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	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; comércio eletrônico</title>
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		<title>O comportamento do Social_Consumer e a revolução dos dados</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.
Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. [...]]]></description>
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<p>Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.</p>
<p>Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. Mais importante do que simplesmente mensurar resultados, acompanhar clicks ou mesmo saber o ROI de cada ação na web é o estudo aprofundado dos dados para aprimorar e adequar ofertas de produtos de acordo com o desejo e o momento do consumidor. E nada melhor do que o mundo digital para permitir isso.</p>
<p>(artigo para o Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-991"></span></p>
<p>Algumas empresas se utilizam de táticas simples que “perguntam” ao internauta, de forma lúdica, o que ele prefere dentre algumas alternativas que lhe são apresentadas, como faz o site de moda OLOOK, em que você é convidado a indicar suas preferências utilizando, para isso, fotos de celebridades, looks com diferentes estilos e ao final você recebe um <em>feed back</em> automático, como por exemplo, “você é uma pessoa bem sucedida e de estilo clássico” e a partir daí, com o seu consentimento, passará a receber diretamente, via email, ofertas direcionadas ao seu perfil, na freqüência indicada. Isso acaba com o bombardeio de spams que ainda sofremos, principalmente na era das compras coletivas não segmentadas.</p>
<p>Há também empresas especializadas em desenvolver ferramentas mais avançadas, baseadas em inteligência como a Socialmetrix, que utiliza dados das mídias sociais para traçar estratégias de <em>Business Intelligence </em>para as empresas. Claro, são coisas diferentes, mas tudo isso vai muito além daquela segmentação sócio-demográfica tradicional, que os profissionais de marketing sempre usaram e muitos ainda utilizam somente isso.</p>
<p>É a revolução dos dados e a empresa mestre nesse assunto ainda é, sem dúvida, a Amazon, cujo responsável pela estratégia de análise de dados dizia que temos que separar o que é “<em>treasure</em>” do que  é “<em>trash</em>” nessa era de obesidade de informações.  A regra sempre foi dar suporte aos consumidores em suas decisões de compra, já dizia o fundador Jeff Bezos. No Brasil há alguns casos de empresas que tem procurado colocar em prática de forma eficiente esse aprendizado, como a Netshoes, Magazine Luiza e Tecnisa.</p>
<p>Ajudar as pessoas a comprar, baseando-se na experiência passada de compra, já é aplicado por muitas empresas, agora, em tempos de ampla utilização das mídias sociais temos que ir além, buscando prever futuras aquisições e desejos, identificando através do comportamento do Shopper online, das pesquisas realizadas, dos questionamentos, da procura por recomendações e dicas de outros internautas, etc.</p>
<p>Temos que usar o “Social Data”, pois as pessoas acreditam nas recomendações da sua rede de contatos, bem como têm interesse em contribuir, em compartilhar e até mesmo em responder pesquisas pós-compra de determinado produto ou serviço, seja por um interesse próprio, quem sabe, em receber algum tipo de “bônus” da empresa que está solicitando a sua opinião, seja porque gostaria de ver aprimorado um produto ou serviço que costuma utilizar. Utilizando um exemplo na área de turismo, o cliente poderá responder a um questionário enviado pelo hotel no qual se hospedou recentemente, desde que perceba o genuíno interesse da rede em melhorar seus serviços. Não importa qual a motivação desse cliente, o que importa é o fato de se dispor a interagir. Por isso a empresa deverá ter uma postura muito transparente com relação ao processo, informando como os dados serão, ou não, utilizados, se serão, ou não, compartilhados, etc.</p>
<p>Outro exemplo que demonstra como as pessoas simplesmente desejam compartilhar experiências é o fenômeno do <em>video hauling,</em> em que consumidores desembalam produtos recém adquiridos na frente da câmera do computador e vão fazendo comentários sobre quais foram suas decisões, suas impressões sobre o preço, o produto, etc. E embora isso pareça um pouco “bobinho”, há hoje algumas verdadeiras estrelas do vídeo hauling, que podem influenciar muitos consumidores, como uma garota americana de 18 anos (veja juicystar07) que tem mais de 130 milhões de views e mais de 700 mil pessoas que assinam o seu canal no youtube.</p>
<p>Com isso a pergunta que não quer calar é “você e sua empresa estão preparados para o comportamento desse novo consumidor, o Social_Consumer?”</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Febre dos portais de desconto já é bilionária</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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31 de outubro de 2011
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<h2></h2>
<div>31 de outubro de 2011</div>
<p>Febre na internet, a compra coletiva foi criada nos EUA e chegou ao país no início de 2010. Em poucos meses, descontos arrebatadores, que oscilam entre 50% e 90% do preço do produto ou serviço, caíram no gosto do brasileiro. Atraídos pelo crescimento rápido do setor e pela fácil barreira de entrada, muitos aspirantes a empreendedor resolveram apostar na novidade. Em dezembro do ano passado, o Brasil tinha 405 sites desse tipo ativos. Hoje são 1100 e o segmento deve faturar R$ 1,2 bilhão neste ano. Porém, apesar do boom, o mercado é bastante concentrado. Os dez maiores players são responsáveis por 90% das vendas, de acordo com dados da e-bit.</p>
<div>
<p>Assim como ocorre em todo segmento promissor, a concorrência acirrada aliada à falta de preparo faz com que grande parte dos novos negócios não resista ao primeiro ano de vida e acende a discussão se o modelo resistirá à passagem do tempo. Segundo consultores da área, a resposta é sim. E a especialização tem sido um dos caminhos adotados pelos recém-chegados no ramo para se diferenciar dos demais e sobreviver.</p>
<p>“Acredito que o caminho para quem está chegando agora é escolher um nicho pouco explorado ou uma região geográfica específica e entender a fundo os anseios do consumidor”, afirma Sandra Turchi, coordenadora e professora do curso de marketing digital da ESPM.</p>
<p>Entrevista para o <a href="http://www.valor.com.br/">Valor Econômico</a></p>
<p><span id="more-979"></span></p>
<p>Douglas Leite, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Compras Coletivas (Abecc), concorda e acrescenta que o modelo, quando bem desenvolvido, é vantajoso para todas as partes. Por isso é tão replicado. Segundo ele, a Abecc foi criada com o intuito de colaborar com a organização do segmento e fazê-lo crescer de forma sustentável e com as melhores práticas.</p>
<p>Leonardo Almeida, 25 anos, sabia o quanto era importante inovar quando resolveu abrir com os sócios Fernando Fairbanks, 32 anos, e Rudá Telles, 26 anos, o site Tipland, de descontos para universitários. Ao desenvolver o plano de negócios, ele descobriu que ainda não havia por aqui nenhum concorrente com o mesmo enfoque. “Vimos que a compra coletiva se encaixava perfeitamente nas expectativas dos estudantes ávidos por consumir pela web. Eles são conectados, exigentes e trocam muita ideia. Como a maioria ainda não tem renda consolidada, o valor pago pelo produto ou serviço é, na maioria das vezes, determinante para a compra”, afirma Almeida.</p>
<p>Fundado em agosto, em São Paulo, as ofertas do Tipland vão desde eletrônicos, ingressos para peças de teatro e festas, promoções em academias de ginásticas a cursos rápidos. “Procuramos criar um mix de ofertas coerentes com o universo jovem. Não nos preocupamos apenas com a quantidade, mas com a qualidade do que é disponibilizado. Além disso, todos os nossos parceiros estão próximos à Consolação, Vila Mariana, Perdizes e Pompeia, locais que concentram os alunos das faculdades que em um primeiro momento desejamos focar. Estudos dizem que universitários gastam 80% da receita perto de casa, do trabalho ou da universidade. Comodidade é fundamental para eles”, diz.</p>
<p>A primeira parceria acaba de ser fechada com a ESPM de São Paulo e as conversas estão adiantadas com a PUC, FGV e Mackenzie. No próximo ano, a meta é triplicar o faturamento mensal, hoje estimado em R$ 30 mil. A curto prazo, está nos planos atender Campinas, Brasília e Rio de Janeiro e atuar por meio de franquias.</p>
<p>Tino empresarial aguçado foi determinante para sucesso de Guilherme Wroclawski, 28 anos, e Heitor Chaves, 26 anos. Eles são sócios do SaveME, agregador líder e pioneiro no país. Em meados de 2010, montaram o Coletivar, que tinha a mesma proposta do Peixe Urbano, Clickon e outros. Mas, pouco antes de colocá-lo no ar, perceberam a força dos concorrentes e decidiram mudar. “Eles estavam mais estruturados em todos os aspectos. Nossa verba era curta e não sabíamos qual seria a maneira correta de tornar o negócio conhecido. Foi assim que surgiu a ideia de criar uma página, na época com o nome de ZipMe, para reunir não só as nossas ofertas, mas as da concorrência. Sabíamos que assim ajudaríamos consumidores que não quisessem ter o trabalho de procurar descontos”, diz Wroclawski.</p>
<p>No começo o serviço era gratuito e os dois iam atrás das promoções para a página. “Era bem trabalhoso, mas a receptividade foi tão boa que resolvemos fechar o Coletivar e investir apenas no SaveMe “, diz.</p>
<p>Em setembro do ano passado, o agregador foi comprado pelo Buscapé, que detém 75% do negócio. Wroclawski e Chaves ficaram com os outros 25% e ainda estão à frente da gestão da empresa. Atualmente, recebem 20 milhões de visitas por mês e têm contrato com 750 empresas, 600 delas no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="http://twitter.com/?status=Febre%20dos%20portais%20de%20desconto%20j%C3%A1%20%C3%A9%20bilion%C3%A1ria%20|%20http://www.camara-e.net/2011/10/31/febre-dos-portais-de-desconto-ja-e-bilionaria/" target="_blank"></a></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Marketing Digital &#8211; Fique por dentro do Mobile Commerce e Mobile Payment</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:22:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Por definição, Mobile Commerce é o uso do celular como meio de comercialização de produtos e serviços nas mãos das pessoas. E o Mobile Payment é o uso do celular como um veículo para pagamento e acesso a serviços financeiros. A convergência digital, que pressupõe a integração de várias mídias, já é uma realidade. Mas ao contrário do que se supunha, o veículo eleito para se tornar a base convergente de todos os canais não é a TV nem o computador, mas sim, o celular. O crescimento explosivo deste dispositivo, que a cada dia ganha mais inteligência, vem conquistando um número maior de usuários de forma constante. No mundo todo, a quantidade de aparelhos em 2010 chegou a quase cinco bilhões, segundo estudo da agência de tecnologia da informação e comunicação da ONU. Desse total, cerca de um terço têm acesso à web.</p>
<p>(artigo para Portal PEGN &#8211; Globo)</p>
<p><span id="more-903"></span></p>
<p>A grande base de usuários, aliada à praticidade do celular, abre grandes perspectivas para o m-commerce e também para o mobile marketing, ou seja, a utilização desse canal para veiculação de campanhas publicitárias.</p>
<p>Atualmente os varejistas norte-americanos estão percebendo que os celulares, principalmente os smartphones 3G, começam a ganhar a preferência da nova geração de consumidores por serem mais práticos e econômicos, se comparados aos computadores e suas variáveis móveis (notebooks, netbooks, iPads, etc). E, em particular, empresas de grande porte, que já possuem loja virtual e presença consolidada na Internet, apostam que o comércio via celular será o próximo passo estratégico, na medida em que permitirá aos consumidores contarem com um assistente portátil para facilitar suas compras tanto em lojas físicas, quanto virtuais.</p>
<p>No Brasil o uso do celular para compras e pagamentos ainda está em fase embrionária, mas existe grande potencial de crescimento. De acordo com pesquisa realizada em 2010, pela Acision, empresa especializada em serviços de telefonia celular, em parceria com a consultoria Teleco, 71% dos brasileiros afirmaram que usariam o celular em substituição a um cartão de crédito ou de débito, e 66% para consultar o saldo e movimentar sua conta do banco. Mas ainda existem barreiras a superar, sendo a principal delas, a cultural. Segundo o estudo, 59% dos usuários não confiam no serviço por considerá-lo inseguro, enquanto 15% têm medo de clonagem. Para os comerciantes o sistema de pagamento pelo celular mostra-se vantajoso, pois custará 3% da receita com vendas, enquanto a operação com cartões de crédito chega a consumir 15%. </p>
<p>Há serviços financeiros móveis que já são disponibilizados no país, embora a maioria seja voltada a atender as classes altas. Bancos, por exemplo, oferecem aplicativos para iPhone em que é possível realizar transações bancárias, além de exibir uma lista com agências e caixas eletrônicos próximos ao local em que a pessoa se encontra, via realidade aumentada.</p>
<p>Embora existam serviços disponíveis em diversas tecnologias, ainda há pouca adesão ao mobile banking no Brasil. Uma das razões seria a falta de investimento em comunicação para divulgá-los. Outro motivo seria a idade dos correntistas: pessoas com mais de 35 anos, que são a maioria dos clientes dos bancos, que temem esse recurso.</p>
<p>Mas há perspectivas de crescimento para os próximos anos, com base na demanda existente na baixa renda brasileira. Atualmente, 65% dos beneficiados pelo programa Bolsa Família, por exemplo, possuem aparelhos celulares, mas apenas uma parte deles tem conta bancária. As instituições financeiras e as operadoras móveis prometem novidades para os próximos anos, enquanto o governo estuda a possibilidade de usar o celular como canal para pagamento de benefícios sociais.</p>

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		<title>O comércio nas redes sociais &#8211; Social Commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 11:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Por definição, Social Commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio, porém, quando isso se expande para os relacionamentos no universo digital, então, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais. Como exemplo, temos o Facebook, criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos EUA. Se ele fosse um país seria o terceiro mais populoso do mundo. Além disso, a maioria do público nas redes sociais são mulheres, que coincidentemente são também a maioria do público consumidor. Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-commerce, ou comércio via Facebook, que, por exemplo, já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.</p>
<p>(Via Portal PEGN &#8211; Ed. Globo)</p>
<p><span id="more-895"></span></p>
<p>Como se sabe, as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut etc.) ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois nelas as pessoas falam sobre seus interesses e dentre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas interagem, por exemplo, buscando esclarecer suas dúvidas, bem como aquelas que outros usuários possam ter usando, para isso, a opinião de pessoas conhecidas ou não. Para se ter uma idéia, 78% das pessoas confia nas opiniões postadas na web, enquanto apenas 14% confia em anúncios.</p>
<p>Esse processo, cada vez mais, antecede as compras que possam ou não ser realizadas pela web, mas que, com certeza,nela se iniciam. Há diversos benefícios que os internautas descobriram nessa interação propiciada pelo Social Commerce como: economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns, aumento do poder de barganha, além, obviamente, de um relacionamento mais próximo com as marcas dos fabricantes.</p>
<p>Apenas para ilustrar como isso ocorre na prática, vou recorrer a um exemplo pessoal. Eu me vi recentemente numa situação nova e interessante. Tinha que comprar um carrinho para bebê, afinal, em breve teremos mais um morador em casa. Porém, ao chegar à loja me deparei com um número imenso de modelos e nenhum vendedor para esclarecer minhas dúvidas. Resultado: fui para casa e pesquisei na web a opinião de outras pessoas que passaram pela mesma dificuldade. Pude observar os comentários, analisar as funcionalidades e a pontuação (número de estrelas) para cada modelo e ainda comparar preços entre lojas, enfim, uma infinidade de informações foram obtidas em apenas um click. Feito isso, em uma viagem recente, pude adquirir com maior segurança um modelo mais adequado às minhas futuras necessidades e por um valor muito mais justo.</p>
<p>Por outro lado, as empresas estão ainda descobrindo que esse é também um caminho para elas próprias interagirem com seus consumidores, pois podem aumentar o seu conhecimento sobre eles, criar um vínculo, posicionar-se, através de uma comunicação direta, e monitorar os resultados dos impactos de suas ações. O que elas estão entendendo é que as redes sociais tornaram-se uma plataforma de interação para acompanhar e até mesmo antecipar tendências sobre interesses de compras. Porém, isso ainda é utilizado de forma incipiente, pois é um trabalho desgastante e muito diferente da mídia tradicional. Porque é uma outra coisa: não é propaganda, não é divulgação, é relacionamento e como sabemos, qualquer relacionamento dá trabalho. Exige conhecimento do outro e dedicação.</p>
<p>Portanto, fica o meu alerta. Se vocês e a sua empresa ainda estão se questionando se devem ou não fazer algo relacionado às mídias sociais, lamento, pois já estão atrasados. Você deveriam já estar se questionando sobre como fazer, pois isso não é uma moda passageira. É uma tendência e que realmente veio para ficar.</p>

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		<title>Tendências para o e-commerce em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 14:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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 O e-commerce cresce de forma consistente no país, entre 30 e 40% a.a., devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital, pois ainda há boa parte da população que não navega, próximo a 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo em torno de 15 bilhões de faturamento (sem vendas de leilões, automóveis e [...]]]></description>
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<p> O e-commerce cresce de forma consistente no país, entre 30 e 40% a.a., devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital, pois ainda há boa parte da população que não navega, próximo a 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo em torno de 15 bilhões de faturamento (sem vendas de leilões, automóveis e viagens). Esse valor supera as vendas do varejo nos shoppings paulistas. O número de e-buyers hoje é de 23 milhões de pessoas. Um segmento que ganha destaque, embora com menor representatividade em volumes ainda, é o de vestuário. Isto se deve a um problema de padronização, mas os players do setor tem se movimentado para sanar isso, visto que ninguém quer ficar de fora desse movimento. Uma das iniciativas que tem sido tomada é o uso de tamanhos em centímetros. Nos EUA o faturamento com roupas em 2009 foi US$ 27 bilhões, pois já existe a cultura de compras a distância, por catálogos há muito tempo.</p>
<p>(artigo para Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-878"></span></p>
<p> Nesse segmento, crescem as iniciativas que possibilitam assessoria virtual de estilo, como o Boutique.com, criado pelo Google; ou sites de co-criação, como o <a href="http://www.bymk.com.br" target="_blank">ByMK</a>, o <a href="http://www.polyvore.com" target="_blank">Polyvore</a>, a <a href="http://www.camiseteria.com.br" target="_blank">Camiseteria</a> e o <a href="http://www.modcloth.com" target="_blank">ModCloth</a> – em que o cliente decide o que a loja deve comprar.</p>
<p> Dentre os Clubes de compras, nos quais o cliente tem acesso a produtos de grife com grandes descontos, um dos que mais cresce é o <a href="http://www.privalia.com.br" target="_blank">Privália</a>, bem como o <a href="http://www.brandsclub.com.br" target="_blank">Brandsclub</a>, com mais de dois milhões de clientes cadastrados, o <a href="http://www.superexclusivo.com.br" target="_blank">Superexclusivo</a> e o <a href="http://www.coquelux.com.br" target="_blank">Coquelux</a>. Esse tipo de site, que oferece oportunidades únicas a públicos segmentados, deve continuar se expandindo muito em 2011, bem como o outro extremo, que oferece exclusividade e preço alto àqueles que podem bancar a compra de um item antes do seu lançamento, como no site <a href="http://www.e-closet.com.br" target="_blank">e-closet </a>e <a href="http://www.farfetch.com" target="_blank">farfetch.com</a>.</p>
<p> Outro modelo que ganhou forças em 2010 e deverá continuar crescendo muito ainda é o de compras coletivas. Os números começaram tímidos, mas já demonstram rápido crescimento, pois atraíram para o e-market, por um lado, muitos consumidores que ainda não tinham se arriscado a comprar via web e, por outro, aproximou diversas empresas que nem possuem um site próprio, para “degustar” o poder da internet e, pelo visto, elas gostaram.</p>
<p> Os consumidores aprovaram, pois tiveram acesso a produtos com descontos de até 90% do valor do produto e puderam desfrutar de serviços que normalmente não usariam ou adiariam sua compra.</p>
<p> Veremos ainda um grande número de lançamentos de negócios nessa linha, porém mais segmentados, mais focados em determinados nichos de produtos ou segmentos de usuários, principalmente por classe social. Há ainda que se melhorar os serviços prestados, pois há diversos relatos de péssimas experiências, como o prazo dos coupons, ou atendentes que diferenciam os clientes que vieram “desses sites” no momento do atendimento, como também estabelecimentos que fecharam nesse meio tempo. E se isso não for bem trabalhado pelas empresas, poderá rapidamente, desgastar esse modelo.</p>

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		<title>E-commerce – o que vem por aí?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 13:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% a.a., nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase 25 bilhões de reais em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões [...]]]></description>
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<p>O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% a.a., nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase 25 bilhões de reais em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões de pessoas consumindo on-line.</p>
<p> (artigo para o <a href="http://www.portalmundodomarketing.com.br" target="_blank"><span style="color: #3366ff;"><strong>Portal Mundo do Marketing</strong></span></a>)<span id="more-861"></span></p>
<p>A quantidade de internautas no Brasil é superior à população de muitos países, como França, Itália e Espanha. Esses dados justificam a busca crescente de novos varejistas por participar desse universo de oportunidades.</p>
<p> Notamos o fortalecimento de grandes operações como<span style="color: #ff0000;"> </span><a href="http://www.paodeacucar.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Grupo Pão de Açúcar</span></strong></a><span style="color: #3366ff;">,<strong> </strong></span><a href="http://www.americanas.com" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Grupo B2W,</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;"> </span></strong><a href="http://www.walmart.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">WalMart</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;">, </span></strong><a href="http://www.carrefour.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Carrefour</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;">, </span></strong><a href="http://www.magazineluiza.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Magazine Luiza</span></strong></a>, entre outros. Porém, o principal movimento que percebemos hoje é a entrada de pequenas e médias empresas, seja para vender on-line, ou ao menos, divulgar suas campanhas e depois estabelecer seu negócio virtual.</p>
<p> Os Clubes de compras, como <a href="http://www.clickon.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">ClickOn</span></strong></a><strong><span style="color: #3366ff;">, </span></strong><a href="http://www.peixeurbano.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">Peixe Urbano</span></strong></a>, e o <a href="http://www.saveme.com.br" target="_blank"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #3366ff;">Save Me</span></strong></span></a> &#8211; que reúne a oferta de todos os clubes &#8211; demonstraram a força da web, inclusive para empresas que nem têm um site formatado ainda. Essas empresas, ao publicarem ofertas relevantes para os consumidores, puderam vender grandes lotes de produtos e, principalmente, de serviços, em curtíssimo espaço de tempo, gerando conhecimento de sua marca, trazendo novos clientes e novo faturamento.</p>
<p> No entanto, as novidades não param por aí. Para outros negócios, as melhorias que podem ser feitas na exposição dos produtos ainda trarão excelentes resultados, como é o caso do setor de vestuário, muito desenvolvido nos EUA (sendo uma das principais categorias vendidas), pois já tinham tradição na venda por catálogos,e que migrou para a web, mas também porque lá existe um excelente sistema de numeração, o que não ocorre aqui.</p>
<p> Para facilitar a escolha dos clientes, sites investem em tecnologia para otimizar essa apresentação, utilizando, por exemplo, realidade aumentada, sistema em 3D (que exige monitores adequados), entre outras novidades, fazendo com que o cliente possa visualizar melhor os itens que tem interesse em adquirir. Além disso, fotos de boa qualidade, que podem ser ampliadas por zoom e permitem ver detalhes do tecido, da costura e do acabamento, também são fundamentais.</p>
<p> Embora a categoria ainda represente apenas 2% das vendas via web no país, segundo a consultoria <a href="http://www.ebit.com.br" target="_blank"><span style="color: #3366ff;"><strong>e-bit</strong></span></a>, com essas e outras inovações que aprimoram a experiência de compra do consumidor, como ainda o aperfeiçoamento dos padrões de numeração é possível afirmar que há muito espaço para o crescimento também dessa categoria.</p>

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		<title>e-Commerce &#8211; A conta fecha?</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 20:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web, porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena. Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do <strong>e-Commerce</strong> no Brasil podemos pensar que não haja mais espaço para novos negócios. Grande engano, pois a web oferece a possibilidade de atender a nichos de mercado bastante específicos, permitindo atender a públicos muitos segmentados, que demandam conhecimento especializado no momento da venda.<br><br> <a href='http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/01/e_commerce-a-conta-fecha/' rel="nofollow">Leia mais &raquo; </a></p>]]></description>
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<p>Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web, porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena. Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do <strong>e-Commerce</strong> no Brasil podemos pensar que não haja mais espaço para novos negócios. Grande engano, pois a web oferece a possibilidade de atender a nichos de mercado bastante específicos, permitindo atender a públicos muitos segmentados, que demandam conhecimento especializado no momento da venda.<br><br> <a href='http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/01/e_commerce-a-conta-fecha/' rel="nofollow">Leia mais &raquo; </a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista para o e-bit Informa</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/clipping-imprensa/06/entrevista-para-o-e-bit-informa/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 20:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Em junho/09, Sandra Turch foi a entrevistada do mês no &#8220;e-bit Informa&#8220;. Confira abaixo a íntegra da entrevista.

ACSP dá sua visão sobre o e-commerce!
Conte-nos um pouco sobre a Associação Comercial de São Paulo. Quais são os objetivos?
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<dl id="attachment_265" class="wp-caption alignleft" style="width: 153px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-265" title="Screenshot - Entrevista Sandra Turchi para e-bit - Junho/09" src="http://www.sandraturchi.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/clipping-01-ebit-143x300.png" alt="Screenshot - Entrevista Sandra Turchi para e-bit - Junho/09" width="143" height="300" /></dt>
</dl>
<p>Em junho/09, Sandra Turch foi a entrevistada do mês no &#8220;<a href="http://www.ebitempresa.com.br/ebit-informa.asp" target="_blank">e-bit Informa</a>&#8220;. Confira abaixo a íntegra da entrevista.</p>
<hr />
<h2>ACSP dá sua visão sobre o e-commerce!</h2>
<p><strong>Conte-nos um pouco sobre a Associação Comercial de São Paulo. Quais são os objetivos?</strong></p>
<blockquote><p>A <a href="http://www.acsp.com.br" target="_blank">Associação Comercial de São Paulo</a> é uma instituição<span id="more-261"></span>com mais de 110 anos e sempre foi voltada para apoiar o empreendedorismo e a livre iniciativa. Ela esteve presente em diversos momentos importantes da história da cidade e do país, atuando de forma muito intensa. Hoje em dia, tem entre seus principais objetivos a luta pela redução da carga tributária incidente nos negócios, pela implantação do cadastro positivo e pela redução das taxas de juros para fomentar o crédito. Além disso, apóia os micros e pequenos empresários interessados em comercializar seus produtos em outros países e, recentemente, apóia também as iniciativas voltadas ao e-commerce, entre muitas outras ações.</p>
<p>O principal serviço da ACSP é o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), que é um grande cadastro de dados de pessoas e empresas, utilizado na redução de riscos nas operações de crédito.</p></blockquote>
<p><strong>O que é e como funciona o Fórum Online da ACSP?</strong></p>
<blockquote><p>Através de uma parceria selada com a Câmara e-net (principal entidade voltada ao comércio eletrônico) em novembro de 2008, a ACSP (principal entidade ligada ao varejo tradicional) iniciou esse projeto de levar maior conhecimento aos associados, micros e pequenos empresários, que tivessem interesse em iniciar ou incrementar seus negócios por meio da web.</p>
<p>O WebFórum de e-commerce foi criado em Abril de 2009, para complementar esse projeto e tem como objetivo permitir que seus integrantes possam interagir e trocar experiências, técnicas, sucessos ou frustrações no decorrer dos seus processos de implantação de e-commerce. Atualmente, conta com diversos parceiros de conteúdo e passará a ter parceiros para cursos, fornecedores de soluções, etc.</p></blockquote>
<p><strong>Como você tem visto as movimentações do mercado de comércio eletrônico no Brasil e seu conseqüente crescimento?</strong></p>
<blockquote><p>O comércio eletrônico no Brasil ainda tem muito a crescer, e existem muitas oportunidades de inovação, pois as vendas são extremamente concentradas em poucos players. Aproximadamente 80% do faturamento vêm de apenas 20 empresas. Com isso, há espaço para micros e pequenas empresas lançarem diversos novos projetos. Outro ponto fundamental que impactará e muito esse crescimento é a melhoria nos serviços de banda larga – que todos concordamos que deve melhorar! – bem como o crescimento das classes populares, não só navegando, mas perdendo o receio de fazer transações financeiras na internet.</p></blockquote>
<p><strong>Você ainda vê muitas empresas que não acreditam na internet como um canal de vendas?</strong></p>
<blockquote><p>Na verdade, o que tenho visto, são muitas empresas que ainda não estão fazendo negócios na internet, mas muitíssimos preocupadas em procurar saber como fazer para estarem lá.</p></blockquote>
<p><strong>Que tipo de dificuldade você acredita que os associados de pequeno porte podem encontrar ao investirem no comércio eletrônico?</strong></p>
<blockquote><p>As dificuldades são, muitas vezes, as mesmas que ocorrem no mundo real: Falta de visão estratégica, de planejamento e de conhecimento do seu consumidor.</p>
<p>A dificuldade adicional, quando se trata de internet, reside no fato de esse ambiente ainda ser algo novo para eles, o que gera certo temor.</p>
<p>Por isso, temos investido muito em desmistificar esse tema, levando soluções mais práticas e facilmente aplicáveis.</p></blockquote>
<p><strong>A Associação tem feito algum tipo de ação que incentive os seus associados a investir no e-commerce?</strong></p>
<blockquote><p>Esse projeto é muito recente na ACSP, por isso, nossas principais ações, até o momento, estão relacionadas a levar conhecimento, de diversas formas: Seminários sobre e-commerce, cursos, distribuição de revista do setor (encartada no nosso jornal, o Diário do Comércio) que é parceira do projeto e o WebFórum.</p>
<p>Outras iniciativas estão sendo testadas, nesse momento, no interior de SP, e logo serão divulgadas.</p>
<p>Há também novas ações que estamos estruturando, mas ainda num estágio inicial, por isso não posso citá-las, mas são voltadas à inclusão digital, à criação de negócios online e ao aumento da segurança nas transações, visto que o principal serviço da ACSP é o SCPC.</p></blockquote>
<p><strong>Ultimamente, percebemos que os pequenos e médios lojistas estão ocupando cada vez mais espaço no e-commerce, tendo ganhado 1,62% de market share em comparação com o ano passado. O que você acha desse movimento de distribuição mais equilibrado de market share entre o long tail?</strong></p>
<blockquote><p>Essa é, sem dúvida, uma grande tendência, pois como disse, o e-commerce no Brasil ainda é muito concentrado em poucas empresas. O Long Tail é a melhor forma de ampliar essa descentralização, pois através do atendimento às necessidades de diversos nichos de mercado é que o pequeno empresário poderá ver seu projeto de e-business crescer mais rapidamente.</p></blockquote>
<p><strong>Qual a importância das métricas geradas pela e-bit para o comércio eletrônico?</strong></p>
<blockquote><p>A importância que vejo na <a href="http://www.ebitempresa.com.br" target="_blank"><strong>e-bit</strong> </a>é total, pois fornece informações extremamente confiáveis para que se ampliem as transações online.</p></blockquote>

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