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	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; compras online</title>
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		<title>Febre dos portais de desconto já é bilionária</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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31 de outubro de 2011
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<div>31 de outubro de 2011</div>
<p>Febre na internet, a compra coletiva foi criada nos EUA e chegou ao país no início de 2010. Em poucos meses, descontos arrebatadores, que oscilam entre 50% e 90% do preço do produto ou serviço, caíram no gosto do brasileiro. Atraídos pelo crescimento rápido do setor e pela fácil barreira de entrada, muitos aspirantes a empreendedor resolveram apostar na novidade. Em dezembro do ano passado, o Brasil tinha 405 sites desse tipo ativos. Hoje são 1100 e o segmento deve faturar R$ 1,2 bilhão neste ano. Porém, apesar do boom, o mercado é bastante concentrado. Os dez maiores players são responsáveis por 90% das vendas, de acordo com dados da e-bit.</p>
<div>
<p>Assim como ocorre em todo segmento promissor, a concorrência acirrada aliada à falta de preparo faz com que grande parte dos novos negócios não resista ao primeiro ano de vida e acende a discussão se o modelo resistirá à passagem do tempo. Segundo consultores da área, a resposta é sim. E a especialização tem sido um dos caminhos adotados pelos recém-chegados no ramo para se diferenciar dos demais e sobreviver.</p>
<p>“Acredito que o caminho para quem está chegando agora é escolher um nicho pouco explorado ou uma região geográfica específica e entender a fundo os anseios do consumidor”, afirma Sandra Turchi, coordenadora e professora do curso de marketing digital da ESPM.</p>
<p>Entrevista para o <a href="http://www.valor.com.br/">Valor Econômico</a></p>
<p><span id="more-979"></span></p>
<p>Douglas Leite, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Compras Coletivas (Abecc), concorda e acrescenta que o modelo, quando bem desenvolvido, é vantajoso para todas as partes. Por isso é tão replicado. Segundo ele, a Abecc foi criada com o intuito de colaborar com a organização do segmento e fazê-lo crescer de forma sustentável e com as melhores práticas.</p>
<p>Leonardo Almeida, 25 anos, sabia o quanto era importante inovar quando resolveu abrir com os sócios Fernando Fairbanks, 32 anos, e Rudá Telles, 26 anos, o site Tipland, de descontos para universitários. Ao desenvolver o plano de negócios, ele descobriu que ainda não havia por aqui nenhum concorrente com o mesmo enfoque. “Vimos que a compra coletiva se encaixava perfeitamente nas expectativas dos estudantes ávidos por consumir pela web. Eles são conectados, exigentes e trocam muita ideia. Como a maioria ainda não tem renda consolidada, o valor pago pelo produto ou serviço é, na maioria das vezes, determinante para a compra”, afirma Almeida.</p>
<p>Fundado em agosto, em São Paulo, as ofertas do Tipland vão desde eletrônicos, ingressos para peças de teatro e festas, promoções em academias de ginásticas a cursos rápidos. “Procuramos criar um mix de ofertas coerentes com o universo jovem. Não nos preocupamos apenas com a quantidade, mas com a qualidade do que é disponibilizado. Além disso, todos os nossos parceiros estão próximos à Consolação, Vila Mariana, Perdizes e Pompeia, locais que concentram os alunos das faculdades que em um primeiro momento desejamos focar. Estudos dizem que universitários gastam 80% da receita perto de casa, do trabalho ou da universidade. Comodidade é fundamental para eles”, diz.</p>
<p>A primeira parceria acaba de ser fechada com a ESPM de São Paulo e as conversas estão adiantadas com a PUC, FGV e Mackenzie. No próximo ano, a meta é triplicar o faturamento mensal, hoje estimado em R$ 30 mil. A curto prazo, está nos planos atender Campinas, Brasília e Rio de Janeiro e atuar por meio de franquias.</p>
<p>Tino empresarial aguçado foi determinante para sucesso de Guilherme Wroclawski, 28 anos, e Heitor Chaves, 26 anos. Eles são sócios do SaveME, agregador líder e pioneiro no país. Em meados de 2010, montaram o Coletivar, que tinha a mesma proposta do Peixe Urbano, Clickon e outros. Mas, pouco antes de colocá-lo no ar, perceberam a força dos concorrentes e decidiram mudar. “Eles estavam mais estruturados em todos os aspectos. Nossa verba era curta e não sabíamos qual seria a maneira correta de tornar o negócio conhecido. Foi assim que surgiu a ideia de criar uma página, na época com o nome de ZipMe, para reunir não só as nossas ofertas, mas as da concorrência. Sabíamos que assim ajudaríamos consumidores que não quisessem ter o trabalho de procurar descontos”, diz Wroclawski.</p>
<p>No começo o serviço era gratuito e os dois iam atrás das promoções para a página. “Era bem trabalhoso, mas a receptividade foi tão boa que resolvemos fechar o Coletivar e investir apenas no SaveMe “, diz.</p>
<p>Em setembro do ano passado, o agregador foi comprado pelo Buscapé, que detém 75% do negócio. Wroclawski e Chaves ficaram com os outros 25% e ainda estão à frente da gestão da empresa. Atualmente, recebem 20 milhões de visitas por mês e têm contrato com 750 empresas, 600 delas no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="http://twitter.com/?status=Febre%20dos%20portais%20de%20desconto%20j%C3%A1%20%C3%A9%20bilion%C3%A1ria%20|%20http://www.camara-e.net/2011/10/31/febre-dos-portais-de-desconto-ja-e-bilionaria/" target="_blank"></a></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>O comércio nas redes sociais &#8211; Social Commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 11:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Por definição, Social Commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio, porém, quando isso se expande para os relacionamentos no universo digital, então, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais. Como exemplo, temos o Facebook, criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos EUA. Se ele fosse um país seria o terceiro mais populoso do mundo. Além disso, a maioria do público nas redes sociais são mulheres, que coincidentemente são também a maioria do público consumidor. Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-commerce, ou comércio via Facebook, que, por exemplo, já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.</p>
<p>(Via Portal PEGN &#8211; Ed. Globo)</p>
<p><span id="more-895"></span></p>
<p>Como se sabe, as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut etc.) ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois nelas as pessoas falam sobre seus interesses e dentre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas interagem, por exemplo, buscando esclarecer suas dúvidas, bem como aquelas que outros usuários possam ter usando, para isso, a opinião de pessoas conhecidas ou não. Para se ter uma idéia, 78% das pessoas confia nas opiniões postadas na web, enquanto apenas 14% confia em anúncios.</p>
<p>Esse processo, cada vez mais, antecede as compras que possam ou não ser realizadas pela web, mas que, com certeza,nela se iniciam. Há diversos benefícios que os internautas descobriram nessa interação propiciada pelo Social Commerce como: economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns, aumento do poder de barganha, além, obviamente, de um relacionamento mais próximo com as marcas dos fabricantes.</p>
<p>Apenas para ilustrar como isso ocorre na prática, vou recorrer a um exemplo pessoal. Eu me vi recentemente numa situação nova e interessante. Tinha que comprar um carrinho para bebê, afinal, em breve teremos mais um morador em casa. Porém, ao chegar à loja me deparei com um número imenso de modelos e nenhum vendedor para esclarecer minhas dúvidas. Resultado: fui para casa e pesquisei na web a opinião de outras pessoas que passaram pela mesma dificuldade. Pude observar os comentários, analisar as funcionalidades e a pontuação (número de estrelas) para cada modelo e ainda comparar preços entre lojas, enfim, uma infinidade de informações foram obtidas em apenas um click. Feito isso, em uma viagem recente, pude adquirir com maior segurança um modelo mais adequado às minhas futuras necessidades e por um valor muito mais justo.</p>
<p>Por outro lado, as empresas estão ainda descobrindo que esse é também um caminho para elas próprias interagirem com seus consumidores, pois podem aumentar o seu conhecimento sobre eles, criar um vínculo, posicionar-se, através de uma comunicação direta, e monitorar os resultados dos impactos de suas ações. O que elas estão entendendo é que as redes sociais tornaram-se uma plataforma de interação para acompanhar e até mesmo antecipar tendências sobre interesses de compras. Porém, isso ainda é utilizado de forma incipiente, pois é um trabalho desgastante e muito diferente da mídia tradicional. Porque é uma outra coisa: não é propaganda, não é divulgação, é relacionamento e como sabemos, qualquer relacionamento dá trabalho. Exige conhecimento do outro e dedicação.</p>
<p>Portanto, fica o meu alerta. Se vocês e a sua empresa ainda estão se questionando se devem ou não fazer algo relacionado às mídias sociais, lamento, pois já estão atrasados. Você deveriam já estar se questionando sobre como fazer, pois isso não é uma moda passageira. É uma tendência e que realmente veio para ficar.</p>

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		<title>Tendências para o e-commerce em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 14:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p> O e-commerce cresce de forma consistente no país, entre 30 e 40% a.a., devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital, pois ainda há boa parte da população que não navega, próximo a 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo em torno de 15 bilhões de faturamento (sem vendas de leilões, automóveis e viagens). Esse valor supera as vendas do varejo nos shoppings paulistas. O número de e-buyers hoje é de 23 milhões de pessoas. Um segmento que ganha destaque, embora com menor representatividade em volumes ainda, é o de vestuário. Isto se deve a um problema de padronização, mas os players do setor tem se movimentado para sanar isso, visto que ninguém quer ficar de fora desse movimento. Uma das iniciativas que tem sido tomada é o uso de tamanhos em centímetros. Nos EUA o faturamento com roupas em 2009 foi US$ 27 bilhões, pois já existe a cultura de compras a distância, por catálogos há muito tempo.</p>
<p>(artigo para Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-878"></span></p>
<p> Nesse segmento, crescem as iniciativas que possibilitam assessoria virtual de estilo, como o Boutique.com, criado pelo Google; ou sites de co-criação, como o <a href="http://www.bymk.com.br" target="_blank">ByMK</a>, o <a href="http://www.polyvore.com" target="_blank">Polyvore</a>, a <a href="http://www.camiseteria.com.br" target="_blank">Camiseteria</a> e o <a href="http://www.modcloth.com" target="_blank">ModCloth</a> – em que o cliente decide o que a loja deve comprar.</p>
<p> Dentre os Clubes de compras, nos quais o cliente tem acesso a produtos de grife com grandes descontos, um dos que mais cresce é o <a href="http://www.privalia.com.br" target="_blank">Privália</a>, bem como o <a href="http://www.brandsclub.com.br" target="_blank">Brandsclub</a>, com mais de dois milhões de clientes cadastrados, o <a href="http://www.superexclusivo.com.br" target="_blank">Superexclusivo</a> e o <a href="http://www.coquelux.com.br" target="_blank">Coquelux</a>. Esse tipo de site, que oferece oportunidades únicas a públicos segmentados, deve continuar se expandindo muito em 2011, bem como o outro extremo, que oferece exclusividade e preço alto àqueles que podem bancar a compra de um item antes do seu lançamento, como no site <a href="http://www.e-closet.com.br" target="_blank">e-closet </a>e <a href="http://www.farfetch.com" target="_blank">farfetch.com</a>.</p>
<p> Outro modelo que ganhou forças em 2010 e deverá continuar crescendo muito ainda é o de compras coletivas. Os números começaram tímidos, mas já demonstram rápido crescimento, pois atraíram para o e-market, por um lado, muitos consumidores que ainda não tinham se arriscado a comprar via web e, por outro, aproximou diversas empresas que nem possuem um site próprio, para “degustar” o poder da internet e, pelo visto, elas gostaram.</p>
<p> Os consumidores aprovaram, pois tiveram acesso a produtos com descontos de até 90% do valor do produto e puderam desfrutar de serviços que normalmente não usariam ou adiariam sua compra.</p>
<p> Veremos ainda um grande número de lançamentos de negócios nessa linha, porém mais segmentados, mais focados em determinados nichos de produtos ou segmentos de usuários, principalmente por classe social. Há ainda que se melhorar os serviços prestados, pois há diversos relatos de péssimas experiências, como o prazo dos coupons, ou atendentes que diferenciam os clientes que vieram “desses sites” no momento do atendimento, como também estabelecimentos que fecharam nesse meio tempo. E se isso não for bem trabalhado pelas empresas, poderá rapidamente, desgastar esse modelo.</p>

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		<title>Fraudes no comércio eletrônico</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 12:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>O tema Segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados, por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes. Nesse artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista. O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana <a href="http://www.cybersource.com" target="_blank">CyberSource</a>, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e , no qual, o Brasil figura em sétimo lugar.</p>
<p>(artigo para Portal<a href="http://pegn.com.br" target="_blank"> PEGN &#8211; Globo</a>)</p>
<p><span id="more-876"></span></p>
<p>As fraudes no mundo, segundo essa pesquisa, estão em torno de US$ 10 bilhões ao ano e, no Brasil, representam aproximadamente US$ 500 milhões.</p>
<p>Os comerciantes no mundo real já lidam com fraudes no seu dia a dia, tais como cheques e cartões de crédito roubados, cheques sem fundo etc. No caso do comércio virtual, há esses riscos e alguns outros, devido ao fato de não haver certezas com relação à identidade do comprador e à veracidade das informações fornecidas. Esse é o tipo de fraude mais comum, ou seja, a compra de um bem ou serviço, através de um meio de pagamento fraudulento, principalmente os cartões de crédito.</p>
<p>Qual é o caminho, então? Perder a venda? O vendedor deverá considerar o risco como parte do negócio, ou seja, não há negócios sem risco. Sendo assim, ao ter consciência disso, ele deverá medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo. Por outro lado, obviamente, deverá lançar mão de estratégias que reduzam esse risco e suas perdas.</p>
<p>Para isso, há basicamente dois caminhos possíveis. Um mais prático e um pouco mais caro é terceirizar a operação para empresas especializadas atuantes no setor; são os chamados <em>gateways</em> de pagamentos, que funcionam como um intermediário e que faz toda a análise do crédito. Isso gera maior segurança para quem compra e para quem vende. Há algumas empresas, nesse segmento, que são bem conhecidas: <a href="http://www.pagseguro.com.br" target="_blank">PagSeguro UOL</a>, <a href="http://www.pagamentoseguro.com.br" target="_blank">Pagamento Seguro</a>, <a href="http://www.mercadopago.com.br" target="_blank">Mercado Pago</a>, <a href="http://www.paypal.com" target="_blank">PayPal</a>,<a href="http://www.moip.com.br" target="_blank"> Moip</a>, entre outras. Essa opção é a ideal para pequenas empresas, com pouca ou nenhuma estrutura interna disponível.</p>
<p>Outro caminho é a empresa criar uma estrutura própria. Para isso, deverá focar na identificação do comprador e de suas fontes de pagamento. Além disso, o processo não poderá ser demorado, sendo assim, é interessante o uso de ferramentas automáticas de <em>scoring</em> ou de detecção de sinais de fraudes. Em caso de suspeitas, algumas medidas serão necessárias, como validação do nome e CPF junto à Receita Federal, validação dos dados junto a sistemas de proteção ao crédito, além de validações ativas, quando se entra em contato direto com os clientes.</p>
<p>Com o aumento da profissionalização do e-commerce no país, podemos observar que o cenário tem melhorado e apresentado cada vez mais segurança para todos os participantes do processo de compras.</p>

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		<title>E-commerce em operações BtoB, franquias e atacados</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 12:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Tenho recebido dúvidas freqüentes sobre qual o melhor formato de e-commerce quando se trata de franquias, operações atacadistas e mercado BtoB. A dúvida presente no caso desse tipo de negócio se refere a um fator importantíssimo: o conflito de canais. O que isso quer dizer? Vamos analisar o caso das franquias. Em geral, a intenção [...]]]></description>
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<p>Tenho recebido dúvidas freqüentes sobre qual o melhor formato de e-commerce quando se trata de franquias, operações atacadistas e mercado BtoB. A dúvida presente no caso desse tipo de negócio se refere a um fator importantíssimo: o conflito de canais. O que isso quer dizer? Vamos analisar o caso das franquias. Em geral, a intenção de iniciar uma operação de e-commerce parte do franqueador, mas o dilema é que isso pode ser visto como mais um “concorrente” pelos seus franqueados.</p>
<p>(artigo para o Portal PEGN &#8211; Pequenas Empresas Grandes Negócios)</p>
<p><span id="more-867"></span></p>
<p>No caso dos atacadistas, o questionamento é outro, pois se trata do seu interesse em iniciar vendas diretas ao consumidor, o que obviamente seria visto como um atravessamento por parte dos seus clientes, os varejistas.</p>
<p>E quando de trata de vendas B to B, em que uma indústria, por exemplo, deseja vender diretamente aos pequenos varejistas, sem ter que passar pelos atacadistas, mais uma vez se estabelece um conflito potencial.</p>
<p>São todos chamados de conflitos de canal, pois o risco que existe é de haver uma ruptura na cadeia de distribuição já estabelecida. Como proceder?</p>
<p>Ainda não há respostas conclusivas, mas o que tenho observado são iniciativas no sentido de não “agredir” o parceiro do canal. Uma dessas soluções, por exemplo, tem sido o repasse de uma comissão ao membro do canal que seria, supostamente, “prejudicado” por essa nova operação.</p>
<p>Esse comissionamento, por sua vez, tem uma complexidade que está relacionada à questão da delimitação de território ou da área de influência da loja.</p>
<p>Porém é fundamental encontrar uma solução, pois acima de quaisquer disputas deve estar o consumidor. E este é cada vez mais multicanal. Uma pesquisa que demonstra essa realidade foi feita pelo instituto iProspect, em julho de 2010, nos EUA, sobre o processo de compra de produtos eletrônicos e computadores, que demonstra que o consumidor leva, na sua grande maioria, de uma a quatro semanas para definir sua compra. Antes disso ele visita o site do varejista, o site do fabricante, faz outras pesquisas e quer saber a opinião de outros internautas. Feito isso, 47% deles finaliza sua compra numa loja física e 29% (computadores) e 43% (eletrônicos) na web. A maioria deles alega que não teria adquirido aquele produto se não tivesse executado essas etapas anteriores de pesquisas na web. E as razões alegadas para usar a web nessa fase anterior são: facilidade de comparação de produtos, agilidade na pesquisa e conveniência.</p>
<p>Devemos lembrar que o consumidor ora deseja consumir na loja física e ora deseja praticidade para solucionar um problema, o que é atendido pelo comércio eletrônico e se não encontrar a loja que está habituado a comprar, poderá fazer uma troca nesse momento por outra que o atenda e, nesse caso, a loja original corre sérios riscos de perder não apenas uma venda, mas sim, perder um cliente.</p>
<p>Deve-se, então, avaliar se vale a pena ter um custo adicional para solucionar esses impasses ou ter o custo de perder um cliente.</p>

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		<title>E-commerce – o que vem por aí?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 13:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% a.a., nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase 25 bilhões de reais em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões [...]]]></description>
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<p>O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% a.a., nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase 25 bilhões de reais em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões de pessoas consumindo on-line.</p>
<p> (artigo para o <a href="http://www.portalmundodomarketing.com.br" target="_blank"><span style="color: #3366ff;"><strong>Portal Mundo do Marketing</strong></span></a>)<span id="more-861"></span></p>
<p>A quantidade de internautas no Brasil é superior à população de muitos países, como França, Itália e Espanha. Esses dados justificam a busca crescente de novos varejistas por participar desse universo de oportunidades.</p>
<p> Notamos o fortalecimento de grandes operações como<span style="color: #ff0000;"> </span><a href="http://www.paodeacucar.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Grupo Pão de Açúcar</span></strong></a><span style="color: #3366ff;">,<strong> </strong></span><a href="http://www.americanas.com" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Grupo B2W,</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;"> </span></strong><a href="http://www.walmart.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">WalMart</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;">, </span></strong><a href="http://www.carrefour.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Carrefour</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;">, </span></strong><a href="http://www.magazineluiza.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Magazine Luiza</span></strong></a>, entre outros. Porém, o principal movimento que percebemos hoje é a entrada de pequenas e médias empresas, seja para vender on-line, ou ao menos, divulgar suas campanhas e depois estabelecer seu negócio virtual.</p>
<p> Os Clubes de compras, como <a href="http://www.clickon.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">ClickOn</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;">, </span></strong><a href="http://www.peixeurbano.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Peixe Urbano</span></strong></a>, e o <a href="http://www.saveme.com.br" target="_blank"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #3366ff;">Save Me</span></strong></span></a> &#8211; que reúne a oferta de todos os clubes &#8211; demonstraram a força da web, inclusive para empresas que nem têm um site formatado ainda. Essas empresas, ao publicarem ofertas relevantes para os consumidores, puderam vender grandes lotes de produtos e, principalmente, de serviços, em curtíssimo espaço de tempo, gerando conhecimento de sua marca, trazendo novos clientes e novo faturamento.</p>
<p> No entanto, as novidades não param por aí. Para outros negócios, as melhorias que podem ser feitas na exposição dos produtos ainda trarão excelentes resultados, como é o caso do setor de vestuário, muito desenvolvido nos EUA (sendo uma das principais categorias vendidas), pois já tinham tradição na venda por catálogos,e que migrou para a web, mas também porque lá existe um excelente sistema de numeração, o que não ocorre aqui.</p>
<p> Para facilitar a escolha dos clientes, sites investem em tecnologia para otimizar essa apresentação, utilizando, por exemplo, realidade aumentada, sistema em 3D (que exige monitores adequados), entre outras novidades, fazendo com que o cliente possa visualizar melhor os itens que tem interesse em adquirir. Além disso, fotos de boa qualidade, que podem ser ampliadas por zoom e permitem ver detalhes do tecido, da costura e do acabamento, também são fundamentais.</p>
<p> Embora a categoria ainda represente apenas 2% das vendas via web no país, segundo a consultoria <a href="http://www.ebit.com.br" target="_blank"><span style="color: #3366ff;"><strong>e-bit</strong></span></a>, com essas e outras inovações que aprimoram a experiência de compra do consumidor, como ainda o aperfeiçoamento dos padrões de numeração é possível afirmar que há muito espaço para o crescimento também dessa categoria.</p>

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		<title>Marketing digital: o seu site avaliado por especialistas</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 12:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<h1>Matéria publicada no Portal Pequenas Empresas Grandes Negócios da Globo</h1>
<p><!-- SubTitulo da matéria --><br><br> <a href='http://www.sandraturchi.com.br/destaque/07/o-seu-site-avaliado-por-especialistas/' rel="nofollow">Leia mais &raquo; </a></p>]]></description>
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<h1>Matéria publicada no Portal Pequenas Empresas Grandes Negócios da Globo</h1>
<p><!-- SubTitulo da matéria --><br><br> <a href='http://www.sandraturchi.com.br/destaque/07/o-seu-site-avaliado-por-especialistas/' rel="nofollow">Leia mais &raquo; </a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Brasil lidera o e-commerce na América Latina</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 11:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Segundo levantamento do instituto comScore* a América Latina teve o maior crescimento em audiência na web com relação ao restante do mundo. Mas isso não é, necessariamente, algo positivo. A A.L. representa 8% da audiência global, a Europa 28%, Ásia Pacífico 39% e América do Norte 17%. Ficamos à frente apenas da África, com 7%. [...]]]></description>
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<p>Segundo levantamento do instituto comScore* a América Latina teve o maior crescimento em audiência na web com relação ao restante do mundo. Mas isso não é, necessariamente, algo positivo. A A.L. representa 8% da audiência global, a Europa 28%, Ásia Pacífico 39% e América do Norte 17%. Ficamos à frente apenas da África, com 7%. O Brasil cresceu 23% no último ano, em se tratando de usuários que acessam de casa ou trabalho, locais mais utilizados para compras on-line. Dentre as categorias com destaque estão o setor automobilístico, viagens, classificados e varejo.</p>
<p>(artigo para <a href="http://www.mundodomarketing.com.br" target="_blank">Portal Mundo do Marketing</a>)</p>
<p><span id="more-779"></span></p>
<p> O tempo gasto pelos brasileiros na web é o maior, fator influenciado pela não existência ainda de banda larga em grande escala. Falando-se em atividades online na A.L., as buscas estão em primeiro lugar com 85,5% e o acesso às redes sociais em segundo, com 81,9%, seguidos por email, entretenimento e mensagens instantâneas. A atividade de compras ficou em sétimo lugar com 62,1%, que se equipara à média mundial, o que demonstra que o e-commerce na região ainda está em crescimento, se comparado aos EUA, que tem 83,6%. Outro dado interessante é que 98% das pessoas que visitam sites de e-commerce também visitam sites de buscas no mesmo período.</p>
<p> Aliás, a média de buscas feitas na A.L. supera todos os outros continentes, sendo que os campeões são Colômbia, México e Venezuela. O Google é a empresa com maior participação por aqui, com uma média de 65%, em relação a 50% no restante do mundo.</p>
<p> Comparação de preços é um item muito importante e na A.L. alcança a média de 21,5% das atividades, próximo à mundial de 23,7%. Nesse quesito, os americanos estão na frente com 39% e os brasileiros se destacam em segundo, com 33,8%, sendo o <a href="http://www.buscape.com.br" target="_blank">Buscapé</a> líder nesse campo.</p>
<p> Dentre as categorias de compras que o Brasil está acima da média na A.L. estão livros, lojas de departamentos, esportes, filmes, cosméticos, perfumes e shoppings. E as que ficam abaixo são hardware, flores e presentes, música, tickets, brinquedos, jóias e bens de luxo. O que demonstra oportunidades a serem exploradas.</p>
<p> O Brasil é líder no e-commerce, embora tenha apenas 35% da audiência, contou com 61% dos gastos na região em 2009. Um fato interessante é que 95% dos nossos ‘e-buyers’ adquirem produtos de sites na própria A.L., principalmente do Brasil. Comparando, por exemplo, com Porto Rico, que 95% das compras são provenientes de fora da A.L., podemos crer que nossa performance se deve a fatores não apenas comerciais, mas também culturais.</p>
<p> Dentre os players com crescimento acima de 10% em audiência no último ano, temos <a href="http://www.mercadolivre.com.br" target="_blank">Mercadolivre</a>, <a href="http://www.americanas.com" target="_blank">Americanas.com</a>, <a href="http://www.netshoes.com.br" target="_blank">Netshoes</a>, <a href="http://www.submarino.com.br" target="_blank">Submarino</a>, <a href="http://www.casasbahia.com.br" target="_blank">Casas Bahia</a>, <a href="http://www.pontofrio.com.br" target="_blank">Ponto Frio</a>, <a href="http://www.extra.com" target="_blank">Extra.com</a>, <a href="http://www.magazineluiza.com.br" target="_blank">Magazine Luiza</a>, <a href="http://www.walmart.com.br" target="_blank">Walmart</a>, <a href="http://www.carrefour.com.br" target="_blank">Carrefour</a>, <a href="http://www.fastshop.com.br" target="_blank">FastShop</a>, <a href="http://www.fnac.com.br" target="_blank">FNAC</a> e destaque para o <a href="http://www.Privalia.com" target="_blank">Privália</a> &#8211; site voltado para público de luxo &#8211; com um acréscimo extraordinário de 499%!</p>
<p> Esses grandes competidores têm investido em melhorar a experiência do consumidor, trazendo mais segurança às compras online. O que deve ser ainda aprimorado é a questão do engajamento, mas como podemos perceber, há um grande espaço para crescimento do e-commerce nacional.</p>
<p>( * Maio/2010)</p>

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		<title>Passe segurança nas vendas on-line</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 15:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Para se obter sucesso no e-commerce é fundamental atentar-se para alguns fatores determinantes, atacando de frente aqueles pontos que geram maior receio nos consumidores em suas compras on-line. Os principais receios para que as pessoas não comprem na web estão relacionados, inicialmente, a aspectos financeiros, como fraudes ou clonagem de cartão de crédito, o segundo é [...]]]></description>
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<p>Para se obter sucesso no e-commerce é fundamental atentar-se para alguns fatores determinantes, atacando de frente aqueles pontos que geram maior receio nos consumidores em suas compras on-line. Os principais receios para que as pessoas não comprem na web estão relacionados, inicialmente, a aspectos financeiros, como fraudes ou clonagem de cartão de crédito, o segundo é o medo de não receber o produto, adequadamente e o terceiro é a falta de contato com o produto.</p>
<p> (artigo para o Portal Peq.Empresas Grandes Negócios &#8211; <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152334-17141,00-PASSE+SEGURANCA+NAS+VENDAS+ONLINE.html" target="_blank">PEGN </a>- Globo)</p>
<p><span id="more-773"></span></p>
<p>Para reduzir esses e outros medos dos e-consumidores o lojista deverá investir em um site bem estruturado e preocupar-se com aspectos de segurança contra riscos de invasão por hackers, por exemplo. Há empresas especializadas nisso.</p>
<p> Outro ponto relevante com relação à segurança é a utilização de ferramentas de pagamento seguro, nas quais o varejista on-line poderá contar com um serviço que funciona da seguinte forma, o cliente que está comprando efetua o pagamento a uma empresa parceira ou “intermediária” e não diretamente à loja. Essa empresa parceira funciona como uma “depositária” dessa compra. Esse parceiro é informado pelo cliente se o produto foi recebido corretamente e só então ele efetua o pagamento à loja que vendeu o produto. Além disso, o cliente tem até 14 dias para reclamar e ter seu dinheiro de volta, caso algum problema ocorra. Isso, sem dúvida, traz maior segurança e transparência ao processo. Esse mecanismo todo é chamado de “gateway de pagamento”. Essas empresas parceiras cobram uma taxa, mas não do lojista, e sim do cliente. O lojista não tem custos de adesão e ainda tem a opção de receber um adiantamento das compras realizadas a prazo.</p>
<p> Há ainda outras opções que têm evoluído, como o pagamento ou transferência de valores diretamente, inclusive há um aplicativo do Twitter para isso, chamado Twitpay. Esses novos formatos têm como alvo os altos custos das operações de cartão de crédito, bem como a demora em receber os valores pelos lojistas.</p>
<p> O segundo ponto, que é o receio de não receber o produto corretamente, deve ser atacado com uma operação logística adequada, que ofereça uma entrega rápida e segura ao cliente, bem como uma logística reversa, que é a possibilidade de o cliente trocar ou devolver o produto no caso de quaisquer problemas.</p>
<p>O tratamento para o terceiro ponto, que é a falta de contato com os produtos, é um pouco mais complexo, pois virtualmente ainda não conseguimos transmitir muitas sensações como tato e olfato, por exemplo, mas o que pode ser feito nos sites de e-commerce é utilizar várias formas de apresentação dos produtos, com fotos de diferentes ângulos, vídeos, informações com relação a tamanhos e formatos, indicações de outros usuários que já compraram aquele produto, enfim, uma ampla gama de dados que contribuem para dar mais conforto e segurança ao cliente no seu processo de tomada de decisão de compra.</p>
<p>Essas são apenas algumas medidas que devem constar no planejamento da loja virtual para reduzir a sensação de insegurança dos novos e-buyers. Pense nisso e boas vendas!</p>

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		<title>Bom exemplo de e-commerce nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 18:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.
Artigo [...]]]></description>
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<p>Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.</p>
<p>Artigo para portal <a href="http://www.revistapegn.globo.com" target="_blank">PEGN (Globo)</a>   /  Case apresentado  no evento ProXXIma - abr/10.</p>
<p><span id="more-720"></span></p>
<p>A <a href="http://www.netshoes.com.br" target="_blank">Netshoe</a>s tem por volta de 550 funcionários e existe há dez anos, tendo surgido inicialmente no mundo físico, com lojas em São Paulo e hoje é um dos maiores anunciantes da Web. É um varejo de nicho, pelo foco em artigos esportivos.</p>
<p>Uma das ações que merece destaque é a realização de pesquisas com clientes após três semanas que adquiriram algum item, para identificar como está sua satisfação com o produto. Com isso já possuem 52 mil avaliações que se tornam recomendações de cliente para cliente. Sabendo-se que mais de 80% das pessoas pesquisam na web antes de adquirir um produto, torna-se imprescindível estimular essa interação, visto que nesse caso 40% das compras são influenciadas por indicações de outros usuários.</p>
<p>Outra estratégia bastante interessante é a gestão dos sites de diversos times de futebol e das suas vendas de artigos esportivos com as respectivas marcas.</p>
<p>Todo processo de acompanhamento é baseado no uso inteligente de dados e métricas, tanto do lado da agência como do cliente, o que demonstra outro ponto crucial para o sucesso, que é a gestão a quatro mãos. Com isso avaliam os investimentos feitos em marca e divulgação.</p>
<p>Fazem uso também de email marketing, com ações segmentadas por perfil, por exemplo, se é homem ou mulher, por torcida, há quanto tempo esse cliente interagiu pela última vez, etc. Essas adequações melhoram a performance técnica e evitam que sejam vistos como Spams. Além disso, esse cuidado com o uso dos dados evita correr riscos como de enviar uma promoção de camisetas do Palmeiras pra um corintiano.</p>
<p>Recentemente optaram por investir na marca fora do mundo on-line, utilizando, entre outras ações, de patrocínio de um time de futebol, bem como filmes na TV.</p>
<p>Dentre as estratégias de marketing digital utilizadas ressalta-se o SEO – “Search Engine Optmization”, que é a implementação de técnicas para melhorar o posicionamento do site da empresa em buscadores, como Google, fazendo com que se eleve seu “Pagerank” e posicionando o site na primeira página, além de utilizar paralelamente links patrocinados nesses mesmos sites. Essa estratégia é recomendável, pois ao mesmo tempo em que há maior exposição através da busca orgânica, simultaneamente empregam-se os links patrocinados para promoções com prazos limitados.</p>
<p>Mais um exemplo de boas práticas é disponibilizar meios de contato ao cliente, como chat e Call Center, visto que os clientes se sentem profundamente insatisfeitos quando não tem nenhum tipo de resposta das empresas.</p>
<p>Além disso, como não poderia deixar de ser, monitoram sua marca nas redes sociais. E falando em redes sociais, segundo a empresa, o uso do Twitter não representou um sucesso de vendas, mas foi um caminho interessante de relacionamento empresa-cliente, principalmente em tempos de crescimento do poder do consumidor</p>

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