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	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; buscadores</title>
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	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
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		<title>Vivendo no mundo da busca</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 19:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a internet? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, lamento, pois você está perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.
As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando [...]]]></description>
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<p>Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7988-17149,00-INTERNET.html">internet</a></strong>? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, lamento, pois você está perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.</p>
<p>As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando pelos leilões de arte, filmes, flores, quer dizer, tudo. Isso mesmo. Podemos encontrar praticamente tudo na internet. São milhares de lojas vendendo uma infinidade de produtos. É um shopping gigantesco, com o que você imaginar.</p>
<p>(artigo para Portal <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI161092-17141,00-A+EMPRESA+QUE+NAO+FOR+ENCONTRADA+NA+INTERNET+NAO+EXISTE.html" target="_blank">PEGN &#8211; Globo</a>)</p>
<p><span id="more-817"></span></p>
<p>Porém, como fazer para localizar o que se deseja? E como ter certeza de que estamos fazendo realmente um bom negócio? As ferramentas de busca estão aí para isso. Seja por meio do grande campeão de audiência, o Google, ou pelo Yahoo!, ou utilizando buscadores de preços como <a href="http://www.buscape.com.br" target="_blank">Buscapé</a> e <a href="http://www.mercadolivre.com.br" target="_blank">Mercado Livre </a>- entre muitas outras opções -, o importante mesmo para o consumidor é pesquisar antes, e a web oferece vantagens significativas, pois acelera essa procura. Sem esquecer dos clubes de compras, sites privativos para sócios, clubes de descontos, entre outros.</p>
<p>Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras. Dos que adquirem imóveis, por exemplo, são mais de 90%, pois isso facilita a seleção prévia daqueles que serão visitados, de acordo com faixa de preço, localização, tamanho e todas as especificações que o interessado buscar.</p>
<p>O varejo on-line no Brasil tende a realizar mais de R$ 24 bilhões em 2010, se forem somadas as transações de bens de consumo, automóveis e turismo, sendo esse último um dos setores que mais cresce, pois cerca de 90% das passagens aéreas são compradas pela web.</p>
<p>Com tudo isso, torna-se imprescindível conhecer as metodologias para se fazer presente e ser encontrado nessas ferramentas de busca. As empresas não podem mais se dar ao luxo de depender apenas da sua comunicação tradicional, ou de e-mail marketing, por exemplo. Devem investir na inteligência necessária para serem localizadas, pois, como costumamos dizer, o melhor não é ir atrás dos clientes, e sim, ser encontrado por ele.</p>
<p>Deve-se procurar conhecer, profundamente, os mecanismos utilizados por esses sites. Assim, o seu negócio aparecerá com destaque e credibilidade para aqueles que desejam o seu produto ou serviço. Entre diversos aspectos, destaca-se a importância de se ter um site com conteúdo relevante desenvolvido com foco no seu público-alvo, ter um site ou blog desenvolvido dentro de padrões que permitem a identificação pelos buscadores das palavras-chave que você definir, links para outros sites importantes, bem como tê-los também em outros sites, remetendo para o seu e demonstrando a importância que ele tem.</p>
<p>Enfim, não se esgotam aqui as sugestões. Muito pelo contrário: isso é só o mínimo que você deve se preocupar em fazer, se ainda não fez. Se for o caso, lembre-se somente de uma coisa: “A empresa que não for encontrada, simplesmente não existe</p>

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		<title>Você está perdido? Relaxe, você não está só!</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 12:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na [...]]]></description>
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<p>Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.</p>
<p>(artigo para Revista <a href="http://www.clientesa.com.br" target="_blank">Cliente S.A</a>.)</p>
<p><span id="more-783"></span></p>
<p> As companhias devem reaprender como executar o velho marketing. O que observamos é que houve uma inversão na forma como planejávamos e executávamos certas atividades dentro dessa disciplina, pois antes as empresas investiam em grande divulgação para construir suas marcas, primordialmente usando mídia de massa para isso. Quando o consumidor precisava adquirir um produto, tinha que se lembrar de quem o vendia e, por isso, as empresas que possuíam o maior volume de investimento eram as mais lembradas e as mais utilizadas no momento da compra, certo?</p>
<p> Hoje, as pessoas não precisam necessariamente se lembrar das marcas antes de adquirir produtos ou serviços, elas “buscam” o que precisam &#8211; 88% das pessoas fazem buscas na web antes de comprar, são mais de um trilhão de páginas indexadas pelo Google &#8211; e o que mais importa mesmo é que a empresa seja encontrada nessa hora. E isso muda simplesmente “tudo”. Não estou pregando aqui que as mídias de massa devam ser extintas das campanhas realizadas, ou que não se invista mais em construção de marca, não é nada disso, mas deve-se entender como as coisas têm funcionado agora com as Estratégias de Marketing digital.</p>
<p>Além disso, é preciso compreender que os clientes são pessoas, e pessoas que desejam envolvimento, interação, engajamento e não apenas comprar produtos! As companhias devem abrir espaço para uma “conversa” com o cliente. E esse relacionamento deve ser construído passo a passo, leva tempo, dá trabalho, mas é o caminho a ser seguido.</p>
<p>Pela primeira vez, em tantos anos de existência do marketing, mudanças profundas estão ocorrendo que alteram nosso conhecimento do consumidor e a melhor forma de alcançá-lo. Tudo isso exige uma postura de atualização permanente. Não basta conhecer apenas os conceitos já estabelecidos, é necessário saber criar a Presença Digital da empresa de forma adequada, bem como sua Estratégia de Marketing Digital para essa nova era, como <a href="http://www.sandraturchi.com.br/artigos/10/o-marketing-no-seu-celular/" target="_blank">Mobile Marketing</a>, Flash Mob, QR Code, Realidade Aumentada, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/07/brasil-lidera-o-e-commerce-na-america-latina/" target="_blank">E-commerce</a>, M-commerce, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/o-consumidor-nas-redes-sociais/" target="_blank">Redes e Mídias Sociais </a>(Orkut, Facebbok, Formspring, Twitter, LinkedIn, etc),  <a href="http://www.sandraturchi.com.br/artigos/12/o-fascinio-das-redes-sociais/" target="_self">Buscas</a>, SEM, SEO, Buzz, Marketing Viral, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/marketing-digital-e-suas-possibilidades/" target="_self">Advergaming</a>, Games Sociais entre outras inovações.</p>
<p> E é na área de marketing que a empresa buscará apoio para entender o que está ocorrendo. É de lá que se espera uma postura de sintonia com o mercado e de inovação. Portanto, se me permitem dizer, parece que aumentou muito a responsabilidade de quem atua nessa área!</p>

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		<title>Brasil lidera o e-commerce na América Latina</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 11:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Segundo levantamento do instituto comScore* a América Latina teve o maior crescimento em audiência na web com relação ao restante do mundo. Mas isso não é, necessariamente, algo positivo. A A.L. representa 8% da audiência global, a Europa 28%, Ásia Pacífico 39% e América do Norte 17%. Ficamos à frente apenas da África, com 7%. O Brasil cresceu 23% no último ano, em se tratando de usuários que acessam de casa ou trabalho, locais mais utilizados para compras on-line. Dentre as categorias com destaque estão o setor automobilístico, viagens, classificados e varejo.</p>
<p>(artigo para <a href="http://www.mundodomarketing.com.br" target="_blank">Portal Mundo do Marketing</a>)</p>
<p><span id="more-779"></span></p>
<p> O tempo gasto pelos brasileiros na web é o maior, fator influenciado pela não existência ainda de banda larga em grande escala. Falando-se em atividades online na A.L., as buscas estão em primeiro lugar com 85,5% e o acesso às redes sociais em segundo, com 81,9%, seguidos por email, entretenimento e mensagens instantâneas. A atividade de compras ficou em sétimo lugar com 62,1%, que se equipara à média mundial, o que demonstra que o e-commerce na região ainda está em crescimento, se comparado aos EUA, que tem 83,6%. Outro dado interessante é que 98% das pessoas que visitam sites de e-commerce também visitam sites de buscas no mesmo período.</p>
<p> Aliás, a média de buscas feitas na A.L. supera todos os outros continentes, sendo que os campeões são Colômbia, México e Venezuela. O Google é a empresa com maior participação por aqui, com uma média de 65%, em relação a 50% no restante do mundo.</p>
<p> Comparação de preços é um item muito importante e na A.L. alcança a média de 21,5% das atividades, próximo à mundial de 23,7%. Nesse quesito, os americanos estão na frente com 39% e os brasileiros se destacam em segundo, com 33,8%, sendo o <a href="http://www.buscape.com.br" target="_blank">Buscapé</a> líder nesse campo.</p>
<p> Dentre as categorias de compras que o Brasil está acima da média na A.L. estão livros, lojas de departamentos, esportes, filmes, cosméticos, perfumes e shoppings. E as que ficam abaixo são hardware, flores e presentes, música, tickets, brinquedos, jóias e bens de luxo. O que demonstra oportunidades a serem exploradas.</p>
<p> O Brasil é líder no e-commerce, embora tenha apenas 35% da audiência, contou com 61% dos gastos na região em 2009. Um fato interessante é que 95% dos nossos ‘e-buyers’ adquirem produtos de sites na própria A.L., principalmente do Brasil. Comparando, por exemplo, com Porto Rico, que 95% das compras são provenientes de fora da A.L., podemos crer que nossa performance se deve a fatores não apenas comerciais, mas também culturais.</p>
<p> Dentre os players com crescimento acima de 10% em audiência no último ano, temos <a href="http://www.mercadolivre.com.br" target="_blank">Mercadolivre</a>, <a href="http://www.americanas.com" target="_blank">Americanas.com</a>, <a href="http://www.netshoes.com.br" target="_blank">Netshoes</a>, <a href="http://www.submarino.com.br" target="_blank">Submarino</a>, <a href="http://www.casasbahia.com.br" target="_blank">Casas Bahia</a>, <a href="http://www.pontofrio.com.br" target="_blank">Ponto Frio</a>, <a href="http://www.extra.com" target="_blank">Extra.com</a>, <a href="http://www.magazineluiza.com.br" target="_blank">Magazine Luiza</a>, <a href="http://www.walmart.com.br" target="_blank">Walmart</a>, <a href="http://www.carrefour.com.br" target="_blank">Carrefour</a>, <a href="http://www.fastshop.com.br" target="_blank">FastShop</a>, <a href="http://www.fnac.com.br" target="_blank">FNAC</a> e destaque para o <a href="http://www.Privalia.com" target="_blank">Privália</a> &#8211; site voltado para público de luxo &#8211; com um acréscimo extraordinário de 499%!</p>
<p> Esses grandes competidores têm investido em melhorar a experiência do consumidor, trazendo mais segurança às compras online. O que deve ser ainda aprimorado é a questão do engajamento, mas como podemos perceber, há um grande espaço para crescimento do e-commerce nacional.</p>
<p>( * Maio/2010)</p>

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		<title>“Nicho” é a palavra-chave do e-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Quando falamos em e-commerce para pequenas ou médias empresas é necessário entender que o grande diferencial, nesse caso, é a possibilidade de a empresa ter foco em determinados segmentos de mercado e não tentar atender todo mundo, como fazem os magazines. O pequeno e médio empreendedor deve ver no universo on-line a grande oportunidade de atender nichos, que antes tinham dificuldades em encontrar determinados produtos, mas, hoje, contam com as vantagens dos buscadores para localizar praticamente qualquer coisa. Se a empresa entender esse mecanismo de funcionamento terá muito mais sucesso e de forma muito mais rápida, do que se ficar tentando competir de frente com os grandes players.</p>
<p>(artigo para Revista Gestão &amp; Negócios)</p>
<p><span id="more-786"></span></p>
<p>Ok, mas como isso acontece? Você deve estar me perguntando. Bem, imagine uma loja de produtos musicais especializada em itens para canhotos. Isso mesmo, pessoas canhotas (não sei se existe, é uma hipótese!). Quantos itens ela conseguirá vender por mês? Acredito que poucos, não é mesmo? Afinal, quantos canhotos existem em seu bairro que desejam tocar instrumentos musicais? Mas se você levar esse exemplo para o universo da internet, quem tiver esse perfil irá buscar na web e encontrará essa loja, de qualquer parte do Brasil ou do mundo. Mas é claro, isso só vai ocorrer se a loja estiver realmente lá presente, da forma correta.</p>
<p>Para que isso ocorra, não adianta ter um site estático, não se divulgar, não gerar conteúdos relevantes para o seu público. A empresa deverá construir sua presença digital de forma consistente para ser localizada. Além disso, precisará se preocupar em ter uma operação logística bem “azeitada” para poder entregar em todo o país, e mais, se quiser vender fora do país deverá investir na construção de um site no idioma do destino de interesse, obviamente.</p>
<p>Depois que fizer o básico, poderá investir em outras formas de divulgação, como mobile marketing, e mesmo no engajamento dos seus consumidores, via games, além de vídeos que demonstrem a melhor utilização dos seus produtos, bem como redes sociais. Mas lembre-se, antes é necessário desenvolver um bom site, criar interação e conversas com o cliente, aprender a aparecer na busca orgânica dos buscadores, e não apenas fazer links patrocinados.</p>
<p>E, por fim, não acredite em quem quer convencê-lo de que na internet não é preciso investir, que é “baratinho” para anunciar, e coisas do gênero. Para ter sucesso em uma operação online deve haver estratégia, requer investimentos, sim, de tempo e de dinheiro. Mas qual o problema? Afinal, uma loja física também precisa de planejamento e investimento. O que ressalto é que para muitos competidores, sua loja na web já representa, hoje, a melhor loja em vendas de toda sua rede.</p>

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		<title>Conhecimento ampliado pela WEB</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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O movimento de ampliação do acesso à informação trazido pela internet está num estágio embrionário, pode-se dizer. O que temos visto nos dias atuais ainda está para ser compreendido. A verdade é que ninguém, ninguém mesmo, pode prever o que vai acontecer com relação a isso.
(artigo para o Portal Mundo do Marketing)

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<p>O movimento de ampliação do acesso à informação trazido pela internet está num estágio embrionário, pode-se dizer. O que temos visto nos dias atuais ainda está para ser compreendido. A verdade é que ninguém, ninguém mesmo, pode prever o que vai acontecer com relação a isso.</p>
<p>(artigo para o Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-739"></span></p>
<p>Há estudos demonstrando que o acesso à internet modifica o cérebro e faz com que os usuários mais freqüentes tenham uma atividade maior na área de raciocínio complexo e mais velocidade na tomada de decisões. Uma iniciativa interessante é da Fundação Edge, criada nos anos 80 para estimular o debate entre grandes nomes da ciência, que em estudo recente trata de como a web está mudando o processo de pensamento. Dentre suas análises fica claro que embora a internet tenha trazido maior capacidade de acesso ao conhecimento, também ampliou a incerteza com relação à informação.</p>
<p>A mudança de opinião é freqüente e os interesses sobre inúmeros assuntos se multiplicam. Essa experiência todos nós estamos passando, é fato. Nessa pesquisa utiliza-se um termo adequado para descrever isso, “liquidez mental”, pois os pensamentos se tornaram fluidos.</p>
<p>Se somem a isso todas as preocupações recentes com relação à privacidade, como no caso do Facebook, os problemas de direitos autorais, entre outros, fica claro que é impossível prever os resultados de toda essa transformação.</p>
<p>Por outro lado é também fascinante verificar que o acesso a esse novo mundo tem trazido melhorias para a vida de muita gente. Em reportagem recente em um grande veículo de comunicação foram apresentados casos com pessoas de locais remotos do Brasil, com acesso extremamente rudimentar e que, mesmo assim, se beneficiam do universo digital, como a garota indígena do Pará que compra livros e aguarda duas semanas pela sua chegada, pois é seu único meio, visto que não há livrarias nem bibliotecas na sua cidade. Ou então a agricultora pernambucana que usa a web para obter informações sobre previsão do tempo para saber quando é a melhor época para plantar, bem como fazer coleta de água da chuva.</p>
<p>Há o caso de novos empreendedores investindo na criação de Lan houses e que têm visto seu faturamento crescer, como a cabeleireira que comprou computadores para suas clientes navegarem enquanto aguardam o efeito da tintura para cabelo. Não estamos falando de inovações num bairro nobre dos Jardins, e sim da maior favela de São Paulo.</p>
<p>Para concluir, há ainda um rapaz, Bruno Barreto, que criou sozinho o sistema chamado SACSP, para a cidade de SP, captando diversas reclamações postadas por cidadãos paulistanos sobre problemas da cidade e gerando, através de várias análises, um novo olhar para essas reclamações, com interpretações que antes ficavam invisíveis. O site chamou a atenção da prefeitura e hoje Bruno dá consultoria para novos projetos de dados públicos.</p>
<p>Esses são apenas alguns sinais dos novos tempos que vem por aí.</p>

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		<title>Bom exemplo de e-commerce nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 18:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.
Artigo [...]]]></description>
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<p>Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.</p>
<p>Artigo para portal <a href="http://www.revistapegn.globo.com" target="_blank">PEGN (Globo)</a>   /  Case apresentado  no evento ProXXIma - abr/10.</p>
<p><span id="more-720"></span></p>
<p>A <a href="http://www.netshoes.com.br" target="_blank">Netshoe</a>s tem por volta de 550 funcionários e existe há dez anos, tendo surgido inicialmente no mundo físico, com lojas em São Paulo e hoje é um dos maiores anunciantes da Web. É um varejo de nicho, pelo foco em artigos esportivos.</p>
<p>Uma das ações que merece destaque é a realização de pesquisas com clientes após três semanas que adquiriram algum item, para identificar como está sua satisfação com o produto. Com isso já possuem 52 mil avaliações que se tornam recomendações de cliente para cliente. Sabendo-se que mais de 80% das pessoas pesquisam na web antes de adquirir um produto, torna-se imprescindível estimular essa interação, visto que nesse caso 40% das compras são influenciadas por indicações de outros usuários.</p>
<p>Outra estratégia bastante interessante é a gestão dos sites de diversos times de futebol e das suas vendas de artigos esportivos com as respectivas marcas.</p>
<p>Todo processo de acompanhamento é baseado no uso inteligente de dados e métricas, tanto do lado da agência como do cliente, o que demonstra outro ponto crucial para o sucesso, que é a gestão a quatro mãos. Com isso avaliam os investimentos feitos em marca e divulgação.</p>
<p>Fazem uso também de email marketing, com ações segmentadas por perfil, por exemplo, se é homem ou mulher, por torcida, há quanto tempo esse cliente interagiu pela última vez, etc. Essas adequações melhoram a performance técnica e evitam que sejam vistos como Spams. Além disso, esse cuidado com o uso dos dados evita correr riscos como de enviar uma promoção de camisetas do Palmeiras pra um corintiano.</p>
<p>Recentemente optaram por investir na marca fora do mundo on-line, utilizando, entre outras ações, de patrocínio de um time de futebol, bem como filmes na TV.</p>
<p>Dentre as estratégias de marketing digital utilizadas ressalta-se o SEO – “Search Engine Optmization”, que é a implementação de técnicas para melhorar o posicionamento do site da empresa em buscadores, como Google, fazendo com que se eleve seu “Pagerank” e posicionando o site na primeira página, além de utilizar paralelamente links patrocinados nesses mesmos sites. Essa estratégia é recomendável, pois ao mesmo tempo em que há maior exposição através da busca orgânica, simultaneamente empregam-se os links patrocinados para promoções com prazos limitados.</p>
<p>Mais um exemplo de boas práticas é disponibilizar meios de contato ao cliente, como chat e Call Center, visto que os clientes se sentem profundamente insatisfeitos quando não tem nenhum tipo de resposta das empresas.</p>
<p>Além disso, como não poderia deixar de ser, monitoram sua marca nas redes sociais. E falando em redes sociais, segundo a empresa, o uso do Twitter não representou um sucesso de vendas, mas foi um caminho interessante de relacionamento empresa-cliente, principalmente em tempos de crescimento do poder do consumidor</p>

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		<title>E-commerce não é opção, é imposição do mercado!</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 13:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce, consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano, nos últimos anos, o que se manteve em 2009, ainda que se considerando a crise econômica mundial. O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha. O Brasil é o país onde as pessoas passam mais tempo navegando na web. Hoje, existem aproximadamente dezessete milhões de e-consumidores brasileiros e as perspectivas apontam que esse número poderá evoluir rapidamente para vinte milhões, que já é a quantidade de pessoas que se utilizam de serviços financeiros on-line. Essa análise leva em conta o fato de as pessoas terem perdido o receio de fazer tais transações financeiras pela internet, então, o próximo passo natural será a aquisição de produtos e serviços pela rede.</p>
<p>(artigo veiculado na Revista <a href="www.espm.br" target="_blank">ESPM</a> &#8211; 2009 / atualizado 2010)</p>
<p><span id="more-705"></span></p>
<p>Há outros números que representam essa rápida evolução da internet. Nos últimos sete anos, o número de internautas no Brasil quadruplicou e sete, em cada dez internautas, visitam sites de compra. A cada dado verificado torna-se clara a necessidade do varejo estar presente nesse universo.</p>
<p>O faturamento em 2009 foi superior a dez bilhões de reais, e com alguns fatos recentes ocorridos no mercado brasileiro, acredita-se que crescerá ainda mais rapidamente, como foi o caso da entrada de grandes <em>players</em> como: <a href="www.casasbahia.com.br" target="_blank">Casas Bahia,</a> que nesse ano já injetou R$ 3,7 milhões na sua loja virtual; <a href="www.pontofrio.com.br" target="_blank">Ponto Frio</a>, que também lançou sua loja virtual;  <a href="www.walmart.com.br" target="_blank">WalMart</a>, que investiu R$ 25 milhões no seu portal de comércio eletrônico e  o grupo <a href="www.paodeacucar.com.br" target="_blank">Pão de Açúcar</a>, que aperfeiçoou os serviços do <a href="www.extra.com.br" target="_blank">Extra.com</a>, além da recente entrada do <a href="www.carrefour.com.br" target="_blank">Carrefour</a>.  Ironicamente, um movimento muito interessante que vem sendo sinalizado é a perda de participação, no faturamento total, por parte dos grandes varejistas,  devido à entrada de pequenas e médias empresas. Uma demonstração desse fato é que somente no primeiro trimestre de 2009 a redução dessa participação foi de 6,45%.</p>
<p>Isso se deve ao grande interesse observado na busca por maior conhecimento sobre o tema por parte das PMEs, para que também possam entrar nesse universo promissor. Com isso, os microempresários têm participado cada vez mais de cursos e seminários para entender quais os passos necessários, quais as parcerias que precisam ser firmadas, os investimentos, enfim, todo o caminho a ser percorrido.</p>
<p>Outro fator fundamental é compreender o comportamento do e-consumidor, como esse grupo tem evoluído e contribuído para o crescimento do varejo eletrônico. O receio de executar operações financeiras é um dos entraves para um crescimento ainda mais acelerado do e-commerce, porém, como dito acima, isso vem mudando, recentemente, e fazendo com que mais e mais internautas passem a utilizar as facilidades e a conveniência da internet para realizar suas compras.</p>
<p>A entrada das classes populares na internet é hoje um dos fatores que mais movimenta os números da vida on-line. Essas classes, principalmente motivadas pelo interesse na educação dos filhos, se sentem obrigadas a lhes proporcionar acesso à web. Atualmente, com as facilidades geradas pelos financiamentos para a compra de computadores, o segmento de baixa renda foi responsável pelo ótimo desempenho de vendas que esse produto obteve nos últimos anos, pois, em 2007 e 2008  foram vendidos mais computadores que televisores no país.</p>
<p>Ainda sobre o comportamento do consumidor on-line no Brasil, 86% deles se declararam satisfeitos com o processo de compra realizado, segundo pesquisa do instituto <a href="www.ebit.com.br">e-bit</a>, na qual são apontados que os itens mais relevantes para esse índice de satisfação do consumidor são: entrega no prazo, qualidade no atendimento e facilidade na navegação.</p>
<p>Outro fator que tem influenciado as compras na web e essa satisfação é o crescimento das redes sociais colaborativas, que são muito eficazes no momento da decisão de compra, pois o internauta pode obter informações complementares sobre produtos e serviços, bem como indicações de outros consumidores. Por outro lado, as redes servem também como um sinal de alerta para as lojas, que, ao terem acesso às reclamações e sugestões dos clientes, por meio de tais redes, também podem aprimorar seus serviços.  Uma boa parte dos internautas, aproximadamente 46%, costuma pesquisar os comentários de outros usuários antes de realizar suas compras, de acordo com um levantamento realizado junto aos participantes do encontro ‘<em><a href="www.campusparty.com.br" target="_blank">Campus Party’</a></em>, evento realizado em São Paulo: 20% deles disseram ter o  costume  de “postar” informações, dicas e detalhes sobre produtos, em diversos sites e comunidades. Esse é o famoso “marketing boca a boca”, porém potencializado ao extremo, devido à agilidade da rede. Basta lembrar que o brasileiro é um dos povos que mais aderiu à navegação em comunidades on-line como<a href="www.orkut.com.br" target="_blank"> Orkut</a>, <a href="www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a>,<a href="www.twitter.com" target="_blank"> Twitter</a> e <a href="www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, entre muitas outras.</p>
<p>A mesma análise sobre satisfação com o consumo on-line foi verificada em um estudo realizado com consumidores norte-americanos pela <em><a href="www.foresee.com" target="_blank">ForeSee Results</a></em>, o qual demonstra que pessoas com hábito de comprar pela internet estão mais satisfeitas com as lojas virtuais do que com as físicas. Variando numa escala de zero a cem, as lojas virtuais atingiram noventa pontos em satisfação, enquanto o comércio tradicional alcançou apenas 72 pontos. Outro fator, apontado pela pesquisa, é que a chance de o consumidor virtual voltar a comprar na mesma loja, na web, e recomendá-la para outros consumidores é de 65% e 75%, respectivamente, o que demonstra uma enorme fidelização, sonhada por todos os profissionais de marketing.</p>
<p>O mundo das compras on-line foi extremamente facilitado pelas ferramentas de busca, ou os famosos buscadores, como o <a href="www.google.com.br" target="_blank">Google</a>, mas principalmente por aquelas que possibilitam buscas por preço, pois permitem que se façam comparações de modo instantâneo, isso é tão verdadeiro que praticamente todas as pessoas que costumam consumir na rede os consultam regularmente, antes de realizar qualquer compra. Esses pontos tornam o comércio eletrônico bastante peculiar, pois obrigam aos varejistas a se adequarem a um “padrão web”, tendo em vista que não é viável operar de forma muito diferente dos concorrentes, principalmente com relação ao processo de vendas e às formas de pagamento. Sem esquecer que com essa facilidade de acesso às inúmeras informações sobre os produtos, os consumidores passaram a adotar um outro comportamento bastante interessante, o de imprimir suas pesquisas, por exemplo, e ir negociar em uma loja física, para tentar ainda obter a melhor negociação possível.</p>
<p>A sugestão indicada aos varejistas, que ainda relutam em adentrar o mundo on-line, é que procurem criar diversos canais de acesso aos seus consumidores, integrando os novos meios digitais aos tradicionais, como tem sido feito pelas montadoras de automóveis, que disponibilizam todas as informações possíveis on-line para que assim os clientes cheguem à concessionária com sua decisão tomada, ou seja, apenas para fechar o pedido. Nesse mercado, a internet tomou um espaço fundamental, pois de 70 a 80% dos compradores visitam os sites dos fabricantes durante o processo de tomada de decisão. Essa tendência foi apontada na última edição da “<em><a href="www.nrf.com" target="_blank">NRF &#8211; National Retail Federation</a></em>”, no mês de janeiro, em Nova York.  Para atrair a atenção dos consumidores, os principais <em>players</em> desse setor têm investido algo em torno de 10% da sua verba publicitária em estratégias de Marketing Digital, envolvendo ações inovadoras de <em>Mobile</em> Marketing e <em>Advergaming</em>, além das tradicionais campanhas de e-mail marketing e banners.</p>
<p>Há outros exemplos de redes de varejo que possibilitam a compra on-line e a retirada dos produtos pode ser feita diretamente pelo cliente na loja física. Isso se aplica muito bem àqueles que têm certa urgência ou mesmo são mais céticos e não se sentem confortáveis em realizar todo o processo on-line. Outras lojas procuram facilitar a troca de produtos adquiridos on-line, gerando assim, maior confiança no momento da compra.</p>
<p>Deve-se ressaltar também o crescimento da mobilidade, devido à evolução dos aparatos móveis, que traz consigo o conceito de “M-commerce”, ou seja, o comércio via celular. Lembrando que temos hoje no Brasil mais de 175 milhões de linhas ativas. O M-commerce representa ações de compra e venda que podem ter início ou fim com o uso do celular. Pode-se utilizar pelo SMS para informar aos já clientes sobre uma determinada promoção da rede de varejo, por exemplo.</p>
<p>O crescimento do Comércio digital está totalmente associado a uma abordagem de nichos específicos, muito mais do que a mercados de massa, principalmente quando falamos da entrada das PMEs. Essa teoria foi bastante explorada sob o conceito de “<em>Long Tail</em>” ou Cauda Longa, no livro do autor Chris Anderson, segundo o qual, há uma infinidade de pequenos mercados, gerados por desejos específicos de consumidores que se diferenciam dos grandes grupos de consumidores, e isso leva a oportunidades para novos negócios, que são mais facilmente viabilizados pela internet, dado o alcance que esse canal possui e a facilidade gerada pelos mecanismos de busca para se localizarem artigos e serviços peculiares.</p>
<p>Com as facilidades de acesso à internet crescendo incessantemente, com a redução dos custos gerada pela “<em>Cloud Computing</em>” – conceito novo para explicar que não é necessário adquirir todos os equipamentos e softwares para o desenvolvimento de negócios – e com os investimentos menores que o marketing digital permite, não será mais possível que grandes varejistas, e nem pequenos, fiquem à parte dessa nova realidade, a qual traz grandes desafios, mas também grandes oportunidades de atender a novos segmentos e nichos de mercado.</p>

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		<title>Por que as empresas estão preocupadas com as Redes Sociais?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Como sabemos a internet veio para ficar e mudar. Cada vez mais ela faz parte da vida das pessoas e empresas, afetando a forma como consumimos e nos relacionamos. Além disso, praticamente todos os veículos de comunicação estão tratando de assuntos relacionados, o que passou a chamar a atenção dos empresários.
(Artigo para o Portal Pequenas [...]]]></description>
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<p>Como sabemos a internet veio para ficar e mudar. Cada vez mais ela faz parte da vida das pessoas e empresas, afetando a forma como consumimos e nos relacionamos. Além disso, praticamente todos os veículos de comunicação estão tratando de assuntos relacionados, o que passou a chamar a atenção dos empresários.</p>
<p>(Artigo para o <a href="http://migre.me/iN16" target="_blank">Portal Pequenas Empresas Grandes Negócios</a>)</p>
<p><span id="more-658"></span></p>
<p>Para as empresas, mesmo as mais tradicionais, vêm ficando evidente que é preciso conhecer um pouco mais sobre o tema para fazer alguma coisa. Mas fazer exatamente o quê?</p>
<p>Muitos executivos e empresários vêm se sentindo incomodados com essa situação, pois percebem que é necessário se atualizar, mas decididamente, não sabem por onde começar.</p>
<p>Portanto, se você é um deles, saiba que não é o único! Tenho observado esse movimento de perto, tanto sobre a questão da preocupação como do desconhecimento do quê e de como fazer para atuar nesse emaranhado de inovações trazidas pela web. Meu conselho é: “Não desanime e não desista”. O assunto é complexo e poucos têm tido tempo para buscar saber mais a respeito, o que leva a essa angústia.</p>
<p>Ouvimos na mídia alguns casos de sucesso sobre a utilização dessas ferramentas, mas pouco se fala sobre os fracassos. O ponto que se faz necessário compreender é sobre como é possível obter ganhos com a internet, ou seja, como fazer para que ela “jogue a favor” da sua marca.</p>
<p>De fato são muitas as ações a serem tratadas, que obviamente não caberiam em um único texto com espaço limitado, mas ressaltarei nesse e nos próximos artigos, algumas que percebo como sendo as mais importantes.</p>
<p>Vamos à primeira dica: procure mapear quais são as redes sociais que realmente podem ser importantes para o seu negócio. Orkut? Facebook? LinkedIn? Drimio? Enfim, tente identificar em quais delas sua marca é mencionada e de que forma é tratada. Um caminho para isso é pesquisar diretamente. Caso tenha como investir um pouco mais, contrate uma empresa especializada para esse trabalho. Feito isto, procure entender as reclamações mais freqüentes e <strong>resista à tentação de reagir</strong> prontamente, pois isso seria um <strong>“crime” no mundo das redes sociais</strong>. O importante a fazer nessa etapa é analisar essas reclamações e corrigi-las na “vida real”. Por exemplo, se a reclamação é sobre o atraso freqüente na entrega de mercadorias, tente melhorar isso na sua empresa, resolva a fonte dos problemas. Depois interaja diretamente com o cliente reclamante, fora da rede social. Solucione o problema e coloque-se à sua disposição. Procure “encantá-lo”, mesmo que você esteja incomodado nesse momento.</p>
<p>Esse é o melhor caminho. Confie. Se você conseguir fazer com que ele se sinta bem atendido em suas insatisfações, pode ter certeza que ele mesmo voltará àquela rede e contará sobre a solução, elogiando a atuação da sua empresa.</p>
<p>Você deve estar dizendo que nada disso é novo, ou seja, isso é relacionamento com o cliente! É verdade, você tem razão. O que mudou é que antes, se esse cliente insatisfeito podia influenciar umas dez pessoas, agora, meu caro, ele influencia milhares de potenciais consumidores que estavam pensando em comprar o seu produto.</p>

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		<title>Webmarketing x Marketing Tradicional</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Iniciamos 2010 com excelentes perspectivas no campo do emprego, dos negócios, da economia e do marketing. Há um novo cenário, bem menos nebuloso do que vimos há um ano. Alguns aspectos despontam como tendências irreversíveis, sendo uma delas o crescimento do marketing no mundo digital.  Talvez pela novidade, talvez pela necessidade, não se sabe, mas o que não podemos negligenciar é que, de fato, aqueles que estão dentro, não querem sair, e os que estão de fora, sabem que já estão atrasados! As motivações para se ingressar no universo digital são muitas.</p>
<p>(artigo para a <a href="http://www.revistacarreira&amp;negocios.com.br" target="_blank">Revista Carreira &amp; Negócios</a>)</p>
<p><span id="more-641"></span>Em primeiro lugar vem o fato de que metade da população brasileira está na web e o brasileiro é o povo que mais navega. Além disso, são mais de 170 milhões de aparelhos celulares que estão nas mãos de todas as classes sociais, permitindo acesso em qualquer lugar. São pessoas produzindo conteúdos, jogando on-line ou buscando promoções imperdíveis pela internet.</p>
<p>É óbvio que a web não vai resolver todos os problemas, nem veio para suplantar todas as outras mídias, como alguns chegaram a preconizar. A palavra-chave não é revolução, e sim, evolução. A cada nova mídia se renova o acesso às informações, os modelos de negócios, os conteúdos, os formatos. Porém, o que a internet trouxe de muito inovador foi o fato de ter transformado o internauta em mídia.</p>
<p>Observamos a cada dia o crescimento vertiginoso das redes sociais via internet, com todos participando de comunidades com interesses comuns, publicando vídeos, influenciando marcas, colaborando no lançamento de produtos e dialogando diretamente com as empresas&#8230;quero dizer, ao menos com aquelas que estão dispostas a isso! E é aí que está o problema para aquelas que não estão preparadas ou pensam em deixar para agir mais adiante, pois o cliente dessas empresas já está lá. E falando delas.</p>
<p>Para se ter uma ideia, em se tratando de investimentos no marketing digital, as empresas americanas no 1º sem. /2009 direcionaram mais de dez bilhões de dólares ao meio. No Reino Unido, a internet tem o maior share do mundo, com mais de 23% (1º sem./2009) do investimento total sendo canalizado ao marketing digital, com 1,75 bilhões de libras. Hoje já representa algo em torno de 15 a 20% do budget das empresas brasileiras, segundo estima o publicitário <a href="http://www.twitter.com/Walterlongo" target="_blank">Walter Longo</a>, o que torna esse o segundo maior meio do país.</p>
<p>As campanhas em geral contemplam ações que devem mesclar o mundo off-line com o on-line, e no on-line, normalmente incluem search, conteúdo, mídia, email marketing, entre outros, como vídeos e games. Mas o investimento campeão na mídia digital continua sendo mesmo o de buscas, com o <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> liderando com aproximadamente 20 a 30% dos investimentos destinados a marketing digital no país.</p>
<p>Isso nos leva a crer que não parece uma boa estratégia ficar ausente desse processo de evolução. É necessário começar, mesmo que seja errando, mas aprendendo e reinvestindo, pois não há mais tempo para apenas estudar o que fazer.</p>

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		<title>Inclusão digital das MPE’S</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 15:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Nesse ano foi publicada uma pesquisa do Sebrae Nacional, realizada junto às MPE’s, na qual tive a confirmação sobre a postura das MPE’s que continuam otimistas e mantêm sua disposição em aumentar investimentos e contratações. Dentre os principais investimentos que tencionam realizar estão aqueles voltados para a realização de negócios via web, seja num mercado [...]]]></description>
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<p>Nesse ano foi publicada uma pesquisa do Sebrae Nacional, realizada junto às MPE’s, na qual tive a confirmação sobre a postura das MPE’s que continuam otimistas e mantêm sua disposição em aumentar investimentos e contratações. Dentre os principais investimentos que tencionam realizar estão aqueles voltados para a realização de negócios via web, seja num mercado BtoB (business to business), BtoC (business to consumer), BtoG (business to government), entre outros.</p>
<p><span id="more-600"></span></p>
<p>Para isso, o investimento começa com conhecimento, pois sem ter o conhecimento adequado com certeza, os investimentos não serão os mais adequados.</p>
<p>Para iniciar qualquer atividade visando negócios na web o empresário deve contar com bons parceiros para apoiá-lo em seu processo de adaptação e para que possa avançar com maior velocidade, visto que, dada a enorme quantidade de atividades que ele já exerce, não conseguiria evoluir sozinho e também porque não possui equipes dedicadas a cada atividade, como marketing, TI, etc. Sendo assim, o único caminho viável é ter boas parcerias.</p>
<p>Se o empresário for se lançar a um projeto de e-commerce, por exemplo, pode contar inicialmente com organizações como a Associação Comercial de São Paulo – ACSP, a Camara-e.net, o Sebrae entre outros. A ACSP, por meio de um acordo com a Camara-e.net tem levado um programa aos microempresários paulistanos chamado Ciclo MPE.net, no qual o conhecimento é disseminado de forma prática, por meio de palestras de empresas que são <em>experts</em> em cada área de atuação.</p>
<p>Como exemplo disso, para o empresário iniciar seu projeto ele deve conhecer sobre registro de domínio da sua empresa virtual; tem que saber como proceder com relação à segurança do site e das transações financeiras que serão realizadas; precisa ter conhecimento sobre web marketing, ou seja, como se divulgar seus produtos nesse novo espaço, que ele ainda não domina; precisa ter acesso a soluções de logística para entrega dos produtos aos clientes; enfim, aprender sobre todos os pontos que são fundamentais para o bom funcionamento do seu negócio na web.</p>
<p>Está em desenvolvimento pela ACSP um projeto de inclusão digital no sentido de levar também facilidades para a aquisição de equipamentos e softwares às MPE’s, bem como uma certificação que dará maior legitimidade às empresas.</p>
<p>A ACSP possui um canal específico para tratar os parceiros interessados em oferecer produtos e serviços às micros e pequenas empresas, chamado ACSP-Benefícios, que negocia antecipadamente com esses parceiros para poder levar as melhores opções tanto nessa área digital, como também em outros aspectos necessários à operação das MPE’s, como seguro-saúde, vale alimentação, seguros em geral, etc.</p>

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