O comportamento do Social_Consumer e a revolução dos dados

jan 29

Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.

Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. Mais importante do que simplesmente mensurar resultados, acompanhar clicks ou mesmo saber o ROI de cada ação na web é o estudo aprofundado dos dados para aprimorar e adequar ofertas de produtos de acordo com o desejo e o momento do consumidor. E nada melhor do que o mundo digital para permitir isso.

(artigo para o Portal Mundo do Marketing)

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Tendências para o e-commerce em 2011

dez 09

 O e-commerce cresce de forma consistente no país, entre 30 e 40% a.a., devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital, pois ainda há boa parte da população que não navega, próximo a 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo em torno de 15 bilhões de faturamento (sem vendas de leilões, automóveis e viagens). Esse valor supera as vendas do varejo nos shoppings paulistas. O número de e-buyers hoje é de 23 milhões de pessoas. Um segmento que ganha destaque, embora com menor representatividade em volumes ainda, é o de vestuário. Isto se deve a um problema de padronização, mas os players do setor tem se movimentado para sanar isso, visto que ninguém quer ficar de fora desse movimento. Uma das iniciativas que tem sido tomada é o uso de tamanhos em centímetros. Nos EUA o faturamento com roupas em 2009 foi US$ 27 bilhões, pois já existe a cultura de compras a distância, por catálogos há muito tempo.

(artigo para Portal Mundo do Marketing)

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Fraudes no comércio eletrônico

dez 06

O tema Segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados, por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes. Nesse artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista. O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana CyberSource, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e , no qual, o Brasil figura em sétimo lugar.

(artigo para Portal PEGN – Globo)

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E-commerce em operações BtoB, franquias e atacados

nov 10

Tenho recebido dúvidas freqüentes sobre qual o melhor formato de e-commerce quando se trata de franquias, operações atacadistas e mercado BtoB. A dúvida presente no caso desse tipo de negócio se refere a um fator importantíssimo: o conflito de canais. O que isso quer dizer? Vamos analisar o caso das franquias. Em geral, a intenção de iniciar uma operação de e-commerce parte do franqueador, mas o dilema é que isso pode ser visto como mais um “concorrente” pelos seus franqueados.

(artigo para o Portal PEGN – Pequenas Empresas Grandes Negócios)

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E-commerce – o que vem por aí?

out 22

O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% a.a., nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase 25 bilhões de reais em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões de pessoas consumindo on-line.

 (artigo para o Portal Mundo do Marketing)

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