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	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; MPE&#8217;s</title>
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	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
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		<title>“Nicho” é a palavra-chave do e-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Quando falamos em e-commerce para pequenas ou médias empresas é necessário entender que o grande diferencial, nesse caso, é a possibilidade de a empresa ter foco em determinados segmentos de mercado e não tentar atender todo mundo, como fazem os magazines. O pequeno e médio empreendedor deve ver no universo on-line a grande oportunidade de [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_light-green" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-big?url=http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/07/%e2%80%9cnicho%e2%80%9d-e-a-palavra-chave-do-e-commerce/&amp;shorturl=http://bit.ly/cT8sw8&amp;title=%E2%80%9CNicho%E2%80%9D+%C3%A9+a+palavra-chave+do+e-commerce&amp;theme=light-green&amp;nick=SandraTurchi&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p>Quando falamos em e-commerce para pequenas ou médias empresas é necessário entender que o grande diferencial, nesse caso, é a possibilidade de a empresa ter foco em determinados segmentos de mercado e não tentar atender todo mundo, como fazem os magazines. O pequeno e médio empreendedor deve ver no universo on-line a grande oportunidade de atender nichos, que antes tinham dificuldades em encontrar determinados produtos, mas, hoje, contam com as vantagens dos buscadores para localizar praticamente qualquer coisa. Se a empresa entender esse mecanismo de funcionamento terá muito mais sucesso e de forma muito mais rápida, do que se ficar tentando competir de frente com os grandes players.</p>
<p>(artigo para Revista Gestão &amp; Negócios)</p>
<p><span id="more-786"></span></p>
<p>Ok, mas como isso acontece? Você deve estar me perguntando. Bem, imagine uma loja de produtos musicais especializada em itens para canhotos. Isso mesmo, pessoas canhotas (não sei se existe, é uma hipótese!). Quantos itens ela conseguirá vender por mês? Acredito que poucos, não é mesmo? Afinal, quantos canhotos existem em seu bairro que desejam tocar instrumentos musicais? Mas se você levar esse exemplo para o universo da internet, quem tiver esse perfil irá buscar na web e encontrará essa loja, de qualquer parte do Brasil ou do mundo. Mas é claro, isso só vai ocorrer se a loja estiver realmente lá presente, da forma correta.</p>
<p>Para que isso ocorra, não adianta ter um site estático, não se divulgar, não gerar conteúdos relevantes para o seu público. A empresa deverá construir sua presença digital de forma consistente para ser localizada. Além disso, precisará se preocupar em ter uma operação logística bem “azeitada” para poder entregar em todo o país, e mais, se quiser vender fora do país deverá investir na construção de um site no idioma do destino de interesse, obviamente.</p>
<p>Depois que fizer o básico, poderá investir em outras formas de divulgação, como mobile marketing, e mesmo no engajamento dos seus consumidores, via games, além de vídeos que demonstrem a melhor utilização dos seus produtos, bem como redes sociais. Mas lembre-se, antes é necessário desenvolver um bom site, criar interação e conversas com o cliente, aprender a aparecer na busca orgânica dos buscadores, e não apenas fazer links patrocinados.</p>
<p>E, por fim, não acredite em quem quer convencê-lo de que na internet não é preciso investir, que é “baratinho” para anunciar, e coisas do gênero. Para ter sucesso em uma operação online deve haver estratégia, requer investimentos, sim, de tempo e de dinheiro. Mas qual o problema? Afinal, uma loja física também precisa de planejamento e investimento. O que ressalto é que para muitos competidores, sua loja na web já representa, hoje, a melhor loja em vendas de toda sua rede.</p>

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		<title>Bom exemplo de e-commerce nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 18:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.
Artigo [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_light-green" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-big?url=http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/05/bom-exemplo-de-e-commerce-nacional/&amp;title=Bom+exemplo+de+e-commerce+nacional&amp;theme=light-green&amp;nick=SandraTurchi&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p>Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.</p>
<p>Artigo para portal <a href="http://www.revistapegn.globo.com" target="_blank">PEGN (Globo)</a>   /  Case apresentado  no evento ProXXIma - abr/10.</p>
<p><span id="more-720"></span></p>
<p>A <a href="http://www.netshoes.com.br" target="_blank">Netshoe</a>s tem por volta de 550 funcionários e existe há dez anos, tendo surgido inicialmente no mundo físico, com lojas em São Paulo e hoje é um dos maiores anunciantes da Web. É um varejo de nicho, pelo foco em artigos esportivos.</p>
<p>Uma das ações que merece destaque é a realização de pesquisas com clientes após três semanas que adquiriram algum item, para identificar como está sua satisfação com o produto. Com isso já possuem 52 mil avaliações que se tornam recomendações de cliente para cliente. Sabendo-se que mais de 80% das pessoas pesquisam na web antes de adquirir um produto, torna-se imprescindível estimular essa interação, visto que nesse caso 40% das compras são influenciadas por indicações de outros usuários.</p>
<p>Outra estratégia bastante interessante é a gestão dos sites de diversos times de futebol e das suas vendas de artigos esportivos com as respectivas marcas.</p>
<p>Todo processo de acompanhamento é baseado no uso inteligente de dados e métricas, tanto do lado da agência como do cliente, o que demonstra outro ponto crucial para o sucesso, que é a gestão a quatro mãos. Com isso avaliam os investimentos feitos em marca e divulgação.</p>
<p>Fazem uso também de email marketing, com ações segmentadas por perfil, por exemplo, se é homem ou mulher, por torcida, há quanto tempo esse cliente interagiu pela última vez, etc. Essas adequações melhoram a performance técnica e evitam que sejam vistos como Spams. Além disso, esse cuidado com o uso dos dados evita correr riscos como de enviar uma promoção de camisetas do Palmeiras pra um corintiano.</p>
<p>Recentemente optaram por investir na marca fora do mundo on-line, utilizando, entre outras ações, de patrocínio de um time de futebol, bem como filmes na TV.</p>
<p>Dentre as estratégias de marketing digital utilizadas ressalta-se o SEO – “Search Engine Optmization”, que é a implementação de técnicas para melhorar o posicionamento do site da empresa em buscadores, como Google, fazendo com que se eleve seu “Pagerank” e posicionando o site na primeira página, além de utilizar paralelamente links patrocinados nesses mesmos sites. Essa estratégia é recomendável, pois ao mesmo tempo em que há maior exposição através da busca orgânica, simultaneamente empregam-se os links patrocinados para promoções com prazos limitados.</p>
<p>Mais um exemplo de boas práticas é disponibilizar meios de contato ao cliente, como chat e Call Center, visto que os clientes se sentem profundamente insatisfeitos quando não tem nenhum tipo de resposta das empresas.</p>
<p>Além disso, como não poderia deixar de ser, monitoram sua marca nas redes sociais. E falando em redes sociais, segundo a empresa, o uso do Twitter não representou um sucesso de vendas, mas foi um caminho interessante de relacionamento empresa-cliente, principalmente em tempos de crescimento do poder do consumidor</p>

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		<title>A evolução dos negócios no mundo digital</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 15:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>(artigo para Revista Mundocoop)</p>
<p><span id="more-708"></span></p>
<p>Além disso, essa democratização também passou a fazer parte da forma como se produzem os conteúdos que, unida a ferramentas de grande poder de disseminação como o Twitter, por exemplo, e os celulares &#8211; tem provocado um movimento muito interessante: a percepção de que não se pode mais ficar alienado desse novo mundo, pois aqueles que ainda não utilizam essas ferramentas parecem realmente incomodados, buscando se atualizar de forma quase urgente.</p>
<p>O Twitter, mais do que outras ferramentas, acelerou esse senso de urgência. Embora ele exista há alguns anos e tenha sido concebido com outro propósito, foi ao longo do ano passado que teve seu uso intensificado pelos brasileiros e passou a ser utilizado também pelo mundo corporativo, do mesmo modo como tem ocorrido com outras redes sociais.</p>
<p>Por que essa modalidade de relacionamento digital hoje impacta até mesmo a vida de quem a nem aderiu a ela? Pois está totalmente associada a atividades que ocorrem à nossa volta. Um exemplo disso é o uso no mundo político, como veremos se intensificar ao longo dos próximos meses.</p>
<p>O Twitter é mais dinâmico e pode ser considerado um medidor de tendências, e seu uso, juntamente com outras redes sociais, tem sido focado para gerar maior aproximação das empresas com seus clientes, para acompanhar o mercado e a concorrência, para identificar novos produtos ou negócios e para divulgação, nessa ordem.</p>
<p>No mundo empresarial, muitas companhias já fazem um acompanhamento de suas marcas nas redes sociais, por volta de 50%, segundo pesquisa da <a href="www.acsp.com.br" target="_blank">Associação Comercial de SP</a>.  Isso quer dizer que as empresas, mesmo sem saber ao certo atuar nesse novo cenário já demonstram preocupação com sua reputação.</p>
<p>Há outros exemplos, de empresas como a <a href="www.dell.com" target="_blank">Dell</a>, que estão utilizando para vender produtos e solucionar problemas dos seus clientes, ou a fabricante de eletrônicos <a href="www.lg.com.br" target="_blank">LG</a>, que utiliza para fazer promoções instantâneas e a<a href="www.ibm.com.br" target="_blank"> IBM</a>, para facilitar a comunicação entre seus cientistas mundo afora. No Brasil, o grupo <a href="www.b2w.com.br" target="_blank">B2W</a>, responsável pelo Submarino e Americanas.com, cadastrou seus seguidores que optaram por receber promoções via Twitter.  </p>
<p>Além disso, há empresas que tem se perpetuado na internet por estarem sempre inovando, como é o caso da <a href="www.amazon.com" target="_blank">Amazon</a>, que utiliza a chamada “web semântica” para vender cada vez mais produtos. Essa nova definição da web é o uso inteligente do cruzamento de informações para levar ofertas de forma segmentada a cada tipo de consumidor, gerando, obviamente, resultados muito mais efetivos</p>

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		<title>E-commerce não é opção, é imposição do mercado!</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 13:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce, consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano, nos últimos anos, o que se manteve em 2009, ainda que se considerando a crise econômica mundial. O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_light-green" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-big?url=http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/04/e-commerce-nao-e-opcao-e-imposicao-do-mercado-2/&amp;shorturl=http://bit.ly/dmHCNX&amp;title=E-commerce+n%C3%A3o+%C3%A9+op%C3%A7%C3%A3o%2C+%C3%A9+imposi%C3%A7%C3%A3o+do+mercado%21&amp;theme=light-green&amp;nick=SandraTurchi&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p>Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce, consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano, nos últimos anos, o que se manteve em 2009, ainda que se considerando a crise econômica mundial. O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha. O Brasil é o país onde as pessoas passam mais tempo navegando na web. Hoje, existem aproximadamente dezessete milhões de e-consumidores brasileiros e as perspectivas apontam que esse número poderá evoluir rapidamente para vinte milhões, que já é a quantidade de pessoas que se utilizam de serviços financeiros on-line. Essa análise leva em conta o fato de as pessoas terem perdido o receio de fazer tais transações financeiras pela internet, então, o próximo passo natural será a aquisição de produtos e serviços pela rede.</p>
<p>(artigo veiculado na Revista <a href="www.espm.br" target="_blank">ESPM</a> &#8211; 2009 / atualizado 2010)</p>
<p><span id="more-705"></span></p>
<p>Há outros números que representam essa rápida evolução da internet. Nos últimos sete anos, o número de internautas no Brasil quadruplicou e sete, em cada dez internautas, visitam sites de compra. A cada dado verificado torna-se clara a necessidade do varejo estar presente nesse universo.</p>
<p>O faturamento em 2009 foi superior a dez bilhões de reais, e com alguns fatos recentes ocorridos no mercado brasileiro, acredita-se que crescerá ainda mais rapidamente, como foi o caso da entrada de grandes <em>players</em> como: <a href="www.casasbahia.com.br" target="_blank">Casas Bahia,</a> que nesse ano já injetou R$ 3,7 milhões na sua loja virtual; <a href="www.pontofrio.com.br" target="_blank">Ponto Frio</a>, que também lançou sua loja virtual;  <a href="www.walmart.com.br" target="_blank">WalMart</a>, que investiu R$ 25 milhões no seu portal de comércio eletrônico e  o grupo <a href="www.paodeacucar.com.br" target="_blank">Pão de Açúcar</a>, que aperfeiçoou os serviços do <a href="www.extra.com.br" target="_blank">Extra.com</a>, além da recente entrada do <a href="www.carrefour.com.br" target="_blank">Carrefour</a>.  Ironicamente, um movimento muito interessante que vem sendo sinalizado é a perda de participação, no faturamento total, por parte dos grandes varejistas,  devido à entrada de pequenas e médias empresas. Uma demonstração desse fato é que somente no primeiro trimestre de 2009 a redução dessa participação foi de 6,45%.</p>
<p>Isso se deve ao grande interesse observado na busca por maior conhecimento sobre o tema por parte das PMEs, para que também possam entrar nesse universo promissor. Com isso, os microempresários têm participado cada vez mais de cursos e seminários para entender quais os passos necessários, quais as parcerias que precisam ser firmadas, os investimentos, enfim, todo o caminho a ser percorrido.</p>
<p>Outro fator fundamental é compreender o comportamento do e-consumidor, como esse grupo tem evoluído e contribuído para o crescimento do varejo eletrônico. O receio de executar operações financeiras é um dos entraves para um crescimento ainda mais acelerado do e-commerce, porém, como dito acima, isso vem mudando, recentemente, e fazendo com que mais e mais internautas passem a utilizar as facilidades e a conveniência da internet para realizar suas compras.</p>
<p>A entrada das classes populares na internet é hoje um dos fatores que mais movimenta os números da vida on-line. Essas classes, principalmente motivadas pelo interesse na educação dos filhos, se sentem obrigadas a lhes proporcionar acesso à web. Atualmente, com as facilidades geradas pelos financiamentos para a compra de computadores, o segmento de baixa renda foi responsável pelo ótimo desempenho de vendas que esse produto obteve nos últimos anos, pois, em 2007 e 2008  foram vendidos mais computadores que televisores no país.</p>
<p>Ainda sobre o comportamento do consumidor on-line no Brasil, 86% deles se declararam satisfeitos com o processo de compra realizado, segundo pesquisa do instituto <a href="www.ebit.com.br">e-bit</a>, na qual são apontados que os itens mais relevantes para esse índice de satisfação do consumidor são: entrega no prazo, qualidade no atendimento e facilidade na navegação.</p>
<p>Outro fator que tem influenciado as compras na web e essa satisfação é o crescimento das redes sociais colaborativas, que são muito eficazes no momento da decisão de compra, pois o internauta pode obter informações complementares sobre produtos e serviços, bem como indicações de outros consumidores. Por outro lado, as redes servem também como um sinal de alerta para as lojas, que, ao terem acesso às reclamações e sugestões dos clientes, por meio de tais redes, também podem aprimorar seus serviços.  Uma boa parte dos internautas, aproximadamente 46%, costuma pesquisar os comentários de outros usuários antes de realizar suas compras, de acordo com um levantamento realizado junto aos participantes do encontro ‘<em><a href="www.campusparty.com.br" target="_blank">Campus Party’</a></em>, evento realizado em São Paulo: 20% deles disseram ter o  costume  de “postar” informações, dicas e detalhes sobre produtos, em diversos sites e comunidades. Esse é o famoso “marketing boca a boca”, porém potencializado ao extremo, devido à agilidade da rede. Basta lembrar que o brasileiro é um dos povos que mais aderiu à navegação em comunidades on-line como<a href="www.orkut.com.br" target="_blank"> Orkut</a>, <a href="www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a>,<a href="www.twitter.com" target="_blank"> Twitter</a> e <a href="www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, entre muitas outras.</p>
<p>A mesma análise sobre satisfação com o consumo on-line foi verificada em um estudo realizado com consumidores norte-americanos pela <em><a href="www.foresee.com" target="_blank">ForeSee Results</a></em>, o qual demonstra que pessoas com hábito de comprar pela internet estão mais satisfeitas com as lojas virtuais do que com as físicas. Variando numa escala de zero a cem, as lojas virtuais atingiram noventa pontos em satisfação, enquanto o comércio tradicional alcançou apenas 72 pontos. Outro fator, apontado pela pesquisa, é que a chance de o consumidor virtual voltar a comprar na mesma loja, na web, e recomendá-la para outros consumidores é de 65% e 75%, respectivamente, o que demonstra uma enorme fidelização, sonhada por todos os profissionais de marketing.</p>
<p>O mundo das compras on-line foi extremamente facilitado pelas ferramentas de busca, ou os famosos buscadores, como o <a href="www.google.com.br" target="_blank">Google</a>, mas principalmente por aquelas que possibilitam buscas por preço, pois permitem que se façam comparações de modo instantâneo, isso é tão verdadeiro que praticamente todas as pessoas que costumam consumir na rede os consultam regularmente, antes de realizar qualquer compra. Esses pontos tornam o comércio eletrônico bastante peculiar, pois obrigam aos varejistas a se adequarem a um “padrão web”, tendo em vista que não é viável operar de forma muito diferente dos concorrentes, principalmente com relação ao processo de vendas e às formas de pagamento. Sem esquecer que com essa facilidade de acesso às inúmeras informações sobre os produtos, os consumidores passaram a adotar um outro comportamento bastante interessante, o de imprimir suas pesquisas, por exemplo, e ir negociar em uma loja física, para tentar ainda obter a melhor negociação possível.</p>
<p>A sugestão indicada aos varejistas, que ainda relutam em adentrar o mundo on-line, é que procurem criar diversos canais de acesso aos seus consumidores, integrando os novos meios digitais aos tradicionais, como tem sido feito pelas montadoras de automóveis, que disponibilizam todas as informações possíveis on-line para que assim os clientes cheguem à concessionária com sua decisão tomada, ou seja, apenas para fechar o pedido. Nesse mercado, a internet tomou um espaço fundamental, pois de 70 a 80% dos compradores visitam os sites dos fabricantes durante o processo de tomada de decisão. Essa tendência foi apontada na última edição da “<em><a href="www.nrf.com" target="_blank">NRF &#8211; National Retail Federation</a></em>”, no mês de janeiro, em Nova York.  Para atrair a atenção dos consumidores, os principais <em>players</em> desse setor têm investido algo em torno de 10% da sua verba publicitária em estratégias de Marketing Digital, envolvendo ações inovadoras de <em>Mobile</em> Marketing e <em>Advergaming</em>, além das tradicionais campanhas de e-mail marketing e banners.</p>
<p>Há outros exemplos de redes de varejo que possibilitam a compra on-line e a retirada dos produtos pode ser feita diretamente pelo cliente na loja física. Isso se aplica muito bem àqueles que têm certa urgência ou mesmo são mais céticos e não se sentem confortáveis em realizar todo o processo on-line. Outras lojas procuram facilitar a troca de produtos adquiridos on-line, gerando assim, maior confiança no momento da compra.</p>
<p>Deve-se ressaltar também o crescimento da mobilidade, devido à evolução dos aparatos móveis, que traz consigo o conceito de “M-commerce”, ou seja, o comércio via celular. Lembrando que temos hoje no Brasil mais de 175 milhões de linhas ativas. O M-commerce representa ações de compra e venda que podem ter início ou fim com o uso do celular. Pode-se utilizar pelo SMS para informar aos já clientes sobre uma determinada promoção da rede de varejo, por exemplo.</p>
<p>O crescimento do Comércio digital está totalmente associado a uma abordagem de nichos específicos, muito mais do que a mercados de massa, principalmente quando falamos da entrada das PMEs. Essa teoria foi bastante explorada sob o conceito de “<em>Long Tail</em>” ou Cauda Longa, no livro do autor Chris Anderson, segundo o qual, há uma infinidade de pequenos mercados, gerados por desejos específicos de consumidores que se diferenciam dos grandes grupos de consumidores, e isso leva a oportunidades para novos negócios, que são mais facilmente viabilizados pela internet, dado o alcance que esse canal possui e a facilidade gerada pelos mecanismos de busca para se localizarem artigos e serviços peculiares.</p>
<p>Com as facilidades de acesso à internet crescendo incessantemente, com a redução dos custos gerada pela “<em>Cloud Computing</em>” – conceito novo para explicar que não é necessário adquirir todos os equipamentos e softwares para o desenvolvimento de negócios – e com os investimentos menores que o marketing digital permite, não será mais possível que grandes varejistas, e nem pequenos, fiquem à parte dessa nova realidade, a qual traz grandes desafios, mas também grandes oportunidades de atender a novos segmentos e nichos de mercado.</p>

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		<title>Como as MPE’s podem competir na web</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Embora poucos microempresários admitam, a falta de conhecimento sobre as ferramentas da web é a principal causa para não utilizá-la na geração de negócios, além da ausência de estrutura em suas empresas.  Segundo pesquisa realizada recentemente com micro e pequenas empresas paulistanas, 70% delas ainda não fazem nenhum tipo de divulgação on-line dos seus produtos, [...]]]></description>
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<p><span id="more-702"></span></p>
<p>Para aquelas que utilizam o meio digital para fazer negócios, esse canal já representa, em média, 30% do seu faturamento e, em alguns casos, a internet pode levar até 80% do tráfego de clientes para sua loja física.</p>
<p>Esses números demonstram que há ainda um longo caminho a ser percorrido pelos microempresários, mas já é possível observar bons exemplos.</p>
<p>As empresas que saíram na frente e aprenderam a utilizar a divulgação na Web perceberam que isso é algo viável e têm colhido bons frutos. Quem está fazendo sua “lição de casa” já figura nas primeiras páginas do principal site de buscas da internet, dentro da sua categoria de produtos.</p>
<p>Normalmente me questionam se é possível as pequenas empresas competirem de igual para igual com as grandes na internet. Na verdade, com a internet, a pequena empresa pode até se sobressair, pois mesmo com menor investimento, mas desde que implantando as ações corretamente, ela será encontrada por aqueles que estiverem buscando o seu produto e isso é o que mais importa. No caso das MPE’s não é recomendável fazer uma divulgação para quem não é o seu público ou não tem interesse no que ela vende. E, normalmente, quando fazemos mídia de massa, é isso que ocorre.</p>
<p>Na web é possível executar ações segmentadas e pagar com base em resultados, como ocorre com os links patrocinados, por exemplo. Isso faz com que os custos sejam menores, pois só se paga quando seu anúncio recebe um clique. Além disso, há ações que podem ser implantadas de forma mais rápida do que no mundo físico, como o envio de mala direta versus uma campanha de email marketing. Esta última pode trazer melhores resultados, com menor investimento do que a primeira opção, desde que feita de forma adequada.</p>
<p>A união de dois fatores como atendimento a nichos específicos de mercado e investimento em divulgação segmentada, já fazem com que as MPE’s possam competir de forma muito interessante na web. Não quer dizer necessariamente que elas “roubarão” mercado das grandes redes, mas sim, que hoje elas podem figurar entre as opções de compra do consumidor.</p>
<p>Um exemplo disso é o caso de alguém que busca acessórios para instalar uma TV de plasma em sua casa. Numa pesquisa na web, com certeza, serão encontradas opções de lojas diferentes das marcas já conhecidas. Muito provavelmente o consumidor vai se deparar com quem é especializado no assunto. O mesmo pode ocorrer quando se busca por fabricantes de móveis infanto-juvenis em determinada cidade do sul do país.</p>
<p>Isso demonstra que produtos ou locais mais específicos podem ser atendidos por determinadas empresas especializadas, ou regionais, e não unicamente pelas grandes redes, e é aí que está o “pulo do gato”.</p>

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		<title>Pesquisa inédita mostra situação das MPE´s com relação à internet</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 21:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Uma pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela Internet, principalmente as da Indústria e do Atacado. [...]]]></description>
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<p>Uma pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela Internet, principalmente as da Indústria e do Atacado. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas (veja descrição da amostra ao final).</p>
<p>(publicado no <a href="http://cotidianodigital.voit.uol.com.br/menu_03/noticia.asp?id=674" target="_blank">Portal VOIT &#8211; Cotidiano Digital</a>)</p>
<p><span id="more-700"></span><br />
Negócios pela internet:</p>
<p> O maior percentual de empresas que fazem negócios pela rede apareceu na Indústria, que também lidera no item de vendas on-line (13%). Os segmentos de Serviços e Comércio Atacadista se destacam nas compras pela internet, com percentuais de 16% e 15%, respectivamente.</p>
<p>A superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, destaca que entre as empresas que ainda não realizam negócios pela Internet, quase a metade (47%) declara que não o faz por “falta de necessidade de usar esse canal”, mas 19% dizem que falta estrutura ou conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. “Na minha avaliação, dentre as empresas que dizem não ter necessidade existe ainda grande desconhecimento sobre as possibilidades que a web oferece. Há muitas vantagens em investir no comércio on-line, uma prova disso é a conversão de grandes redes varejistas para o mundo digital. Porém, há cuidados básicos que devem ser tomados na implantação do negócio, como a seleção de fornecedores sérios é fundamental”, opina Sandra.</p>
<p>As pequenas empresas citam maior interesse, mas também são maiores as dificuldades por falta de estrutura interna e de conhecimento das ferramentas, conforme manifestado por 24% delas. Gráfico abaixo:</p>
<p>Das empresas que fazem negócios (30% do total) na Internet, 60% têm loja virtual e 64% das compras são de pessoa jurídica, ou seja, mercado BtoB.</p>
<p>·         Do total das empresas pesquisadas, aproximadamente 11% fazem e-commerce, ou seja, vendas BtoC.</p>
<p>·         Das empresas que fazem e-commerce, a solução logística mais utilizada, além da própria empresa (15%), são os Correios (15%).</p>
<p>Selo de segurança:</p>
<p>A idéia de um selo que ateste a credibilidade de uma loja virtual é bem aceita entre as empresas que já possuem uma loja deste tipo. Uma fatia de 78% se diz interessada ou muito interessada por ter um selo. “A ACSP está trabalhando nessa questão que impactará em maior credibilidade nas transações on-line através da análise de diversos critérios pré-estabelecidos”, explica Sandra. Gráfico abaixo:</p>
<p>E o interesse pelo selo de segurança nas transações cresce para 83% entre as microempresas. “Isso é compreensível, pois é algo que poderá auxiliá-las no momento da escolha por parte dos clientes, visto que suas marcas são normalmente menos conhecidas do que as grandes redes”, cita Sandra Turchi  . Gráfico abaixo:</p>
<p>Em 50% dos casos, as compras são realizadas ou pelo site do fornecedor ou por e-mail.</p>
<p>Presença na web:</p>
<p>60% da empresas afirmam ter website próprio, variando entre os portes e setores.</p>
<p>- Entre as que não possuem (40%) site, 20% estão desenvolvendo e 11% citaram o alto custo como principal entrave.</p>
<p>- Entre as que possuem site, 67% já os têm há pelo menos 3 anos, sendo que a indústria demonstra ter há mais tempo.</p>
<p>- Em todos os portes 46% tem site há menos de 6 meses,</p>
<p>Em 70% das empresas foi verificada a preocupação em construir um site que seja localizado pelas ferramentas de buscas na web. Gráfico abaixo:</p>
<p>Metodologia e amostragem:</p>
<p>Dos respondentes, 47% eram donos/proprietários das empresas, 45%, gerentes e 8%, diretores e superintendentes. Considerou-se por categorias e portes:</p>
<p>00 a 19 funcionários = Micro</p>
<p>20 a 99 funcionários = Pequena</p>
<p>100 a 499 funcionários = Média</p>
<p>500 ou mais funcionários = Grande</p>
<p>Foram entrevistadas 500 empresas, representativas do universo total da cidade de São Paulo, de Micro a empresa de Grande porte, dos segmentos: Indústria, Construção, Serviços, Varejistas, Atacadistas e Instituição Financeira.</p>

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		<title>Vídeo do evento sobre Mídias Digitais</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Assista o vídeo do evento sobre Mídias Digitais realizado na Associação Comercial de São Paulo, com palestras da Midia Bay, da Drimio e de Sandra Turchi.
Acesse aqui


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<p><a href="mms://webtv.acsp.com.br/webtv/mkt/25022010midiadigital.wmv" target="_blank">Acesse aqui</a></p>
<p><span id="more-679"></span></p>

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		<title>Inclusão digital das MPE’S</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 15:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Nesse ano foi publicada uma pesquisa do Sebrae Nacional, realizada junto às MPE’s, na qual tive a confirmação sobre a postura das MPE’s que continuam otimistas e mantêm sua disposição em aumentar investimentos e contratações. Dentre os principais investimentos que tencionam realizar estão aqueles voltados para a realização de negócios via web, seja num mercado [...]]]></description>
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<p><span id="more-600"></span></p>
<p>Para isso, o investimento começa com conhecimento, pois sem ter o conhecimento adequado com certeza, os investimentos não serão os mais adequados.</p>
<p>Para iniciar qualquer atividade visando negócios na web o empresário deve contar com bons parceiros para apoiá-lo em seu processo de adaptação e para que possa avançar com maior velocidade, visto que, dada a enorme quantidade de atividades que ele já exerce, não conseguiria evoluir sozinho e também porque não possui equipes dedicadas a cada atividade, como marketing, TI, etc. Sendo assim, o único caminho viável é ter boas parcerias.</p>
<p>Se o empresário for se lançar a um projeto de e-commerce, por exemplo, pode contar inicialmente com organizações como a Associação Comercial de São Paulo – ACSP, a Camara-e.net, o Sebrae entre outros. A ACSP, por meio de um acordo com a Camara-e.net tem levado um programa aos microempresários paulistanos chamado Ciclo MPE.net, no qual o conhecimento é disseminado de forma prática, por meio de palestras de empresas que são <em>experts</em> em cada área de atuação.</p>
<p>Como exemplo disso, para o empresário iniciar seu projeto ele deve conhecer sobre registro de domínio da sua empresa virtual; tem que saber como proceder com relação à segurança do site e das transações financeiras que serão realizadas; precisa ter conhecimento sobre web marketing, ou seja, como se divulgar seus produtos nesse novo espaço, que ele ainda não domina; precisa ter acesso a soluções de logística para entrega dos produtos aos clientes; enfim, aprender sobre todos os pontos que são fundamentais para o bom funcionamento do seu negócio na web.</p>
<p>Está em desenvolvimento pela ACSP um projeto de inclusão digital no sentido de levar também facilidades para a aquisição de equipamentos e softwares às MPE’s, bem como uma certificação que dará maior legitimidade às empresas.</p>
<p>A ACSP possui um canal específico para tratar os parceiros interessados em oferecer produtos e serviços às micros e pequenas empresas, chamado ACSP-Benefícios, que negocia antecipadamente com esses parceiros para poder levar as melhores opções tanto nessa área digital, como também em outros aspectos necessários à operação das MPE’s, como seguro-saúde, vale alimentação, seguros em geral, etc.</p>

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		<title>Não basta ter site, tem que fazer negócios</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Em recente pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo, 66% das empresas, principalmente micro, pequenas e médias, tem site, embora apenas 36% declarem que realizam negócios pela web.
Esses dados, somados a um levantamento do Comitê Gestor de Internet no Brasil que cita que apenas 70% das micro e pequenas empresas têm acesso à internet [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_light-green" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-big?url=http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/11/nao-basta-ter-site-tem-que-fazer-negocios/&amp;title=N%C3%A3o+basta+ter+site%2C+tem+que+fazer+neg%C3%B3cios&amp;theme=light-green&amp;nick=SandraTurchi&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p>Em recente pesquisa realizada pela <a href="http://www.acsp.com.br" target="_blank">Associação Comercial de São Paulo</a>, 66% das empresas, principalmente micro, pequenas e médias, tem site, embora apenas 36% declarem que realizam negócios pela web.<span id="more-559"></span></p>
<p>Esses dados, somados a um levantamento do <a href="http://www.cgi.br" target="_blank">Comitê Gestor de Internet no Brasil</a> que cita que apenas 70% das micro e pequenas empresas têm acesso à internet diante de 90% das grandes empresas, deixam claro que existem ainda muitas oportunidades para o crescimento das transações on-line, visto que o faturamento do e-commerce no país tem crescido em torno de 25% em 2009. Além disso, cresceu também o índice de clientes satisfeitos com as compras pela internet, que é de 87,2%, segundo o e-bit.</p>
<p>Hoje, mais de 33% dos internautas – ou seja, mais de 21 milhões de pessoas – consideram as opiniões de outros consumidores postadas em sites de comunidades, de acordo com pesquisa F/Radar.</p>
<p>Uma pergunta que sempre me fazem é sobre as principais dificuldades que as MPE’s têm para mergulhar nos negócios na web. A questão primordial é a própria falta de tempo e foco que o micro-empresário dispõe para dedicar ã busca de soluções, tendo em vista que ele normalmente é o responsável por toda a operação da empresa. Em geral eles não possuem equipes de marketing, ou de tecnologia, que possam contribuir com o desenvolvimento, sobrecarregando assim o proprietário.</p>
<p>Mas percebe-se uma evolução bastante interessante ao longo do primeiro semestre de 2009, no qual os grandes players perderam 2,6 pontos percentuais em sua participação, devido ao avanço das MPE’s no comércio eletrônico e se levarmos em conta que hoje cinqüenta empresas respondem por 90% de todo faturamento de e-commerce pode-se ter uma idéia de como é concentrado esse mercado. Mesmo com todas essas dificuldades, o micro-empresário tem buscado ampliar seus conhecimentos e alinhar parcerias para acelerar seu processo de entrada no mundo digital.</p>
<p>Durante o processo de desenvolvimento da loja virtual, não se pode negligenciar a decisão sobre o público-alvo, pois na internet tudo pode ser muito segmentado, é o famoso conceito da “cauda longa”. Além disso, o site deve ser construído com as características adequadas para que ele seja “encontrado” por buscadores, como o Google, pois, como costumo dizer, se o seu negócio não é encontrado, ele simplesmente não existe. Outro ponto fundamental é que tenha uma boa navegabilidade e seja simples, pois as pessoas não dispõem de tempo, nem de paciência, com sites complexos e lentos, o que em geral leva ao abandono do processo de compras.</p>
<p>Mas não basta apenas ter um site de e-commerce. Esse é só o começo da história, lamento informar. É imprescindível buscar fornecedores de marketing de qualidade que lhe dêem suporte depois que a loja estiver no ar, pois as ações on-line requerem dedicação e muito trabalho. Infelizmente é tudo muito novo e mais complexo do que era fazer marketing até então, quando a loja simplesmente anunciava no jornal do bairro ou distribuía tablóides com suas ofertas.</p>
<p>Depois que estiver em funcionamento é fundamental investir em “promoções sazonais”, “vídeos explicativos ou de demonstração”, “links patrocinados” que complementam as ações de buscas orgânicas nos buscadores, “adequar as formas de pagamento” &#8211; pois na web existe um padrão, pensar em “ter um chat on-line” &#8211; que pode ser interessante para produtos ou serviços mais complexos. Isso só para ilustrar algumas das aplicações possíveis para fomentar suas vendas on-line.</p>

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		<title>Perspectivas para o Marketing Digital em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Enquanto observamos uma queda nos investimentos publicitários on-line em 2009 nos EUA, no Brasil o que temos visto é exatamente o contrário: uma expansão rápida e aparentemente irreversível, com perspectivas de crescimento no volume total em torno de 30%. Dentre os setores da economia que mais têm ampliado esses investimentos, podemos destacar o automobilístico, da [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_light-green" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-big?url=http://www.sandraturchi.com.br/destaque/11/perspectivas-para-o-marketing-digital-em-2010-2/&amp;title=Perspectivas+para+o+Marketing+Digital+em+2010+&amp;theme=light-green&amp;nick=SandraTurchi&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p>Enquanto observamos uma queda nos investimentos publicitários on-line em 2009 nos EUA, no Brasil o que temos visto é exatamente o contrário: uma expansão rápida e aparentemente irreversível, com perspectivas de crescimento no volume total em torno de 30%. Dentre os setores da economia que mais têm ampliado esses investimentos, podemos destacar o automobilístico, da construção civil, de eletro-eletrônicos, entre outros.<span id="more-551"></span></p>
<p> Há também um crescimento observado nos investimentos para implantação ou expansão de negócios on-line, em que se destaca a participação das micro e pequenas empresas. Esse fenômeno tem sido observado ao longo de 2009, o que tem ocasionado uma redução na enorme concentração de faturamento que ainda persiste em poucos e grandes players.</p>
<p>Um dos setores com grandes perspectivas de expansão no e-commerce está o de conveniência, como farmácias e produtos para presentes. Um segmento que ainda é muito incipiente e pode vir a crescer no futuro é o de vestuário e acessórios, pois apresenta baixa adesão no Brasil, em comparação aos outros países, em que a resistência a essa modalidade de compra é menor.</p>
<p>O crescimento no volume de investimentos será visto também na aquisição de ferramentas de suporte ou “retaguarda”. Esses investimentos se referem à necessidade de monitoramento de redes sociais, com a contratação de equipes dedicadas ou empresas terceirizadas para acompanhar a situação das marcas na web, bem como estruturar a melhor forma de interação. Esse tipo de serviço é fundamental para as empresas que desejam entender e aprimorar o relacionamento com seus diversos públicos na web.</p>
<p>Outro serviço de retaguarda que também crescerá está relacionado às ferramentas de mensuração de resultados. Afinal, as empresas vêm percebendo cada vez mais a importância de avaliar os investimentos realizados e aperfeiçoar continuamente suas ações por meio de um trabalho empírico, pois os resultados são absolutamente diferentes de empresa para empresa, de segmento para segmento e essa variação faz com que seja necessário desenvolver ferramentas próprias.</p>
<p>Outra tendência é a busca por mais conhecimento, por parte das empresas, sobre o funcionamento das ferramentas de busca. O que se observa ainda é que muitos investimentos são feitos no desenvolvimento de sites corporativos, mas sem grande preocupação com uma efetiva “presença digital”, que é o fator primordial para contribuir com a localização, ou “encontrabilidade”, da empresa na web. Afinal, como se sabe, cada vez mais esse é um fator de sucesso ou fracasso para as instituições, dado o hábito de uso dos buscadores de todos os tipos, por palavras-chave, como Bing, Google e Yahoo!, de vídeos, de preços, entre outros.</p>
<p>Esse movimento de migração das verbas para o marketing digital também está relacionado ao fato de se poder chegar mais próximo do marketing one-to-one, idealizado pelos profissionais de marketing direto há 20 anos e que agora se torna realidade por meio do uso inteligente dos dados, sobre os consumidores. Esse uso inteligente dos dados pode ser observado no exemplo da Amazon, que aprimora continuamente sua operação.</p>
<p>A busca de conhecimento, que vem ocorrendo nas empresas, impacta também os profissionais de marketing, publicidade, imprensa, enfim de todas as áreas, de forma tão frenética como nunca foi visto antes. Isso porque a internet imprime uma velocidade alucinante, que faz com as pessoas se sintam completamente alienadas em questão de pouco tempo.</p>

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