Fraudes no comércio eletrônico

dez 06

O tema Segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados, por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes. Nesse artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista. O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana CyberSource, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e , no qual, o Brasil figura em sétimo lugar.

(artigo para Portal PEGN – Globo)

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E-commerce em operações BtoB, franquias e atacados

nov 10

Tenho recebido dúvidas freqüentes sobre qual o melhor formato de e-commerce quando se trata de franquias, operações atacadistas e mercado BtoB. A dúvida presente no caso desse tipo de negócio se refere a um fator importantíssimo: o conflito de canais. O que isso quer dizer? Vamos analisar o caso das franquias. Em geral, a intenção de iniciar uma operação de e-commerce parte do franqueador, mas o dilema é que isso pode ser visto como mais um “concorrente” pelos seus franqueados.

(artigo para o Portal PEGN – Pequenas Empresas Grandes Negócios)

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E-commerce – o que vem por aí?

out 22

O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% a.a., nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase 25 bilhões de reais em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões de pessoas consumindo on-line.

 (artigo para o Portal Mundo do Marketing)

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Loja Exclusiva ou shopping virtual – o que é melhor?

out 11

Se você está pensando em estruturar uma operação de e-commerce para sua empresa, com certeza já se deparou com essa e outras dúvidas. É natural, tendo em vista as opções para quem deseja se lançar no mundo do comércio eletrônico.  A escolha entre ter uma loja customizada ou ter uma loja dentro de shoppings virtuais – que funcionam como os shoppings que conhecemos – está ligada a dois pontos principais: qual o objetivo da empresa e quanto ela deseja investir nesse novo projeto. Quer dizer, há necessidade de fazer um planejamento anterior. Uma loja virtual é um negócio novo, sendo assim, o empresário deve fazer um plano de viabilidade antes de evoluir em qualquer direção. Essa é a única forma de reduzir a taxa de mortalidade de novas empresas, que ocorre no mundo virtual, e também no real, e está em torno de 50%, segundo o Sebrae e a Camara-e.net, ou seja, metade das empresas não sobrevivem ao primeiro ano de operação. Relembro, com isso, da importância que um bom planejamento tem para os negócios.

(artigo para Jornal Diário do Comércio – guia do Ecommerce)

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Vivendo no mundo da busca

ago 09

Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a internet? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, lamento, pois você está perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.

As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando pelos leilões de arte, filmes, flores, quer dizer, tudo. Isso mesmo. Podemos encontrar praticamente tudo na internet. São milhares de lojas vendendo uma infinidade de produtos. É um shopping gigantesco, com o que você imaginar.

(artigo para Portal PEGN – Globo)

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Você está perdido? Relaxe, você não está só!

jul 19

Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.

(artigo para Revista Cliente S.A.)

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