<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; dados da internet</title>
	<atom:link href="http://www.sandraturchi.com.br/tag/dados-da-internet/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.sandraturchi.com.br</link>
	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 12:00:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.3</generator>
		<item>
		<title>O comportamento do Social_Consumer e a revolução dos dados</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/01/o-comportamento-do-social_consumer-e-a-revolucao-dos-dados/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/01/o-comportamento-do-social_consumer-e-a-revolucao-dos-dados/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação digital]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[e_commerce]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[vendas online]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=991</guid>
		<description><![CDATA[

Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.
Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fe-commerce%252F01%252Fo-comportamento-do-social_consumer-e-a-revolucao-dos-dados%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20comportamento%20do%20Social_Consumer%20e%20a%20revolu%C3%A7%C3%A3o%20dos%20dados%22%20%7D);"></div>
<p>Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.</p>
<p>Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. Mais importante do que simplesmente mensurar resultados, acompanhar clicks ou mesmo saber o ROI de cada ação na web é o estudo aprofundado dos dados para aprimorar e adequar ofertas de produtos de acordo com o desejo e o momento do consumidor. E nada melhor do que o mundo digital para permitir isso.</p>
<p>(artigo para o Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-991"></span></p>
<p>Algumas empresas se utilizam de táticas simples que “perguntam” ao internauta, de forma lúdica, o que ele prefere dentre algumas alternativas que lhe são apresentadas, como faz o site de moda OLOOK, em que você é convidado a indicar suas preferências utilizando, para isso, fotos de celebridades, looks com diferentes estilos e ao final você recebe um <em>feed back</em> automático, como por exemplo, “você é uma pessoa bem sucedida e de estilo clássico” e a partir daí, com o seu consentimento, passará a receber diretamente, via email, ofertas direcionadas ao seu perfil, na freqüência indicada. Isso acaba com o bombardeio de spams que ainda sofremos, principalmente na era das compras coletivas não segmentadas.</p>
<p>Há também empresas especializadas em desenvolver ferramentas mais avançadas, baseadas em inteligência como a Socialmetrix, que utiliza dados das mídias sociais para traçar estratégias de <em>Business Intelligence </em>para as empresas. Claro, são coisas diferentes, mas tudo isso vai muito além daquela segmentação sócio-demográfica tradicional, que os profissionais de marketing sempre usaram e muitos ainda utilizam somente isso.</p>
<p>É a revolução dos dados e a empresa mestre nesse assunto ainda é, sem dúvida, a Amazon, cujo responsável pela estratégia de análise de dados dizia que temos que separar o que é “<em>treasure</em>” do que  é “<em>trash</em>” nessa era de obesidade de informações.  A regra sempre foi dar suporte aos consumidores em suas decisões de compra, já dizia o fundador Jeff Bezos. No Brasil há alguns casos de empresas que tem procurado colocar em prática de forma eficiente esse aprendizado, como a Netshoes, Magazine Luiza e Tecnisa.</p>
<p>Ajudar as pessoas a comprar, baseando-se na experiência passada de compra, já é aplicado por muitas empresas, agora, em tempos de ampla utilização das mídias sociais temos que ir além, buscando prever futuras aquisições e desejos, identificando através do comportamento do Shopper online, das pesquisas realizadas, dos questionamentos, da procura por recomendações e dicas de outros internautas, etc.</p>
<p>Temos que usar o “Social Data”, pois as pessoas acreditam nas recomendações da sua rede de contatos, bem como têm interesse em contribuir, em compartilhar e até mesmo em responder pesquisas pós-compra de determinado produto ou serviço, seja por um interesse próprio, quem sabe, em receber algum tipo de “bônus” da empresa que está solicitando a sua opinião, seja porque gostaria de ver aprimorado um produto ou serviço que costuma utilizar. Utilizando um exemplo na área de turismo, o cliente poderá responder a um questionário enviado pelo hotel no qual se hospedou recentemente, desde que perceba o genuíno interesse da rede em melhorar seus serviços. Não importa qual a motivação desse cliente, o que importa é o fato de se dispor a interagir. Por isso a empresa deverá ter uma postura muito transparente com relação ao processo, informando como os dados serão, ou não, utilizados, se serão, ou não, compartilhados, etc.</p>
<p>Outro exemplo que demonstra como as pessoas simplesmente desejam compartilhar experiências é o fenômeno do <em>video hauling,</em> em que consumidores desembalam produtos recém adquiridos na frente da câmera do computador e vão fazendo comentários sobre quais foram suas decisões, suas impressões sobre o preço, o produto, etc. E embora isso pareça um pouco “bobinho”, há hoje algumas verdadeiras estrelas do vídeo hauling, que podem influenciar muitos consumidores, como uma garota americana de 18 anos (veja juicystar07) que tem mais de 130 milhões de views e mais de 700 mil pessoas que assinam o seu canal no youtube.</p>
<p>Com isso a pergunta que não quer calar é “você e sua empresa estão preparados para o comportamento desse novo consumidor, o Social_Consumer?”</p>
<p>&nbsp;</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/01/o-comportamento-do-social_consumer-e-a-revolucao-dos-dados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tendências para o e-commerce em 2011</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/destaque/12/tendencias-para-o-e-commerce-em-2011/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/destaque/12/tendencias-para-o-e-commerce-em-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 14:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[compras online]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação digital]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[e_commerce]]></category>
		<category><![CDATA[vendas online]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=878</guid>
		<description><![CDATA[

 O e-commerce cresce de forma consistente no país, entre 30 e 40% a.a., devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital, pois ainda há boa parte da população que não navega, próximo a 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo em torno de 15 bilhões de faturamento (sem vendas de leilões, automóveis e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fdestaque%252F12%252Ftendencias-para-o-e-commerce-em-2011%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FgeVi8L%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Tend%C3%AAncias%20para%20o%20e-commerce%20em%202011%22%20%7D);"></div>
<p> O e-commerce cresce de forma consistente no país, entre 30 e 40% a.a., devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital, pois ainda há boa parte da população que não navega, próximo a 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo em torno de 15 bilhões de faturamento (sem vendas de leilões, automóveis e viagens). Esse valor supera as vendas do varejo nos shoppings paulistas. O número de e-buyers hoje é de 23 milhões de pessoas. Um segmento que ganha destaque, embora com menor representatividade em volumes ainda, é o de vestuário. Isto se deve a um problema de padronização, mas os players do setor tem se movimentado para sanar isso, visto que ninguém quer ficar de fora desse movimento. Uma das iniciativas que tem sido tomada é o uso de tamanhos em centímetros. Nos EUA o faturamento com roupas em 2009 foi US$ 27 bilhões, pois já existe a cultura de compras a distância, por catálogos há muito tempo.</p>
<p>(artigo para Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-878"></span></p>
<p> Nesse segmento, crescem as iniciativas que possibilitam assessoria virtual de estilo, como o Boutique.com, criado pelo Google; ou sites de co-criação, como o <a href="http://www.bymk.com.br" target="_blank">ByMK</a>, o <a href="http://www.polyvore.com" target="_blank">Polyvore</a>, a <a href="http://www.camiseteria.com.br" target="_blank">Camiseteria</a> e o <a href="http://www.modcloth.com" target="_blank">ModCloth</a> – em que o cliente decide o que a loja deve comprar.</p>
<p> Dentre os Clubes de compras, nos quais o cliente tem acesso a produtos de grife com grandes descontos, um dos que mais cresce é o <a href="http://www.privalia.com.br" target="_blank">Privália</a>, bem como o <a href="http://www.brandsclub.com.br" target="_blank">Brandsclub</a>, com mais de dois milhões de clientes cadastrados, o <a href="http://www.superexclusivo.com.br" target="_blank">Superexclusivo</a> e o <a href="http://www.coquelux.com.br" target="_blank">Coquelux</a>. Esse tipo de site, que oferece oportunidades únicas a públicos segmentados, deve continuar se expandindo muito em 2011, bem como o outro extremo, que oferece exclusividade e preço alto àqueles que podem bancar a compra de um item antes do seu lançamento, como no site <a href="http://www.e-closet.com.br" target="_blank">e-closet </a>e <a href="http://www.farfetch.com" target="_blank">farfetch.com</a>.</p>
<p> Outro modelo que ganhou forças em 2010 e deverá continuar crescendo muito ainda é o de compras coletivas. Os números começaram tímidos, mas já demonstram rápido crescimento, pois atraíram para o e-market, por um lado, muitos consumidores que ainda não tinham se arriscado a comprar via web e, por outro, aproximou diversas empresas que nem possuem um site próprio, para “degustar” o poder da internet e, pelo visto, elas gostaram.</p>
<p> Os consumidores aprovaram, pois tiveram acesso a produtos com descontos de até 90% do valor do produto e puderam desfrutar de serviços que normalmente não usariam ou adiariam sua compra.</p>
<p> Veremos ainda um grande número de lançamentos de negócios nessa linha, porém mais segmentados, mais focados em determinados nichos de produtos ou segmentos de usuários, principalmente por classe social. Há ainda que se melhorar os serviços prestados, pois há diversos relatos de péssimas experiências, como o prazo dos coupons, ou atendentes que diferenciam os clientes que vieram “desses sites” no momento do atendimento, como também estabelecimentos que fecharam nesse meio tempo. E se isso não for bem trabalhado pelas empresas, poderá rapidamente, desgastar esse modelo.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/destaque/12/tendencias-para-o-e-commerce-em-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>22</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fraudes no comércio eletrônico</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/12/fraudes-no-comercio-eletronico/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/12/fraudes-no-comercio-eletronico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 12:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[compras online]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação digital]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[e_commerce]]></category>
		<category><![CDATA[vendas online]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=876</guid>
		<description><![CDATA[

O tema Segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados, por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes. Nesse artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista. O índice de fraudes no comércio eletrônico, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fe-commerce%252F12%252Ffraudes-no-comercio-eletronico%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FgUO5uD%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Fraudes%20no%20com%C3%A9rcio%20eletr%C3%B4nico%22%20%7D);"></div>
<p>O tema Segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados, por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes. Nesse artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista. O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana <a href="http://www.cybersource.com" target="_blank">CyberSource</a>, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e , no qual, o Brasil figura em sétimo lugar.</p>
<p>(artigo para Portal<a href="http://pegn.com.br" target="_blank"> PEGN &#8211; Globo</a>)</p>
<p><span id="more-876"></span></p>
<p>As fraudes no mundo, segundo essa pesquisa, estão em torno de US$ 10 bilhões ao ano e, no Brasil, representam aproximadamente US$ 500 milhões.</p>
<p>Os comerciantes no mundo real já lidam com fraudes no seu dia a dia, tais como cheques e cartões de crédito roubados, cheques sem fundo etc. No caso do comércio virtual, há esses riscos e alguns outros, devido ao fato de não haver certezas com relação à identidade do comprador e à veracidade das informações fornecidas. Esse é o tipo de fraude mais comum, ou seja, a compra de um bem ou serviço, através de um meio de pagamento fraudulento, principalmente os cartões de crédito.</p>
<p>Qual é o caminho, então? Perder a venda? O vendedor deverá considerar o risco como parte do negócio, ou seja, não há negócios sem risco. Sendo assim, ao ter consciência disso, ele deverá medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo. Por outro lado, obviamente, deverá lançar mão de estratégias que reduzam esse risco e suas perdas.</p>
<p>Para isso, há basicamente dois caminhos possíveis. Um mais prático e um pouco mais caro é terceirizar a operação para empresas especializadas atuantes no setor; são os chamados <em>gateways</em> de pagamentos, que funcionam como um intermediário e que faz toda a análise do crédito. Isso gera maior segurança para quem compra e para quem vende. Há algumas empresas, nesse segmento, que são bem conhecidas: <a href="http://www.pagseguro.com.br" target="_blank">PagSeguro UOL</a>, <a href="http://www.pagamentoseguro.com.br" target="_blank">Pagamento Seguro</a>, <a href="http://www.mercadopago.com.br" target="_blank">Mercado Pago</a>, <a href="http://www.paypal.com" target="_blank">PayPal</a>,<a href="http://www.moip.com.br" target="_blank"> Moip</a>, entre outras. Essa opção é a ideal para pequenas empresas, com pouca ou nenhuma estrutura interna disponível.</p>
<p>Outro caminho é a empresa criar uma estrutura própria. Para isso, deverá focar na identificação do comprador e de suas fontes de pagamento. Além disso, o processo não poderá ser demorado, sendo assim, é interessante o uso de ferramentas automáticas de <em>scoring</em> ou de detecção de sinais de fraudes. Em caso de suspeitas, algumas medidas serão necessárias, como validação do nome e CPF junto à Receita Federal, validação dos dados junto a sistemas de proteção ao crédito, além de validações ativas, quando se entra em contato direto com os clientes.</p>
<p>Com o aumento da profissionalização do e-commerce no país, podemos observar que o cenário tem melhorado e apresentado cada vez mais segurança para todos os participantes do processo de compras.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/12/fraudes-no-comercio-eletronico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como encontrar o novo consumidor?</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/09/como-encontrar-o-novo-consumidor/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/09/como-encontrar-o-novo-consumidor/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 12:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de busca]]></category>
		<category><![CDATA[mobile marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação digital]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[social networks]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=844</guid>
		<description><![CDATA[

Essa é a pergunta que não quer calar e que executivos de todos os setores estão se fazendo. Sabemos que cada vez mais os consumidores estão presentes em diversos canais de compra e conectados em várias alternativas de mídia. Então, como alcançá-los de forma eficaz?  De acordo com dados apresentados pela Acxiom Brasil, apenas 32% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fartigos%252F09%252Fcomo-encontrar-o-novo-consumidor%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FcEStyC%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Como%20encontrar%20o%20novo%20consumidor%3F%22%20%7D);"></div>
<p>Essa é a pergunta que não quer calar e que executivos de todos os setores estão se fazendo. Sabemos que cada vez mais os consumidores estão presentes em diversos canais de compra e conectados em várias alternativas de mídia. Então, como alcançá-los de forma eficaz?  De acordo com dados apresentados pela Acxiom Brasil, apenas 32% dos gestores de marketing sabem lidar com esse cliente multicanal, que, por sinal, é quase cinco vezes mais rentável que os consumidores em geral.</p>
<p>(artigo para Portal PEGN &#8211; Globo)</p>
<p><span id="more-844"></span></p>
<p>Temos ainda que aprender a lidar com a geração Y, considerada a mais otimista de todos os tempos, mas que é uma geração que não perde tempo com empresas ou pessoas não reais, ou seja, que não são verdadeiras em suas relações. É um grupo que exige ainda mais transparência e autenticidade.</p>
<p>É preciso estar presente onde eles estão e saber como agir. Para isso sua empresa deverá criar conexões mais emocionais, lançar campanhas que tenham identificação e que, com isso, tenham maior chance de “viralizar”. Aliado a isso, lembre-se que 80% da mídia online alcança seu público-alvo, ou seja, há menor dispersão.</p>
<p>Não é tarefa das mais simples, concordo. Precisamos deixar muito claro, como diz o professor Silvio Meira, que ninguém sabe ao certo o que deve ser feito e se alguma empresa lhe disser que tem uma fórmula mágica, que sabe exatamente o que fazer e que resultados essas ações trarão, desconfie. Estamos todos vivendo em “beta”. Não está tudo pronto, nada é definitivo. Existe sim a possibilidade e a necessidade de criar junto, de testar e de aprender o que trará maior retorno para cada perfil de negócio.</p>
<p>Apenas para ilustrar o que estou dizendo, não há tabelas de preços pré-formatadas nesse campo, como existe para criação de peças publicitárias ou campanhas de marketing direto. Cada agência propõe valores distintos pelos serviços prestados, o que torna esse desafio ainda maior.</p>
<p>Porém, mesmo tudo sendo muito novo, há experiências já feitas, histórias já contadas, que fazem com que não tenhamos que sair do zero. Ou seja, aprenda com os erros dos outros, busque indicações e parcerias para acelerar seu processo de aprendizado. Dentre ações já testadas e que demonstram boa aceitação está a criação de conteúdo “fresco”, inovador e direcionado aos interesses do seu target, conteúdo que traga valor imediato. Outro ponto também importante é prover feedback freqüente e mostrar que sua empresa está acompanhando as mudanças do mercado.</p>
<p>Por exemplo, se você é da área de crédito e cobrança, escreva, ou contrate alguém que possa criar conteúdos relevantes sobre credito; se você está no setor de seguros, crie material sobre seguros, dê dicas úteis, crie um guia prático e depois, dissemine isso nas redes sociais nas quais sua empresa está presente, ou nas quais ela venha a estar. Para isso, selecione somente redes que façam sentido para o seu setor. Pesquise e identifique comunidades que tratem do assunto que você domina, ou que tenham interesse nesses temas.</p>
<p>Dessa forma sua empresa não atingirá milhões de pessoas, mas com certeza  alcançará os clientes que são o foco do seu negócio.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/09/como-encontrar-o-novo-consumidor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O consumidor nas Redes Sociais</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/o-consumidor-nas-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/o-consumidor-nas-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 15:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de busca]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação digital]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[e_commerce]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas de busca]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=768</guid>
		<description><![CDATA[

A maior parte das empresas hoje está preocupadíssima com as mudanças que estão ocorrendo no comportamento do consumidor, trazidas pela internet. E para não ficar de fora passam a tentar interagir nas redes sociais, porém, sem nenhum planejamento, o que é um risco muito grande para suas marcas. Esse risco se dá porque não há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fe-commerce%252F06%252Fo-consumidor-nas-redes-sociais%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FcriiAr%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20consumidor%20nas%20Redes%20Sociais%22%20%7D);"></div>
<p>A maior parte das empresas hoje está preocupadíssima com as mudanças que estão ocorrendo no comportamento do consumidor, trazidas pela internet. E para não ficar de fora passam a tentar interagir nas redes sociais, porém, sem nenhum planejamento, o que é um risco muito grande para suas marcas. Esse risco se dá porque não há total controle na rede, aliás, há bem pouco controle sobre a repercussão de certas ações, o que expõe as empresas a conseqüências muitas vezes indesejáveis. Essa falta de controle se deve ao processo atual de geração de conteúdos, que pode ser feito por qualquer um, bem como sua disseminação na web, que ocorre de forma extremamente veloz, devido ao alto grau de conexão entre as pessoas.</p>
<p>(artigo para revista Gestão &amp; Negócios)</p>
<p><span id="more-768"></span></p>
<p>A palavra atual é reputação e para construir uma reputação na internet é necessário estratégia. E a estratégia começa com o que a empresa deseja para sua marca no médio e longo prazo. As ações na web não estão desconectadas das estratégias globais da empresa, muito pelo contrário, devem caminhar juntas. Se a empresa deseja transmitir uma imagem inovadora, ela deverá promover ações que demonstrem isso. Se for uma empresa preocupada com o meio ambiente, sua atuação nas mídias digitais, assim como fora delas, deve refletir isso, e assim por diante.</p>
<p>A web tornou os clientes muito mais exigentes. São vinte milhões de pessoas mais preparadas para o processo de compras. Tem sido cada vez mais freqüente encontrar consumidores nas lojas com mais informações sobre os produtos do que os vendedores.</p>
<p>Várias empresas que se lançam nas redes sem antes definir uma estratégia incorrem em equívocos que não somarão para o seu desempenho futuro, tanto na web como nos negócios. Exemplo disso são empresas que procuram utilizar as redes unicamente para promoções, com o intuito de vender a qualquer custo. Essas ações acabam saturando aqueles que interagem com a marca. As mídias sociais são, na verdade, uma grande oportunidade de aproximação e interação com o cliente, proporcionando às empresas a chance de criarem uma imagem mais simpática e humana.</p>
<p>Segundo pesquisa da <a href="http://www.deloitte.com" target="_blank">Deloitte</a> de maio de 2010, 70% das empresas utilizam ou monitoram as mídias sociais, embora grande parte delas não compreenda ao certo como agir e os riscos que correm. As empresas alegam que usam as redes para ações de marketing e divulgação de produtos (83%) e para monitoramento da marca (71%), o que demonstra a baixa utilização ainda como plataforma de relacionamento. Esse ponto difere do comportamento observado dentre empresas americanas. Outro ponto que ainda merece atenção é o uso para captação de oportunidades e inovação, que podem ser obtidas pelo caminho da inteligência coletiva, tendência que ainda veremos crescer muito nos próximos tempos.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/o-consumidor-nas-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conhecimento ampliado pela WEB</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/destaque/06/conhecimento-ampliado-pela-web/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/destaque/06/conhecimento-ampliado-pela-web/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação digital]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas de busca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=739</guid>
		<description><![CDATA[

O movimento de ampliação do acesso à informação trazido pela internet está num estágio embrionário, pode-se dizer. O que temos visto nos dias atuais ainda está para ser compreendido. A verdade é que ninguém, ninguém mesmo, pode prever o que vai acontecer com relação a isso.
(artigo para o Portal Mundo do Marketing)

Há estudos demonstrando que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fdestaque%252F06%252Fconhecimento-ampliado-pela-web%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FbwWBnh%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Conhecimento%20ampliado%20pela%20WEB%22%20%7D);"></div>
<p>O movimento de ampliação do acesso à informação trazido pela internet está num estágio embrionário, pode-se dizer. O que temos visto nos dias atuais ainda está para ser compreendido. A verdade é que ninguém, ninguém mesmo, pode prever o que vai acontecer com relação a isso.</p>
<p>(artigo para o Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-739"></span></p>
<p>Há estudos demonstrando que o acesso à internet modifica o cérebro e faz com que os usuários mais freqüentes tenham uma atividade maior na área de raciocínio complexo e mais velocidade na tomada de decisões. Uma iniciativa interessante é da Fundação Edge, criada nos anos 80 para estimular o debate entre grandes nomes da ciência, que em estudo recente trata de como a web está mudando o processo de pensamento. Dentre suas análises fica claro que embora a internet tenha trazido maior capacidade de acesso ao conhecimento, também ampliou a incerteza com relação à informação.</p>
<p>A mudança de opinião é freqüente e os interesses sobre inúmeros assuntos se multiplicam. Essa experiência todos nós estamos passando, é fato. Nessa pesquisa utiliza-se um termo adequado para descrever isso, “liquidez mental”, pois os pensamentos se tornaram fluidos.</p>
<p>Se somem a isso todas as preocupações recentes com relação à privacidade, como no caso do Facebook, os problemas de direitos autorais, entre outros, fica claro que é impossível prever os resultados de toda essa transformação.</p>
<p>Por outro lado é também fascinante verificar que o acesso a esse novo mundo tem trazido melhorias para a vida de muita gente. Em reportagem recente em um grande veículo de comunicação foram apresentados casos com pessoas de locais remotos do Brasil, com acesso extremamente rudimentar e que, mesmo assim, se beneficiam do universo digital, como a garota indígena do Pará que compra livros e aguarda duas semanas pela sua chegada, pois é seu único meio, visto que não há livrarias nem bibliotecas na sua cidade. Ou então a agricultora pernambucana que usa a web para obter informações sobre previsão do tempo para saber quando é a melhor época para plantar, bem como fazer coleta de água da chuva.</p>
<p>Há o caso de novos empreendedores investindo na criação de Lan houses e que têm visto seu faturamento crescer, como a cabeleireira que comprou computadores para suas clientes navegarem enquanto aguardam o efeito da tintura para cabelo. Não estamos falando de inovações num bairro nobre dos Jardins, e sim da maior favela de São Paulo.</p>
<p>Para concluir, há ainda um rapaz, Bruno Barreto, que criou sozinho o sistema chamado SACSP, para a cidade de SP, captando diversas reclamações postadas por cidadãos paulistanos sobre problemas da cidade e gerando, através de várias análises, um novo olhar para essas reclamações, com interpretações que antes ficavam invisíveis. O site chamou a atenção da prefeitura e hoje Bruno dá consultoria para novos projetos de dados públicos.</p>
<p>Esses são apenas alguns sinais dos novos tempos que vem por aí.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/destaque/06/conhecimento-ampliado-pela-web/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como as MPE’s podem competir na web</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/04/como-as-mpe%e2%80%99s-podem-competir-na-web/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/04/como-as-mpe%e2%80%99s-podem-competir-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de busca]]></category>
		<category><![CDATA[mobile marketing]]></category>
		<category><![CDATA[MPE's]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[compras online]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[e_commerce]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas de busca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=702</guid>
		<description><![CDATA[

Embora poucos microempresários admitam, a falta de conhecimento sobre as ferramentas da web é a principal causa para não utilizá-la na geração de negócios, além da ausência de estrutura em suas empresas.  Segundo pesquisa realizada recentemente com micro e pequenas empresas paulistanas, 70% delas ainda não fazem nenhum tipo de divulgação on-line dos seus produtos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fe-commerce%252F04%252Fcomo-as-mpe%2525e2%252580%252599s-podem-competir-na-web%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F9NGOSY%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Como%20as%20MPE%E2%80%99s%20podem%20competir%20na%20web%22%20%7D);"></div>
<p>Embora poucos microempresários admitam, a falta de conhecimento sobre as ferramentas da web é a principal causa para não utilizá-la na geração de negócios, além da ausência de estrutura em suas empresas.  Segundo pesquisa realizada recentemente com micro e pequenas empresas paulistanas, 70% delas ainda não fazem nenhum tipo de divulgação on-line dos seus produtos, bem como não fazem compras ou vendas on-line.</p>
<p><span id="more-702"></span></p>
<p>Para aquelas que utilizam o meio digital para fazer negócios, esse canal já representa, em média, 30% do seu faturamento e, em alguns casos, a internet pode levar até 80% do tráfego de clientes para sua loja física.</p>
<p>Esses números demonstram que há ainda um longo caminho a ser percorrido pelos microempresários, mas já é possível observar bons exemplos.</p>
<p>As empresas que saíram na frente e aprenderam a utilizar a divulgação na Web perceberam que isso é algo viável e têm colhido bons frutos. Quem está fazendo sua “lição de casa” já figura nas primeiras páginas do principal site de buscas da internet, dentro da sua categoria de produtos.</p>
<p>Normalmente me questionam se é possível as pequenas empresas competirem de igual para igual com as grandes na internet. Na verdade, com a internet, a pequena empresa pode até se sobressair, pois mesmo com menor investimento, mas desde que implantando as ações corretamente, ela será encontrada por aqueles que estiverem buscando o seu produto e isso é o que mais importa. No caso das MPE’s não é recomendável fazer uma divulgação para quem não é o seu público ou não tem interesse no que ela vende. E, normalmente, quando fazemos mídia de massa, é isso que ocorre.</p>
<p>Na web é possível executar ações segmentadas e pagar com base em resultados, como ocorre com os links patrocinados, por exemplo. Isso faz com que os custos sejam menores, pois só se paga quando seu anúncio recebe um clique. Além disso, há ações que podem ser implantadas de forma mais rápida do que no mundo físico, como o envio de mala direta versus uma campanha de email marketing. Esta última pode trazer melhores resultados, com menor investimento do que a primeira opção, desde que feita de forma adequada.</p>
<p>A união de dois fatores como atendimento a nichos específicos de mercado e investimento em divulgação segmentada, já fazem com que as MPE’s possam competir de forma muito interessante na web. Não quer dizer necessariamente que elas “roubarão” mercado das grandes redes, mas sim, que hoje elas podem figurar entre as opções de compra do consumidor.</p>
<p>Um exemplo disso é o caso de alguém que busca acessórios para instalar uma TV de plasma em sua casa. Numa pesquisa na web, com certeza, serão encontradas opções de lojas diferentes das marcas já conhecidas. Muito provavelmente o consumidor vai se deparar com quem é especializado no assunto. O mesmo pode ocorrer quando se busca por fabricantes de móveis infanto-juvenis em determinada cidade do sul do país.</p>
<p>Isso demonstra que produtos ou locais mais específicos podem ser atendidos por determinadas empresas especializadas, ou regionais, e não unicamente pelas grandes redes, e é aí que está o “pulo do gato”.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/04/como-as-mpe%e2%80%99s-podem-competir-na-web/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa inédita mostra situação das MPE´s com relação à internet</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/03/pesquisa-inedita-mostra-situacao-das-mpe%c2%b4s-com-relacao-a-internet/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/03/pesquisa-inedita-mostra-situacao-das-mpe%c2%b4s-com-relacao-a-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 21:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[clipping/imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[MPE's]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[e_commerce]]></category>
		<category><![CDATA[faturamento internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=700</guid>
		<description><![CDATA[

 
Uma pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela Internet, principalmente as da Indústria e do Atacado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fe-commerce%252F03%252Fpesquisa-inedita-mostra-situacao-das-mpe%2525c2%2525b4s-com-relacao-a-internet%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FbBmAcM%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pesquisa%20in%C3%A9dita%20mostra%20situa%C3%A7%C3%A3o%20das%20MPE%C2%B4s%20com%20rela%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A0%20internet%22%20%7D);"></div>
<p> </p>
<p>Uma pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela Internet, principalmente as da Indústria e do Atacado. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas (veja descrição da amostra ao final).</p>
<p>(publicado no <a href="http://cotidianodigital.voit.uol.com.br/menu_03/noticia.asp?id=674" target="_blank">Portal VOIT &#8211; Cotidiano Digital</a>)</p>
<p><span id="more-700"></span><br />
Negócios pela internet:</p>
<p> O maior percentual de empresas que fazem negócios pela rede apareceu na Indústria, que também lidera no item de vendas on-line (13%). Os segmentos de Serviços e Comércio Atacadista se destacam nas compras pela internet, com percentuais de 16% e 15%, respectivamente.</p>
<p>A superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, destaca que entre as empresas que ainda não realizam negócios pela Internet, quase a metade (47%) declara que não o faz por “falta de necessidade de usar esse canal”, mas 19% dizem que falta estrutura ou conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. “Na minha avaliação, dentre as empresas que dizem não ter necessidade existe ainda grande desconhecimento sobre as possibilidades que a web oferece. Há muitas vantagens em investir no comércio on-line, uma prova disso é a conversão de grandes redes varejistas para o mundo digital. Porém, há cuidados básicos que devem ser tomados na implantação do negócio, como a seleção de fornecedores sérios é fundamental”, opina Sandra.</p>
<p>As pequenas empresas citam maior interesse, mas também são maiores as dificuldades por falta de estrutura interna e de conhecimento das ferramentas, conforme manifestado por 24% delas. Gráfico abaixo:</p>
<p>Das empresas que fazem negócios (30% do total) na Internet, 60% têm loja virtual e 64% das compras são de pessoa jurídica, ou seja, mercado BtoB.</p>
<p>·         Do total das empresas pesquisadas, aproximadamente 11% fazem e-commerce, ou seja, vendas BtoC.</p>
<p>·         Das empresas que fazem e-commerce, a solução logística mais utilizada, além da própria empresa (15%), são os Correios (15%).</p>
<p>Selo de segurança:</p>
<p>A idéia de um selo que ateste a credibilidade de uma loja virtual é bem aceita entre as empresas que já possuem uma loja deste tipo. Uma fatia de 78% se diz interessada ou muito interessada por ter um selo. “A ACSP está trabalhando nessa questão que impactará em maior credibilidade nas transações on-line através da análise de diversos critérios pré-estabelecidos”, explica Sandra. Gráfico abaixo:</p>
<p>E o interesse pelo selo de segurança nas transações cresce para 83% entre as microempresas. “Isso é compreensível, pois é algo que poderá auxiliá-las no momento da escolha por parte dos clientes, visto que suas marcas são normalmente menos conhecidas do que as grandes redes”, cita Sandra Turchi  . Gráfico abaixo:</p>
<p>Em 50% dos casos, as compras são realizadas ou pelo site do fornecedor ou por e-mail.</p>
<p>Presença na web:</p>
<p>60% da empresas afirmam ter website próprio, variando entre os portes e setores.</p>
<p>- Entre as que não possuem (40%) site, 20% estão desenvolvendo e 11% citaram o alto custo como principal entrave.</p>
<p>- Entre as que possuem site, 67% já os têm há pelo menos 3 anos, sendo que a indústria demonstra ter há mais tempo.</p>
<p>- Em todos os portes 46% tem site há menos de 6 meses,</p>
<p>Em 70% das empresas foi verificada a preocupação em construir um site que seja localizado pelas ferramentas de buscas na web. Gráfico abaixo:</p>
<p>Metodologia e amostragem:</p>
<p>Dos respondentes, 47% eram donos/proprietários das empresas, 45%, gerentes e 8%, diretores e superintendentes. Considerou-se por categorias e portes:</p>
<p>00 a 19 funcionários = Micro</p>
<p>20 a 99 funcionários = Pequena</p>
<p>100 a 499 funcionários = Média</p>
<p>500 ou mais funcionários = Grande</p>
<p>Foram entrevistadas 500 empresas, representativas do universo total da cidade de São Paulo, de Micro a empresa de Grande porte, dos segmentos: Indústria, Construção, Serviços, Varejistas, Atacadistas e Instituição Financeira.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/03/pesquisa-inedita-mostra-situacao-das-mpe%c2%b4s-com-relacao-a-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Otimismo por todos os lados</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/negocios/01/otimismo-por-todos-os-lados/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/negocios/01/otimismo-por-todos-os-lados/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 17:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[baixa renda]]></category>
		<category><![CDATA[compras online]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=620</guid>
		<description><![CDATA[

Que o brasileiro é um povo otimista nós já sabemos, mas seu poder de reação diante de momentos críticos é quase mágico. É bastante curioso fechar um ano complexo como 2009 de forma tão positiva. Segundo pesquisa realizada pela Associação Comercial de SP 40,1% dos paulistanos afirmaram que gastariam mais em suas ceias de Natal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Fnegocios%252F01%252Fotimismo-por-todos-os-lados%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FaUkw3r%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Otimismo%20por%20todos%20os%20lados%22%20%7D);"></div>
<p>Que o brasileiro é um povo otimista nós já sabemos, mas seu poder de reação diante de momentos críticos é quase mágico. É bastante curioso fechar um ano complexo como 2009 de forma tão positiva. Segundo pesquisa realizada pela <a href="http://www.acsp.com.br" target="_blank">Associação Comercial de SP </a>40,1% dos paulistanos afirmaram que gastariam mais em suas ceias de Natal e 28,2% disseram que dariam mais presentes em 2009, se comparado ao Natal de 2008.</p>
<p><span id="more-620"></span></p>
<p>Em outro levantamento foi possível observar que as vendas de automóveis cresceram 15,1% sobre 2008 e a previsão para 2010 é aumentar ainda 15% se comparado a 2009. Claro, este foi um setor que contou com grande incentivo do governo, mas a predisposição do brasileiro em se endividar para não perder uma boa promoção demonstra um comportamento muito interessante.</p>
<p>O grupo responsável por essa continuidade nos índices de consumo e pela manutenção da economia aquecida tem sido, principalmente, as classes de baixa renda, cujo movimento foi inicialmente percebido pela evolução da classe C e, recentemente também tem sido observado na evolução da classe D. Obviamente programas do governo, como o bolsa família, têm grande mérito nesse crescimento, mas a questão é que um fator econômico acaba por estimular o outro, ou seja, havendo mais renda, haverá mais consumo e com isso haverá mais empregos, mesmo que sejam empregos informais, e assim por diante.</p>
<p>Há ainda uma enorme demanda reprimida, principalmente, nas classes mais baixas, por diversos produtos, como eletrodomésticos e automóveis, sem falarmos na questão da casa própria. Apenas para exemplificar, é comum encontrar casas nas periferias das grandes cidades que, mesmo sem reboco nas paredes, possuem eletroeletrônicos de última geração. Isso ocorre pois em geral as famílias de baixa renda se ajudam mutuamente e conseguem realizar o famoso crediário para adquirir bens que serão pagos em conjunto por membros do clã.</p>
<p>Outro fenômeno muito interessante é perceber a preferência pelo consumo de produtos de alta qualidade no seu dia-a-dia, pois essas famílias não podem se arriscar comprando itens que posteriormente possam vir a lhes trazer problemas. Essas famílias representam mais de 26 milhões de pessoas que estão subindo de escala social!</p>
<p>Olhando para outro extremo, ou seja, o consumo de luxo, pode-se observar também movimentos de consumo bastante interessantes, seja pelo crescimento de sites voltados para a venda de roupas de grife, como o <a href="http://www.superexclusivo.com.br" target="_blank">Superexclusivo</a>, por exemplo, seja pela vinda de marcas de luxo em formatos diferenciados, como as lojas-relâmpago.</p>
<p>Pela perspectiva empresarial é observado também um otimismo incrível, pois presidentes de grandes corporações demonstram pré-disposição para investir ainda mais no país em 2010, como é o caso da <a href="http://www.nestle.com.br" target="_blank">Nestlé</a>, cujo investimento anunciado será da ordem de R$ 350 milhões, além da abertura de novos postos de trabalho pelo mercado, que vem sendo anunciada, dada a perspectiva de crescimento.</p>
<p>Se analisadas ao longo do ano, essas mudanças foram torneadas de forma bastante rápida, pois até meados de 2009 ainda se percebia muito ceticismo, visto que grande parte dos empresários e executivos ainda estava contabilizando suas dívidas e lamentando a perda de seus bônus. A partir de setembro porém, o índice de confiança do consumidor e o índice de confiança empresarial, publicados por diferentes instituições, apontaram crescimento mês a mês, indicando níveis melhores do que na fase pré-crise.</p>
<p>Além disso teremos um ano de copa do mundo e eleições, que por si só já movimentarão milhões de recursos no país. As perspectivas, que já são realmente positivas, poderão ficar ainda melhores se ocorrerem alterações como a aprovação do Cadastro Positivo, pelo Congresso Nacional, que possibilitará o acesso ao crédito para milhões de novos consumidores.</p>
<p>Que venha 2010 !!</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/negocios/01/otimismo-por-todos-os-lados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A internet e os negócios</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/estrategia-de-marketing-digital/01/a-internet-e-os-negocios/</link>
		<comments>http://www.sandraturchi.com.br/estrategia-de-marketing-digital/01/a-internet-e-os-negocios/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 13:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[acsp]]></category>
		<category><![CDATA[compras online]]></category>
		<category><![CDATA[comunicao digital]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[dados da internet]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[e_commerce]]></category>
		<category><![CDATA[faturamento internet]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[MPE´s]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sandraturchi.com.br/?p=614</guid>
		<description><![CDATA[

Muito se tem falado sobre o crescimento nos investimentos em mídia on-line, sobre a ampliação do uso de estratégias de marketing digital e sobre o uso cada vez maior das redes sociais digitais para se comunicar ou vender aos consumidores, bem como sobre como essas inovações mudam o jeito de fazer marketing.
Quando falamos disso, porém, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_wisteria" style="float: left;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.sandraturchi.com.br%252Festrategia-de-marketing-digital%252F01%252Fa-internet-e-os-negocios%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F9yXcmG%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20internet%20e%20os%20neg%C3%B3cios%22%20%7D);"></div>
<p>Muito se tem falado sobre o crescimento nos investimentos em <strong>mídia on-line</strong>, sobre a ampliação do uso de estratégias de <strong>marketing digital </strong>e sobre o uso cada vez maior das redes sociais digitais para se comunicar ou vender aos consumidores, bem como sobre como essas inovações mudam o jeito de fazer marketing.<span id="more-614"></span></p>
<p>Quando falamos disso, porém, nos parece que todas as empresas já estão conectadas ou habituadas a utilizar essas ferramentas, assim como também familiarizadas aos termos relativos a essas atividades. Porém, apenas 66% das empresas paulistanas possuem website, de acordo com pesquisa realizada pela <a href="http://www.acsp.com.br" target="_blank">Associação Comercial de São Paulo (ACSP)</a> no final de 2009 e somente 36% realizam negócios pela internet. Ou seja, a grande maioria ainda não está efetivamente usufruindo dos benefícios da rede para obter novas receitas ou otimizar processos.</p>
<p>Isso nos leva a concluir que não bastam projetos de “inclusão digital” de <strong>empresas</strong>. É necessário também levar a esses <strong>empreendimentos</strong> conhecimento e condições de produzirem riqueza utilizando a internet como plataforma para trazer novos clientes, além, obviamente, de oferecer um atendimento mais qualificado aos clientes atuais.</p>
<p>Quando observamos a alegação de 46% dos empresários de que não realizam <strong>negócios on-line</strong> por não haver necessidade, percebe-se outro ponto interessante: muitos, na verdade, não sabem ao certo o que a <strong>internet</strong> pode lhes proporcionar. O ponto de partida deve ser, então, esclarecer melhor sobre o potencial da web a essas empresas.</p>
<p>Outro fator importante a ser salientado é a oportunidade para <strong>pequenas e médias empresas</strong>, fornecedoras de serviços de TI, visto que, na maioria dos casos, as funções de TI são executadas por fornecedores externos. Cresce também o espaço para empresas que realizam treinamentos e cursos sobre o assunto.</p>
<p>Como exemplo de atividades que vem sendo implantadas para a geração de negócios on-line é possível citar as montadoras de veículos que usam a web para esclarecer dúvidas dos potenciais compradores antes que eles se dirijam a uma loja para fechar o negócio. Ou o setor de construção civil com seus lançamentos imobiliários, além do mercado financeiro com instituições que tem feito uso inovador das ferramentas de marketing digital, como o desenvolvimento de aplicativos para telefonia celular, por exemplo.</p>
<p>O investimento dessas empresas nessas ações supera a marca de 10% de sua verba publicitária, o que representa uma quebra de paradigma. Entretanto, isso só tem ocorrido porque essas companhias constataram a eficácia desse meio para trazer novos consumidores, bem como incrementar resultados financeiros.</p>
<p>Falando de <strong>micro e pequenas empresas</strong>, podemos observar casos que vão desde uma loja de produtos eletrônicos de um bairro de São Paulo até comunidades carentes do Amapá, que comercializam seus artesanatos pela web e os entregam dentro e fora do país.</p>
<p>Com isso, percebe-se uma grande movimentação por parte das MPEs no sentido de conhecer mais sobre esse mundo novo do e-commerce e do marketing digital para não deixar escapar excelentes oportunidades de crescimento em seus negócios.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sandraturchi.com.br/estrategia-de-marketing-digital/01/a-internet-e-os-negocios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

