O comportamento do Social_Consumer e a revolução dos dados

jan 29

Muito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se torna cada vez mais crucial.

Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. Mais importante do que simplesmente mensurar resultados, acompanhar clicks ou mesmo saber o ROI de cada ação na web é o estudo aprofundado dos dados para aprimorar e adequar ofertas de produtos de acordo com o desejo e o momento do consumidor. E nada melhor do que o mundo digital para permitir isso.

(artigo para o Portal Mundo do Marketing)

Leia Mais

Febre dos portais de desconto já é bilionária

nov 11

31 de outubro de 2011

Febre na internet, a compra coletiva foi criada nos EUA e chegou ao país no início de 2010. Em poucos meses, descontos arrebatadores, que oscilam entre 50% e 90% do preço do produto ou serviço, caíram no gosto do brasileiro. Atraídos pelo crescimento rápido do setor e pela fácil barreira de entrada, muitos aspirantes a empreendedor resolveram apostar na novidade. Em dezembro do ano passado, o Brasil tinha 405 sites desse tipo ativos. Hoje são 1100 e o segmento deve faturar R$ 1,2 bilhão neste ano. Porém, apesar do boom, o mercado é bastante concentrado. Os dez maiores players são responsáveis por 90% das vendas, de acordo com dados da e-bit.

Assim como ocorre em todo segmento promissor, a concorrência acirrada aliada à falta de preparo faz com que grande parte dos novos negócios não resista ao primeiro ano de vida e acende a discussão se o modelo resistirá à passagem do tempo. Segundo consultores da área, a resposta é sim. E a especialização tem sido um dos caminhos adotados pelos recém-chegados no ramo para se diferenciar dos demais e sobreviver.

“Acredito que o caminho para quem está chegando agora é escolher um nicho pouco explorado ou uma região geográfica específica e entender a fundo os anseios do consumidor”, afirma Sandra Turchi, coordenadora e professora do curso de marketing digital da ESPM.

Entrevista para o Valor Econômico

Leia Mais

Marketing Digital – Fique por dentro do Mobile Commerce e Mobile Payment

mar 21

Por definição, Mobile Commerce é o uso do celular como meio de comercialização de produtos e serviços nas mãos das pessoas. E o Mobile Payment é o uso do celular como um veículo para pagamento e acesso a serviços financeiros. A convergência digital, que pressupõe a integração de várias mídias, já é uma realidade. Mas ao contrário do que se supunha, o veículo eleito para se tornar a base convergente de todos os canais não é a TV nem o computador, mas sim, o celular. O crescimento explosivo deste dispositivo, que a cada dia ganha mais inteligência, vem conquistando um número maior de usuários de forma constante. No mundo todo, a quantidade de aparelhos em 2010 chegou a quase cinco bilhões, segundo estudo da agência de tecnologia da informação e comunicação da ONU. Desse total, cerca de um terço têm acesso à web.

(artigo para Portal PEGN – Globo)

Leia Mais

O comércio nas redes sociais – Social Commerce

fev 08

Por definição, Social Commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio, porém, quando isso se expande para os relacionamentos no universo digital, então, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais. Como exemplo, temos o Facebook, criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos EUA. Se ele fosse um país seria o terceiro mais populoso do mundo. Além disso, a maioria do público nas redes sociais são mulheres, que coincidentemente são também a maioria do público consumidor. Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-commerce, ou comércio via Facebook, que, por exemplo, já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.

(Via Portal PEGN – Ed. Globo)

Leia Mais

Tendências para o e-commerce em 2011

dez 09

 O e-commerce cresce de forma consistente no país, entre 30 e 40% a.a., devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital, pois ainda há boa parte da população que não navega, próximo a 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo em torno de 15 bilhões de faturamento (sem vendas de leilões, automóveis e viagens). Esse valor supera as vendas do varejo nos shoppings paulistas. O número de e-buyers hoje é de 23 milhões de pessoas. Um segmento que ganha destaque, embora com menor representatividade em volumes ainda, é o de vestuário. Isto se deve a um problema de padronização, mas os players do setor tem se movimentado para sanar isso, visto que ninguém quer ficar de fora desse movimento. Uma das iniciativas que tem sido tomada é o uso de tamanhos em centímetros. Nos EUA o faturamento com roupas em 2009 foi US$ 27 bilhões, pois já existe a cultura de compras a distância, por catálogos há muito tempo.

(artigo para Portal Mundo do Marketing)

Leia Mais

Fraudes no comércio eletrônico

dez 06

O tema Segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados, por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes. Nesse artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista. O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana CyberSource, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e , no qual, o Brasil figura em sétimo lugar.

(artigo para Portal PEGN – Globo)

Leia Mais