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	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; marketing digital</title>
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	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
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		<title>O comportamento do Social_Consumer e a revolução dos dados</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.
Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. [...]]]></description>
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<p>Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.</p>
<p>Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. Mais importante do que simplesmente mensurar resultados, acompanhar clicks ou mesmo saber o ROI de cada ação na web é o estudo aprofundado dos dados para aprimorar e adequar ofertas de produtos de acordo com o desejo e o momento do consumidor. E nada melhor do que o mundo digital para permitir isso.</p>
<p>(artigo para o Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-991"></span></p>
<p>Algumas empresas se utilizam de táticas simples que “perguntam” ao internauta, de forma lúdica, o que ele prefere dentre algumas alternativas que lhe são apresentadas, como faz o site de moda OLOOK, em que você é convidado a indicar suas preferências utilizando, para isso, fotos de celebridades, looks com diferentes estilos e ao final você recebe um <em>feed back</em> automático, como por exemplo, “você é uma pessoa bem sucedida e de estilo clássico” e a partir daí, com o seu consentimento, passará a receber diretamente, via email, ofertas direcionadas ao seu perfil, na freqüência indicada. Isso acaba com o bombardeio de spams que ainda sofremos, principalmente na era das compras coletivas não segmentadas.</p>
<p>Há também empresas especializadas em desenvolver ferramentas mais avançadas, baseadas em inteligência como a Socialmetrix, que utiliza dados das mídias sociais para traçar estratégias de <em>Business Intelligence </em>para as empresas. Claro, são coisas diferentes, mas tudo isso vai muito além daquela segmentação sócio-demográfica tradicional, que os profissionais de marketing sempre usaram e muitos ainda utilizam somente isso.</p>
<p>É a revolução dos dados e a empresa mestre nesse assunto ainda é, sem dúvida, a Amazon, cujo responsável pela estratégia de análise de dados dizia que temos que separar o que é “<em>treasure</em>” do que  é “<em>trash</em>” nessa era de obesidade de informações.  A regra sempre foi dar suporte aos consumidores em suas decisões de compra, já dizia o fundador Jeff Bezos. No Brasil há alguns casos de empresas que tem procurado colocar em prática de forma eficiente esse aprendizado, como a Netshoes, Magazine Luiza e Tecnisa.</p>
<p>Ajudar as pessoas a comprar, baseando-se na experiência passada de compra, já é aplicado por muitas empresas, agora, em tempos de ampla utilização das mídias sociais temos que ir além, buscando prever futuras aquisições e desejos, identificando através do comportamento do Shopper online, das pesquisas realizadas, dos questionamentos, da procura por recomendações e dicas de outros internautas, etc.</p>
<p>Temos que usar o “Social Data”, pois as pessoas acreditam nas recomendações da sua rede de contatos, bem como têm interesse em contribuir, em compartilhar e até mesmo em responder pesquisas pós-compra de determinado produto ou serviço, seja por um interesse próprio, quem sabe, em receber algum tipo de “bônus” da empresa que está solicitando a sua opinião, seja porque gostaria de ver aprimorado um produto ou serviço que costuma utilizar. Utilizando um exemplo na área de turismo, o cliente poderá responder a um questionário enviado pelo hotel no qual se hospedou recentemente, desde que perceba o genuíno interesse da rede em melhorar seus serviços. Não importa qual a motivação desse cliente, o que importa é o fato de se dispor a interagir. Por isso a empresa deverá ter uma postura muito transparente com relação ao processo, informando como os dados serão, ou não, utilizados, se serão, ou não, compartilhados, etc.</p>
<p>Outro exemplo que demonstra como as pessoas simplesmente desejam compartilhar experiências é o fenômeno do <em>video hauling,</em> em que consumidores desembalam produtos recém adquiridos na frente da câmera do computador e vão fazendo comentários sobre quais foram suas decisões, suas impressões sobre o preço, o produto, etc. E embora isso pareça um pouco “bobinho”, há hoje algumas verdadeiras estrelas do vídeo hauling, que podem influenciar muitos consumidores, como uma garota americana de 18 anos (veja juicystar07) que tem mais de 130 milhões de views e mais de 700 mil pessoas que assinam o seu canal no youtube.</p>
<p>Com isso a pergunta que não quer calar é “você e sua empresa estão preparados para o comportamento desse novo consumidor, o Social_Consumer?”</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Febre dos portais de desconto já é bilionária</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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31 de outubro de 2011
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<h2></h2>
<div>31 de outubro de 2011</div>
<p>Febre na internet, a compra coletiva foi criada nos EUA e chegou ao país no início de 2010. Em poucos meses, descontos arrebatadores, que oscilam entre 50% e 90% do preço do produto ou serviço, caíram no gosto do brasileiro. Atraídos pelo crescimento rápido do setor e pela fácil barreira de entrada, muitos aspirantes a empreendedor resolveram apostar na novidade. Em dezembro do ano passado, o Brasil tinha 405 sites desse tipo ativos. Hoje são 1100 e o segmento deve faturar R$ 1,2 bilhão neste ano. Porém, apesar do boom, o mercado é bastante concentrado. Os dez maiores players são responsáveis por 90% das vendas, de acordo com dados da e-bit.</p>
<div>
<p>Assim como ocorre em todo segmento promissor, a concorrência acirrada aliada à falta de preparo faz com que grande parte dos novos negócios não resista ao primeiro ano de vida e acende a discussão se o modelo resistirá à passagem do tempo. Segundo consultores da área, a resposta é sim. E a especialização tem sido um dos caminhos adotados pelos recém-chegados no ramo para se diferenciar dos demais e sobreviver.</p>
<p>“Acredito que o caminho para quem está chegando agora é escolher um nicho pouco explorado ou uma região geográfica específica e entender a fundo os anseios do consumidor”, afirma Sandra Turchi, coordenadora e professora do curso de marketing digital da ESPM.</p>
<p>Entrevista para o <a href="http://www.valor.com.br/">Valor Econômico</a></p>
<p><span id="more-979"></span></p>
<p>Douglas Leite, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Compras Coletivas (Abecc), concorda e acrescenta que o modelo, quando bem desenvolvido, é vantajoso para todas as partes. Por isso é tão replicado. Segundo ele, a Abecc foi criada com o intuito de colaborar com a organização do segmento e fazê-lo crescer de forma sustentável e com as melhores práticas.</p>
<p>Leonardo Almeida, 25 anos, sabia o quanto era importante inovar quando resolveu abrir com os sócios Fernando Fairbanks, 32 anos, e Rudá Telles, 26 anos, o site Tipland, de descontos para universitários. Ao desenvolver o plano de negócios, ele descobriu que ainda não havia por aqui nenhum concorrente com o mesmo enfoque. “Vimos que a compra coletiva se encaixava perfeitamente nas expectativas dos estudantes ávidos por consumir pela web. Eles são conectados, exigentes e trocam muita ideia. Como a maioria ainda não tem renda consolidada, o valor pago pelo produto ou serviço é, na maioria das vezes, determinante para a compra”, afirma Almeida.</p>
<p>Fundado em agosto, em São Paulo, as ofertas do Tipland vão desde eletrônicos, ingressos para peças de teatro e festas, promoções em academias de ginásticas a cursos rápidos. “Procuramos criar um mix de ofertas coerentes com o universo jovem. Não nos preocupamos apenas com a quantidade, mas com a qualidade do que é disponibilizado. Além disso, todos os nossos parceiros estão próximos à Consolação, Vila Mariana, Perdizes e Pompeia, locais que concentram os alunos das faculdades que em um primeiro momento desejamos focar. Estudos dizem que universitários gastam 80% da receita perto de casa, do trabalho ou da universidade. Comodidade é fundamental para eles”, diz.</p>
<p>A primeira parceria acaba de ser fechada com a ESPM de São Paulo e as conversas estão adiantadas com a PUC, FGV e Mackenzie. No próximo ano, a meta é triplicar o faturamento mensal, hoje estimado em R$ 30 mil. A curto prazo, está nos planos atender Campinas, Brasília e Rio de Janeiro e atuar por meio de franquias.</p>
<p>Tino empresarial aguçado foi determinante para sucesso de Guilherme Wroclawski, 28 anos, e Heitor Chaves, 26 anos. Eles são sócios do SaveME, agregador líder e pioneiro no país. Em meados de 2010, montaram o Coletivar, que tinha a mesma proposta do Peixe Urbano, Clickon e outros. Mas, pouco antes de colocá-lo no ar, perceberam a força dos concorrentes e decidiram mudar. “Eles estavam mais estruturados em todos os aspectos. Nossa verba era curta e não sabíamos qual seria a maneira correta de tornar o negócio conhecido. Foi assim que surgiu a ideia de criar uma página, na época com o nome de ZipMe, para reunir não só as nossas ofertas, mas as da concorrência. Sabíamos que assim ajudaríamos consumidores que não quisessem ter o trabalho de procurar descontos”, diz Wroclawski.</p>
<p>No começo o serviço era gratuito e os dois iam atrás das promoções para a página. “Era bem trabalhoso, mas a receptividade foi tão boa que resolvemos fechar o Coletivar e investir apenas no SaveMe “, diz.</p>
<p>Em setembro do ano passado, o agregador foi comprado pelo Buscapé, que detém 75% do negócio. Wroclawski e Chaves ficaram com os outros 25% e ainda estão à frente da gestão da empresa. Atualmente, recebem 20 milhões de visitas por mês e têm contrato com 750 empresas, 600 delas no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="http://twitter.com/?status=Febre%20dos%20portais%20de%20desconto%20j%C3%A1%20%C3%A9%20bilion%C3%A1ria%20|%20http://www.camara-e.net/2011/10/31/febre-dos-portais-de-desconto-ja-e-bilionaria/" target="_blank"></a></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 13:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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&#160;
“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”
Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)
Publicado em 26/08/2011 &#124; Entrevista para o jornal "Gazeta do Povo" (por DENISE PARO)
 Foz do Iguaçu &#8211; Na era da mídia digital, o consumidor deixou de ser [...]]]></description>
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<p><img class="alignnone" src="http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_620_600_MeM_-_ping_Sandra.JPG" alt="Marcos Labanca/Gazeta do Povo / “É importante as pessoas e as empresas entenderem a necessidade de compor suas estratégias contando também com o digital. Ele até pode ser entendido como um complemento, mas é fundamental.” - &lt;b&gt;Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)&lt;/b&gt;" width="496" height="334" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”</h3>
<p>Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)</p>
<p><tt>Publicado em 26/08/2011 | Entrevista para o jornal "Gazeta do Povo" (por <em>DENISE PARO)</em></tt></p>
<p><tt><em> </em></tt>Foz do Iguaçu &#8211; Na era da mídia digital, o consumidor deixou de ser espectador para ocupar o centro do palco. Postagens em redes sociais e blogs mostram o poder de quem antes era visto pelas empresas apenas como alvo para mais uma venda. Professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que tem sede em São Paulo, Sandra Turchi diz que muitas empresas ainda não entenderam o novo papel do consumidor neste cenário. Ela participou de um evento em Foz do Iguaçu e falou sobre o tema em entrevista à Gazeta do Povo.</p>
<div id="psdotexto">
<p><strong>Qual a importância do marketing digital para as empresas?</strong></p>
<p>É importante as pessoas e as empresas entenderem a necessidade de compor suas estratégias contando também com o digital. Ele até pode ser entendido como um complemento, mas é fundamental. Não só a “geração Y”, as pessoas mais novas estão todas conectadas. As empresas precisam compreender as várias ferramentas que existem, as tendências para poder elaborar suas estratégias e aplicar melhor. Não é sair fazendo. Por exemplo, agora estão na moda as redes sociais. Você tem que pensar em uma estratégia para estar com a presença on-line e montar perfis no Twitter e Facebook.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-916"></span></p>
<p><strong>É preciso mais preparo?</strong></p>
<p>Sim, o que percebemos é que existe uma demanda muito grande por parte das empresas e das agências por pessoas com conhecimento nesta área. Outro problema é que a universidade ainda não incorporou este tipo de tema nos cursos de graduação. Existem cursos de férias, de média duração e de pós-graduação, mas ainda é pouco. Do lado dos profissionais, percebemos que há agências bastante especializadas em marketing digital. Mas as grandes agências de publicidade sofrem ainda para acompanhar esta nova realidade porque, de certa forma, não entenderam a importância disso a tempo e estão agora adquirindo outras empresas especializadas no digital.</p>
<p><strong>Qual é o motivo deste atraso?</strong></p>
<p>A mídia na internet não surgiu com um potencial de verba tão grande quanto a mídia de massa. Por isso tem potencial de ganho para as agências ainda menor e foi deixada um pouco mais em segundo plano. Mas agora é irreversível. O que é importante é conhecer as várias possibilidades não só de redes sociais, mas também advergame, mobile marketing, e-commerce, social commerce e por aí vai. Nós temos uma infinidade de possibilidades no mundo digital que estão crescendo e mudando muito o modo de se fazer as coisas.</p>
<p><strong>Com o acesso às mídias digitais a imagem das empresas fica muito sensível. Isso favorece o consumidor?</strong></p>
<p>Sem dúvida. Uma das mudanças é que elas trouxeram um poder maior para a mão do consumidor. Não só um poder de barganha, porque ele tem mais acesso à informação, mas um poder de estar no comando. Ele pode influenciar outros compradores, pode influenciar as empresas a lançarem novos produtos. O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco. Hoje o consumidor tem poder de influenciar outros compradores por meio das mídias sociais e de fazer pesquisas. Isso faz com que ele esteja muito mais preparado no momento da compra. A pesquisa está um clique de uma loja da outra. A pesquisa [em buscadores] hoje é a principal atividade da web, seguida pelas redes sociais.</p>
<p><strong>Então as mudanças partem das pessoas?</strong></p>
<p>A rede é uma plataforma. Quem faz o que acontece na rede hoje são as pessoas. Então é muito legal ver que a revolução é isso. Parte das pessoas enquanto consumidoras, criadoras de conteúdo. Hoje você coloca um blog no ar e influencia o mercado de várias formas com conhecimento que vai brotando. Não são apenas os meios de comunicação tradicionais que estão de posse das informações.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>As empresas nas Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/08/as-empresas-nas-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 14:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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As mídias sociais vieram mesmo para ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda e de grandes empresas buscassem entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede.
Segundo pesquisa realizada em 2011 pelo site Mundo do Marketing e pela TNS Research, 67% das empresas, [...]]]></description>
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<p>As mídias sociais vieram mesmo para ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda e de grandes empresas buscassem entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede.</p>
<p><span>Segundo pesquisa realizada em 2011 pelo site Mundo do Marketing e pela TNS Research, 67% das empresas, nacionais ou multinacionais, utilizam Mídias Sociais, e desse total 92% preferem o Twitter como principal ferramenta, 69% estão no Facebook e 58% têm contato com seus clientes através do Orkut.</p>
<p>O estudo mostra que além das ações em redes sociais, as ações de SEM (Search Engine Marketing) e SEO (Search Engine Optimization) também vêm ganhando mais espaço, embora estratégias mais tradicionais como email marketing ainda tenham a preferência de 80% das companhias entrevistadas. Dentre as empresas que ainda não estão realizando ações em redes sociais, 64% delas afirmam que as iniciarão em 2011.</p>
<p><em>Artigo especial para o Decision Report - <a href="http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=9552&amp;sid=15">http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=9552&amp;sid=15</a></em></p>
<p><span id="more-919"></span></p>
<p>As redes sociais também são o principal canal de monitoramento dos consumidores on-line. No caso de comentários negativos, 51% das empresas afirmam que entram em contato com o internauta que postou a reclamação.</p>
<p>Isso demonstra a grande preocupação das empresas com o que acontece na web, mas ainda não quer dizer que estejam conseguindo implantar ações efetivamente alinhadas com suas estratégias e cultura, estabelecendo assim uma relação de fidelização e de engajamento de seus clientes.</p>
<p>Segundo uma pesquisa norte-americana, aproximadamente 65% das empresas pesquisadas utilizavam as mídias sociais no seu dia-a-dia para realizar pesquisas, buscar informações relevantes e fazer benchmarking. Dentre as atividades relatadas como mais comuns estão: manter sites de mídia social da companhia, monitorar o que é dito sobre a empresa, participar no Twitter, monitorar ratings, acompanhar o que é dito sobre os concorrentes, participar de discussões em sites de terceiros, divulgação e propaganda, gerir uma comunidade on-line para os consumidores e participar de sessões de perguntas e respostas em sites de terceiros.</p>
<p>No Brasil, essa realidade é bem diferente, principalmente quando falamos de Pequenas e Médias Empresas. Conforme estudo realizado pela Associação Comercial de São Paulo em 2010, apenas 17 % das empresas tinham suas empresas cadastradas em redes sociais, embora 40% monitorassem o que era dito sobre elas na web. Esse monitoramento, em geral, é feito por equipes próprias, ainda com pouca ou nenhuma utilização de recursos mais profissionalizados.</p>
<p>Isso reflete que as PMEs não dispõem nem de equipes focadas no assunto nem de investimentos exclusivos a serem feitos nesse tipo de ação. Além disso, cresce cada vez mais o chamado Social Commerce, com suas diversas variações, entre elas o F-Commerce (Facebook), ou seja, o consumo das pessoas é influenciado pelas opiniões de outros internautas com suas sugestões e recomendações. Com isso, as empresas precisam estar conectadas com esse novo consumidor, que já havia mudado sua forma de comprar, utilizando os mecanismos de pesquisas e buscas por preço, e agora usa também o boca-a-boca digital para tomar suas decisões.</p>
<p>É importante ressaltar que o uso das mídias sociais pode favorecer a empresa em diversos aspectos, mas é extremamente importante que a empresa entenda seu funcionamento e tenha uma estratégia, para iniciar suas atividades sem cometer muitas falhas.</p>
<p><em><br />
</em></p>
<p></span><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;"><br />
</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Marketing Digital &#8211; Fique por dentro do Mobile Commerce e Mobile Payment</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:22:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Por definição, Mobile Commerce é o uso do celular como meio de comercialização de produtos e serviços nas mãos das pessoas. E o Mobile Payment é o uso do celular como um veículo para pagamento e acesso a serviços financeiros. A convergência digital, que pressupõe a integração de várias mídias, já é uma realidade. Mas [...]]]></description>
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<p>Por definição, Mobile Commerce é o uso do celular como meio de comercialização de produtos e serviços nas mãos das pessoas. E o Mobile Payment é o uso do celular como um veículo para pagamento e acesso a serviços financeiros. A convergência digital, que pressupõe a integração de várias mídias, já é uma realidade. Mas ao contrário do que se supunha, o veículo eleito para se tornar a base convergente de todos os canais não é a TV nem o computador, mas sim, o celular. O crescimento explosivo deste dispositivo, que a cada dia ganha mais inteligência, vem conquistando um número maior de usuários de forma constante. No mundo todo, a quantidade de aparelhos em 2010 chegou a quase cinco bilhões, segundo estudo da agência de tecnologia da informação e comunicação da ONU. Desse total, cerca de um terço têm acesso à web.</p>
<p>(artigo para Portal PEGN &#8211; Globo)</p>
<p><span id="more-903"></span></p>
<p>A grande base de usuários, aliada à praticidade do celular, abre grandes perspectivas para o m-commerce e também para o mobile marketing, ou seja, a utilização desse canal para veiculação de campanhas publicitárias.</p>
<p>Atualmente os varejistas norte-americanos estão percebendo que os celulares, principalmente os smartphones 3G, começam a ganhar a preferência da nova geração de consumidores por serem mais práticos e econômicos, se comparados aos computadores e suas variáveis móveis (notebooks, netbooks, iPads, etc). E, em particular, empresas de grande porte, que já possuem loja virtual e presença consolidada na Internet, apostam que o comércio via celular será o próximo passo estratégico, na medida em que permitirá aos consumidores contarem com um assistente portátil para facilitar suas compras tanto em lojas físicas, quanto virtuais.</p>
<p>No Brasil o uso do celular para compras e pagamentos ainda está em fase embrionária, mas existe grande potencial de crescimento. De acordo com pesquisa realizada em 2010, pela Acision, empresa especializada em serviços de telefonia celular, em parceria com a consultoria Teleco, 71% dos brasileiros afirmaram que usariam o celular em substituição a um cartão de crédito ou de débito, e 66% para consultar o saldo e movimentar sua conta do banco. Mas ainda existem barreiras a superar, sendo a principal delas, a cultural. Segundo o estudo, 59% dos usuários não confiam no serviço por considerá-lo inseguro, enquanto 15% têm medo de clonagem. Para os comerciantes o sistema de pagamento pelo celular mostra-se vantajoso, pois custará 3% da receita com vendas, enquanto a operação com cartões de crédito chega a consumir 15%. </p>
<p>Há serviços financeiros móveis que já são disponibilizados no país, embora a maioria seja voltada a atender as classes altas. Bancos, por exemplo, oferecem aplicativos para iPhone em que é possível realizar transações bancárias, além de exibir uma lista com agências e caixas eletrônicos próximos ao local em que a pessoa se encontra, via realidade aumentada.</p>
<p>Embora existam serviços disponíveis em diversas tecnologias, ainda há pouca adesão ao mobile banking no Brasil. Uma das razões seria a falta de investimento em comunicação para divulgá-los. Outro motivo seria a idade dos correntistas: pessoas com mais de 35 anos, que são a maioria dos clientes dos bancos, que temem esse recurso.</p>
<p>Mas há perspectivas de crescimento para os próximos anos, com base na demanda existente na baixa renda brasileira. Atualmente, 65% dos beneficiados pelo programa Bolsa Família, por exemplo, possuem aparelhos celulares, mas apenas uma parte deles tem conta bancária. As instituições financeiras e as operadoras móveis prometem novidades para os próximos anos, enquanto o governo estuda a possibilidade de usar o celular como canal para pagamento de benefícios sociais.</p>

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		<title>Crowdsourcing &#8211; a sabedoria das multidões</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 02:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse artigo Sandra Turchi aborda a tendência de se utilizar a inteligência coletiva para gerar inovação.
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<p>A necessidade do ser humano de buscar algo novo é observada ao longo da história. E quando falamos do mundo corporativo então isso se torna, muitas vezes, uma questão de vida ou morte. Com o advento da internet muitas coisas têm mudado e a forma de buscar inovação é uma delas. Talvez seja apenas mais um modismo, porém o fato é que muitas companhias já estão utilizando esse novo caminho colaborativo, ou o <em>crowdsourcing</em> que, segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" target="_blank">Wikipedia</a>, significa utilizar a inteligência e os conhecimentos coletivos, e voluntários, para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. É também chamado de “<em>open innovation</em>”.</p>
<p>(artigo para o Portal Mundo do Marketing) <span id="more-901"></span></p>
<p>Mas como isso funciona? Muitas vezes a empresa consulta a “nuvem”, onde anuncia seu problema e estabelece um preço. Nesse caso, os participantes propõem soluções e a empresa seleciona a melhor. As propostas podem vir de profissionais ou não. Embora isso seja bem difundido nos EUA, no Brasil ainda é pouco utilizado.</p>
<p>Há diversos exemplos de produtos obtidos através do <em>crowdsourcing</em>, como os sistemas operacionais Linux e Android, do Google, que foram criados por voluntários ao redor do mundo, o que demonstra que muitos internautas podem fornecer informações mais precisas do que peritos individuais, ou seja, por trás disso está a ideia de que muitas cabeças pensam melhor que uma. O maior exemplo desse conceito é a própria biblioteca virtual Wikipedia que é tão precisa nas suas definições como uma enciclopédia tradicional. Outro caso que demonstra claramente como isso funciona são as comunidades voltadas à criação de aplicativos para aparelhos móveis, como para IPhone e Ipad.</p>
<p>Isso é bem utilizado no mundo da tecnologia, como descrito acima, mas não apenas nesses casos. Na moda essa tendência tem se ampliado, como nos exemplos da <a href="http://www.nike.com" target="_blank">Nike</a> e <a href="http://www.keds.com" target="_blank">Ked’s</a>, em que os internautas criam seus próprios modelos. E o mais interessante não é a venda desses itens pelas companhias e sim a repercussão gerada nas redes sociais, quando essas pessoas postam as respectivas criações em suas próprias páginas.</p>
<p>Um dos maiores casos de sucesso no Brasil foi a criação do carro ‘<a href="http://www.fiatmio.cc/pt" target="_blank">Fiat Mio’</a>, lançado no último salão do automóvel em 2010 em São Paulo. Esse projeto obteve mais de 10,6 mil ideias enviadas e mais de 17 mil participantes.</p>
<p> O <a href="http://zooppa.com/" target="_blank">Zoopa</a> é um exemplo ligado à publicidade e usado por marcas como <a href="http://www.microsoft.com" target="_blank">Microsoft</a>, <a href="http://www.sony.com" target="_blank">Sony</a>, <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> e Nike, no qual empresas publicam seus <em>briefings</em> e publicitários apresentam peças e campanhas criativas, sendo que as melhores são premiadas.</p>
<p>Vale ressaltar a experiência de um portal holandês, chamado “<em>Battle of concepts</em>”, cujo representante no Brasil é a empresa <a href="http://www.terraforum.com.br" target="_blank">Terraforum</a>. Nesse espaço, desafios são propostos a estudantes e o foco é a busca de novas soluções, produtos ou processos mais eficientes. As empresas oferecem 15 mil reais em prêmios, distribuídos para as melhores ideias. Em um ano, doze empresas lançaram batalhas, entre elas <a href="http://www.philips.com" target="_blank">Philips</a>, <a href="http://www.ambev.com" target="_blank">Ambev</a>, <a href="http://www.natura.com.br" target="_blank">Natura</a> e<a href="http://www.tecnisa.com.br" target="_blank"> Tecnisa</a>.</p>
<p>Falando em Tecnisa, sua experiência foi tão positiva &#8211; nos últimos dois anos, mais de dez processos foram remodelados &#8211; que a empresa decidiu lançar seu próprio portal de inovação em 2010, o ‘Tecnisa Ideias’, sendo que o seu principal interesse é se aproximar de grandes talentos.</p>
<p>Como a própria história nos mostra, a busca pela inovação não tem caminhos precisos, exatos. Ela deve ser vista, muito mais, como algo sem regras definidas, sem verdades absolutas e sem pré-conceitos estabelecidos. Isso me lembra muito como os antigos navegadores se lançavam ao mar em busca de novas terras.</p>
<p>Como dizia Fernando Pessoa: “Navegar é preciso, viver não é preciso”.<strong> </strong></p>

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		<title>O comércio nas redes sociais &#8211; Social Commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 11:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Por definição, Social Commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio, porém, quando isso se expande para os relacionamentos no universo digital, então, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais. Como exemplo, temos o Facebook, criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos EUA. Se ele fosse um país seria o terceiro mais populoso do mundo. Além disso, a maioria do público nas redes sociais são mulheres, que coincidentemente são também a maioria do público consumidor. Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-commerce, ou comércio via Facebook, que, por exemplo, já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.</p>
<p>(Via Portal PEGN &#8211; Ed. Globo)</p>
<p><span id="more-895"></span></p>
<p>Como se sabe, as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut etc.) ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois nelas as pessoas falam sobre seus interesses e dentre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas interagem, por exemplo, buscando esclarecer suas dúvidas, bem como aquelas que outros usuários possam ter usando, para isso, a opinião de pessoas conhecidas ou não. Para se ter uma idéia, 78% das pessoas confia nas opiniões postadas na web, enquanto apenas 14% confia em anúncios.</p>
<p>Esse processo, cada vez mais, antecede as compras que possam ou não ser realizadas pela web, mas que, com certeza,nela se iniciam. Há diversos benefícios que os internautas descobriram nessa interação propiciada pelo Social Commerce como: economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns, aumento do poder de barganha, além, obviamente, de um relacionamento mais próximo com as marcas dos fabricantes.</p>
<p>Apenas para ilustrar como isso ocorre na prática, vou recorrer a um exemplo pessoal. Eu me vi recentemente numa situação nova e interessante. Tinha que comprar um carrinho para bebê, afinal, em breve teremos mais um morador em casa. Porém, ao chegar à loja me deparei com um número imenso de modelos e nenhum vendedor para esclarecer minhas dúvidas. Resultado: fui para casa e pesquisei na web a opinião de outras pessoas que passaram pela mesma dificuldade. Pude observar os comentários, analisar as funcionalidades e a pontuação (número de estrelas) para cada modelo e ainda comparar preços entre lojas, enfim, uma infinidade de informações foram obtidas em apenas um click. Feito isso, em uma viagem recente, pude adquirir com maior segurança um modelo mais adequado às minhas futuras necessidades e por um valor muito mais justo.</p>
<p>Por outro lado, as empresas estão ainda descobrindo que esse é também um caminho para elas próprias interagirem com seus consumidores, pois podem aumentar o seu conhecimento sobre eles, criar um vínculo, posicionar-se, através de uma comunicação direta, e monitorar os resultados dos impactos de suas ações. O que elas estão entendendo é que as redes sociais tornaram-se uma plataforma de interação para acompanhar e até mesmo antecipar tendências sobre interesses de compras. Porém, isso ainda é utilizado de forma incipiente, pois é um trabalho desgastante e muito diferente da mídia tradicional. Porque é uma outra coisa: não é propaganda, não é divulgação, é relacionamento e como sabemos, qualquer relacionamento dá trabalho. Exige conhecimento do outro e dedicação.</p>
<p>Portanto, fica o meu alerta. Se vocês e a sua empresa ainda estão se questionando se devem ou não fazer algo relacionado às mídias sociais, lamento, pois já estão atrasados. Você deveriam já estar se questionando sobre como fazer, pois isso não é uma moda passageira. É uma tendência e que realmente veio para ficar.</p>

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		<title>E-commerce em operações BtoB, franquias e atacados</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 12:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Tenho recebido dúvidas freqüentes sobre qual o melhor formato de e-commerce quando se trata de franquias, operações atacadistas e mercado BtoB. A dúvida presente no caso desse tipo de negócio se refere a um fator importantíssimo: o conflito de canais. O que isso quer dizer? Vamos analisar o caso das franquias. Em geral, a intenção de iniciar uma operação de e-commerce parte do franqueador, mas o dilema é que isso pode ser visto como mais um “concorrente” pelos seus franqueados.</p>
<p>(artigo para o Portal PEGN &#8211; Pequenas Empresas Grandes Negócios)</p>
<p><span id="more-867"></span></p>
<p>No caso dos atacadistas, o questionamento é outro, pois se trata do seu interesse em iniciar vendas diretas ao consumidor, o que obviamente seria visto como um atravessamento por parte dos seus clientes, os varejistas.</p>
<p>E quando de trata de vendas B to B, em que uma indústria, por exemplo, deseja vender diretamente aos pequenos varejistas, sem ter que passar pelos atacadistas, mais uma vez se estabelece um conflito potencial.</p>
<p>São todos chamados de conflitos de canal, pois o risco que existe é de haver uma ruptura na cadeia de distribuição já estabelecida. Como proceder?</p>
<p>Ainda não há respostas conclusivas, mas o que tenho observado são iniciativas no sentido de não “agredir” o parceiro do canal. Uma dessas soluções, por exemplo, tem sido o repasse de uma comissão ao membro do canal que seria, supostamente, “prejudicado” por essa nova operação.</p>
<p>Esse comissionamento, por sua vez, tem uma complexidade que está relacionada à questão da delimitação de território ou da área de influência da loja.</p>
<p>Porém é fundamental encontrar uma solução, pois acima de quaisquer disputas deve estar o consumidor. E este é cada vez mais multicanal. Uma pesquisa que demonstra essa realidade foi feita pelo instituto iProspect, em julho de 2010, nos EUA, sobre o processo de compra de produtos eletrônicos e computadores, que demonstra que o consumidor leva, na sua grande maioria, de uma a quatro semanas para definir sua compra. Antes disso ele visita o site do varejista, o site do fabricante, faz outras pesquisas e quer saber a opinião de outros internautas. Feito isso, 47% deles finaliza sua compra numa loja física e 29% (computadores) e 43% (eletrônicos) na web. A maioria deles alega que não teria adquirido aquele produto se não tivesse executado essas etapas anteriores de pesquisas na web. E as razões alegadas para usar a web nessa fase anterior são: facilidade de comparação de produtos, agilidade na pesquisa e conveniência.</p>
<p>Devemos lembrar que o consumidor ora deseja consumir na loja física e ora deseja praticidade para solucionar um problema, o que é atendido pelo comércio eletrônico e se não encontrar a loja que está habituado a comprar, poderá fazer uma troca nesse momento por outra que o atenda e, nesse caso, a loja original corre sérios riscos de perder não apenas uma venda, mas sim, perder um cliente.</p>
<p>Deve-se, então, avaliar se vale a pena ter um custo adicional para solucionar esses impasses ou ter o custo de perder um cliente.</p>

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		<title>Gestão de clientes nestes novos tempos</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/10/gestao-de-clientes-nestes-novos-tempos/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 13:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Como anda esse assunto na sua empresa? Suas equipes estão alinhadas com as mudanças que têm ocorrido? Os profissionais estão familiarizados com os temas do mundo digital? Ainda não? Isso é muito preocupante, sabe por quê? Pois, disso dependerá o futuro dos seus negócios.
(artigo para a revista Cliente S.A.)

Hoje, o consumidor está on-line, portanto, é [...]]]></description>
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<p>Como anda esse assunto na sua empresa? Suas equipes estão alinhadas com as mudanças que têm ocorrido? Os profissionais estão familiarizados com os temas do mundo digital? Ainda não? Isso é muito preocupante, sabe por quê? Pois, disso dependerá o futuro dos seus negócios.</p>
<p>(artigo para a revista <a href="http://www.revistaclientesa.com.br" target="_blank">Cliente S.A</a>.)</p>
<p><span id="more-865"></span></p>
<p>Hoje, o consumidor está on-line, portanto, é fundamental que as companhias saibam se comunicar com seu público, que está cada vez mais preparado para o processo de compras. A tendência é encerrar 2010 com aproximadamente 23 milhões de <em>e_buyers</em> no Brasil, que é o país com maior tempo de navegação no mundo, com uma média de 48 horas por mês on-line e, se for somado o tempo gasto em comunicadores instantâneos, como o MSN, isso vai para mais de 70 horas/mês. Além disso, vem crescendo muito o acesso residencial, com quase 60% do total, sendo essa uma mudança bem recente, pois, até pouco tempo, metade da população tinha acesso apenas via <em>lan houses</em>. Cresce também o acesso com banda larga, que é fundamental para uma boa experiência na internet.</p>
<p>A Web 2.0 é marcada pela interação e pelo desejo de participação, pois trouxe o consumidor para o centro do palco. Essa realidade impacta diretamente nas empresas e no consumo, pois o internauta tem o poder de influenciar tanto na formatação de novos produtos como nas decisões de compra de outros internautas. Hoje, grande parte das empresas já criou diferentes mecanismos para se aproximar de seus clientes, como blogs, perfis em redes sociais, bem como seu monitoramento; enfim, estão buscando formas de acompanhar o que vem ocorrendo e também de interagir de forma mais ativa, visando não apenas aumentar suas vendas, mas também minimizar insatisfações, gerar fidelização e ampliar sua rede de relacionamentos.</p>
<p>A evolução do que estamos vivendo hoje é a Web 3.0, ou Web Semântica, que se caracteriza como a Internet mais inteligente, que transforma o conteúdo desorganizado em informação relevante para o internauta, por meio do cruzamento de muitos dados, evitando, assim, que se receba uma enorme quantidade de páginas inúteis a cada busca realizada. Com isso, as empresas que ainda não tomaram nenhuma medida para estar presentes na internet ficarão de fora dessas buscas realizadas pelos clientes, ou seja, passarão longe do radar de quem tem a intenção de adquirir algum produto ou serviço; enfim, correm sérios riscos de desaparecer do mapa!</p>
<p>Se por um lado o futuro que se aproxima mostra-se fascinante em termos de oportunidades de novos negócios, inovação e agilidade na obtenção de informações, por outro, traz, para as empresas, a urgência de acompanhar e participar dessa evolução, para que não percam o bonde da história.<strong></strong></p>
<p>Esse momento traz grandes desafios para todos os envolvidos com negócios, marketing, comunicação, entre outras atividades. Há muito tempo não se via tanta mudança em tão pouco tempo. E um fato interessante é que isso tem feito muitos profissionais voltarem para as escolas, buscarem cursos e seminários, visando se atualizar, o que é, enfim, muito positivo.</p>

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		<title>E-commerce – o que vem por aí?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 13:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% a.a., nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase 25 bilhões de reais em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fe-commerce%252F10%252Fe-commerce-%2525e2%252580%252593-o-que-vem-por-ai%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FdoE0E8%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22E-commerce%20%E2%80%93%20o%20que%20vem%20por%20a%C3%AD%3F%22%20%7D);"></div>
<p>O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% a.a., nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase 25 bilhões de reais em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões de pessoas consumindo on-line.</p>
<p> (artigo para o <a href="http://www.portalmundodomarketing.com.br" target="_blank"><span style="color: #3366ff;"><strong>Portal Mundo do Marketing</strong></span></a>)<span id="more-861"></span></p>
<p>A quantidade de internautas no Brasil é superior à população de muitos países, como França, Itália e Espanha. Esses dados justificam a busca crescente de novos varejistas por participar desse universo de oportunidades.</p>
<p> Notamos o fortalecimento de grandes operações como<span style="color: #ff0000;"> </span><a href="http://www.paodeacucar.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Grupo Pão de Açúcar</span></strong></a><span style="color: #3366ff;">,<strong> </strong></span><a href="http://www.americanas.com" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Grupo B2W,</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;"> </span></strong><a href="http://www.walmart.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">WalMart</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;">, </span></strong><a href="http://www.carrefour.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Carrefour</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;">, </span></strong><a href="http://www.magazineluiza.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Magazine Luiza</span></strong></a>, entre outros. Porém, o principal movimento que percebemos hoje é a entrada de pequenas e médias empresas, seja para vender on-line, ou ao menos, divulgar suas campanhas e depois estabelecer seu negócio virtual.</p>
<p> Os Clubes de compras, como <a href="http://www.clickon.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">ClickOn</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;">, </span></strong><a href="http://www.peixeurbano.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Peixe Urbano</span></strong></a>, e o <a href="http://www.saveme.com.br" target="_blank"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #3366ff;">Save Me</span></strong></span></a> &#8211; que reúne a oferta de todos os clubes &#8211; demonstraram a força da web, inclusive para empresas que nem têm um site formatado ainda. Essas empresas, ao publicarem ofertas relevantes para os consumidores, puderam vender grandes lotes de produtos e, principalmente, de serviços, em curtíssimo espaço de tempo, gerando conhecimento de sua marca, trazendo novos clientes e novo faturamento.</p>
<p> No entanto, as novidades não param por aí. Para outros negócios, as melhorias que podem ser feitas na exposição dos produtos ainda trarão excelentes resultados, como é o caso do setor de vestuário, muito desenvolvido nos EUA (sendo uma das principais categorias vendidas), pois já tinham tradição na venda por catálogos,e que migrou para a web, mas também porque lá existe um excelente sistema de numeração, o que não ocorre aqui.</p>
<p> Para facilitar a escolha dos clientes, sites investem em tecnologia para otimizar essa apresentação, utilizando, por exemplo, realidade aumentada, sistema em 3D (que exige monitores adequados), entre outras novidades, fazendo com que o cliente possa visualizar melhor os itens que tem interesse em adquirir. Além disso, fotos de boa qualidade, que podem ser ampliadas por zoom e permitem ver detalhes do tecido, da costura e do acabamento, também são fundamentais.</p>
<p> Embora a categoria ainda represente apenas 2% das vendas via web no país, segundo a consultoria <a href="http://www.ebit.com.br" target="_blank"><span style="color: #3366ff;"><strong>e-bit</strong></span></a>, com essas e outras inovações que aprimoram a experiência de compra do consumidor, como ainda o aperfeiçoamento dos padrões de numeração é possível afirmar que há muito espaço para o crescimento também dessa categoria.</p>

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