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	<title>Blog da Sandra Turchi</title>
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	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
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		<title>Tendências digitais em 2010</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/03/tendencias-digitais-em-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 22:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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De tempos em tempos algumas inovações se tornam marcantes, fazendo com que se transformem em verdadeiras tendências, que poderão vir a ser, ou não, parte da realidade, pois algumas dessas tendências não chegam a virar sucessos efetivamente. Nesse momento, dentre as principais tendências que temos visto, em primeiríssimo lugar estão as redes sociais. Chega-se ao [...]]]></description>
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<p>De tempos em tempos algumas inovações se tornam marcantes, fazendo com que se transformem em verdadeiras tendências, que poderão vir a ser, ou não, parte da realidade, pois algumas dessas tendências não chegam a virar sucessos efetivamente. Nesse momento, dentre as principais tendências que temos visto, em primeiríssimo lugar estão as redes sociais. Chega-se ao ponto de empresas solicitarem às suas agências campanhas em redes sociais, como se isso pudesse ser feito de forma independente de uma estratégia de marketing global.</p>
<p>(artigo no Portal Mundo Marketing)</p>
<p><span id="more-674"></span></p>
<p>Esse é o cuidado que devemos ter, pois muitas vezes essas empresas podem não saber se é isso o que estão realmente precisando. Em alguns casos é necessário primeiramente rever sua estratégia de negócio e de marketing, pois provavelmente a solução seja outra.</p>
<p> Outra tendência que tem se tornado muito popular é o uso de QR Codes e de realidade aumentada, tecnologias para viabilizar a união do mundo on-line e do off-line. É possível levar informações ao usuário e entretenimento através de ações inovadoras e surpreendentes, como a da <a href="http://www.pepsico.com.br" target="_blank">Pepsico</a> para os salgadinhos <a href="http://www.doritos.com.br/site/" target="_blank">Doritos</a>.</p>
<p> Mobile Marketing e acesso móvel à web já deixou de ser tendência para se tornar realidade. Hoje, com mais de 175 milhões de linhas, o Brasil se tornou um dos países mais promissores para se realizar negócios nessa área. São diversas alternativas, que vão de ações mais simples, como o envio de SMS, já que 100% dos celulares são compatíveis, até ações pagas pelo cliente ou então a criação de aplicativos a serem baixados pelos usuários, que tem feito bastante sucesso.</p>
<p> Os Smartphones são os grandes responsáveis por fazerem com que as pessoas permaneçam mais tempo conectadas à web, devido à facilidade de acesso. Tem se tratado 2010 como o ano do mobile marketing no Brasil, embora os investimentos publicitários nesse canal ainda sejam pequenos, visto que aproximadamente 80% da base é formada por telefones pré-pagos, o que inviabiliza muitas campanhas. Ainda nessa linha há as estratégias de localização, que viabilizam promoções de forma regionalizada.</p>
<p> Outro item que ainda está na fila de espera para sabermos se efetivamente alcançará o sucesso são os e-readers, como <a href="http://www.kindle.com.br" target="_blank">Kindle</a> e  <a href="http://www.apple.com/ipad" target="_blank">iPad</a>, pois aparentemente o consumidor ainda está avaliando a utilidade dessas inovações versus outros aparatos.</p>
<p> Ressalto outra tendência que não está nos equipamentos, nem nas novas tecnologias, e sim, na forma de adequá-los aos novos usuários, as classes de baixa renda, como a classe D, que é responsável por mais de 30% das compras de computadores no país. Tem-se tornado um desafio interessante compreender qual é a melhor linguagem e os serviços que agregam mais valor a serem percebidos por esse público, que de forma alguma poderá ser ignorado.</p>

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		<title>Brasil – país do futuro?</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/negocios/02/brasil-%e2%80%93-pais-do-futuro/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 15:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[infra estrutura]]></category>
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Desde muito tempo ouvimos que o Brasil é o país do futuro, que Deus é brasileiro, e coisas desse tipo. Passamos pela época do milagre brasileiro, já vivemos diversas crises, sobrevivemos a elas, as superamos, mas e agora? O que nos espera? 

Temos visto desde o início de 2010 uma simples amostra do que vem pela [...]]]></description>
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<p>Desde muito tempo ouvimos que o Brasil é o país do futuro, que Deus é brasileiro, e coisas desse tipo. Passamos pela época do milagre brasileiro, já vivemos diversas crises, sobrevivemos a elas, as superamos, mas e agora? O que nos espera? </p>
<p><span id="more-661"></span></p>
<p>Temos visto desde o início de 2010 uma simples amostra do que vem pela frente. Absolutamente todos os empresários, executivos, empreendedores, publicitários, enfim, todo mundo com quem tenho conversado, diz que o ano já começou acelerado, que a história de que o ano só começa depois do carnaval já é coisa do passado. Em 2010, pelo menos, é o que tem sido observado. A impressão é que praticamente mal houve uma parada no final do ano e tudo já recomeçou, de forma ainda mais veloz.</p>
<p>Isso se deve em parte ao fato de o Brasil ter passado ao largo dessa crise econômica mundial e ter se saído muito bem, o que trouxe uma euforia, um novo gás ao mercado e ao consumo. Tanto é que a inflação já esta dando sinais de retorno, mas isso é outra história. Esse ano promete, teremos eleições e a Copa do mundo na África, que já são dois bons motivos para impulsionar a demanda, mas além disso, teremos pela frente, nos próximos anos, a ‘nossa’ Copa do Mundo, além das Olimpíadas.</p>
<p>O que esses fatores trazem de positivo nós todos sabemos: muito investimento,  geração de empregos, enfim, a tendência é que as oportunidades se perpetuem e que tenhamos ainda muitos meses de bonança pela frente. Por outro lado, o que ainda deverá ser resolvida é a questão justamente de como atender a toda essa demanda.</p>
<p>O primeiro apagão em potencial deverá ser o da infra-estrutura e o segundo, o de talentos. Como todos sabem, temos uma alta taxa de desemprego, porem, uma mão de obra desqualificada, que deixa muito a desejar, atrelada a um padrão educacional que ainda tem muito a evoluir para dar conta desse novo milagre brasileiro.</p>
<p>Se analisarmos esses eventos que ocorrerão num futuro muito próximo, podemos perceber que o grande gargalo será a locomoção e a língua. A locomoção sim, pois o maior aeroporto do país já não atende aos seus brasileiros que estão em férias, o que diremos de todos os estrangeiros que estiverem visitando o país. E isso apenas falando de São Paulo&#8230; Lembrando que não há vôos para interligar várias outras capitais que terão uma programação bastante ativa nesses torneios. Há que se pensar como solucionar essa questão num país de dimensões continentais, como é o nosso. A língua é sim um fator primordial para uma nação que deseja receber bem os seus visitantes e, por mais que a simpatia e o calor humano sejam pontos positivos do povo brasileiro, isso não é solução para tudo. Temos que começar ministrar inglês e espanhol de forma objetiva e competente a partir de já, caso contrário haverá turistas absolutamente perdidos pelo país afora, sem assistência alguma. Uma idéia que tem evoluído nos órgãos competentes e a criação de uma central de atendimento telefônico, única para o país. Isso seria um bom começo.</p>
<p>Além da língua, teremos dificuldades em contratar pessoas com formação essencial para contribuir com esse crescimento. Faltarão engenheiros, administradores, técnicos, para a construção desse futuro, mas também faltarão pessoas especializadas em hotelaria, por exemplo, e também podem faltar os hotéis, não nos esqueçamos disso, ou achamos que os ‘gringos’ ficarão hospedados em “casas de pescadores”? Enfim, teremos uma carência muito grande de mão de obra preparada em quase todos os setores, incluindo no setor digital e e-commerce, o que já está sendo sentido.  Para os empresários e os profissionais de marketing sempre foi imprescindível elaborar um planejamento estratégico para suas companhias, mas pelo visto, parte desse planejamento dependerá, cada vez mais, de toda a conjuntura do país, ou seja, não estará somente nas mãos desses profissionais e é nesse ponto que reside o perigo.</p>
<p>Não quero ser pessimista, mas o com todo esse otimismo (!!), caso as melhorias necessárias não tenham início rapidamente, veremos um verdadeiro caos, o que transformará a experiência de uma Copa do Mundo, ou de Jogos Olímpicos, no Brasil em algo realmente inesquecível, mas não necessariamente por motivos que venhamos a nos vangloriar no futuro.</p>

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		<title>Por que as empresas estão preocupadas com as Redes Sociais?</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/redes-sociais/02/por-que-as-empresas-estao-preocupadas-com-as-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Como sabemos a internet veio para ficar e mudar. Cada vez mais ela faz parte da vida das pessoas e empresas, afetando a forma como consumimos e nos relacionamos. Além disso, praticamente todos os veículos de comunicação estão tratando de assuntos relacionados, o que passou a chamar a atenção dos empresários.
(Artigo para o Portal Pequenas [...]]]></description>
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<p>Como sabemos a internet veio para ficar e mudar. Cada vez mais ela faz parte da vida das pessoas e empresas, afetando a forma como consumimos e nos relacionamos. Além disso, praticamente todos os veículos de comunicação estão tratando de assuntos relacionados, o que passou a chamar a atenção dos empresários.</p>
<p>(Artigo para o <a href="http://migre.me/iN16" target="_blank">Portal Pequenas Empresas Grandes Negócios</a>)</p>
<p><span id="more-658"></span></p>
<p>Para as empresas, mesmo as mais tradicionais, vêm ficando evidente que é preciso conhecer um pouco mais sobre o tema para fazer alguma coisa. Mas fazer exatamente o quê?</p>
<p>Muitos executivos e empresários vêm se sentindo incomodados com essa situação, pois percebem que é necessário se atualizar, mas decididamente, não sabem por onde começar.</p>
<p>Portanto, se você é um deles, saiba que não é o único! Tenho observado esse movimento de perto, tanto sobre a questão da preocupação como do desconhecimento do quê e de como fazer para atuar nesse emaranhado de inovações trazidas pela web. Meu conselho é: “Não desanime e não desista”. O assunto é complexo e poucos têm tido tempo para buscar saber mais a respeito, o que leva a essa angústia.</p>
<p>Ouvimos na mídia alguns casos de sucesso sobre a utilização dessas ferramentas, mas pouco se fala sobre os fracassos. O ponto que se faz necessário compreender é sobre como é possível obter ganhos com a internet, ou seja, como fazer para que ela “jogue a favor” da sua marca.</p>
<p>De fato são muitas as ações a serem tratadas, que obviamente não caberiam em um único texto com espaço limitado, mas ressaltarei nesse e nos próximos artigos, algumas que percebo como sendo as mais importantes.</p>
<p>Vamos à primeira dica: procure mapear quais são as redes sociais que realmente podem ser importantes para o seu negócio. Orkut? Facebook? LinkedIn? Drimio? Enfim, tente identificar em quais delas sua marca é mencionada e de que forma é tratada. Um caminho para isso é pesquisar diretamente. Caso tenha como investir um pouco mais, contrate uma empresa especializada para esse trabalho. Feito isto, procure entender as reclamações mais freqüentes e <strong>resista à tentação de reagir</strong> prontamente, pois isso seria um <strong>“crime” no mundo das redes sociais</strong>. O importante a fazer nessa etapa é analisar essas reclamações e corrigi-las na “vida real”. Por exemplo, se a reclamação é sobre o atraso freqüente na entrega de mercadorias, tente melhorar isso na sua empresa, resolva a fonte dos problemas. Depois interaja diretamente com o cliente reclamante, fora da rede social. Solucione o problema e coloque-se à sua disposição. Procure “encantá-lo”, mesmo que você esteja incomodado nesse momento.</p>
<p>Esse é o melhor caminho. Confie. Se você conseguir fazer com que ele se sinta bem atendido em suas insatisfações, pode ter certeza que ele mesmo voltará àquela rede e contará sobre a solução, elogiando a atuação da sua empresa.</p>
<p>Você deve estar dizendo que nada disso é novo, ou seja, isso é relacionamento com o cliente! É verdade, você tem razão. O que mudou é que antes, se esse cliente insatisfeito podia influenciar umas dez pessoas, agora, meu caro, ele influencia milhares de potenciais consumidores que estavam pensando em comprar o seu produto.</p>

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		<title>Webmarketing x Marketing Tradicional</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Iniciamos 2010 com excelentes perspectivas no campo do emprego, dos negócios, da economia e do marketing. Há um novo cenário, bem menos nebuloso do que vimos há um ano. Alguns aspectos despontam como tendências irreversíveis, sendo uma delas o crescimento do marketing no mundo digital.  Talvez pela novidade, talvez pela necessidade, não se sabe, mas o [...]]]></description>
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<p>Iniciamos 2010 com excelentes perspectivas no campo do emprego, dos negócios, da economia e do marketing. Há um novo cenário, bem menos nebuloso do que vimos há um ano. Alguns aspectos despontam como tendências irreversíveis, sendo uma delas o crescimento do marketing no mundo digital.  Talvez pela novidade, talvez pela necessidade, não se sabe, mas o que não podemos negligenciar é que, de fato, aqueles que estão dentro, não querem sair, e os que estão de fora, sabem que já estão atrasados! As motivações para se ingressar no universo digital são muitas.</p>
<p>(artigo para a <a href="http://www.revistacarreira&amp;negocios.com.br" target="_blank">Revista Carreira &amp; Negócios</a>)</p>
<p><span id="more-641"></span>Em primeiro lugar vem o fato de que metade da população brasileira está na web e o brasileiro é o povo que mais navega. Além disso, são mais de 170 milhões de aparelhos celulares que estão nas mãos de todas as classes sociais, permitindo acesso em qualquer lugar. São pessoas produzindo conteúdos, jogando on-line ou buscando promoções imperdíveis pela internet.</p>
<p>É óbvio que a web não vai resolver todos os problemas, nem veio para suplantar todas as outras mídias, como alguns chegaram a preconizar. A palavra-chave não é revolução, e sim, evolução. A cada nova mídia se renova o acesso às informações, os modelos de negócios, os conteúdos, os formatos. Porém, o que a internet trouxe de muito inovador foi o fato de ter transformado o internauta em mídia.</p>
<p>Observamos a cada dia o crescimento vertiginoso das redes sociais via internet, com todos participando de comunidades com interesses comuns, publicando vídeos, influenciando marcas, colaborando no lançamento de produtos e dialogando diretamente com as empresas&#8230;quero dizer, ao menos com aquelas que estão dispostas a isso! E é aí que está o problema para aquelas que não estão preparadas ou pensam em deixar para agir mais adiante, pois o cliente dessas empresas já está lá. E falando delas.</p>
<p>Para se ter uma ideia, em se tratando de investimentos no marketing digital, as empresas americanas no 1º sem. /2009 direcionaram mais de dez bilhões de dólares ao meio. No Reino Unido, a internet tem o maior share do mundo, com mais de 23% (1º sem./2009) do investimento total sendo canalizado ao marketing digital, com 1,75 bilhões de libras. Hoje já representa algo em torno de 15 a 20% do budget das empresas brasileiras, segundo estima o publicitário <a href="http://www.twitter.com/Walterlongo" target="_blank">Walter Longo</a>, o que torna esse o segundo maior meio do país.</p>
<p>As campanhas em geral contemplam ações que devem mesclar o mundo off-line com o on-line, e no on-line, normalmente incluem search, conteúdo, mídia, email marketing, entre outros, como vídeos e games. Mas o investimento campeão na mídia digital continua sendo mesmo o de buscas, com o <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> liderando com aproximadamente 20 a 30% dos investimentos destinados a marketing digital no país.</p>
<p>Isso nos leva a crer que não parece uma boa estratégia ficar ausente desse processo de evolução. É necessário começar, mesmo que seja errando, mas aprendendo e reinvestindo, pois não há mais tempo para apenas estudar o que fazer.</p>

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		<title>E-commerce e a Baixa Renda</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 17:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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O e-commerce cresce no Brasil de forma consistente, apresentando índices de faturamento superiores a 20% ao ano, nos últimos anos, o que se mantiveram inclusive em 2009, considerado um ano de crise econômica mundial. Tivemos mais de dez bilhões de reais em vendas pela web nesse ano.
(Artigo para a Rev. Cliente S.A.)

 Temos mais de setenta [...]]]></description>
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<p>O e-commerce cresce no Brasil de forma consistente, apresentando índices de faturamento superiores a 20% ao ano, nos últimos anos, o que se mantiveram inclusive em 2009, considerado um ano de crise econômica mundial. Tivemos mais de dez bilhões de reais em vendas pela web nesse ano.</p>
<p>(Artigo para a <a href="http://www.revistaclientesa.com.br" target="_blank">Rev. Cliente S.A.)</a></p>
<p><span id="more-636"></span></p>
<p> Temos mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha. Hoje, existem quase quinze milhões de e-consumidores brasileiros, que cada vez mais estão perdendo o receio de fazer transações financeiras e de comprar pela internet.</p>
<p>A cada dado verificado torna-se clara a necessidade do varejo estar presente nesse universo.  Há o fortalecimento de grandes operações como é o caso da <a href="http://www.casasbahia.com.br" target="_blank">Casas Bahia</a> e <a href="http://www.pontofrio.com.br" target="_blank">Ponto Frio</a>, do <a href="http://www.paodeacucar.com.br" target="_blank">Grupo Pão de Açúcar</a>, que ameaçará a hegemonia do grupo B2W, detentor das marcas <a href="http://www.americanas.com.br" target="_blank">Americanas.com </a>e <a href="http://www.submarino.com" target="_blank">Submarino</a>. Além disso, o <a href="http://www.walmart.com.br" target="_blank">WalMart</a> investiu R$ 25 milhões no seu portal de comércio eletrônico. Muitas pequenas e médias empresas também estão se ajustando para divulgar suas campanhas on-line e para estabelecer seu próprio negócio virtual.</p>
<p> Há muitos casos de companhias nacionais que criaram blogs para dialogar de perto com seus clientes, além de empresas, como as montadoras de veículos e as construtoras de imóveis, que têm investido muito nesse canal de venda, pois detectaram que quase todas as transações realizadas passaram antes por uma pesquisa na web para coleta de mais informações, para ver indicações, enfim, a pré-venda está sendo feita por caminhos digitais.</p>
<p> Observando pelo lado dos consumidores, as classes de baixa renda têm sido as grandes responsáveis pelo crescimento contínuo das vendas. Segundo pesquisa elaborada pelo instituto <a href="http://www.datapopular.com.br" target="_blank">Data Popular </a>para a <a href="http://www.acsp.com.br" target="_blank">Associação Comercial de SP</a>, junto aos paulistanos, da classe C, por exemplo, aproximadamente 25% já compraram on-line e nas classes DE já ultrapassa os 7%. Mais de 26% do público citou ter interesse em comprar presentes no último natal pela internet. Outro ponto importante levantado pela pesquisa é que 28% do público sempre lêem as propagandas enviadas por email e aproximadamente 50% às vezes lêem.</p>
<p> O medo com relação à segurança ainda é muito presente junto às classes DE, pois mais de 50% manifestaram que acham a internet insegura para compras. Embora hoje no Brasil grande parte do acesso à internet seja feito fora de casa (aprox. 50%), utilizando computador de terceiros, trabalho ou mesmo as lan-houses, esse público manifesta abertamente seu interesse por um melhor acesso, via banda larga, pois quase 60% do público pretendem adquirir um computador ligado à rede e com banda larga!</p>
<p> Sendo assim, é de suma importância que as empresas se adequem urgentemente se quiserem ampliar suas vendas via web e vender a esse perfil de público. Deverão adaptar seus sites, tornando-os mais práticos, com melhor usabilidade, bem como suas operações de e-commerce, permitindo acesso rápido e fácil aos produtos desejados e adequando sua linguagem aos diferentes públicos, como por exemplo o feminino, o infantil, entre outros.</p>
<p> Torna-se imprescindível evitar termos técnicos, muitos passos e clicks até chegar ao final, e acima de tudo, oferecer segurança, através de certificações que comprovem que o site é de uma empresa idônea e que o consumidor poderá comprar sem medo de não receber o produto ou de ter seu cartão de crédito clonado.</p>

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		<title>e-Commerce &#8211; A conta fecha?</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 20:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web, porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena. Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do e-Commerce no Brasil podemos pensar que [...]]]></description>
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<p>Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web, porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena. Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do <strong>e-Commerce</strong> no Brasil podemos pensar que não haja mais espaço para novos negócios. Grande engano, pois a web oferece a possibilidade de atender a nichos de mercado bastante específicos, permitindo atender a públicos muitos segmentados, que demandam conhecimento especializado no momento da venda.</p>
<p>As micro e pequenas empresas, que ainda estão sem saber o que fazer, podem “testar” o <strong>e-Commerce</strong> com investimento muito baixo, participando de sites que são integradores de lojas, como num shopping. Com isso os custos são rateados, permitindo estar on-line, vendendo, ou seja, tendo uma experiência com essas ferramentas. Esses “shoppings” cobram um valor similar a uma taxa de aluguel ou condomínio, dessa forma o lojista pode verificar se consegue interagir no mundo on-line, se tem estrutura para manter a loja no ar e atualizada, e ainda medir os resultados.</p>
<p>Em geral, a operação para estar presente nesse tipo de portal de compras é muito simples, não requer uma grande especialização. Obviamente, esse modelo não permite muitas customizações e adequações, mas mesmo assim, é uma ótima alternativa para quem está começando, a preços realmente muito atrativos.</p>
<p>O ideal mesmo é buscar criar vários canais de acesso para seus clientes. Como exemplo há lojas que permitem comprar on-line e retirar o produto diretamente na loja física, isso serve para os mais céticos que ainda não se sentem confortáveis em realizar todo processo via web.</p>
<p>Mas o “X” da questão não está somente em ter uma loja ou estar on-line. É fundamental ser encontrado por aqueles que demandam esse tipo de produto e isso ocorre se a empresa for localizada por buscadores, como o Google, hoje o principal canal de pesquisa que antecede as compras de quase tudo. Isso sim demanda conhecimento especializado e bastante trabalho, além de novos investimentos, que podem ser bem superiores ao investimento no próprio e-commerce.</p>
<p>Isto vale para produtos ou serviços. A importância de ser localizado pelos buscadores é crucial para o sucesso ou fracasso dos negócios. Para citar um exemplo de serviço, que é um setor menos comentado do que outros, o negócio pode ser uma assistência técnica de eletrodomésticos. O site da empresa deve indicar claramente se ela é autorizada de que fabricantes, sua localização, tempo de resposta, tipo de atendimento, bem como horário de funcionamento. Por que tudo isso? Pois esses são pontos muito relevantes para quem estiver procurando esse tipo de serviço e será importante isso aparecer rapidamente para ele.</p>
<p>É preciso tentar pensar com a mente do cliente (e isso é um ponto óbvio em marketing, que poucas empresas fazem!). O que quero dizer? Não é necessário realizar grandes, e caras, pesquisas de mercado para identificar qual é o processo de decisão do cliente. Basta perguntar diretamente a alguns deles para descobrir qual o caminho que percorrem até chegar à sua loja. Por exemplo, falando desse caso, como a pessoa vai procurar nos buscadores a tal assistência técnica? Em geral ela digitaria “assistência técnica da marca tal”, e poderia complementar colocando a cidade ou o bairro para refinar a busca. Com isso, surgirão nas primeiras páginas, como “resposta”, empresas cujos sites estiverem bem construídos e que fizeram sua lição de casa adequadamente.</p>

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		<title>Otimismo por todos os lados</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 17:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Que o brasileiro é um povo otimista nós já sabemos, mas seu poder de reação diante de momentos críticos é quase mágico. É bastante curioso fechar um ano complexo como 2009 de forma tão positiva. Segundo pesquisa realizada pela Associação Comercial de SP 40,1% dos paulistanos afirmaram que gastariam mais em suas ceias de Natal [...]]]></description>
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<p>Que o brasileiro é um povo otimista nós já sabemos, mas seu poder de reação diante de momentos críticos é quase mágico. É bastante curioso fechar um ano complexo como 2009 de forma tão positiva. Segundo pesquisa realizada pela <a href="http://www.acsp.com.br" target="_blank">Associação Comercial de SP </a>40,1% dos paulistanos afirmaram que gastariam mais em suas ceias de Natal e 28,2% disseram que dariam mais presentes em 2009, se comparado ao Natal de 2008.</p>
<p><span id="more-620"></span></p>
<p>Em outro levantamento foi possível observar que as vendas de automóveis cresceram 15,1% sobre 2008 e a previsão para 2010 é aumentar ainda 15% se comparado a 2009. Claro, este foi um setor que contou com grande incentivo do governo, mas a predisposição do brasileiro em se endividar para não perder uma boa promoção demonstra um comportamento muito interessante.</p>
<p>O grupo responsável por essa continuidade nos índices de consumo e pela manutenção da economia aquecida tem sido, principalmente, as classes de baixa renda, cujo movimento foi inicialmente percebido pela evolução da classe C e, recentemente também tem sido observado na evolução da classe D. Obviamente programas do governo, como o bolsa família, têm grande mérito nesse crescimento, mas a questão é que um fator econômico acaba por estimular o outro, ou seja, havendo mais renda, haverá mais consumo e com isso haverá mais empregos, mesmo que sejam empregos informais, e assim por diante.</p>
<p>Há ainda uma enorme demanda reprimida, principalmente, nas classes mais baixas, por diversos produtos, como eletrodomésticos e automóveis, sem falarmos na questão da casa própria. Apenas para exemplificar, é comum encontrar casas nas periferias das grandes cidades que, mesmo sem reboco nas paredes, possuem eletroeletrônicos de última geração. Isso ocorre pois em geral as famílias de baixa renda se ajudam mutuamente e conseguem realizar o famoso crediário para adquirir bens que serão pagos em conjunto por membros do clã.</p>
<p>Outro fenômeno muito interessante é perceber a preferência pelo consumo de produtos de alta qualidade no seu dia-a-dia, pois essas famílias não podem se arriscar comprando itens que posteriormente possam vir a lhes trazer problemas. Essas famílias representam mais de 26 milhões de pessoas que estão subindo de escala social!</p>
<p>Olhando para outro extremo, ou seja, o consumo de luxo, pode-se observar também movimentos de consumo bastante interessantes, seja pelo crescimento de sites voltados para a venda de roupas de grife, como o <a href="http://www.superexclusivo.com.br" target="_blank">Superexclusivo</a>, por exemplo, seja pela vinda de marcas de luxo em formatos diferenciados, como as lojas-relâmpago.</p>
<p>Pela perspectiva empresarial é observado também um otimismo incrível, pois presidentes de grandes corporações demonstram pré-disposição para investir ainda mais no país em 2010, como é o caso da <a href="http://www.nestle.com.br" target="_blank">Nestlé</a>, cujo investimento anunciado será da ordem de R$ 350 milhões, além da abertura de novos postos de trabalho pelo mercado, que vem sendo anunciada, dada a perspectiva de crescimento.</p>
<p>Se analisadas ao longo do ano, essas mudanças foram torneadas de forma bastante rápida, pois até meados de 2009 ainda se percebia muito ceticismo, visto que grande parte dos empresários e executivos ainda estava contabilizando suas dívidas e lamentando a perda de seus bônus. A partir de setembro porém, o índice de confiança do consumidor e o índice de confiança empresarial, publicados por diferentes instituições, apontaram crescimento mês a mês, indicando níveis melhores do que na fase pré-crise.</p>
<p>Além disso teremos um ano de copa do mundo e eleições, que por si só já movimentarão milhões de recursos no país. As perspectivas, que já são realmente positivas, poderão ficar ainda melhores se ocorrerem alterações como a aprovação do Cadastro Positivo, pelo Congresso Nacional, que possibilitará o acesso ao crédito para milhões de novos consumidores.</p>
<p>Que venha 2010 !!</p>

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		<title>A internet e os negócios</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 13:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Muito se tem falado sobre o crescimento nos investimentos em mídia on-line, sobre a ampliação do uso de estratégias de marketing digital e sobre o uso cada vez maior das redes sociais digitais para se comunicar ou vender aos consumidores, bem como sobre como essas inovações mudam o jeito de fazer marketing.
Quando falamos disso, porém, [...]]]></description>
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<p>Muito se tem falado sobre o crescimento nos investimentos em <strong>mídia on-line</strong>, sobre a ampliação do uso de estratégias de <strong>marketing digital </strong>e sobre o uso cada vez maior das redes sociais digitais para se comunicar ou vender aos consumidores, bem como sobre como essas inovações mudam o jeito de fazer marketing.<span id="more-614"></span></p>
<p>Quando falamos disso, porém, nos parece que todas as empresas já estão conectadas ou habituadas a utilizar essas ferramentas, assim como também familiarizadas aos termos relativos a essas atividades. Porém, apenas 66% das empresas paulistanas possuem website, de acordo com pesquisa realizada pela <a href="http://www.acsp.com.br" target="_blank">Associação Comercial de São Paulo (ACSP)</a> no final de 2009 e somente 36% realizam negócios pela internet. Ou seja, a grande maioria ainda não está efetivamente usufruindo dos benefícios da rede para obter novas receitas ou otimizar processos.</p>
<p>Isso nos leva a concluir que não bastam projetos de “inclusão digital” de <strong>empresas</strong>. É necessário também levar a esses <strong>empreendimentos</strong> conhecimento e condições de produzirem riqueza utilizando a internet como plataforma para trazer novos clientes, além, obviamente, de oferecer um atendimento mais qualificado aos clientes atuais.</p>
<p>Quando observamos a alegação de 46% dos empresários de que não realizam <strong>negócios on-line</strong> por não haver necessidade, percebe-se outro ponto interessante: muitos, na verdade, não sabem ao certo o que a <strong>internet</strong> pode lhes proporcionar. O ponto de partida deve ser, então, esclarecer melhor sobre o potencial da web a essas empresas.</p>
<p>Outro fator importante a ser salientado é a oportunidade para <strong>pequenas e médias empresas</strong>, fornecedoras de serviços de TI, visto que, na maioria dos casos, as funções de TI são executadas por fornecedores externos. Cresce também o espaço para empresas que realizam treinamentos e cursos sobre o assunto.</p>
<p>Como exemplo de atividades que vem sendo implantadas para a geração de negócios on-line é possível citar as montadoras de veículos que usam a web para esclarecer dúvidas dos potenciais compradores antes que eles se dirijam a uma loja para fechar o negócio. Ou o setor de construção civil com seus lançamentos imobiliários, além do mercado financeiro com instituições que tem feito uso inovador das ferramentas de marketing digital, como o desenvolvimento de aplicativos para telefonia celular, por exemplo.</p>
<p>O investimento dessas empresas nessas ações supera a marca de 10% de sua verba publicitária, o que representa uma quebra de paradigma. Entretanto, isso só tem ocorrido porque essas companhias constataram a eficácia desse meio para trazer novos consumidores, bem como incrementar resultados financeiros.</p>
<p>Falando de <strong>micro e pequenas empresas</strong>, podemos observar casos que vão desde uma loja de produtos eletrônicos de um bairro de São Paulo até comunidades carentes do Amapá, que comercializam seus artesanatos pela web e os entregam dentro e fora do país.</p>
<p>Com isso, percebe-se uma grande movimentação por parte das MPEs no sentido de conhecer mais sobre esse mundo novo do e-commerce e do marketing digital para não deixar escapar excelentes oportunidades de crescimento em seus negócios.</p>

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		<title>Medindo resultados on-line</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 21:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Uma das principais demandas dos profissionais de comunicação e marketing sempre recai sobre a comprovação dos resultados de suas campanhas. No passado era necessário esclarecer quais os impactos da veiculação em TV ou jornal para a marca, ou qual o efeito de tal anúncio nas vendas de determinados produtos. Hoje posso dizer que a dificuldade [...]]]></description>
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<p>Uma das principais demandas dos profissionais de comunicação e marketing sempre recai sobre a comprovação dos resultados de suas campanhas. No passado era necessário esclarecer quais os impactos da veiculação em TV ou jornal para a marca, ou qual o efeito de tal anúncio nas vendas de determinados produtos. Hoje posso dizer que a dificuldade tem sido extremamente ampliada com o uso, cada vez maior, das estratégias digitais de marketing, tendo em vista a grande diversidade de ações que podem ser empregadas e a complexidade para sua mensuração.</p>
<p><span id="more-602"></span></p>
<p>Mas, se por um lado ficou mais trabalhoso acompanhar e explicar os resultados por conta das mídias digitais, por outro se tornou claro que não é viável estar ausente desse canal de comunicação para tratar de praticamente todos os produtos, para quase todos os perfis de consumidores.</p>
<p>Na prática o caminho mais indicado a ser percorrido é o de se definir inicialmente quais os objetivos que se deseja atingir com a realização daquela campanha, pois embora isso pareça óbvio, não é, pois nem todo mundo está querendo vender! Muitas vezes o que se almeja é captar contatos, ou então interessados em realizar cursos, por exemplo. Nesses casos, a taxa de conversão que devemos analisar é se os <em>prospects </em>estão preenchendo algum tipo de formulário ou cadastro.</p>
<p>Além dessa definição inicial temos que estabelecer entre três a quatro parâmetros de acompanhamento que serão os pontos fundamentais para dizer se a campanha está trazendo os resultados esperados ou não. É necessário realizar um acompanhamento diário, ou até em menor tempo, para avaliarmos se os investimentos realizados estão sendo alocados nos melhores canais, sejam eles portais, links patrocinados, etc. E essa é uma das grandes vantagens da web, pois é possível fazer alterações de rota em tempo real.</p>
<p>Aliás, esse é um ponto importante. Deve-se analisar os resultados trazidos não apenas pelos diferentes canais onde está sendo feita a veiculação, mas também os diferentes formatos utilizados para tal. Se estivermos falando de banners é necessário analisar qual o tipo que mais atrai a atenção do internauta. No caso de links patrocinados, analisar as palavras-chave selecionadas e alterá-las sempre que necessário, em busca de melhores respostas. Isso demonstra que não se pode ficar focado apenas nos resultados baseados em clicks, pois eles não retratam exatamente tudo o que está acontecendo, até mesmo porque, na maioria dos casos, as campanhas são integradas, ou seja, uma mala direta leva ao site, ou um anúncio em revista ou TV pode levar a um hotsite, enfim, é necessário avaliar através de múltiplas métricas para se chegar a uma conclusão mais adequada.</p>
<p>Outra dificuldade é avaliar o impacto gerado pelas redes sociais. Se analisarmos pelo lado da construção de marca, há soluções voltadas para levantar dados sobre a situação da empresa em diversas comunidades significativas, e há também muitas estratégias para que a mesma se relacione melhor com essas redes, mas ainda é difícil dizer ao certo qual será o seu real impacto.</p>
<p>Outro fator é a influência dessas redes nas vendas. Sabemos que as pessoas utilizam cada vez mais a web para pesquisas antes das compras. Por exemplo, no setor imobiliário está em torno de 90% e no setor automobilístico é de mais de 80%, mas como as empresas podem mensurar exatamente o impacto direto nas suas vendas ainda é um passo a ser dado.</p>
<p>De qualquer maneira a mídia on-line ainda está em plena evolução, há muito a ser testado e mudado, o que fará com que a Internet seja vista em breve como um ótimo canal na construção e consolidação das marcas.</p>

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		<title>Curso de Férias &#8220;Estratégias de Marketing Digital&#8221; na ESPM &#8211; Nova Turma</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 16:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Se você não conseguiu se inscrever, não se desespere. Conseguimos abrir mais uma turma, que vai de 26 a 30 de janeiro (de terça a sexta-feira, das 19h30 às 22h30 e sábado das 9h00 as 12h00).
Organizado por mim e pela Marta Gabriel, o curso &#8220;Estratégias de Marketing Digital &#8211; Saiba como aumentar a eficiência dos [...]]]></description>
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<p>Se você não conseguiu se inscrever, não se desespere. Conseguimos abrir mais uma turma, que vai de 26 a 30 de janeiro (de terça a sexta-feira, das 19h30 às 22h30 e sábado das 9h00 as 12h00).</p>
<p>Organizado por mim e pela Marta Gabriel, o curso &#8220;<strong>Estratégias de Marketing Digital &#8211; Saiba como aumentar a eficiência dos canais digitais, conquistando e fidelizando clientes</strong>&#8221; faz parte dos cursos de férias da ESPM e contará com a participação de palestrantes ilustres nessa segunda turma, como René de Paula &#8211; da Microsoft, Jonatas Abbott &#8211; da Dinamize.</p>
<p><a href="http://www.orangedesign.com.br/clientes/espm/news" target="_blank">Veja a programação completa, o valor do investimento e faça já sua inscrição</a>.</p>
<p>E como diz a Martha: &#8220;#TeVejoLa&#8221;!</p>

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