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	<title>Blog da Sandra Turchi</title>
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	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
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		<title>Networking no mundo digital</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 19:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marketing digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesse artigo Sandra Turchi traz à tona uma discussão sobre como realizar o velho networking em tempos de internet e mídias sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Será que um atleta conseguiria ganhar uma medalha de ouro nas Olimpíadas se treinasse apenas no dia anterior à prova? E um cantor de ópera, seria capaz de executar uma ária com exímia precisão, sem sair do tom nem desafinar se não exercitasse sua voz diariamente? Provavelmente não. Nessas e em muitas outras atividades profissionais, os resultados acima da média só são obtidos por meio de um esforço concentrado, muita dedicação e foco. O mesmo princípio se aplica à construção de relacionamentos pessoais e, principalmente, de trabalho. Hoje, para se ser bem sucedido no mundo dos negócios, mais importante do que criar uma boa rede de relacionamento – o chamado networking – é fundamental mantê-la ativa e renová-la constantemente com a inclusão de novos integrantes.<br />
<span id="more-1066"></span><br />
      No passado não muito distante, uma prática usual era a troca de cartões de visita, de papel, que em geral ficavam arquivados numa caixinha em cima da mesa e os contatos eram feitos quase que exclusivamente se houvesse uma real necessidade, para fins profissionais e de negócios. Na maioria das vezes esses cartões, assim como seus donos, ficavam esquecidos num canto e  em muitos casos só eram acionados quando a pessoa precisava de alguma ajuda ou perdia o emprego e recorria a esses contatos em busca de uma recolocação.<br />
      Atualmente, em plena era digital, em que tudo tem que ser mais dinâmico, o networking ficou aparentemente mais fácil em decorrência do crescimento e da popularização das redes sociais, como o LinkedIn, Facebook, Foursquare e Formspring, entre outras, só para citar as mais conhecidas, e da facilidade de acesso a elas por meio de celulares, smartphones e demais dispositivos móveis. Os contatos estão lá, na rede – os familiares, os amigos, os colegas de escola e do trabalho, os que conhecemos num almoço ou evento de negócios, os que não conhecemos, mas os aceitamos em nossa lista porque nos mandaram uma solicitação de amizade, ou por várias outras razões.  E essa rede aumenta a cada dia, e a grande questão é o que fazer com ela.<br />
      A resposta é simples: relacionar-se. De que forma? De várias. Cumprimentar as pessoas no dia de seus aniversários, prestigiar eventos que elas estão promovendo ou divulgando, parabenizá-las  por algo que tenham feito como publicado um livro ou um artigo em alguma revista, por terem sido promovidos, e por tantas outras situações. Mas só isso não é suficiente. Mais uma vez é preciso lembrar que  networking é algo que deve ser exercitado constantemente, como o músculo do atleta, a voz do cantor, e tudo que requer empenho e comprometimento para funcionar corretamente sempre, e não só quando necessário. Deve-se ir além do ambiente virtual. Convidar um gerente de outra área da empresa, ou profissionais que tenham os mesmo interesses que os seus, por exemplo,  para um almoço ou um café; aceitar os convites semelhantes vindos de outras pessoas, inclusive e principalmente das que se acabou de conhecer. É fundamental programar-se para que essa prática seja incluída na agenda semanal e que passe a fazer parte da rotina. Sim, isso também é trabalho.<br />
      Deve-se também buscar a aproximação com pessoas cujo perfil se mostra interessante para futuras oportunidades ou mesmo para a troca de conhecimentos. Para isso, basta convidá-las para fazer parte de algumas de suas redes e após terem aceitado, pode ser iniciada uma conversa pelo meio virtual para identificar interesses e gostos comuns, para, num segundo passo, programar um encontro pessoal, para tomar um café, por exemplo, num local em que seja possível conversar sobre negócios ou assuntos de interesse mútuo e profissional.<br />
      Outro ponto fundamental para um bom networking é mostrar-se  disponível para auxiliar as pessoas de sua rede no que elas precisarem, seja um conselho profissional, uma dica de emprego, uma sugestão para solucionar um problema específico e coisas do tipo. Parafraseando John F. Kennedy, presidente dos EUA, não pergunte o que seus contatos podem fazer por você; pergunte o que você pode fazer por eles. Seja proativo e solidário, contribuindo com o outro antes mesmo de receber algo. Construir uma rede dá trabalho e necessita foco, persistência e estratégia. Quem fica só no bate-papo com os colegas de trabalho, jogando conversa fora na hora do cafezinho, pode até ser visto como um cara legal, mas com certeza não está construindo uma rede de forma estratégica para si próprio.</p>
<p>Sandra Turchi &#8211; Palestrante sobre Marketing Digital</p>

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		<title>USO DE REDES SOCIAIS PELAS EMPRESAS</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/04/uso-de-redes-sociais-pelas-empresas/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 13:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[clipping/imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[Palestrante sobre Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa entrevista Sandra Turchi aborda detalhes sobre o uso estratégico das redes sociais pelas empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Entrevista com Sandra Turchi &#8211; Palestrantes sobre Marketing Digital</p>
<p><strong>- Por que o lojista/varejista deve investir em redes sociais?</strong></p>
<p>As redes sociais são excelentes ambientes para interagir e se relacionar com seus clientes, além de poder monitorar mais de perto quais são os interesses, gostos e necessidades desses clientes. As redes sociais também possibilitam monitorar o mercado, a concorrência, etc.</p>
<p><strong>- Como as redes sociais mudaram a relação entre consumidor e lojista?</strong><br />
As redes sociais aproximaram muito o consumidor das empresas, facilitando o acesso e ampliando a troca de informações. Porém, isso vale para o bem e para o mal, pois se, de um lado é possível para as empresas aprimorarem sua relação com seus clientes, por outro isso também facilitou a exposição dos problemas da companhia (atrasos na entrega, defeitos ou má qualidade nos seus produtos, etc), pois muitos clientes, quanto insatisfeitos reclamam diretamente nas redes sociais, o que pode acarretar sérios arranhões às marcas. </p>
<p><strong>- C<strong>om a interação típica das redes sociais, opiniões positivas e, também, negativas são facilmente divulgadas pelos consumidores. Como a empresa pode se beneficiar desta divulgação espontânea?</strong></strong><br />
Pode procurar conhecer mais sobre o que o mercado está demandando, pode fazer pesquisas online gratuitamente, pode ampliar seu relacionamento com os clientes e prospects e pode contribuir para sua própria divulgação, através da disponibilização de bons conteúdos, que sejam úteis para o seu público e que prestem algum tipo de serviço gratuitamente, por exemplo.</p>
<p><strong>- Como fazer um monitoramento eficaz das publicações relacionadas à marca?</strong><br />
O monitoramento das redes sociais é um fator importantíssimo para as empresas, pois mesmo que elas não estejam fazendo nada pró-ativamente nas redes, podem ser alvo das ações de terceiros, sejam clientes, ou até mesmo, concorrentes, por isso é fundamental o monitoramento constante. Existem diversas ferramentas, algumas gratuitas e outras pagas, para que a empresa possa se manter bem informada sobre como anda sua imagem na web. Isso servirá para que possa corrigir algum problema, bem como para otimizar aquilo que já está fazendo corretamente.<br />
<strong><br />
- O gerenciamento das mídias sociais deve ser realizado exclusivamente por um profissional da área de comunicação? Ou é possível “treinar” alguém dentro da própria empresa para desempenhar esta função?</strong><br />
O gerenciamento das mídias sociais deve ser feito, prioritariamente por alguém bem informado e treinado para isso, pode ser um profissional de marketing, comunicação, ou outros, dentro ou fora da empresa, mas de preferência dentro, pois, a meu ver, quanto mais próximo essa pessoa estiver da estratégia da empresa melhor, pois, caso contrário, pode ser muito arriscado. Existem casos em que as empresas delegam essa função a um profissional júnior, que não sabe praticamente nada de qual é a estratégia da empresa e, além disso, foi pouco ou nada orientado. A chance de isso dar errado é enorme.</p>
<p><strong>- Como pequenas empresas podem se beneficiar das mídias sociais? É possível fidelizar clientes a partir deste “novo” relacionamento?</strong><br />
As pequenas empresas poderão ter os mesmos benefícios que as grandes, porém sua dificuldade é maior, por falta de recursos para o gerenciamento, conhecimento, monitoramento das redes, por falta de profissionais especializados e dedicados, ou seja, para as pequenas empresas o risco é maior, é preciso ter cuidado ao iniciar sua exposição mais ativamente nas redes sociais.</p>
<p><strong>- Quais os cuidados que as empresas devem ter nas mídias sociais? Como demonstrar profissionalismo por meio desses canais?</strong><br />
As empresas devem entender que sua atuação nas mídias sociais deve ser feita de forma estratégica e para isso é necessário conhecimento, gente preparada e focada no assunto. Deve-se ter muito cuidado para não iniciar alguma atividade sem esses pré-requisitos, pois os resultados podem ser muito ruins. É importante ter uma rotina de atualizações, distribuir conteúdo pertinente e importante para o seu consumidor, nunca invadir uma discussão na web para se defender, não enfrentar o cliente publicamente de forma agressiva e sim procurá-lo para solucionar suas reclamações fora da web, pois se tudo correr bem, muito provavelmente, ele mesmo voltará à rede para se retratar com relação à empresa, etc&#8230; essas são apenas algumas dicas.<br />
<strong><br />
- O Twitter é realmente o canal de comunicação preferido das empresas brasileiras? A que você atribuiria esta preferência?</strong><br />
O twitter é a ferramenta mais utilizada pelas empresas, segundo pesquisas. Isso porque possilita uma dinâmica muito interessante para o relacionamento empresa-cliente, bem como substitui, de certa forma, outros canais de atendimento. O twitter também possibilita o acompanhamento das atividades da concorrência e amplia suas informações sobre o mercado.<br />
<strong><br />
- No artigo “As empresas nas mídias sociais”, publicado no seu blog, você afirma que o e-mail Marketing é, ainda, a estratégia mais utilizada pelas empresas. Como utilizar uma ferramenta como esta sem ser classificado como “spam” pelo cliente?</strong><br />
Há muitas técnicas para se utilizar o email marketing de forma estratégica e se isso for feito, os resultados se ampliam muito. Há também regras a serem seguidas, para que a empresa não seja enquadrada como “spammer”, para isso eu recomendo a leitura do Site do CAPEM (Código de auto-regulamentação para o email marketing). Outra dica é que a empresa deveria procurar o apoio de empresas especializadas pois com isso terá maiores chances de sucesso na implementação dessas estratégias e vai otimizar seus resultados, com certeza.<br />
<strong><br />
- Como tornar contas de Twitter e Facebook atrativas? Sorteios e promoções ainda são opções para atrair o cliente, ou essa é uma estratégia ultrapassada?</strong><br />
O melhor caminho sempre será trabalhar conteúdos relevantes, interessantes para o seu público final. Oferecer serviços gratuitos, dicas, etc, são estratégias muito bem-vindas nas redes sociais. As promoções devem ser vistas como complemento, sem dúvida. Mas relembro novamente, a estratégia de atuação deverá ser cuidadosamente elaborada antes de se iniciar qualquer atividade na web.<br />
<strong><br />
- As mídias sociais podem ser estratégias da empresa? É possível impulsionar vendas, por meio do fortalecimento da marca, realizado nas redes?</strong><br />
Há empresas que se fortaleceram muito com o bom uso das mídias sociais, mas como disse acima, a estratégia de atuação deve ser bem elaborada. É importante definir o quê a empresa almeja e quais são os resultados esperados, como ela vai atuar, quem vai operar, quem vai monitorar e mensurar, enfim, é necessário pensar realmente de forma mais estratégica, pois dessa forma a marca correrá menos riscos e terá maior sucesso nessa nova era do relacionamento com o cliente. </p>
<p>(ENTREVISTA para a REVISTA MÓBILE )</p>

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		<title>Depoimento sobre Curso Marketing Digital na ESPM</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 01:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[
(Esse post foi feito pela ex-aluna Valná Dantas, Editora Chefe da @RevistaDUE, o qual replico aqui, pois foi uma linda homenagem!)
&#8220;Eu começo a falar dela, trazendo uma curiosidade. O nome Sandra vem do grego e significa “MULHER QUE AJUDA A HUMANIDADE”. E é bem isso que a define. Com um currículo maravilhoso, anos de experiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>(Esse post foi feito pela ex-aluna Valná Dantas, Editora Chefe da @RevistaDUE, o qual replico aqui, pois foi uma linda homenagem!)</p>
<p>&#8220;Eu começo a falar dela, trazendo uma curiosidade. O nome Sandra vem do grego e significa “MULHER QUE AJUDA A HUMANIDADE”. E é bem isso que a define. Com um currículo maravilhoso, anos de experiência e muitos cases de sucesso acumulados ao longo deles, Sandra sempre entra em cena para mudar o mundo particular de cada um de seus alunos. Falo não apenas por experiência pessoal, mas por acompanhar seus perfis em mídias sociais, e ver o quanto as pessoas são sempre agradecidas pelo compartilhamento de bom conteúdo e a admiração que vem de todas as partes do Brasil.</p>
<p><span id="more-1047"></span></p>
<p>Ela é Graduada em Administração de Empresas, com especialização em Marketing pela FEA-USP, pós-graduada pela FGV-EAESP. Tem MBA pela Business School São Paulo, com especialização na Toronto University e é também especialista em empreendedorismo pela Babson University, de Boston.</p>
<p>Atua em marketing há mais de vinte anos, nos setores de Varejo, Financeiro, Educacional e Serviços em empresas como Lojas Arapuã , Grupo Zogbi, Finasa–Bradesco, Fundação Getulio Vargas, Associação Comercial de SP e Boa Vista Serviços.</p>
<p>Foi com Sandra, que obtive meus maiores conhecimentos sobre o panorama e a evolução do marketing e do e-commerce. E, já que falei do jeitinho particular da Martha Gabriel, aproveito para descrever a Sandra como sendo o oposto, mas não menos competente e sensacional. Ela é serena, transparece um profissionalismo sem igual, e fala com uma propriedade de inspirar qualquer homem ou mulher.</p>
<p>Em Maceió, Sandra ministra dois cursos, são eles:</p>
<p>Estratégias De Marketing Digital<br />
Neste curso serão abordadas Estratégias Digitais de Marketing e Relacionamento on-line para otimizar os negócios na WEB. Serão abordados os seguintes temas: Panorama e Evolução do Marketing; e-commerce; estratégias e mensuração em redes sociais; Advergaming e Advertainment; Marketing de Busca; Realidades Mistas; E-branding; Mobile Marketing; E-Mail Marketing; Estratégias no Twitter; e cases de sucesso.</p>
<p>E-Commerce E Social Commerce<br />
O aluno conhecerá muito mais sobre o fenômeno da multicanalidade, sobre o comportamento do shopper, o social commerce, compras coletivas, como conquistar e fidelizar os consumidores online, sobre riscos e fraudes e as principais tendências.&#8221;</p>
<p>Valná Dantas Editora-Chefe da Revista DUE. Matéria original:   http://revistadue.com.br/blog/?p=504</p>

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		<title>O comportamento do Social_Consumer e a revolução dos dados</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.
Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.</p>
<p>Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. Mais importante do que simplesmente mensurar resultados, acompanhar clicks ou mesmo saber o ROI de cada ação na web é o estudo aprofundado dos dados para aprimorar e adequar ofertas de produtos de acordo com o desejo e o momento do consumidor. E nada melhor do que o mundo digital para permitir isso.</p>
<p>(artigo de Sandra Turchi &#8211; Palestrante sobre Marketing digital para o Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-991"></span></p>
<p>Algumas empresas se utilizam de táticas simples que “perguntam” ao internauta, de forma lúdica, o que ele prefere dentre algumas alternativas que lhe são apresentadas, como faz o site de moda OLOOK, em que você é convidado a indicar suas preferências utilizando, para isso, fotos de celebridades, looks com diferentes estilos e ao final você recebe um <em>feed back</em> automático, como por exemplo, “você é uma pessoa bem sucedida e de estilo clássico” e a partir daí, com o seu consentimento, passará a receber diretamente, via email, ofertas direcionadas ao seu perfil, na freqüência indicada. Isso acaba com o bombardeio de spams que ainda sofremos, principalmente na era das compras coletivas não segmentadas.</p>
<p>Há também empresas especializadas em desenvolver ferramentas mais avançadas, baseadas em inteligência como a Socialmetrix, que utiliza dados das mídias sociais para traçar estratégias de <em>Business Intelligence </em>para as empresas. Claro, são coisas diferentes, mas tudo isso vai muito além daquela segmentação sócio-demográfica tradicional, que os profissionais de marketing sempre usaram e muitos ainda utilizam somente isso.</p>
<p>É a revolução dos dados e a empresa mestre nesse assunto ainda é, sem dúvida, a Amazon, cujo responsável pela estratégia de análise de dados dizia que temos que separar o que é “<em>treasure</em>” do que  é “<em>trash</em>” nessa era de obesidade de informações.  A regra sempre foi dar suporte aos consumidores em suas decisões de compra, já dizia o fundador Jeff Bezos. No Brasil há alguns casos de empresas que tem procurado colocar em prática de forma eficiente esse aprendizado, como a Netshoes, Magazine Luiza e Tecnisa.</p>
<p>Ajudar as pessoas a comprar, baseando-se na experiência passada de compra, já é aplicado por muitas empresas, agora, em tempos de ampla utilização das mídias sociais temos que ir além, buscando prever futuras aquisições e desejos, identificando através do comportamento do Shopper online, das pesquisas realizadas, dos questionamentos, da procura por recomendações e dicas de outros internautas, etc.</p>
<p>Temos que usar o “Social Data”, pois as pessoas acreditam nas recomendações da sua rede de contatos, bem como têm interesse em contribuir, em compartilhar e até mesmo em responder pesquisas pós-compra de determinado produto ou serviço, seja por um interesse próprio, quem sabe, em receber algum tipo de “bônus” da empresa que está solicitando a sua opinião, seja porque gostaria de ver aprimorado um produto ou serviço que costuma utilizar. Utilizando um exemplo na área de turismo, o cliente poderá responder a um questionário enviado pelo hotel no qual se hospedou recentemente, desde que perceba o genuíno interesse da rede em melhorar seus serviços. Não importa qual a motivação desse cliente, o que importa é o fato de se dispor a interagir. Por isso a empresa deverá ter uma postura muito transparente com relação ao processo, informando como os dados serão, ou não, utilizados, se serão, ou não, compartilhados, etc.</p>
<p>Outro exemplo que demonstra como as pessoas simplesmente desejam compartilhar experiências é o fenômeno do <em>video hauling,</em> em que consumidores desembalam produtos recém adquiridos na frente da câmera do computador e vão fazendo comentários sobre quais foram suas decisões, suas impressões sobre o preço, o produto, etc. E embora isso pareça um pouco “bobinho”, há hoje algumas verdadeiras estrelas do vídeo hauling, que podem influenciar muitos consumidores, como uma garota americana de 18 anos (veja juicystar07) que tem mais de 130 milhões de views e mais de 700 mil pessoas que assinam o seu canal no youtube.</p>
<p>Com isso a pergunta que não quer calar é “você e sua empresa estão preparados para o comportamento desse novo consumidor, o Social_Consumer?”</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<item>
		<title>Febre dos portais de desconto já é bilionária</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

31 de outubro de 2011
Febre na internet, a compra coletiva foi criada nos EUA e chegou ao país no início de 2010. Em poucos meses, descontos arrebatadores, que oscilam entre 50% e 90% do preço do produto ou serviço, caíram no gosto do brasileiro. Atraídos pelo crescimento rápido do setor e pela fácil barreira de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<h2></h2>
<div>31 de outubro de 2011</div>
<p>Febre na internet, a compra coletiva foi criada nos EUA e chegou ao país no início de 2010. Em poucos meses, descontos arrebatadores, que oscilam entre 50% e 90% do preço do produto ou serviço, caíram no gosto do brasileiro. Atraídos pelo crescimento rápido do setor e pela fácil barreira de entrada, muitos aspirantes a empreendedor resolveram apostar na novidade. Em dezembro do ano passado, o Brasil tinha 405 sites desse tipo ativos. Hoje são 1100 e o segmento deve faturar R$ 1,2 bilhão neste ano. Porém, apesar do boom, o mercado é bastante concentrado. Os dez maiores players são responsáveis por 90% das vendas, de acordo com dados da e-bit.</p>
<div>
<p>Assim como ocorre em todo segmento promissor, a concorrência acirrada aliada à falta de preparo faz com que grande parte dos novos negócios não resista ao primeiro ano de vida e acende a discussão se o modelo resistirá à passagem do tempo. Segundo consultores da área, a resposta é sim. E a especialização tem sido um dos caminhos adotados pelos recém-chegados no ramo para se diferenciar dos demais e sobreviver.</p>
<p>“Acredito que o caminho para quem está chegando agora é escolher um nicho pouco explorado ou uma região geográfica específica e entender a fundo os anseios do consumidor”, afirma Sandra Turchi, coordenadora e professora do curso de marketing digital da ESPM.</p>
<p>Entrevista para o <a href="http://www.valor.com.br/">Valor Econômico</a></p>
<p><span id="more-979"></span></p>
<p>Douglas Leite, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Compras Coletivas (Abecc), concorda e acrescenta que o modelo, quando bem desenvolvido, é vantajoso para todas as partes. Por isso é tão replicado. Segundo ele, a Abecc foi criada com o intuito de colaborar com a organização do segmento e fazê-lo crescer de forma sustentável e com as melhores práticas.</p>
<p>Leonardo Almeida, 25 anos, sabia o quanto era importante inovar quando resolveu abrir com os sócios Fernando Fairbanks, 32 anos, e Rudá Telles, 26 anos, o site Tipland, de descontos para universitários. Ao desenvolver o plano de negócios, ele descobriu que ainda não havia por aqui nenhum concorrente com o mesmo enfoque. “Vimos que a compra coletiva se encaixava perfeitamente nas expectativas dos estudantes ávidos por consumir pela web. Eles são conectados, exigentes e trocam muita ideia. Como a maioria ainda não tem renda consolidada, o valor pago pelo produto ou serviço é, na maioria das vezes, determinante para a compra”, afirma Almeida.</p>
<p>Fundado em agosto, em São Paulo, as ofertas do Tipland vão desde eletrônicos, ingressos para peças de teatro e festas, promoções em academias de ginásticas a cursos rápidos. “Procuramos criar um mix de ofertas coerentes com o universo jovem. Não nos preocupamos apenas com a quantidade, mas com a qualidade do que é disponibilizado. Além disso, todos os nossos parceiros estão próximos à Consolação, Vila Mariana, Perdizes e Pompeia, locais que concentram os alunos das faculdades que em um primeiro momento desejamos focar. Estudos dizem que universitários gastam 80% da receita perto de casa, do trabalho ou da universidade. Comodidade é fundamental para eles”, diz.</p>
<p>A primeira parceria acaba de ser fechada com a ESPM de São Paulo e as conversas estão adiantadas com a PUC, FGV e Mackenzie. No próximo ano, a meta é triplicar o faturamento mensal, hoje estimado em R$ 30 mil. A curto prazo, está nos planos atender Campinas, Brasília e Rio de Janeiro e atuar por meio de franquias.</p>
<p>Tino empresarial aguçado foi determinante para sucesso de Guilherme Wroclawski, 28 anos, e Heitor Chaves, 26 anos. Eles são sócios do SaveME, agregador líder e pioneiro no país. Em meados de 2010, montaram o Coletivar, que tinha a mesma proposta do Peixe Urbano, Clickon e outros. Mas, pouco antes de colocá-lo no ar, perceberam a força dos concorrentes e decidiram mudar. “Eles estavam mais estruturados em todos os aspectos. Nossa verba era curta e não sabíamos qual seria a maneira correta de tornar o negócio conhecido. Foi assim que surgiu a ideia de criar uma página, na época com o nome de ZipMe, para reunir não só as nossas ofertas, mas as da concorrência. Sabíamos que assim ajudaríamos consumidores que não quisessem ter o trabalho de procurar descontos”, diz Wroclawski.</p>
<p>No começo o serviço era gratuito e os dois iam atrás das promoções para a página. “Era bem trabalhoso, mas a receptividade foi tão boa que resolvemos fechar o Coletivar e investir apenas no SaveMe “, diz.</p>
<p>Em setembro do ano passado, o agregador foi comprado pelo Buscapé, que detém 75% do negócio. Wroclawski e Chaves ficaram com os outros 25% e ainda estão à frente da gestão da empresa. Atualmente, recebem 20 milhões de visitas por mês e têm contrato com 750 empresas, 600 delas no Brasil.</p>
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<div><a href="http://twitter.com/?status=Febre%20dos%20portais%20de%20desconto%20j%C3%A1%20%C3%A9%20bilion%C3%A1ria%20|%20http://www.camara-e.net/2011/10/31/febre-dos-portais-de-desconto-ja-e-bilionaria/" target="_blank"></a></div>
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		<title>“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 13:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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&#160;
“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”
Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)
Publicado em 26/08/2011 &#124; Entrevista de Sandra Turchi - Palestrante sobre marketing digital e e-commerce para o jornal "Gazeta do Povo" (por DENISE PARO)
 Foz do Iguaçu &#8211; [...]]]></description>
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<p><img class="alignnone" src="http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_620_600_MeM_-_ping_Sandra.JPG" alt="Marcos Labanca/Gazeta do Povo / “É importante as pessoas e as empresas entenderem a necessidade de compor suas estratégias contando também com o digital. Ele até pode ser entendido como um complemento, mas é fundamental.” - &lt;b&gt;Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)&lt;/b&gt;" width="496" height="334" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>“O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco”</h3>
<p>Sandra Turchi, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)</p>
<p><tt>Publicado em 26/08/2011 | Entrevista de Sandra Turchi - Palestrante sobre marketing digital e e-commerce para o jornal "Gazeta do Povo" (por <em>DENISE PARO)</em></tt></p>
<p><tt><em> </em></tt>Foz do Iguaçu &#8211; Na era da mídia digital, o consumidor deixou de ser espectador para ocupar o centro do palco. Postagens em redes sociais e blogs mostram o poder de quem antes era visto pelas empresas apenas como alvo para mais uma venda. Professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que tem sede em São Paulo, Sandra Turchi diz que muitas empresas ainda não entenderam o novo papel do consumidor neste cenário. Ela participou de um evento em Foz do Iguaçu e falou sobre o tema em entrevista à Gazeta do Povo.</p>
<div id="psdotexto">
<p><strong>Qual a importância do marketing digital para as empresas?</strong></p>
<p>É importante as pessoas e as empresas entenderem a necessidade de compor suas estratégias contando também com o digital. Ele até pode ser entendido como um complemento, mas é fundamental. Não só a “geração Y”, as pessoas mais novas estão todas conectadas. As empresas precisam compreender as várias ferramentas que existem, as tendências para poder elaborar suas estratégias e aplicar melhor. Não é sair fazendo. Por exemplo, agora estão na moda as redes sociais. Você tem que pensar em uma estratégia para estar com a presença on-line e montar perfis no Twitter e Facebook.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-916"></span></p>
<p><strong>É preciso mais preparo?</strong></p>
<p>Sim, o que percebemos é que existe uma demanda muito grande por parte das empresas e das agências por pessoas com conhecimento nesta área. Outro problema é que a universidade ainda não incorporou este tipo de tema nos cursos de graduação. Existem cursos de férias, de média duração e de pós-graduação, mas ainda é pouco. Do lado dos profissionais, percebemos que há agências bastante especializadas em marketing digital. Mas as grandes agências de publicidade sofrem ainda para acompanhar esta nova realidade porque, de certa forma, não entenderam a importância disso a tempo e estão agora adquirindo outras empresas especializadas no digital.</p>
<p><strong>Qual é o motivo deste atraso?</strong></p>
<p>A mídia na internet não surgiu com um potencial de verba tão grande quanto a mídia de massa. Por isso tem potencial de ganho para as agências ainda menor e foi deixada um pouco mais em segundo plano. Mas agora é irreversível. O que é importante é conhecer as várias possibilidades não só de redes sociais, mas também advergame, mobile marketing, e-commerce, social commerce e por aí vai. Nós temos uma infinidade de possibilidades no mundo digital que estão crescendo e mudando muito o modo de se fazer as coisas.</p>
<p><strong>Com o acesso às mídias digitais a imagem das empresas fica muito sensível. Isso favorece o consumidor?</strong></p>
<p>Sem dúvida. Uma das mudanças é que elas trouxeram um poder maior para a mão do consumidor. Não só um poder de barganha, porque ele tem mais acesso à informação, mas um poder de estar no comando. Ele pode influenciar outros compradores, pode influenciar as empresas a lançarem novos produtos. O consumidor não é mais um mero espectador. Agora ele é um ator e está no centro do palco. Hoje o consumidor tem poder de influenciar outros compradores por meio das mídias sociais e de fazer pesquisas. Isso faz com que ele esteja muito mais preparado no momento da compra. A pesquisa está um clique de uma loja da outra. A pesquisa [em buscadores] hoje é a principal atividade da web, seguida pelas redes sociais.</p>
<p><strong>Então as mudanças partem das pessoas?</strong></p>
<p>A rede é uma plataforma. Quem faz o que acontece na rede hoje são as pessoas. Então é muito legal ver que a revolução é isso. Parte das pessoas enquanto consumidoras, criadoras de conteúdo. Hoje você coloca um blog no ar e influencia o mercado de várias formas com conhecimento que vai brotando. Não são apenas os meios de comunicação tradicionais que estão de posse das informações.</p>
</div>
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		<title>As empresas nas Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/08/as-empresas-nas-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 14:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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As mídias sociais vieram mesmo para ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda e de grandes empresas buscassem entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede.
Segundo pesquisa realizada em 2011 pelo site Mundo do Marketing e pela TNS Research, 67% das empresas, [...]]]></description>
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<p>As mídias sociais vieram mesmo para ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda e de grandes empresas buscassem entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede.</p>
<p><span>Segundo pesquisa realizada em 2011 pelo site Mundo do Marketing e pela TNS Research, 67% das empresas, nacionais ou multinacionais, utilizam Mídias Sociais, e desse total 92% preferem o Twitter como principal ferramenta, 69% estão no Facebook e 58% têm contato com seus clientes através do Orkut.</p>
<p>O estudo mostra que além das ações em redes sociais, as ações de SEM (Search Engine Marketing) e SEO (Search Engine Optimization) também vêm ganhando mais espaço, embora estratégias mais tradicionais como email marketing ainda tenham a preferência de 80% das companhias entrevistadas. Dentre as empresas que ainda não estão realizando ações em redes sociais, 64% delas afirmam que as iniciarão em 2011.</p>
<p><em>Artigo especial para o Decision Report - <a href="http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=9552&amp;sid=15">http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=9552&amp;sid=15</a></em></p>
<p><span id="more-919"></span></p>
<p>As redes sociais também são o principal canal de monitoramento dos consumidores on-line. No caso de comentários negativos, 51% das empresas afirmam que entram em contato com o internauta que postou a reclamação.</p>
<p>Isso demonstra a grande preocupação das empresas com o que acontece na web, mas ainda não quer dizer que estejam conseguindo implantar ações efetivamente alinhadas com suas estratégias e cultura, estabelecendo assim uma relação de fidelização e de engajamento de seus clientes.</p>
<p>Segundo uma pesquisa norte-americana, aproximadamente 65% das empresas pesquisadas utilizavam as mídias sociais no seu dia-a-dia para realizar pesquisas, buscar informações relevantes e fazer benchmarking. Dentre as atividades relatadas como mais comuns estão: manter sites de mídia social da companhia, monitorar o que é dito sobre a empresa, participar no Twitter, monitorar ratings, acompanhar o que é dito sobre os concorrentes, participar de discussões em sites de terceiros, divulgação e propaganda, gerir uma comunidade on-line para os consumidores e participar de sessões de perguntas e respostas em sites de terceiros.</p>
<p>No Brasil, essa realidade é bem diferente, principalmente quando falamos de Pequenas e Médias Empresas. Conforme estudo realizado pela Associação Comercial de São Paulo em 2010, apenas 17 % das empresas tinham suas empresas cadastradas em redes sociais, embora 40% monitorassem o que era dito sobre elas na web. Esse monitoramento, em geral, é feito por equipes próprias, ainda com pouca ou nenhuma utilização de recursos mais profissionalizados.</p>
<p>Isso reflete que as PMEs não dispõem nem de equipes focadas no assunto nem de investimentos exclusivos a serem feitos nesse tipo de ação. Além disso, cresce cada vez mais o chamado Social Commerce, com suas diversas variações, entre elas o F-Commerce (Facebook), ou seja, o consumo das pessoas é influenciado pelas opiniões de outros internautas com suas sugestões e recomendações. Com isso, as empresas precisam estar conectadas com esse novo consumidor, que já havia mudado sua forma de comprar, utilizando os mecanismos de pesquisas e buscas por preço, e agora usa também o boca-a-boca digital para tomar suas decisões.</p>
<p>É importante ressaltar que o uso das mídias sociais pode favorecer a empresa em diversos aspectos, mas é extremamente importante que a empresa entenda seu funcionamento e tenha uma estratégia, para iniciar suas atividades sem cometer muitas falhas.</p>
<p><em><br />
</em></p>
<p></span><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;"><br />
</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Marketing Digital &#8211; Fique por dentro do Mobile Commerce e Mobile Payment</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:22:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Por definição, Mobile Commerce é o uso do celular como meio de comercialização de produtos e serviços nas mãos das pessoas. E o Mobile Payment é o uso do celular como um veículo para pagamento e acesso a serviços financeiros. A convergência digital, que pressupõe a integração de várias mídias, já é uma realidade. Mas [...]]]></description>
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<p>Por definição, Mobile Commerce é o uso do celular como meio de comercialização de produtos e serviços nas mãos das pessoas. E o Mobile Payment é o uso do celular como um veículo para pagamento e acesso a serviços financeiros. A convergência digital, que pressupõe a integração de várias mídias, já é uma realidade. Mas ao contrário do que se supunha, o veículo eleito para se tornar a base convergente de todos os canais não é a TV nem o computador, mas sim, o celular. O crescimento explosivo deste dispositivo, que a cada dia ganha mais inteligência, vem conquistando um número maior de usuários de forma constante. No mundo todo, a quantidade de aparelhos em 2010 chegou a quase cinco bilhões, segundo estudo da agência de tecnologia da informação e comunicação da ONU. Desse total, cerca de um terço têm acesso à web.</p>
<p>(artigo para Portal PEGN &#8211; Globo)</p>
<p><span id="more-903"></span></p>
<p>A grande base de usuários, aliada à praticidade do celular, abre grandes perspectivas para o m-commerce e também para o mobile marketing, ou seja, a utilização desse canal para veiculação de campanhas publicitárias.</p>
<p>Atualmente os varejistas norte-americanos estão percebendo que os celulares, principalmente os smartphones 3G, começam a ganhar a preferência da nova geração de consumidores por serem mais práticos e econômicos, se comparados aos computadores e suas variáveis móveis (notebooks, netbooks, iPads, etc). E, em particular, empresas de grande porte, que já possuem loja virtual e presença consolidada na Internet, apostam que o comércio via celular será o próximo passo estratégico, na medida em que permitirá aos consumidores contarem com um assistente portátil para facilitar suas compras tanto em lojas físicas, quanto virtuais.</p>
<p>No Brasil o uso do celular para compras e pagamentos ainda está em fase embrionária, mas existe grande potencial de crescimento. De acordo com pesquisa realizada em 2010, pela Acision, empresa especializada em serviços de telefonia celular, em parceria com a consultoria Teleco, 71% dos brasileiros afirmaram que usariam o celular em substituição a um cartão de crédito ou de débito, e 66% para consultar o saldo e movimentar sua conta do banco. Mas ainda existem barreiras a superar, sendo a principal delas, a cultural. Segundo o estudo, 59% dos usuários não confiam no serviço por considerá-lo inseguro, enquanto 15% têm medo de clonagem. Para os comerciantes o sistema de pagamento pelo celular mostra-se vantajoso, pois custará 3% da receita com vendas, enquanto a operação com cartões de crédito chega a consumir 15%. </p>
<p>Há serviços financeiros móveis que já são disponibilizados no país, embora a maioria seja voltada a atender as classes altas. Bancos, por exemplo, oferecem aplicativos para iPhone em que é possível realizar transações bancárias, além de exibir uma lista com agências e caixas eletrônicos próximos ao local em que a pessoa se encontra, via realidade aumentada.</p>
<p>Embora existam serviços disponíveis em diversas tecnologias, ainda há pouca adesão ao mobile banking no Brasil. Uma das razões seria a falta de investimento em comunicação para divulgá-los. Outro motivo seria a idade dos correntistas: pessoas com mais de 35 anos, que são a maioria dos clientes dos bancos, que temem esse recurso.</p>
<p>Mas há perspectivas de crescimento para os próximos anos, com base na demanda existente na baixa renda brasileira. Atualmente, 65% dos beneficiados pelo programa Bolsa Família, por exemplo, possuem aparelhos celulares, mas apenas uma parte deles tem conta bancária. As instituições financeiras e as operadoras móveis prometem novidades para os próximos anos, enquanto o governo estuda a possibilidade de usar o celular como canal para pagamento de benefícios sociais.</p>

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		<title>Crowdsourcing &#8211; a sabedoria das multidões</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/02/crowdsourcing-a-sabedoria-das-multidoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 02:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse artigo Sandra Turchi aborda a tendência de se utilizar a inteligência coletiva para gerar inovação.
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<p>A necessidade do ser humano de buscar algo novo é observada ao longo da história. E quando falamos do mundo corporativo então isso se torna, muitas vezes, uma questão de vida ou morte. Com o advento da internet muitas coisas têm mudado e a forma de buscar inovação é uma delas. Talvez seja apenas mais um modismo, porém o fato é que muitas companhias já estão utilizando esse novo caminho colaborativo, ou o <em>crowdsourcing</em> que, segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" target="_blank">Wikipedia</a>, significa utilizar a inteligência e os conhecimentos coletivos, e voluntários, para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. É também chamado de “<em>open innovation</em>”.</p>
<p>(artigo para o Portal Mundo do Marketing) <span id="more-901"></span></p>
<p>Mas como isso funciona? Muitas vezes a empresa consulta a “nuvem”, onde anuncia seu problema e estabelece um preço. Nesse caso, os participantes propõem soluções e a empresa seleciona a melhor. As propostas podem vir de profissionais ou não. Embora isso seja bem difundido nos EUA, no Brasil ainda é pouco utilizado.</p>
<p>Há diversos exemplos de produtos obtidos através do <em>crowdsourcing</em>, como os sistemas operacionais Linux e Android, do Google, que foram criados por voluntários ao redor do mundo, o que demonstra que muitos internautas podem fornecer informações mais precisas do que peritos individuais, ou seja, por trás disso está a ideia de que muitas cabeças pensam melhor que uma. O maior exemplo desse conceito é a própria biblioteca virtual Wikipedia que é tão precisa nas suas definições como uma enciclopédia tradicional. Outro caso que demonstra claramente como isso funciona são as comunidades voltadas à criação de aplicativos para aparelhos móveis, como para IPhone e Ipad.</p>
<p>Isso é bem utilizado no mundo da tecnologia, como descrito acima, mas não apenas nesses casos. Na moda essa tendência tem se ampliado, como nos exemplos da <a href="http://www.nike.com" target="_blank">Nike</a> e <a href="http://www.keds.com" target="_blank">Ked’s</a>, em que os internautas criam seus próprios modelos. E o mais interessante não é a venda desses itens pelas companhias e sim a repercussão gerada nas redes sociais, quando essas pessoas postam as respectivas criações em suas próprias páginas.</p>
<p>Um dos maiores casos de sucesso no Brasil foi a criação do carro ‘<a href="http://www.fiatmio.cc/pt" target="_blank">Fiat Mio’</a>, lançado no último salão do automóvel em 2010 em São Paulo. Esse projeto obteve mais de 10,6 mil ideias enviadas e mais de 17 mil participantes.</p>
<p> O <a href="http://zooppa.com/" target="_blank">Zoopa</a> é um exemplo ligado à publicidade e usado por marcas como <a href="http://www.microsoft.com" target="_blank">Microsoft</a>, <a href="http://www.sony.com" target="_blank">Sony</a>, <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> e Nike, no qual empresas publicam seus <em>briefings</em> e publicitários apresentam peças e campanhas criativas, sendo que as melhores são premiadas.</p>
<p>Vale ressaltar a experiência de um portal holandês, chamado “<em>Battle of concepts</em>”, cujo representante no Brasil é a empresa <a href="http://www.terraforum.com.br" target="_blank">Terraforum</a>. Nesse espaço, desafios são propostos a estudantes e o foco é a busca de novas soluções, produtos ou processos mais eficientes. As empresas oferecem 15 mil reais em prêmios, distribuídos para as melhores ideias. Em um ano, doze empresas lançaram batalhas, entre elas <a href="http://www.philips.com" target="_blank">Philips</a>, <a href="http://www.ambev.com" target="_blank">Ambev</a>, <a href="http://www.natura.com.br" target="_blank">Natura</a> e<a href="http://www.tecnisa.com.br" target="_blank"> Tecnisa</a>.</p>
<p>Falando em Tecnisa, sua experiência foi tão positiva &#8211; nos últimos dois anos, mais de dez processos foram remodelados &#8211; que a empresa decidiu lançar seu próprio portal de inovação em 2010, o ‘Tecnisa Ideias’, sendo que o seu principal interesse é se aproximar de grandes talentos.</p>
<p>Como a própria história nos mostra, a busca pela inovação não tem caminhos precisos, exatos. Ela deve ser vista, muito mais, como algo sem regras definidas, sem verdades absolutas e sem pré-conceitos estabelecidos. Isso me lembra muito como os antigos navegadores se lançavam ao mar em busca de novas terras.</p>
<p>Como dizia Fernando Pessoa: “Navegar é preciso, viver não é preciso”.<strong> </strong></p>

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		<title>O comércio nas redes sociais &#8211; Social Commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 11:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Por definição, Social Commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio, porém, quando isso se expande para os relacionamentos no universo digital, então, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais. [...]]]></description>
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<p>Por definição, Social Commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio, porém, quando isso se expande para os relacionamentos no universo digital, então, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais. Como exemplo, temos o Facebook, criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos EUA. Se ele fosse um país seria o terceiro mais populoso do mundo. Além disso, a maioria do público nas redes sociais são mulheres, que coincidentemente são também a maioria do público consumidor. Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-commerce, ou comércio via Facebook, que, por exemplo, já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.</p>
<p>(Via Portal PEGN &#8211; Ed. Globo)</p>
<p><span id="more-895"></span></p>
<p>Como se sabe, as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut etc.) ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois nelas as pessoas falam sobre seus interesses e dentre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas interagem, por exemplo, buscando esclarecer suas dúvidas, bem como aquelas que outros usuários possam ter usando, para isso, a opinião de pessoas conhecidas ou não. Para se ter uma idéia, 78% das pessoas confia nas opiniões postadas na web, enquanto apenas 14% confia em anúncios.</p>
<p>Esse processo, cada vez mais, antecede as compras que possam ou não ser realizadas pela web, mas que, com certeza,nela se iniciam. Há diversos benefícios que os internautas descobriram nessa interação propiciada pelo Social Commerce como: economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns, aumento do poder de barganha, além, obviamente, de um relacionamento mais próximo com as marcas dos fabricantes.</p>
<p>Apenas para ilustrar como isso ocorre na prática, vou recorrer a um exemplo pessoal. Eu me vi recentemente numa situação nova e interessante. Tinha que comprar um carrinho para bebê, afinal, em breve teremos mais um morador em casa. Porém, ao chegar à loja me deparei com um número imenso de modelos e nenhum vendedor para esclarecer minhas dúvidas. Resultado: fui para casa e pesquisei na web a opinião de outras pessoas que passaram pela mesma dificuldade. Pude observar os comentários, analisar as funcionalidades e a pontuação (número de estrelas) para cada modelo e ainda comparar preços entre lojas, enfim, uma infinidade de informações foram obtidas em apenas um click. Feito isso, em uma viagem recente, pude adquirir com maior segurança um modelo mais adequado às minhas futuras necessidades e por um valor muito mais justo.</p>
<p>Por outro lado, as empresas estão ainda descobrindo que esse é também um caminho para elas próprias interagirem com seus consumidores, pois podem aumentar o seu conhecimento sobre eles, criar um vínculo, posicionar-se, através de uma comunicação direta, e monitorar os resultados dos impactos de suas ações. O que elas estão entendendo é que as redes sociais tornaram-se uma plataforma de interação para acompanhar e até mesmo antecipar tendências sobre interesses de compras. Porém, isso ainda é utilizado de forma incipiente, pois é um trabalho desgastante e muito diferente da mídia tradicional. Porque é uma outra coisa: não é propaganda, não é divulgação, é relacionamento e como sabemos, qualquer relacionamento dá trabalho. Exige conhecimento do outro e dedicação.</p>
<p>Portanto, fica o meu alerta. Se vocês e a sua empresa ainda estão se questionando se devem ou não fazer algo relacionado às mídias sociais, lamento, pois já estão atrasados. Você deveriam já estar se questionando sobre como fazer, pois isso não é uma moda passageira. É uma tendência e que realmente veio para ficar.</p>

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