</p>
<p>Com tudo isso, torna-se imprescindível conhecer as metodologias para se fazer presente e ser encontrado nessas ferramentas de busca. As empresas não podem mais se dar ao luxo de depender apenas da sua comunicação tradicional, ou de e-mail marketing, por exemplo. Devem investir na inteligência necessária para serem localizadas, pois, como costumamos dizer, o melhor não é ir atrás dos clientes, e sim, ser encontrado por ele.</p>
<p>Deve-se procurar conhecer, profundamente, os mecanismos utilizados por esses sites. Assim, o seu negócio aparecerá com destaque e credibilidade para aqueles que desejam o seu produto ou serviço. Entre diversos aspectos, destaca-se a importância de se ter um site com conteúdo relevante desenvolvido com foco no seu público-alvo, ter um site ou blog desenvolvido dentro de padrões que permitem a identificação pelos buscadores das palavras-chave que você definir, links para outros sites importantes, bem como tê-los também em outros sites, remetendo para o seu e demonstrando a importância que ele tem.</p>
<p>Enfim, não se esgotam aqui as sugestões. Muito pelo contrário: isso é só o mínimo que você deve se preocupar em fazer, se ainda não fez. Se for o caso, lembre-se somente de uma coisa: “A empresa que não for encontrada, simplesmente não existe</p>

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		<title>Você está perdido? Relaxe, você não está só!</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 12:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.</p>
<p>(artigo para Revista <a href="http://www.clientesa.com.br" target="_blank">Cliente S.A</a>.)</p>
<p><span id="more-783"></span></p>
<p> As companhias devem reaprender como executar o velho marketing. O que observamos é que houve uma inversão na forma como planejávamos e executávamos certas atividades dentro dessa disciplina, pois antes as empresas investiam em grande divulgação para construir suas marcas, primordialmente usando mídia de massa para isso. Quando o consumidor precisava adquirir um produto, tinha que se lembrar de quem o vendia e, por isso, as empresas que possuíam o maior volume de investimento eram as mais lembradas e as mais utilizadas no momento da compra, certo?</p>
<p> Hoje, as pessoas não precisam necessariamente se lembrar das marcas antes de adquirir produtos ou serviços, elas “buscam” o que precisam &#8211; 88% das pessoas fazem buscas na web antes de comprar, são mais de um trilhão de páginas indexadas pelo Google &#8211; e o que mais importa mesmo é que a empresa seja encontrada nessa hora. E isso muda simplesmente “tudo”. Não estou pregando aqui que as mídias de massa devam ser extintas das campanhas realizadas, ou que não se invista mais em construção de marca, não é nada disso, mas deve-se entender como as coisas têm funcionado agora com as Estratégias de Marketing digital.</p>
<p>Além disso, é preciso compreender que os clientes são pessoas, e pessoas que desejam envolvimento, interação, engajamento e não apenas comprar produtos! As companhias devem abrir espaço para uma “conversa” com o cliente. E esse relacionamento deve ser construído passo a passo, leva tempo, dá trabalho, mas é o caminho a ser seguido.</p>
<p>Pela primeira vez, em tantos anos de existência do marketing, mudanças profundas estão ocorrendo que alteram nosso conhecimento do consumidor e a melhor forma de alcançá-lo. Tudo isso exige uma postura de atualização permanente. Não basta conhecer apenas os conceitos já estabelecidos, é necessário saber criar a Presença Digital da empresa de forma adequada, bem como sua Estratégia de Marketing Digital para essa nova era, como <a href="http://www.sandraturchi.com.br/artigos/10/o-marketing-no-seu-celular/" target="_blank">Mobile Marketing</a>, Flash Mob, QR Code, Realidade Aumentada, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/07/brasil-lidera-o-e-commerce-na-america-latina/" target="_blank">E-commerce</a>, M-commerce, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/o-consumidor-nas-redes-sociais/" target="_blank">Redes e Mídias Sociais </a>(Orkut, Facebbok, Formspring, Twitter, LinkedIn, etc),  <a href="http://www.sandraturchi.com.br/artigos/12/o-fascinio-das-redes-sociais/" target="_self">Buscas</a>, SEM, SEO, Buzz, Marketing Viral, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/marketing-digital-e-suas-possibilidades/" target="_self">Advergaming</a>, Games Sociais entre outras inovações.</p>
<p> E é na área de marketing que a empresa buscará apoio para entender o que está ocorrendo. É de lá que se espera uma postura de sintonia com o mercado e de inovação. Portanto, se me permitem dizer, parece que aumentou muito a responsabilidade de quem atua nessa área!</p>

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		<title>“Nicho” é a palavra-chave do e-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Quando falamos em e-commerce para pequenas ou médias empresas é necessário entender que o grande diferencial, nesse caso, é a possibilidade de a empresa ter foco em determinados segmentos de mercado e não tentar atender todo mundo, como fazem os magazines. O pequeno e médio empreendedor deve ver no universo on-line a grande oportunidade de atender nichos, que antes tinham dificuldades em encontrar determinados produtos, mas, hoje, contam com as vantagens dos buscadores para localizar praticamente qualquer coisa. Se a empresa entender esse mecanismo de funcionamento terá muito mais sucesso e de forma muito mais rápida, do que se ficar tentando competir de frente com os grandes players.</p>
<p>(artigo para Revista Gestão &amp; Negócios)</p>
<p><span id="more-786"></span></p>
<p>Ok, mas como isso acontece? Você deve estar me perguntando. Bem, imagine uma loja de produtos musicais especializada em itens para canhotos. Isso mesmo, pessoas canhotas (não sei se existe, é uma hipótese!). Quantos itens ela conseguirá vender por mês? Acredito que poucos, não é mesmo? Afinal, quantos canhotos existem em seu bairro que desejam tocar instrumentos musicais? Mas se você levar esse exemplo para o universo da internet, quem tiver esse perfil irá buscar na web e encontrará essa loja, de qualquer parte do Brasil ou do mundo. Mas é claro, isso só vai ocorrer se a loja estiver realmente lá presente, da forma correta.</p>
<p>Para que isso ocorra, não adianta ter um site estático, não se divulgar, não gerar conteúdos relevantes para o seu público. A empresa deverá construir sua presença digital de forma consistente para ser localizada. Além disso, precisará se preocupar em ter uma operação logística bem “azeitada” para poder entregar em todo o país, e mais, se quiser vender fora do país deverá investir na construção de um site no idioma do destino de interesse, obviamente.</p>
<p>Depois que fizer o básico, poderá investir em outras formas de divulgação, como mobile marketing, e mesmo no engajamento dos seus consumidores, via games, além de vídeos que demonstrem a melhor utilização dos seus produtos, bem como redes sociais. Mas lembre-se, antes é necessário desenvolver um bom site, criar interação e conversas com o cliente, aprender a aparecer na busca orgânica dos buscadores, e não apenas fazer links patrocinados.</p>
<p>E, por fim, não acredite em quem quer convencê-lo de que na internet não é preciso investir, que é “baratinho” para anunciar, e coisas do gênero. Para ter sucesso em uma operação online deve haver estratégia, requer investimentos, sim, de tempo e de dinheiro. Mas qual o problema? Afinal, uma loja física também precisa de planejamento e investimento. O que ressalto é que para muitos competidores, sua loja na web já representa, hoje, a melhor loja em vendas de toda sua rede.</p>

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		<title>O consumidor nas Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 15:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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A maior parte das empresas hoje está preocupadíssima com as mudanças que estão ocorrendo no comportamento do consumidor, trazidas pela internet. E para não ficar de fora passam a tentar interagir nas redes sociais, porém, sem nenhum planejamento, o que é um risco muito grande para suas marcas. Esse risco se dá porque não há [...]]]></description>
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<p>A maior parte das empresas hoje está preocupadíssima com as mudanças que estão ocorrendo no comportamento do consumidor, trazidas pela internet. E para não ficar de fora passam a tentar interagir nas redes sociais, porém, sem nenhum planejamento, o que é um risco muito grande para suas marcas. Esse risco se dá porque não há total controle na rede, aliás, há bem pouco controle sobre a repercussão de certas ações, o que expõe as empresas a conseqüências muitas vezes indesejáveis. Essa falta de controle se deve ao processo atual de geração de conteúdos, que pode ser feito por qualquer um, bem como sua disseminação na web, que ocorre de forma extremamente veloz, devido ao alto grau de conexão entre as pessoas.</p>
<p>(artigo para revista Gestão &amp; Negócios)</p>
<p><span id="more-768"></span></p>
<p>A palavra atual é reputação e para construir uma reputação na internet é necessário estratégia. E a estratégia começa com o que a empresa deseja para sua marca no médio e longo prazo. As ações na web não estão desconectadas das estratégias globais da empresa, muito pelo contrário, devem caminhar juntas. Se a empresa deseja transmitir uma imagem inovadora, ela deverá promover ações que demonstrem isso. Se for uma empresa preocupada com o meio ambiente, sua atuação nas mídias digitais, assim como fora delas, deve refletir isso, e assim por diante.</p>
<p>A web tornou os clientes muito mais exigentes. São vinte milhões de pessoas mais preparadas para o processo de compras. Tem sido cada vez mais freqüente encontrar consumidores nas lojas com mais informações sobre os produtos do que os vendedores.</p>
<p>Várias empresas que se lançam nas redes sem antes definir uma estratégia incorrem em equívocos que não somarão para o seu desempenho futuro, tanto na web como nos negócios. Exemplo disso são empresas que procuram utilizar as redes unicamente para promoções, com o intuito de vender a qualquer custo. Essas ações acabam saturando aqueles que interagem com a marca. As mídias sociais são, na verdade, uma grande oportunidade de aproximação e interação com o cliente, proporcionando às empresas a chance de criarem uma imagem mais simpática e humana.</p>
<p>Segundo pesquisa da <a href="http://www.deloitte.com" target="_blank">Deloitte</a> de maio de 2010, 70% das empresas utilizam ou monitoram as mídias sociais, embora grande parte delas não compreenda ao certo como agir e os riscos que correm. As empresas alegam que usam as redes para ações de marketing e divulgação de produtos (83%) e para monitoramento da marca (71%), o que demonstra a baixa utilização ainda como plataforma de relacionamento. Esse ponto difere do comportamento observado dentre empresas americanas. Outro ponto que ainda merece atenção é o uso para captação de oportunidades e inovação, que podem ser obtidas pelo caminho da inteligência coletiva, tendência que ainda veremos crescer muito nos próximos tempos.</p>

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		<title>Ter um site bonitinho já não resolve mais</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 15:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Com o crescimento consistente da web, tanto em número de usuários como no tempo médio online da população brasileira, de 48 horas/mês, como na presença empolgante nas mais diversas redes sociais, tem ficado evidente para muitas empresas a necessidade de estar presente no universo digital, seja através da reformulação dos seus velhos sites, ou mesmo da iniciação de um projeto novo de vendas pela web.</p>
<p>(artigo para o Portal <a href="http://www.pegn.com.br" target="_blank">PEGN &#8211; </a>Globo)</p>
<p><span id="more-742"></span></p>
<p>Temos assistido ao sucesso perpetrado por algumas empresas na internet, como a <a href="http://www.tecnisa.com.br" target="_blank">Tecnisa</a>, que já virou sinônimo de boas práticas, que até já vendeu pelo Twitter e pelo Iphone, que está presente no <a href="http://www.formspring.me/" target="_blank">Formspring </a>e no Tablet, além de ter uma operação muito bem estruturada de atendimento, seja online ou offline, àqueles que fazem contato.</p>
<p>Por outro lado, ainda podemos observar empresas que consideram que seu site, reformulado há alguns anos, ainda está bem “bonito”, portanto, concluem não ser necessário atualizá-lo. Para essas eu gostaria de dar uma triste notícia, ter um site bonitinho já não resolve mais. Se ele foi feito ou refeito sem os pré-requisitos básicos para que seja “encontrável” (desculpem o neologismo) ou mesmo para que seja mais interativo com seus clientes ou interligado às redes sociais, eu lamento muito, mas hoje ele não é de grande valia aos seus negócios!</p>
<p>Ao concluir isso muitas empresas renomadas estão passando a dar maior atenção ao que tem ocorrido à sua volta, como o<a href="http://www.franscafe.com.br" target="_blank"> Fran’s Café</a>, que reformulou seu site para aprimorar o atendimento aos seus clientes. Ou então a rede de móveis <a href="www.etna.com.br" target="_blank">Etna</a>, que lançou sua megastore virtual com mais de quatro mil produtos.</p>
<p>Além de bons exemplos no mundo do turismo como a <a href="http://www.decolar.com" target="_blank">Decolar.com</a>, que oferece planos de milhagem e fornece descontos especiais em newsletters segmentadas. Ou o lançamento de 1400 títulos em português de livros digitais pela <a href="http://www.saraiva.com" target="_blank">Saraiva.com</a> para o iPad, com preços até 30% menores que as versões físicas,  assim como sua concorrente, a <a href="http://livrariacultura.com.br" target="_blank">Livraria Cultura</a>, que também tem uma loja virtual com 150 mil títulos disponíveis para download. Ainda temos a <a href="http://www.sonymusic.com.br" target="_blank">Sony Music </a>que reinventou seu modelo de negócios apostando na venda de músicas para celulares e internet.</p>
<p>Há também as redes sociais que proliferam com boas opções, como a <a href="http://maisquereceitas.com.br" target="_blank">+QueReceitas</a>, site de relacionamento voltado aos profissionais e amantes da culinária, focado em aprendizado gastronômico. Ou então o <a href="http://vagalume.uol.com.br/" target="_blank">Vaga-lume</a>, de música e entretenimento, a rede <a href="http://www.drimio.com.br" target="_blank">Drimio</a>, voltada para integrar pessoas às marcas, existente há um ano e que já tem quase 70 mil usuários. Ou a <a href="http://www.bymk.com.br" target="_blank">ByMK</a>, voltada para  o mundo da moda, que já conta com 80 mil internautas cadastrados e já foi utilizada por agências de publicidade e a rede voltada para quem é apaixonado por cinema, a <a href="http://www.moviemobz.com/" target="_blank">MovieMobz</a>, que tem mais de 25 mil usuários.</p>
<p>Apesar disso, muitas empresas ainda estão “patinando” com relação ao que fazer no mundo da web e nas mídias sociais, utilizando-a para divulgação pura e simples, perdendo a oportunidade de se relacionar e aprender mais sobre os seus consumidores.</p>

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