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	<title>Blog da Sandra Turchi &#187; marketing de busca</title>
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	<description>Comunicação &#124; Estratégia de Marketing Digital &#124; Internet &#124; e-commerce &#124; Varejo &#124; Baixa Renda &#124;</description>
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		<title>Como usar as redes sociais a favor da empresa</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 15:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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É fato que as mídias sociais vieram pra ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda de grandes empresas se adequassem para entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede. Agora é a vez das Pequenas e Médias Empresas também utilizarem essas ferramentas [...]]]></description>
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<p>É fato que as mídias sociais vieram pra ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda de grandes empresas se adequassem para entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede. Agora é a vez das Pequenas e Médias Empresas também utilizarem essas ferramentas a seu favor. Segundo pesquisa realizada em 2009 nos EUA, 92% das empresas utilizavam Mídias Sociais ou estavam planejando iniciativas nesse sentido e mais de 70% das empresas tinham menos de dois anos de experiência com essa atividade.</p>
<p>(artigo para Portal PEGN)</p>
<p><span id="more-853"></span></p>
<p>Isso demonstra a grande preocupação das empresas com o que acontece nas redes sociais, mas não quer dizer ainda que estejam conseguindo implantar estratégias efetivamente alinhadas com suas culturas e processos, estabelecendo assim uma relação de fidelização e de engajamento de seus clientes.</p>
<p>Aproximadamente 65% das empresas pesquisadas utilizavam as mídias sociais no seu dia-a-dia, para realizar pesquisas, buscar informações relevantes e fazer benchmarking. As dez atividades mais comuns são: manter sites de mídia social da companhia, 70% dos casos; monitorar o que é dito sobre a empresa com 60%; participar no Twitter com 56%; monitorar <em>ratings</em> com 54%; acompanhar o que é dito sobre os concorrentes com 53%; participar de discussões em sites de terceiros, 51%; divulgação e propaganda, com 50% dos casos; gerir uma comunidade on-line para os consumidores, 50% das citações e participar de sessões de perguntas e respostas em sites de terceiros com 50%. As redes mais usadas pelas empresas são Facebook, Twitter, LinkedIn e YouTube.</p>
<p>No Brasil essa realidade é bem diferente, principalmente quando falamos de PMEs. Segundo estudo realizado pela Associação Comercial de São Paulo apenas 17 % das empresas tem suas empresas cadastradas em redes sociais, embora 40% monitorem o que é dito sobre elas na web. Esse monitoramento, em geral, é feito por equipes próprias, ainda com pouco ou nenhuma utilização de recursos mais profissionalizados.</p>
<p>Isso reflete que há preocupação com o mundo das redes sociais, embora não haja ainda muita ação relacionada a isso, principalmente porque, como se sabe, as PMEs não dispõem nem de equipes focadas no assunto nem de investimentos exclusivos.</p>
<p>De qualquer forma, há muitas companhias que saíram na frente e têm utilizado esses mecanismos, principalmente para executar as atividades a seguir: relacionamento com seus clientes; levantamento de críticas e sugestões &#8211; o que funciona como uma “pesquisa” on-line e gratuita; divulgação de promoções de produtos e divulgação gratuita de vagas para contratação de novos funcionários, principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois a vinda do candidato por esse meio já é uma forma de pré-seleção.</p>
<p>É importante ressaltar que o uso das mídias sociais pode favorecer a empresa em diversos aspectos, mas é extremamente importante que a empresa entenda como isso funciona, para iniciar suas atividades sem cometer falhas.</p>

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		<title>Marketing Direto Digital</title>
		<link>http://www.sandraturchi.com.br/artigos/09/marketing-direto-digital/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 17:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Como você já notou seus clientes são diferentes, alguns consomem mais do que outros, ou consomem com maior frequência, sendo assim é crucial saber detectá-los claramente para conhecer melhor quem são os mais rentáveis e atendê-los de forma satisfatória, como também identificar futuros clientes que tenham esse mesmo perfil. Isso já era uma prática utilizada [...]]]></description>
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<p>Como você já notou seus clientes são diferentes, alguns consomem mais do que outros, ou consomem com maior frequência, sendo assim é crucial saber detectá-los claramente para conhecer melhor quem são os mais rentáveis e atendê-los de forma satisfatória, como também identificar futuros clientes que tenham esse mesmo perfil. Isso já era uma prática utilizada há tempos pelos experts em marketing direto e que também se aplica muito bem no universo digital.</p>
<p>(artigo para o Portal Mundo do Marketing)</p>
<p><span id="more-846"></span></p>
<p>Veja, o caso de campanhas de email marketing, tão utilizadas e tão lucrativas. Se a sua empresa disparar emails para todos terá alguns problemas: poderá ser acusada de Spammer, ou seja, um disparador de SPAMs, e poderá receber punições por isso (conheça as regras no site do <a href="http://www.emailmarketinglegal.com.br/" target="_blank">CAPEM</a> – código de auto-regulamentação do email marketing), poderá saturar sua base de contatos, oferecendo ofertas que não são do interesse deles e, além disso, você jogará dinheiro fora, pois custa mais caro alcançar milhares de pessoas que não são potenciais compradores dos seus produtos. Sendo assim, é melhor identificar os seus bons clientes e, a partir daí, os “prospects” corretos, ou seja pessoas que tenham um perfil próximo ao daqueles seus bons clientes e que terão, com isso, maiores chances de consumir os seus produtos ou serviços.</p>
<p>Para isso é fundamental a empresa construir sua própria base de clientes, pois auxiliará nas etapas de análise que virão a seguir. Se a empresa não conhecer quem são os seus clientes, quem os conhecerá? Portanto, mãos à obra, mesmo que você não disponha de boa tecnologia é possível iniciar com soluções caseiras mesmo, não importa. O que é inadmissível é sua empresa tratar sua base de clientes de forma displicente, pois ela é o bem mais valioso que possui, lembre-se disso!</p>
<p>Para tratamento posterior desses dados, de forma que se possam identificar novos clientes com o mesmo perfil dos “bons clientes”, baseado no seu histórico e fazer uma segmentação adequada há empresas que possuem sistemas específicos que poderão ajudá-lo a trazer muito mais inteligência ao seu negócio e às suas campanhas. São chamados “Marketing Services”, que entre outras atividades, executam essa tarefa de “prospecção” qualificada, pois se utilizam de uma série de estatísticas para definir apropriadamente esses grupos de consumo.</p>
<p>Outro caminho que cresce cada vez no marketing direto digital é o uso dos celulares, pois não há nada mais direto para alcançar determinado cliente do que esse meio. São diversas as possibilidades para se fazer mobile marketing, porém, esse tema será tratado em futuros artigos.</p>
<p>Além dessa preocupação com o tratamento dos dados, para que se possa ser mais assertivo nas campanhas, há alguns outros pontos que serão úteis. Dicas práticas: 1) encontre sua audiência – conforme descrito acima; 2) crie um sistema (ou use um que já existe) para se comunicar com ela de várias formas; 3) crie conteúdos novos e de grande valor, com foco no seu público-alvo e 4) mensure sempre os resultados, para aprimorar a cada nova campanha.</p>
<p>Com essas ações você terá maiores chances de gerar o tão visado “engajamento” dos seus clientes, que é esse envolvimento do consumidor com sua marca, esse alinhamento de interesses, essa proximidade, que faz com que os clientes além de consumirem os seus produtos passem também a indicar e até mesmo defender a sua empresa, quando preciso.</p>
<p>Claro que nada disso é simples e trivial, mas se sua empresa não começar, nunca poderá saber se traz resultados efetivos ou não!</p>

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		<title>Como encontrar o novo consumidor?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 12:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Essa é a pergunta que não quer calar e que executivos de todos os setores estão se fazendo. Sabemos que cada vez mais os consumidores estão presentes em diversos canais de compra e conectados em várias alternativas de mídia. Então, como alcançá-los de forma eficaz?  De acordo com dados apresentados pela Acxiom Brasil, apenas 32% dos gestores de marketing sabem lidar com esse cliente multicanal, que, por sinal, é quase cinco vezes mais rentável que os consumidores em geral.</p>
<p>(artigo para Portal PEGN &#8211; Globo)</p>
<p><span id="more-844"></span></p>
<p>Temos ainda que aprender a lidar com a geração Y, considerada a mais otimista de todos os tempos, mas que é uma geração que não perde tempo com empresas ou pessoas não reais, ou seja, que não são verdadeiras em suas relações. É um grupo que exige ainda mais transparência e autenticidade.</p>
<p>É preciso estar presente onde eles estão e saber como agir. Para isso sua empresa deverá criar conexões mais emocionais, lançar campanhas que tenham identificação e que, com isso, tenham maior chance de “viralizar”. Aliado a isso, lembre-se que 80% da mídia online alcança seu público-alvo, ou seja, há menor dispersão.</p>
<p>Não é tarefa das mais simples, concordo. Precisamos deixar muito claro, como diz o professor Silvio Meira, que ninguém sabe ao certo o que deve ser feito e se alguma empresa lhe disser que tem uma fórmula mágica, que sabe exatamente o que fazer e que resultados essas ações trarão, desconfie. Estamos todos vivendo em “beta”. Não está tudo pronto, nada é definitivo. Existe sim a possibilidade e a necessidade de criar junto, de testar e de aprender o que trará maior retorno para cada perfil de negócio.</p>
<p>Apenas para ilustrar o que estou dizendo, não há tabelas de preços pré-formatadas nesse campo, como existe para criação de peças publicitárias ou campanhas de marketing direto. Cada agência propõe valores distintos pelos serviços prestados, o que torna esse desafio ainda maior.</p>
<p>Porém, mesmo tudo sendo muito novo, há experiências já feitas, histórias já contadas, que fazem com que não tenhamos que sair do zero. Ou seja, aprenda com os erros dos outros, busque indicações e parcerias para acelerar seu processo de aprendizado. Dentre ações já testadas e que demonstram boa aceitação está a criação de conteúdo “fresco”, inovador e direcionado aos interesses do seu target, conteúdo que traga valor imediato. Outro ponto também importante é prover feedback freqüente e mostrar que sua empresa está acompanhando as mudanças do mercado.</p>
<p>Por exemplo, se você é da área de crédito e cobrança, escreva, ou contrate alguém que possa criar conteúdos relevantes sobre credito; se você está no setor de seguros, crie material sobre seguros, dê dicas úteis, crie um guia prático e depois, dissemine isso nas redes sociais nas quais sua empresa está presente, ou nas quais ela venha a estar. Para isso, selecione somente redes que façam sentido para o seu setor. Pesquise e identifique comunidades que tratem do assunto que você domina, ou que tenham interesse nesses temas.</p>
<p>Dessa forma sua empresa não atingirá milhões de pessoas, mas com certeza  alcançará os clientes que são o foco do seu negócio.</p>

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		<title>Vivendo no mundo da busca</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 19:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7988-17149,00-INTERNET.html">internet</a></strong>? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, lamento, pois você está perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.</p>
<p>As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando pelos leilões de arte, filmes, flores, quer dizer, tudo. Isso mesmo. Podemos encontrar praticamente tudo na internet. São milhares de lojas vendendo uma infinidade de produtos. É um shopping gigantesco, com o que você imaginar.</p>
<p>(artigo para Portal <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI161092-17141,00-A+EMPRESA+QUE+NAO+FOR+ENCONTRADA+NA+INTERNET+NAO+EXISTE.html" target="_blank">PEGN &#8211; Globo</a>)</p>
<p><span id="more-817"></span></p>
<p>Porém, como fazer para localizar o que se deseja? E como ter certeza de que estamos fazendo realmente um bom negócio? As ferramentas de busca estão aí para isso. Seja por meio do grande campeão de audiência, o Google, ou pelo Yahoo!, ou utilizando buscadores de preços como <a href="http://www.buscape.com.br" target="_blank">Buscapé</a> e <a href="http://www.mercadolivre.com.br" target="_blank">Mercado Livre </a>- entre muitas outras opções -, o importante mesmo para o consumidor é pesquisar antes, e a web oferece vantagens significativas, pois acelera essa procura. Sem esquecer dos clubes de compras, sites privativos para sócios, clubes de descontos, entre outros.</p>
<p>Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras. Dos que adquirem imóveis, por exemplo, são mais de 90%, pois isso facilita a seleção prévia daqueles que serão visitados, de acordo com faixa de preço, localização, tamanho e todas as especificações que o interessado buscar.</p>
<p>O varejo on-line no Brasil tende a realizar mais de R$ 24 bilhões em 2010, se forem somadas as transações de bens de consumo, automóveis e turismo, sendo esse último um dos setores que mais cresce, pois cerca de 90% das passagens aéreas são compradas pela web.</p>
<p>Com tudo isso, torna-se imprescindível conhecer as metodologias para se fazer presente e ser encontrado nessas ferramentas de busca. As empresas não podem mais se dar ao luxo de depender apenas da sua comunicação tradicional, ou de e-mail marketing, por exemplo. Devem investir na inteligência necessária para serem localizadas, pois, como costumamos dizer, o melhor não é ir atrás dos clientes, e sim, ser encontrado por ele.</p>
<p>Deve-se procurar conhecer, profundamente, os mecanismos utilizados por esses sites. Assim, o seu negócio aparecerá com destaque e credibilidade para aqueles que desejam o seu produto ou serviço. Entre diversos aspectos, destaca-se a importância de se ter um site com conteúdo relevante desenvolvido com foco no seu público-alvo, ter um site ou blog desenvolvido dentro de padrões que permitem a identificação pelos buscadores das palavras-chave que você definir, links para outros sites importantes, bem como tê-los também em outros sites, remetendo para o seu e demonstrando a importância que ele tem.</p>
<p>Enfim, não se esgotam aqui as sugestões. Muito pelo contrário: isso é só o mínimo que você deve se preocupar em fazer, se ainda não fez. Se for o caso, lembre-se somente de uma coisa: “A empresa que não for encontrada, simplesmente não existe</p>

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		<title>Você está perdido? Relaxe, você não está só!</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 12:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.</p>
<p>(artigo para Revista <a href="http://www.clientesa.com.br" target="_blank">Cliente S.A</a>.)</p>
<p><span id="more-783"></span></p>
<p> As companhias devem reaprender como executar o velho marketing. O que observamos é que houve uma inversão na forma como planejávamos e executávamos certas atividades dentro dessa disciplina, pois antes as empresas investiam em grande divulgação para construir suas marcas, primordialmente usando mídia de massa para isso. Quando o consumidor precisava adquirir um produto, tinha que se lembrar de quem o vendia e, por isso, as empresas que possuíam o maior volume de investimento eram as mais lembradas e as mais utilizadas no momento da compra, certo?</p>
<p> Hoje, as pessoas não precisam necessariamente se lembrar das marcas antes de adquirir produtos ou serviços, elas “buscam” o que precisam &#8211; 88% das pessoas fazem buscas na web antes de comprar, são mais de um trilhão de páginas indexadas pelo Google &#8211; e o que mais importa mesmo é que a empresa seja encontrada nessa hora. E isso muda simplesmente “tudo”. Não estou pregando aqui que as mídias de massa devam ser extintas das campanhas realizadas, ou que não se invista mais em construção de marca, não é nada disso, mas deve-se entender como as coisas têm funcionado agora com as Estratégias de Marketing digital.</p>
<p>Além disso, é preciso compreender que os clientes são pessoas, e pessoas que desejam envolvimento, interação, engajamento e não apenas comprar produtos! As companhias devem abrir espaço para uma “conversa” com o cliente. E esse relacionamento deve ser construído passo a passo, leva tempo, dá trabalho, mas é o caminho a ser seguido.</p>
<p>Pela primeira vez, em tantos anos de existência do marketing, mudanças profundas estão ocorrendo que alteram nosso conhecimento do consumidor e a melhor forma de alcançá-lo. Tudo isso exige uma postura de atualização permanente. Não basta conhecer apenas os conceitos já estabelecidos, é necessário saber criar a Presença Digital da empresa de forma adequada, bem como sua Estratégia de Marketing Digital para essa nova era, como <a href="http://www.sandraturchi.com.br/artigos/10/o-marketing-no-seu-celular/" target="_blank">Mobile Marketing</a>, Flash Mob, QR Code, Realidade Aumentada, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/07/brasil-lidera-o-e-commerce-na-america-latina/" target="_blank">E-commerce</a>, M-commerce, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/o-consumidor-nas-redes-sociais/" target="_blank">Redes e Mídias Sociais </a>(Orkut, Facebbok, Formspring, Twitter, LinkedIn, etc),  <a href="http://www.sandraturchi.com.br/artigos/12/o-fascinio-das-redes-sociais/" target="_self">Buscas</a>, SEM, SEO, Buzz, Marketing Viral, <a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/06/marketing-digital-e-suas-possibilidades/" target="_self">Advergaming</a>, Games Sociais entre outras inovações.</p>
<p> E é na área de marketing que a empresa buscará apoio para entender o que está ocorrendo. É de lá que se espera uma postura de sintonia com o mercado e de inovação. Portanto, se me permitem dizer, parece que aumentou muito a responsabilidade de quem atua nessa área!</p>

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		<title>Brasil lidera o e-commerce na América Latina</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 11:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Segundo levantamento do instituto comScore* a América Latina teve o maior crescimento em audiência na web com relação ao restante do mundo. Mas isso não é, necessariamente, algo positivo. A A.L. representa 8% da audiência global, a Europa 28%, Ásia Pacífico 39% e América do Norte 17%. Ficamos à frente apenas da África, com 7%. [...]]]></description>
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<p>Segundo levantamento do instituto comScore* a América Latina teve o maior crescimento em audiência na web com relação ao restante do mundo. Mas isso não é, necessariamente, algo positivo. A A.L. representa 8% da audiência global, a Europa 28%, Ásia Pacífico 39% e América do Norte 17%. Ficamos à frente apenas da África, com 7%. O Brasil cresceu 23% no último ano, em se tratando de usuários que acessam de casa ou trabalho, locais mais utilizados para compras on-line. Dentre as categorias com destaque estão o setor automobilístico, viagens, classificados e varejo.</p>
<p>(artigo para <a href="http://www.mundodomarketing.com.br" target="_blank">Portal Mundo do Marketing</a>)</p>
<p><span id="more-779"></span></p>
<p> O tempo gasto pelos brasileiros na web é o maior, fator influenciado pela não existência ainda de banda larga em grande escala. Falando-se em atividades online na A.L., as buscas estão em primeiro lugar com 85,5% e o acesso às redes sociais em segundo, com 81,9%, seguidos por email, entretenimento e mensagens instantâneas. A atividade de compras ficou em sétimo lugar com 62,1%, que se equipara à média mundial, o que demonstra que o e-commerce na região ainda está em crescimento, se comparado aos EUA, que tem 83,6%. Outro dado interessante é que 98% das pessoas que visitam sites de e-commerce também visitam sites de buscas no mesmo período.</p>
<p> Aliás, a média de buscas feitas na A.L. supera todos os outros continentes, sendo que os campeões são Colômbia, México e Venezuela. O Google é a empresa com maior participação por aqui, com uma média de 65%, em relação a 50% no restante do mundo.</p>
<p> Comparação de preços é um item muito importante e na A.L. alcança a média de 21,5% das atividades, próximo à mundial de 23,7%. Nesse quesito, os americanos estão na frente com 39% e os brasileiros se destacam em segundo, com 33,8%, sendo o <a href="http://www.buscape.com.br" target="_blank">Buscapé</a> líder nesse campo.</p>
<p> Dentre as categorias de compras que o Brasil está acima da média na A.L. estão livros, lojas de departamentos, esportes, filmes, cosméticos, perfumes e shoppings. E as que ficam abaixo são hardware, flores e presentes, música, tickets, brinquedos, jóias e bens de luxo. O que demonstra oportunidades a serem exploradas.</p>
<p> O Brasil é líder no e-commerce, embora tenha apenas 35% da audiência, contou com 61% dos gastos na região em 2009. Um fato interessante é que 95% dos nossos ‘e-buyers’ adquirem produtos de sites na própria A.L., principalmente do Brasil. Comparando, por exemplo, com Porto Rico, que 95% das compras são provenientes de fora da A.L., podemos crer que nossa performance se deve a fatores não apenas comerciais, mas também culturais.</p>
<p> Dentre os players com crescimento acima de 10% em audiência no último ano, temos <a href="http://www.mercadolivre.com.br" target="_blank">Mercadolivre</a>, <a href="http://www.americanas.com" target="_blank">Americanas.com</a>, <a href="http://www.netshoes.com.br" target="_blank">Netshoes</a>, <a href="http://www.submarino.com.br" target="_blank">Submarino</a>, <a href="http://www.casasbahia.com.br" target="_blank">Casas Bahia</a>, <a href="http://www.pontofrio.com.br" target="_blank">Ponto Frio</a>, <a href="http://www.extra.com" target="_blank">Extra.com</a>, <a href="http://www.magazineluiza.com.br" target="_blank">Magazine Luiza</a>, <a href="http://www.walmart.com.br" target="_blank">Walmart</a>, <a href="http://www.carrefour.com.br" target="_blank">Carrefour</a>, <a href="http://www.fastshop.com.br" target="_blank">FastShop</a>, <a href="http://www.fnac.com.br" target="_blank">FNAC</a> e destaque para o <a href="http://www.Privalia.com" target="_blank">Privália</a> &#8211; site voltado para público de luxo &#8211; com um acréscimo extraordinário de 499%!</p>
<p> Esses grandes competidores têm investido em melhorar a experiência do consumidor, trazendo mais segurança às compras online. O que deve ser ainda aprimorado é a questão do engajamento, mas como podemos perceber, há um grande espaço para crescimento do e-commerce nacional.</p>
<p>( * Maio/2010)</p>

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		<title>“Nicho” é a palavra-chave do e-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Quando falamos em e-commerce para pequenas ou médias empresas é necessário entender que o grande diferencial, nesse caso, é a possibilidade de a empresa ter foco em determinados segmentos de mercado e não tentar atender todo mundo, como fazem os magazines. O pequeno e médio empreendedor deve ver no universo on-line a grande oportunidade de atender nichos, que antes tinham dificuldades em encontrar determinados produtos, mas, hoje, contam com as vantagens dos buscadores para localizar praticamente qualquer coisa. Se a empresa entender esse mecanismo de funcionamento terá muito mais sucesso e de forma muito mais rápida, do que se ficar tentando competir de frente com os grandes players.</p>
<p>(artigo para Revista Gestão &amp; Negócios)</p>
<p><span id="more-786"></span></p>
<p>Ok, mas como isso acontece? Você deve estar me perguntando. Bem, imagine uma loja de produtos musicais especializada em itens para canhotos. Isso mesmo, pessoas canhotas (não sei se existe, é uma hipótese!). Quantos itens ela conseguirá vender por mês? Acredito que poucos, não é mesmo? Afinal, quantos canhotos existem em seu bairro que desejam tocar instrumentos musicais? Mas se você levar esse exemplo para o universo da internet, quem tiver esse perfil irá buscar na web e encontrará essa loja, de qualquer parte do Brasil ou do mundo. Mas é claro, isso só vai ocorrer se a loja estiver realmente lá presente, da forma correta.</p>
<p>Para que isso ocorra, não adianta ter um site estático, não se divulgar, não gerar conteúdos relevantes para o seu público. A empresa deverá construir sua presença digital de forma consistente para ser localizada. Além disso, precisará se preocupar em ter uma operação logística bem “azeitada” para poder entregar em todo o país, e mais, se quiser vender fora do país deverá investir na construção de um site no idioma do destino de interesse, obviamente.</p>
<p>Depois que fizer o básico, poderá investir em outras formas de divulgação, como mobile marketing, e mesmo no engajamento dos seus consumidores, via games, além de vídeos que demonstrem a melhor utilização dos seus produtos, bem como redes sociais. Mas lembre-se, antes é necessário desenvolver um bom site, criar interação e conversas com o cliente, aprender a aparecer na busca orgânica dos buscadores, e não apenas fazer links patrocinados.</p>
<p>E, por fim, não acredite em quem quer convencê-lo de que na internet não é preciso investir, que é “baratinho” para anunciar, e coisas do gênero. Para ter sucesso em uma operação online deve haver estratégia, requer investimentos, sim, de tempo e de dinheiro. Mas qual o problema? Afinal, uma loja física também precisa de planejamento e investimento. O que ressalto é que para muitos competidores, sua loja na web já representa, hoje, a melhor loja em vendas de toda sua rede.</p>

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		<title>O consumidor nas Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 15:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>A maior parte das empresas hoje está preocupadíssima com as mudanças que estão ocorrendo no comportamento do consumidor, trazidas pela internet. E para não ficar de fora passam a tentar interagir nas redes sociais, porém, sem nenhum planejamento, o que é um risco muito grande para suas marcas. Esse risco se dá porque não há total controle na rede, aliás, há bem pouco controle sobre a repercussão de certas ações, o que expõe as empresas a conseqüências muitas vezes indesejáveis. Essa falta de controle se deve ao processo atual de geração de conteúdos, que pode ser feito por qualquer um, bem como sua disseminação na web, que ocorre de forma extremamente veloz, devido ao alto grau de conexão entre as pessoas.</p>
<p>(artigo para revista Gestão &amp; Negócios)</p>
<p><span id="more-768"></span></p>
<p>A palavra atual é reputação e para construir uma reputação na internet é necessário estratégia. E a estratégia começa com o que a empresa deseja para sua marca no médio e longo prazo. As ações na web não estão desconectadas das estratégias globais da empresa, muito pelo contrário, devem caminhar juntas. Se a empresa deseja transmitir uma imagem inovadora, ela deverá promover ações que demonstrem isso. Se for uma empresa preocupada com o meio ambiente, sua atuação nas mídias digitais, assim como fora delas, deve refletir isso, e assim por diante.</p>
<p>A web tornou os clientes muito mais exigentes. São vinte milhões de pessoas mais preparadas para o processo de compras. Tem sido cada vez mais freqüente encontrar consumidores nas lojas com mais informações sobre os produtos do que os vendedores.</p>
<p>Várias empresas que se lançam nas redes sem antes definir uma estratégia incorrem em equívocos que não somarão para o seu desempenho futuro, tanto na web como nos negócios. Exemplo disso são empresas que procuram utilizar as redes unicamente para promoções, com o intuito de vender a qualquer custo. Essas ações acabam saturando aqueles que interagem com a marca. As mídias sociais são, na verdade, uma grande oportunidade de aproximação e interação com o cliente, proporcionando às empresas a chance de criarem uma imagem mais simpática e humana.</p>
<p>Segundo pesquisa da <a href="http://www.deloitte.com" target="_blank">Deloitte</a> de maio de 2010, 70% das empresas utilizam ou monitoram as mídias sociais, embora grande parte delas não compreenda ao certo como agir e os riscos que correm. As empresas alegam que usam as redes para ações de marketing e divulgação de produtos (83%) e para monitoramento da marca (71%), o que demonstra a baixa utilização ainda como plataforma de relacionamento. Esse ponto difere do comportamento observado dentre empresas americanas. Outro ponto que ainda merece atenção é o uso para captação de oportunidades e inovação, que podem ser obtidas pelo caminho da inteligência coletiva, tendência que ainda veremos crescer muito nos próximos tempos.</p>

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		<title>Ter um site bonitinho já não resolve mais</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 15:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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<p>Com o crescimento consistente da web, tanto em número de usuários como no tempo médio online da população brasileira, de 48 horas/mês, como na presença empolgante nas mais diversas redes sociais, tem ficado evidente para muitas empresas a necessidade de estar presente no universo digital, seja através da reformulação dos seus velhos sites, ou mesmo da iniciação de um projeto novo de vendas pela web.</p>
<p>(artigo para o Portal <a href="http://www.pegn.com.br" target="_blank">PEGN &#8211; </a>Globo)</p>
<p><span id="more-742"></span></p>
<p>Temos assistido ao sucesso perpetrado por algumas empresas na internet, como a <a href="http://www.tecnisa.com.br" target="_blank">Tecnisa</a>, que já virou sinônimo de boas práticas, que até já vendeu pelo Twitter e pelo Iphone, que está presente no <a href="http://www.formspring.me/" target="_blank">Formspring </a>e no Tablet, além de ter uma operação muito bem estruturada de atendimento, seja online ou offline, àqueles que fazem contato.</p>
<p>Por outro lado, ainda podemos observar empresas que consideram que seu site, reformulado há alguns anos, ainda está bem “bonito”, portanto, concluem não ser necessário atualizá-lo. Para essas eu gostaria de dar uma triste notícia, ter um site bonitinho já não resolve mais. Se ele foi feito ou refeito sem os pré-requisitos básicos para que seja “encontrável” (desculpem o neologismo) ou mesmo para que seja mais interativo com seus clientes ou interligado às redes sociais, eu lamento muito, mas hoje ele não é de grande valia aos seus negócios!</p>
<p>Ao concluir isso muitas empresas renomadas estão passando a dar maior atenção ao que tem ocorrido à sua volta, como o<a href="http://www.franscafe.com.br" target="_blank"> Fran’s Café</a>, que reformulou seu site para aprimorar o atendimento aos seus clientes. Ou então a rede de móveis <a href="www.etna.com.br" target="_blank">Etna</a>, que lançou sua megastore virtual com mais de quatro mil produtos.</p>
<p>Além de bons exemplos no mundo do turismo como a <a href="http://www.decolar.com" target="_blank">Decolar.com</a>, que oferece planos de milhagem e fornece descontos especiais em newsletters segmentadas. Ou o lançamento de 1400 títulos em português de livros digitais pela <a href="http://www.saraiva.com" target="_blank">Saraiva.com</a> para o iPad, com preços até 30% menores que as versões físicas,  assim como sua concorrente, a <a href="http://livrariacultura.com.br" target="_blank">Livraria Cultura</a>, que também tem uma loja virtual com 150 mil títulos disponíveis para download. Ainda temos a <a href="http://www.sonymusic.com.br" target="_blank">Sony Music </a>que reinventou seu modelo de negócios apostando na venda de músicas para celulares e internet.</p>
<p>Há também as redes sociais que proliferam com boas opções, como a <a href="http://maisquereceitas.com.br" target="_blank">+QueReceitas</a>, site de relacionamento voltado aos profissionais e amantes da culinária, focado em aprendizado gastronômico. Ou então o <a href="http://vagalume.uol.com.br/" target="_blank">Vaga-lume</a>, de música e entretenimento, a rede <a href="http://www.drimio.com.br" target="_blank">Drimio</a>, voltada para integrar pessoas às marcas, existente há um ano e que já tem quase 70 mil usuários. Ou a <a href="http://www.bymk.com.br" target="_blank">ByMK</a>, voltada para  o mundo da moda, que já conta com 80 mil internautas cadastrados e já foi utilizada por agências de publicidade e a rede voltada para quem é apaixonado por cinema, a <a href="http://www.moviemobz.com/" target="_blank">MovieMobz</a>, que tem mais de 25 mil usuários.</p>
<p>Apesar disso, muitas empresas ainda estão “patinando” com relação ao que fazer no mundo da web e nas mídias sociais, utilizando-a para divulgação pura e simples, perdendo a oportunidade de se relacionar e aprender mais sobre os seus consumidores.</p>

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		<title>Bom exemplo de e-commerce nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 18:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Turchi</dc:creator>
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Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.
Artigo [...]]]></description>
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<p>Há muitas dúvidas de empresários sobre entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. É uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de Estratégias de Marketing Digital.</p>
<p>Artigo para portal <a href="http://www.revistapegn.globo.com" target="_blank">PEGN (Globo)</a>   /  Case apresentado  no evento ProXXIma - abr/10.</p>
<p><span id="more-720"></span></p>
<p>A <a href="http://www.netshoes.com.br" target="_blank">Netshoe</a>s tem por volta de 550 funcionários e existe há dez anos, tendo surgido inicialmente no mundo físico, com lojas em São Paulo e hoje é um dos maiores anunciantes da Web. É um varejo de nicho, pelo foco em artigos esportivos.</p>
<p>Uma das ações que merece destaque é a realização de pesquisas com clientes após três semanas que adquiriram algum item, para identificar como está sua satisfação com o produto. Com isso já possuem 52 mil avaliações que se tornam recomendações de cliente para cliente. Sabendo-se que mais de 80% das pessoas pesquisam na web antes de adquirir um produto, torna-se imprescindível estimular essa interação, visto que nesse caso 40% das compras são influenciadas por indicações de outros usuários.</p>
<p>Outra estratégia bastante interessante é a gestão dos sites de diversos times de futebol e das suas vendas de artigos esportivos com as respectivas marcas.</p>
<p>Todo processo de acompanhamento é baseado no uso inteligente de dados e métricas, tanto do lado da agência como do cliente, o que demonstra outro ponto crucial para o sucesso, que é a gestão a quatro mãos. Com isso avaliam os investimentos feitos em marca e divulgação.</p>
<p>Fazem uso também de email marketing, com ações segmentadas por perfil, por exemplo, se é homem ou mulher, por torcida, há quanto tempo esse cliente interagiu pela última vez, etc. Essas adequações melhoram a performance técnica e evitam que sejam vistos como Spams. Além disso, esse cuidado com o uso dos dados evita correr riscos como de enviar uma promoção de camisetas do Palmeiras pra um corintiano.</p>
<p>Recentemente optaram por investir na marca fora do mundo on-line, utilizando, entre outras ações, de patrocínio de um time de futebol, bem como filmes na TV.</p>
<p>Dentre as estratégias de marketing digital utilizadas ressalta-se o SEO – “Search Engine Optmization”, que é a implementação de técnicas para melhorar o posicionamento do site da empresa em buscadores, como Google, fazendo com que se eleve seu “Pagerank” e posicionando o site na primeira página, além de utilizar paralelamente links patrocinados nesses mesmos sites. Essa estratégia é recomendável, pois ao mesmo tempo em que há maior exposição através da busca orgânica, simultaneamente empregam-se os links patrocinados para promoções com prazos limitados.</p>
<p>Mais um exemplo de boas práticas é disponibilizar meios de contato ao cliente, como chat e Call Center, visto que os clientes se sentem profundamente insatisfeitos quando não tem nenhum tipo de resposta das empresas.</p>
<p>Além disso, como não poderia deixar de ser, monitoram sua marca nas redes sociais. E falando em redes sociais, segundo a empresa, o uso do Twitter não representou um sucesso de vendas, mas foi um caminho interessante de relacionamento empresa-cliente, principalmente em tempos de crescimento do poder do consumidor</p>

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