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	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; twitter</title>
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	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
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		<title>As relações de consumo na era da WEB</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 13:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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A agilidade com que os clientes estão migrando para um relacionamento cada vez mais online é maior do que a capacidade das empresas se adaptarem a isso. Pode-se observar, por exemplo, o relacionamento com os bancos, o qual deve encerrar 2010 com 40% das transações sendo feitas pela internet, 23% por Call Center e 19% [...]]]></description>
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<p>A agilidade com que os clientes estão migrando para um relacionamento cada vez mais online é maior do que a capacidade das empresas se adaptarem a isso. Pode-se observar, por exemplo, o relacionamento com os bancos, o qual deve encerrar 2010 com 40% das transações sendo feitas pela internet, 23% por Call Center e 19% nas agências. Crescem também as conexões feitas via mobile, visto que mais de três bilhões de compras são feitas via celular no mundo. Para construir uma estratégia de comunicação eficiente com seus clientes a empresa obrigatoriamente deverá conhecer melhor os hábitos online dos mesmos, seja para comunicação, compras ou relacionamento.</p>
<p>(artigo para Revista  Cliente S.A.) <span id="more-882"></span></p>
<p>Falando em compras é possível analisar dados que vão muito além do que o cliente comprou, como por exemplo, saber o processo de sua navegação, e o que ele deixou de adquirir, ou mesmo se tem utilizado sites de compras coletivas. Entender seu modelo de decisão é fundamental, pois através desse conhecimento suas ações na web poderão ser mais personalizadas e assertivas.</p>
<p> A prova de que as relações cliente-empresa se transferiram para a web é que o número de visitas aos sites das companhias cresceu muito, bem como as buscas que antecedem suas decisões, seja para realizar compras de produtos, viagens ou fazer um curso. Sabe-se que mais de 85% das pessoas pesquisam antes de tomar esse tipo de decisão, tornando a pesquisa uma das atividades de maior importância no mundo online. Além da grande quantidade de mensagens sendo trocadas via Twitter, tornando ainda mais veloz essa comunicação entre clientes e companhias.</p>
<p> Conhecendo seus hábitos, saberemos que o uso de ferramentas como o MSN elevam o tempo de navegação do internauta para aproximadamente 71 horas/mês ou que hoje, no mundo, há mais de um bilhão de pessoas nas redes sociais e mais de um milhão entrando na web, pela primeira vez, todos os dias, ou que há mais de 150 milhões de jogadores de games digitais no mundo. Não é possível ignorar esses números e esses movimentos quando se elabora uma estratégia de comunicação nos dias atuais, pois isso seria um grande equívoco.</p>
<p> Essas mudanças implicam também no relacionamento com outro público, o interno da empresa, os colaboradores, pois é preciso trazer temas que sejam do seu interesse para que passem a participar mais das discussões. Deve-se utilizar ferramentas que proporcionem maior interatividade, fazendo com que criem conteúdos colaborativos, tão comuns na web, mas pouco utilizados nas companhias. Caso contrário as famosas intranets continuarão com baixíssima visitação, não atendendo aos objetivos a que se propõem. Deve-se pensar em implantar redes sociais para publicar assuntos pertinentes ao dia-a-dia do funcionário, criar algo como um classificado online ou mesmo um programa de caronas, ou torneios esportivos, para que depois eles criem o hábito de visitação a esse espaço proporcionado pela empresa e esta possa inserir conteúdos que tenha interesse em compartilhar com suas equipes.</p>
<p> Estamos vivendo na era do cliente interativo, seja ele interno ou externo à empresa.</p>

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		<title>Como encontrar o novo consumidor?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 12:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Essa é a pergunta que não quer calar e que executivos de todos os setores estão se fazendo. Sabemos que cada vez mais os consumidores estão presentes em diversos canais de compra e conectados em várias alternativas de mídia. Então, como alcançá-los de forma eficaz?  De acordo com dados apresentados pela Acxiom Brasil, apenas 32% dos gestores de marketing sabem lidar com esse cliente multicanal, que, por sinal, é quase cinco vezes mais rentável que os consumidores em geral.</p>
<p>(artigo para Portal PEGN &#8211; Globo)</p>
<p><span id="more-844"></span></p>
<p>Temos ainda que aprender a lidar com a geração Y, considerada a mais otimista de todos os tempos, mas que é uma geração que não perde tempo com empresas ou pessoas não reais, ou seja, que não são verdadeiras em suas relações. É um grupo que exige ainda mais transparência e autenticidade.</p>
<p>É preciso estar presente onde eles estão e saber como agir. Para isso sua empresa deverá criar conexões mais emocionais, lançar campanhas que tenham identificação e que, com isso, tenham maior chance de “viralizar”. Aliado a isso, lembre-se que 80% da mídia online alcança seu público-alvo, ou seja, há menor dispersão.</p>
<p>Não é tarefa das mais simples, concordo. Precisamos deixar muito claro, como diz o professor Silvio Meira, que ninguém sabe ao certo o que deve ser feito e se alguma empresa lhe disser que tem uma fórmula mágica, que sabe exatamente o que fazer e que resultados essas ações trarão, desconfie. Estamos todos vivendo em “beta”. Não está tudo pronto, nada é definitivo. Existe sim a possibilidade e a necessidade de criar junto, de testar e de aprender o que trará maior retorno para cada perfil de negócio.</p>
<p>Apenas para ilustrar o que estou dizendo, não há tabelas de preços pré-formatadas nesse campo, como existe para criação de peças publicitárias ou campanhas de marketing direto. Cada agência propõe valores distintos pelos serviços prestados, o que torna esse desafio ainda maior.</p>
<p>Porém, mesmo tudo sendo muito novo, há experiências já feitas, histórias já contadas, que fazem com que não tenhamos que sair do zero. Ou seja, aprenda com os erros dos outros, busque indicações e parcerias para acelerar seu processo de aprendizado. Dentre ações já testadas e que demonstram boa aceitação está a criação de conteúdo “fresco”, inovador e direcionado aos interesses do seu target, conteúdo que traga valor imediato. Outro ponto também importante é prover feedback freqüente e mostrar que sua empresa está acompanhando as mudanças do mercado.</p>
<p>Por exemplo, se você é da área de crédito e cobrança, escreva, ou contrate alguém que possa criar conteúdos relevantes sobre credito; se você está no setor de seguros, crie material sobre seguros, dê dicas úteis, crie um guia prático e depois, dissemine isso nas redes sociais nas quais sua empresa está presente, ou nas quais ela venha a estar. Para isso, selecione somente redes que façam sentido para o seu setor. Pesquise e identifique comunidades que tratem do assunto que você domina, ou que tenham interesse nesses temas.</p>
<p>Dessa forma sua empresa não atingirá milhões de pessoas, mas com certeza  alcançará os clientes que são o foco do seu negócio.</p>

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		<title>Você está perdido? Relaxe, você não está só!</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 12:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.</p>
<p>(artigo para Revista <a href="http://www.clientesa.com.br" target="_blank">Cliente S.A</a>.)</p>
<p><span id="more-783"></span></p>
<p> As companhias devem reaprender como executar o velho marketing. O que observamos é que houve uma inversão na forma como planejávamos e executávamos certas atividades dentro dessa disciplina, pois antes as empresas investiam em grande divulgação para construir suas marcas, primordialmente usando mídia de massa para isso. Quando o consumidor precisava adquirir um produto, tinha que se lembrar de quem o vendia e, por isso, as empresas que possuíam o maior volume de investimento eram as mais lembradas e as mais utilizadas no momento da compra, certo?</p>
<p> Hoje, as pessoas não precisam necessariamente se lembrar das marcas antes de adquirir produtos ou serviços, elas “buscam” o que precisam &#8211; 88% das pessoas fazem buscas na web antes de comprar, são mais de um trilhão de páginas indexadas pelo Google &#8211; e o que mais importa mesmo é que a empresa seja encontrada nessa hora. E isso muda simplesmente “tudo”. Não estou pregando aqui que as mídias de massa devam ser extintas das campanhas realizadas, ou que não se invista mais em construção de marca, não é nada disso, mas deve-se entender como as coisas têm funcionado agora com as Estratégias de Marketing digital.</p>
<p>Além disso, é preciso compreender que os clientes são pessoas, e pessoas que desejam envolvimento, interação, engajamento e não apenas comprar produtos! As companhias devem abrir espaço para uma “conversa” com o cliente. E esse relacionamento deve ser construído passo a passo, leva tempo, dá trabalho, mas é o caminho a ser seguido.</p>
<p>Pela primeira vez, em tantos anos de existência do marketing, mudanças profundas estão ocorrendo que alteram nosso conhecimento do consumidor e a melhor forma de alcançá-lo. Tudo isso exige uma postura de atualização permanente. Não basta conhecer apenas os conceitos já estabelecidos, é necessário saber criar a Presença Digital da empresa de forma adequada, bem como sua Estratégia de Marketing Digital para essa nova era, como <a href="http://www.sandraturchi.com.br/artigos/10/o-marketing-no-seu-celular/" target="_blank">Mobile Marketing</a>, Flash Mob, QR Code, Realidade Aumentada, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/07/brasil-lidera-o-e-commerce-na-america-latina/" target="_blank">E-commerce</a>, M-commerce, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/o-consumidor-nas-redes-sociais/" target="_blank">Redes e Mídias Sociais </a>(Orkut, Facebbok, Formspring, Twitter, LinkedIn, etc),  <a href="http://www.sandraturchi.com.br/artigos/12/o-fascinio-das-redes-sociais/" target="_self">Buscas</a>, SEM, SEO, Buzz, Marketing Viral, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/marketing-digital-e-suas-possibilidades/" target="_self">Advergaming</a>, Games Sociais entre outras inovações.</p>
<p> E é na área de marketing que a empresa buscará apoio para entender o que está ocorrendo. É de lá que se espera uma postura de sintonia com o mercado e de inovação. Portanto, se me permitem dizer, parece que aumentou muito a responsabilidade de quem atua nessa área!</p>

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		<title>O consumidor nas Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 15:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>A maior parte das empresas hoje está preocupadíssima com as mudanças que estão ocorrendo no comportamento do consumidor, trazidas pela internet. E para não ficar de fora passam a tentar interagir nas redes sociais, porém, sem nenhum planejamento, o que é um risco muito grande para suas marcas. Esse risco se dá porque não há total controle na rede, aliás, há bem pouco controle sobre a repercussão de certas ações, o que expõe as empresas a conseqüências muitas vezes indesejáveis. Essa falta de controle se deve ao processo atual de geração de conteúdos, que pode ser feito por qualquer um, bem como sua disseminação na web, que ocorre de forma extremamente veloz, devido ao alto grau de conexão entre as pessoas.</p>
<p>(artigo para revista Gestão &amp; Negócios)</p>
<p><span id="more-768"></span></p>
<p>A palavra atual é reputação e para construir uma reputação na internet é necessário estratégia. E a estratégia começa com o que a empresa deseja para sua marca no médio e longo prazo. As ações na web não estão desconectadas das estratégias globais da empresa, muito pelo contrário, devem caminhar juntas. Se a empresa deseja transmitir uma imagem inovadora, ela deverá promover ações que demonstrem isso. Se for uma empresa preocupada com o meio ambiente, sua atuação nas mídias digitais, assim como fora delas, deve refletir isso, e assim por diante.</p>
<p>A web tornou os clientes muito mais exigentes. São vinte milhões de pessoas mais preparadas para o processo de compras. Tem sido cada vez mais freqüente encontrar consumidores nas lojas com mais informações sobre os produtos do que os vendedores.</p>
<p>Várias empresas que se lançam nas redes sem antes definir uma estratégia incorrem em equívocos que não somarão para o seu desempenho futuro, tanto na web como nos negócios. Exemplo disso são empresas que procuram utilizar as redes unicamente para promoções, com o intuito de vender a qualquer custo. Essas ações acabam saturando aqueles que interagem com a marca. As mídias sociais são, na verdade, uma grande oportunidade de aproximação e interação com o cliente, proporcionando às empresas a chance de criarem uma imagem mais simpática e humana.</p>
<p>Segundo pesquisa da <a href="http://www.deloitte.com" target="_blank">Deloitte</a> de maio de 2010, 70% das empresas utilizam ou monitoram as mídias sociais, embora grande parte delas não compreenda ao certo como agir e os riscos que correm. As empresas alegam que usam as redes para ações de marketing e divulgação de produtos (83%) e para monitoramento da marca (71%), o que demonstra a baixa utilização ainda como plataforma de relacionamento. Esse ponto difere do comportamento observado dentre empresas americanas. Outro ponto que ainda merece atenção é o uso para captação de oportunidades e inovação, que podem ser obtidas pelo caminho da inteligência coletiva, tendência que ainda veremos crescer muito nos próximos tempos.</p>

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		<title>Ter um site bonitinho já não resolve mais</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 15:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Com o crescimento consistente da web, tanto em número de usuários como no tempo médio online da população brasileira, de 48 horas/mês, como na presença empolgante nas mais diversas redes sociais, tem ficado evidente para muitas empresas a necessidade de estar presente no universo digital, seja através da reformulação dos seus velhos sites, ou mesmo [...]]]></description>
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<p>Com o crescimento consistente da web, tanto em número de usuários como no tempo médio online da população brasileira, de 48 horas/mês, como na presença empolgante nas mais diversas redes sociais, tem ficado evidente para muitas empresas a necessidade de estar presente no universo digital, seja através da reformulação dos seus velhos sites, ou mesmo da iniciação de um projeto novo de vendas pela web.</p>
<p>(artigo para o Portal <a href="http://www.pegn.com.br" target="_blank">PEGN &#8211; </a>Globo)</p>
<p><span id="more-742"></span></p>
<p>Temos assistido ao sucesso perpetrado por algumas empresas na internet, como a <a href="http://www.tecnisa.com.br" target="_blank">Tecnisa</a>, que já virou sinônimo de boas práticas, que até já vendeu pelo Twitter e pelo Iphone, que está presente no <a href="http://www.formspring.me/" target="_blank">Formspring </a>e no Tablet, além de ter uma operação muito bem estruturada de atendimento, seja online ou offline, àqueles que fazem contato.</p>
<p>Por outro lado, ainda podemos observar empresas que consideram que seu site, reformulado há alguns anos, ainda está bem “bonito”, portanto, concluem não ser necessário atualizá-lo. Para essas eu gostaria de dar uma triste notícia, ter um site bonitinho já não resolve mais. Se ele foi feito ou refeito sem os pré-requisitos básicos para que seja “encontrável” (desculpem o neologismo) ou mesmo para que seja mais interativo com seus clientes ou interligado às redes sociais, eu lamento muito, mas hoje ele não é de grande valia aos seus negócios!</p>
<p>Ao concluir isso muitas empresas renomadas estão passando a dar maior atenção ao que tem ocorrido à sua volta, como o<a href="http://www.franscafe.com.br" target="_blank"> Fran’s Café</a>, que reformulou seu site para aprimorar o atendimento aos seus clientes. Ou então a rede de móveis <a href="www.etna.com.br" target="_blank">Etna</a>, que lançou sua megastore virtual com mais de quatro mil produtos.</p>
<p>Além de bons exemplos no mundo do turismo como a <a href="http://www.decolar.com" target="_blank">Decolar.com</a>, que oferece planos de milhagem e fornece descontos especiais em newsletters segmentadas. Ou o lançamento de 1400 títulos em português de livros digitais pela <a href="http://www.saraiva.com" target="_blank">Saraiva.com</a> para o iPad, com preços até 30% menores que as versões físicas,  assim como sua concorrente, a <a href="http://livrariacultura.com.br" target="_blank">Livraria Cultura</a>, que também tem uma loja virtual com 150 mil títulos disponíveis para download. Ainda temos a <a href="http://www.sonymusic.com.br" target="_blank">Sony Music </a>que reinventou seu modelo de negócios apostando na venda de músicas para celulares e internet.</p>
<p>Há também as redes sociais que proliferam com boas opções, como a <a href="http://maisquereceitas.com.br" target="_blank">+QueReceitas</a>, site de relacionamento voltado aos profissionais e amantes da culinária, focado em aprendizado gastronômico. Ou então o <a href="http://vagalume.uol.com.br/" target="_blank">Vaga-lume</a>, de música e entretenimento, a rede <a href="http://www.drimio.com.br" target="_blank">Drimio</a>, voltada para integrar pessoas às marcas, existente há um ano e que já tem quase 70 mil usuários. Ou a <a href="http://www.bymk.com.br" target="_blank">ByMK</a>, voltada para  o mundo da moda, que já conta com 80 mil internautas cadastrados e já foi utilizada por agências de publicidade e a rede voltada para quem é apaixonado por cinema, a <a href="http://www.moviemobz.com/" target="_blank">MovieMobz</a>, que tem mais de 25 mil usuários.</p>
<p>Apesar disso, muitas empresas ainda estão “patinando” com relação ao que fazer no mundo da web e nas mídias sociais, utilizando-a para divulgação pura e simples, perdendo a oportunidade de se relacionar e aprender mais sobre os seus consumidores.</p>

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		<title>E-commerce nas PME´s: o que fazer para não quebrar?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 19:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bi contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais movimentadas do ano.
Por Natan Sztamfater
FONTE: Portal FCDL/SC (via WebFórum de e-commerce [...]]]></description>
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<h2><img src="http://www.acsp.com.br/upload/nce/webforum/ccm.jpg" alt="" width="320" height="236" />Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bi contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais movimentadas do ano.</h2>
<p>Por Natan Sztamfater</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.fcdlscnoticias.cdl-sc.org.br/artigo/e-commerce-nas-pme%C2%B4s-o-que-fazer-para-n%C3%A3o-quebrar">Portal FCDL/SC</a> (via WebFórum de e-commerce da ACSP)</p>
<p><span id="more-735"></span></p>
<p>De olho nesses dados, empresas se movimentam e investem cada vez mais em um mar de oportunidades proporcionado pelos recursos infindáveis da venda online. A internet é um mundo sem limites, isso virou jargão, mas é fato consumado. E, como em todo negócio, seja ele físico ou disposto no ambiente virtual, se não for bem planejado e acompanhar as tendências para ganho de competitividade, ele morre ou, naturalmente, fica pra trás. Ter uma loja virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em tempos onde a mudança, no universo online, é mais rápida que no &#8220;mundo real&#8221;.</p>
<p>Este artigo tem o propósito de ilustrar porque alguns dos pequenos varejistas virtuais quebram no início e o que fazer para mudar esse cenário, com ideias para fazer valer o investimento. O primeiro passo é o planejamento, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas, além de muito, muito trabalho e dedicação.</p>
<p>Fatores do fracasso no e-commerce</p>
<p>Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados no e-commerce são:</p>
<p>- Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado;</p>
<p>- Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo preço;</p>
<p>- Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Este produto já está saturado na web? Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio para venda na internet?</p>
<p>- Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que acabam não sendo fidelizados;</p>
<p>- Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.</p>
<p>Ideias para se manter e crescer no e-commerce</p>
<p>Abaixo listo os principais pontos que suprem os desafios a serem superados, mencionados nos itens anteriores.</p>
<p>- Marketing Digital e Redes Sociais no e-commerce</p>
<p>O plano de marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores. Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de compra.</p>
<p>Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing, personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em vendas no e-commerce. Porém, isso não é regra, há uma necessidade eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então aplicar o que traz mais ROI (Return On Investiment).</p>
<p>Nesse caso, também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.</p>
<p>- Tecnologia adequada ao e-commerce</p>
<p>Em relação ao investimento em tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que, acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja inferior. Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.</p>
<p>- Concorrência, atendimento e fidelização no e-commerce</p>
<p>Na análise de concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.</p>
<p>Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca) aumenta consideravelmente. O ideal é igualar o atendimento de excelência baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.</p>
<p>Se você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo da mão: a garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter um empreendimento. Estamos vivendo um momento de migração de compras do mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto, cuja marca já conhece no ambiente off line.</p>
<p>Antes de tomar qualquer decisão relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma consultoria ou contratação.</p>
<p>O e-commerce exige tecnologia, agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil do target. A internet é rápida demais para atuar sozinho. O empreendedor precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce.</p>
<p><a href="http://www.fcdlscnoticias.cdl-sc.org.br/artigo/e-commerce-nas-pme%C2%B4s-o-que-fazer-para-n%C3%A3o-quebrar"></a></p>

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		<title>Bom exemplo de e-commerce nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 18:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.
Artigo [...]]]></description>
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<p>Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.</p>
<p>Artigo para portal <a href="http://www.revistapegn.globo.com" target="_blank">PEGN (Globo)</a>   /  Case apresentado  no evento ProXXIma - abr/10.</p>
<p><span id="more-720"></span></p>
<p>A <a href="http://www.netshoes.com.br" target="_blank">Netshoe</a>s tem por volta de 550 funcionários e existe há dez anos, tendo surgido inicialmente no mundo físico, com lojas em São Paulo e hoje é um dos maiores anunciantes da Web. É um varejo de nicho, pelo foco em artigos esportivos.</p>
<p>Uma das ações que merece destaque é a realização de pesquisas com clientes após três semanas que adquiriram algum item, para identificar como está sua satisfação com o produto. Com isso já possuem 52 mil avaliações que se tornam recomendações de cliente para cliente. Sabendo-se que mais de 80% das pessoas pesquisam na web antes de adquirir um produto, torna-se imprescindível estimular essa interação, visto que nesse caso 40% das compras são influenciadas por indicações de outros usuários.</p>
<p>Outra estratégia bastante interessante é a gestão dos sites de diversos times de futebol e das suas vendas de artigos esportivos com as respectivas marcas.</p>
<p>Todo processo de acompanhamento é baseado no uso inteligente de dados e métricas, tanto do lado da agência como do cliente, o que demonstra outro ponto crucial para o sucesso, que é a gestão a quatro mãos. Com isso avaliam os investimentos feitos em marca e divulgação.</p>
<p>Fazem uso também de email marketing, com ações segmentadas por perfil, por exemplo, se é homem ou mulher, por torcida, há quanto tempo esse cliente interagiu pela última vez, etc. Essas adequações melhoram a performance técnica e evitam que sejam vistos como Spams. Além disso, esse cuidado com o uso dos dados evita correr riscos como de enviar uma promoção de camisetas do Palmeiras pra um corintiano.</p>
<p>Recentemente optaram por investir na marca fora do mundo on-line, utilizando, entre outras ações, de patrocínio de um time de futebol, bem como filmes na TV.</p>
<p>Dentre as estratégias de marketing digital utilizadas ressalta-se o SEO – “Search Engine Optmization”, que é a implementação de técnicas para melhorar o posicionamento do site da empresa em buscadores, como Google, fazendo com que se eleve seu “Pagerank” e posicionando o site na primeira página, além de utilizar paralelamente links patrocinados nesses mesmos sites. Essa estratégia é recomendável, pois ao mesmo tempo em que há maior exposição através da busca orgânica, simultaneamente empregam-se os links patrocinados para promoções com prazos limitados.</p>
<p>Mais um exemplo de boas práticas é disponibilizar meios de contato ao cliente, como chat e Call Center, visto que os clientes se sentem profundamente insatisfeitos quando não tem nenhum tipo de resposta das empresas.</p>
<p>Além disso, como não poderia deixar de ser, monitoram sua marca nas redes sociais. E falando em redes sociais, segundo a empresa, o uso do Twitter não representou um sucesso de vendas, mas foi um caminho interessante de relacionamento empresa-cliente, principalmente em tempos de crescimento do poder do consumidor</p>

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		<title>Qual o impacto da internet nas próximas eleições?</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 23:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Com as recentes mudanças nas leis eleitorais que liberaram o uso de internet e redes sociais nas campanhas, já é possível acompanhar mudanças no cenário político, mesmo não sendo possível fazer propaganda paga na web. Encerramos 2009 com aproximadamente 70 milhões de pessoas tendo acesso à web, em suas residências, em Lan Houses, Cyber Cafés, escolas, trabalho, entre outros locais, embora apenas 38% deles acessem diariamente. Espera-se que esse número em 2010 atinja 100 milhões, sendo que o Brasil tem 133 milhões de eleitores. Além disso, o país já conta com mais de 175 milhões de celulares.</p>
<p>(artigo para a Revista <a href="http://carreiraenegocios.uol.com.br/" target="_self">Carreiras&amp;Negócios</a>)</p>
<p><span id="more-712"></span></p>
<p>Os três principais candidatos à presidência já estão utilizando algumas plataformas, como Twitter e Youtube, por exemplo. José Serra tem mais de 170 mil seguidores no microblog e posta seus comentários pessoalmente. Dos três, Dilma foi a última candidata a aderir e ainda “está aprendendo”. Marina tende a ter bom destaque, pois segundo analistas, traz temas inovadores ao debate, o que cai muito bem na rede.</p>
<p>O custo estimado das campanhas total em 2010 é de R$ 2 bilhões, o maior de todos os tempos, a de Obama foi US$ 740 milhões e Lula declarou R$ 168 milhões em 2006, oficialmente. Obama conseguiu arrecadar US$ 500 milhões de três milhões de eleitores. Diferentemente do Brasil, onde são poucos e grandes doadores para as candidaturas e onde reina o caixa dois. Esse financiamento de campanhas feito pelo público é muito positivo, pois cria uma atitude de maior compromisso por parte do político, ou seja, gera maior comprometimento com suas propostas. Entretanto, no Brasil, o item contribuições tende a não ter grande impacto, pois além da falta de tradição dos cidadãos de financiarem campanhas políticas, os políticos gozam de menor reputação, historicamente falando. A candidata Marina, por exemplo, já divulgou o valor arrecadado (R$ 2,5 mil) até o momento, o que é muito baixo.</p>
<p>Como exemplo brasileiro, Gabeira em 2008 já arregimentou 10 mil voluntários pelas redes sociais. Segundo ele, “quando funcionar efetivamente no Brasil a arrecadação online será a prova de que a legítima persuasão do eleitor pode enfrentar o poder econômico e fazer frente ao caixa dois”, como ocorreu nos EUA, onde também havia grandes doações de grupos de interesse, antes da última campanha.</p>
<p> Obama conseguiu 2 milhões de simpatizantes no Facebook, 1 milhão no <a href="www.myspace.com" target="_blank">MySpace</a> e mais de 100 mil no <a href="www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a>. Foram criados também blogs para combater falsos rumores e ataques ao candidato. Outro ponto interessante da sua campanha, além da grande integração entre as ações on-line e off-line, foi sua estratégia de relacionamento através da criação de sites voltados aos mais variados públicos, como negros, evangélicos, latinos, etc, para debater temas relevantes a cada um deles.</p>
<p>No Brasil temos um exemplo da criação de um blog para desmentir comentários do outro candidato, o site criado pelo PSDB chamado “<a href="www.gentequemente.org.br" target="_blank">Gente que mente</a>”. De qualquer forma temos que lembrar que o brasileiro, em geral, não se interessa por política e não passará a fazê-lo por causa da internet, até porque temos um perfil de navegação diferente dos americanos, sendo aqui mais voltado ao lazer e lá pela busca de informação.</p>
<p>A internet é um território mais livre e menos controlável do que outras mídias, o que poderá gerar um grande número de ataques e ofensas mútuos. Por outro lado será a primeira vez que a discussão poderá ser ampliada com maior participação do público, por meio das redes sociais, que contribuirão para acelerar a difusão de informações. Para o mundo político, assim como para as empresas, as mídias digitais trazem um fator muito interessante que é a possibilidade de obter uma boa exposição com menores investimentos e mais criatividade, se compararmos aos custos da mídia tradicional.</p>
<p>Outro ponto pra lá de importante será o uso inteligente das bases de dados, com o mapeamento de simpatizantes de ambos os lados, para serem trabalhados em ações diretas.</p>
<p>Mas e depois das eleições, tudo isso acaba? O ideal é que não seja assim e que o futuro governante continue aproveitando o exemplo americano ao utilizar o meio digital para levar mais transparência à gestão.</p>

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		<title>Como as MPE’s podem competir na web</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Embora poucos microempresários admitam, a falta de conhecimento sobre as ferramentas da web é a principal causa para não utilizá-la na geração de negócios, além da ausência de estrutura em suas empresas.  Segundo pesquisa realizada recentemente com micro e pequenas empresas paulistanas, 70% delas ainda não fazem nenhum tipo de divulgação on-line dos seus produtos, [...]]]></description>
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<p>Embora poucos microempresários admitam, a falta de conhecimento sobre as ferramentas da web é a principal causa para não utilizá-la na geração de negócios, além da ausência de estrutura em suas empresas.  Segundo pesquisa realizada recentemente com micro e pequenas empresas paulistanas, 70% delas ainda não fazem nenhum tipo de divulgação on-line dos seus produtos, bem como não fazem compras ou vendas on-line.</p>
<p><span id="more-702"></span></p>
<p>Para aquelas que utilizam o meio digital para fazer negócios, esse canal já representa, em média, 30% do seu faturamento e, em alguns casos, a internet pode levar até 80% do tráfego de clientes para sua loja física.</p>
<p>Esses números demonstram que há ainda um longo caminho a ser percorrido pelos microempresários, mas já é possível observar bons exemplos.</p>
<p>As empresas que saíram na frente e aprenderam a utilizar a divulgação na Web perceberam que isso é algo viável e têm colhido bons frutos. Quem está fazendo sua “lição de casa” já figura nas primeiras páginas do principal site de buscas da internet, dentro da sua categoria de produtos.</p>
<p>Normalmente me questionam se é possível as pequenas empresas competirem de igual para igual com as grandes na internet. Na verdade, com a internet, a pequena empresa pode até se sobressair, pois mesmo com menor investimento, mas desde que implantando as ações corretamente, ela será encontrada por aqueles que estiverem buscando o seu produto e isso é o que mais importa. No caso das MPE’s não é recomendável fazer uma divulgação para quem não é o seu público ou não tem interesse no que ela vende. E, normalmente, quando fazemos mídia de massa, é isso que ocorre.</p>
<p>Na web é possível executar ações segmentadas e pagar com base em resultados, como ocorre com os links patrocinados, por exemplo. Isso faz com que os custos sejam menores, pois só se paga quando seu anúncio recebe um clique. Além disso, há ações que podem ser implantadas de forma mais rápida do que no mundo físico, como o envio de mala direta versus uma campanha de email marketing. Esta última pode trazer melhores resultados, com menor investimento do que a primeira opção, desde que feita de forma adequada.</p>
<p>A união de dois fatores como atendimento a nichos específicos de mercado e investimento em divulgação segmentada, já fazem com que as MPE’s possam competir de forma muito interessante na web. Não quer dizer necessariamente que elas “roubarão” mercado das grandes redes, mas sim, que hoje elas podem figurar entre as opções de compra do consumidor.</p>
<p>Um exemplo disso é o caso de alguém que busca acessórios para instalar uma TV de plasma em sua casa. Numa pesquisa na web, com certeza, serão encontradas opções de lojas diferentes das marcas já conhecidas. Muito provavelmente o consumidor vai se deparar com quem é especializado no assunto. O mesmo pode ocorrer quando se busca por fabricantes de móveis infanto-juvenis em determinada cidade do sul do país.</p>
<p>Isso demonstra que produtos ou locais mais específicos podem ser atendidos por determinadas empresas especializadas, ou regionais, e não unicamente pelas grandes redes, e é aí que está o “pulo do gato”.</p>

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		<title>Pesquisa inédita mostra situação das MPE´s com relação à internet</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 21:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Uma pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela Internet, principalmente as da Indústria e do Atacado. [...]]]></description>
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<p> </p>
<p>Uma pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela Internet, principalmente as da Indústria e do Atacado. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas (veja descrição da amostra ao final).</p>
<p>(publicado no <a href="http://cotidianodigital.voit.uol.com.br/menu_03/noticia.asp?id=674" target="_blank">Portal VOIT &#8211; Cotidiano Digital</a>)</p>
<p><span id="more-700"></span><br />
Negócios pela internet:</p>
<p> O maior percentual de empresas que fazem negócios pela rede apareceu na Indústria, que também lidera no item de vendas on-line (13%). Os segmentos de Serviços e Comércio Atacadista se destacam nas compras pela internet, com percentuais de 16% e 15%, respectivamente.</p>
<p>A superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, destaca que entre as empresas que ainda não realizam negócios pela Internet, quase a metade (47%) declara que não o faz por “falta de necessidade de usar esse canal”, mas 19% dizem que falta estrutura ou conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. “Na minha avaliação, dentre as empresas que dizem não ter necessidade existe ainda grande desconhecimento sobre as possibilidades que a web oferece. Há muitas vantagens em investir no comércio on-line, uma prova disso é a conversão de grandes redes varejistas para o mundo digital. Porém, há cuidados básicos que devem ser tomados na implantação do negócio, como a seleção de fornecedores sérios é fundamental”, opina Sandra.</p>
<p>As pequenas empresas citam maior interesse, mas também são maiores as dificuldades por falta de estrutura interna e de conhecimento das ferramentas, conforme manifestado por 24% delas. Gráfico abaixo:</p>
<p>Das empresas que fazem negócios (30% do total) na Internet, 60% têm loja virtual e 64% das compras são de pessoa jurídica, ou seja, mercado BtoB.</p>
<p>·         Do total das empresas pesquisadas, aproximadamente 11% fazem e-commerce, ou seja, vendas BtoC.</p>
<p>·         Das empresas que fazem e-commerce, a solução logística mais utilizada, além da própria empresa (15%), são os Correios (15%).</p>
<p>Selo de segurança:</p>
<p>A idéia de um selo que ateste a credibilidade de uma loja virtual é bem aceita entre as empresas que já possuem uma loja deste tipo. Uma fatia de 78% se diz interessada ou muito interessada por ter um selo. “A ACSP está trabalhando nessa questão que impactará em maior credibilidade nas transações on-line através da análise de diversos critérios pré-estabelecidos”, explica Sandra. Gráfico abaixo:</p>
<p>E o interesse pelo selo de segurança nas transações cresce para 83% entre as microempresas. “Isso é compreensível, pois é algo que poderá auxiliá-las no momento da escolha por parte dos clientes, visto que suas marcas são normalmente menos conhecidas do que as grandes redes”, cita Sandra Turchi  . Gráfico abaixo:</p>
<p>Em 50% dos casos, as compras são realizadas ou pelo site do fornecedor ou por e-mail.</p>
<p>Presença na web:</p>
<p>60% da empresas afirmam ter website próprio, variando entre os portes e setores.</p>
<p>- Entre as que não possuem (40%) site, 20% estão desenvolvendo e 11% citaram o alto custo como principal entrave.</p>
<p>- Entre as que possuem site, 67% já os têm há pelo menos 3 anos, sendo que a indústria demonstra ter há mais tempo.</p>
<p>- Em todos os portes 46% tem site há menos de 6 meses,</p>
<p>Em 70% das empresas foi verificada a preocupação em construir um site que seja localizado pelas ferramentas de buscas na web. Gráfico abaixo:</p>
<p>Metodologia e amostragem:</p>
<p>Dos respondentes, 47% eram donos/proprietários das empresas, 45%, gerentes e 8%, diretores e superintendentes. Considerou-se por categorias e portes:</p>
<p>00 a 19 funcionários = Micro</p>
<p>20 a 99 funcionários = Pequena</p>
<p>100 a 499 funcionários = Média</p>
<p>500 ou mais funcionários = Grande</p>
<p>Foram entrevistadas 500 empresas, representativas do universo total da cidade de São Paulo, de Micro a empresa de Grande porte, dos segmentos: Indústria, Construção, Serviços, Varejistas, Atacadistas e Instituição Financeira.</p>

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